terça-feira, 19 de setembro de 2017

PIB brasileiro cresce 0,6% no trimestre fechado em julho




O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve alta de 0,6% no trimestre encerrado em julho se comparado ao trimestre encerrado em abril deste ano. Em comparação ao trimestre encerrado em julho de 2016, o crescimento foi de 1,1%. Considerando-se apenas o mês de julho, houve altas de 0,1% na comparação com o mês anterior e de 1,3% na comparação com julho do ano passado. Os dados do Monitor do PIB foram divulgados hoje (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Na alta de 1,1% do trimestre encerrado em julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, destacam-se os setores de agropecuária (11,7%), indústria extrativa mineral (4,5%), indústria de transformação (1,6%), comércio (3%), transportes (2,4%) e outros serviços (1,5%). Em relação à demanda, o consumo das famílias cresceu 1,9% no período, mas a formação bruta de capital fixo (investimentos) caiu 4,5%. As exportações cresceram 5,7%, com destaque para os produtos da agropecuária (8,1%) e indústria extrativa mineral (31,4%).

As importações regrediram 1,8%, em grande causa devido à queda de 43,8% na compra de bens de capital (máquinas e equipamentos) pelo setor produtivo. O PIB acumulado em 2017 até o mês de julho, em valores correntes, alcançou o valor aproximado de R$ 3,78 trilhões.


EXPECTATIVA


O mercado financeiro reduziu a projeção para a inflação em 2017 e 2018. De acordo com o boletim Focus, publicação semanal do site do Banco Central (BC), a estimativa do mercado financeiro para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,14% para 3,08% este ano, na quarta redução seguida. Para 2018, a projeção do IPCA diminuiu de 4,15% para 4,12%, no terceiro ajuste consecutivo.

As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,5%, que deve ser buscada pelo Banco Central. Essa meta tem um intervalo de tolerância entre 3% e 6%. Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), atualmente 8,25% ao ano.



(Fonte : Panrotas com informações da Ag. Brasil de Notícias / Imagem divulgação)

Novo mapa do turismo brasileiro tem recorde em número de regiões




O Ministério do Turismo divulgou nesta ultima quinta-feira (14) o novo mapa do turismo brasileiro, instrumento que destaca municípios que adotam o turismo como estratégia de desenvolvimento e norteia a definição de políticas públicas para o setor. Em comparação ao ano passado, o número de regiões turísticas e municípios cadastrados cresceu exponencialmente. Em 2016, eram 2.175 cidades em 291 regiões, este ano o mapa registra 3.285 municípios em 328 regiões turísticas.

O aumento nos números é resultado de um amplo trabalho de conscientização do Ministério do Turismo junto aos gestores municipais e estaduais a respeito da necessidade de identificação e classificação das cidades para que as políticas públicas e investimentos sejam mais adequados à realidade de cada região.

“O mapa é um instrumento muito importante para gestão, estruturação e promoção dos destinos. Por isso, é importante que ele esteja sempre atualizado, garantindo com que os municípios que queiram trabalhar o turismo como uma atividade econômica, tenham prioridade dentro das políticas e ações do MTur”, afirmou o ministro do turismo.

A atualização periódica do Mapa faz parte de uma estratégia do Plano Brasil + Turismo, lançada este ano pelo ministro Marx Beltrão para fortalecer o setor de viagens no país. De acordo com o Plano, a partir de 2017 o Mapa passa a ser atualizado a cada dois anos. Sua construção é feita em conjunto com os interlocutores estaduais que representam o MTUR e órgãos oficiais de Turismo dos estados brasileiros e instâncias de governança regional.



Confira como ficou o novo mapa, por macrorregião:

 Macrorregião
Regiões turísticas
Municípios
Centro-Oeste
36
225
Nordeste
84
758
Norte
34
259
Sudeste
121
1138
Sul
53
905
Total
328
3.285

CATEGORIZAÇÃO DO NOVO MAPA DO TURISMO



De acordo com o novo mapa, 23% (740) dos municípios estão nas categorias A, B e C. Esses municípios concentram 93% do fluxo de turistas doméstico e 100% do fluxo internacional. Os demais 2.545 municípios figuram nas categorias D e E.

Esses destinos não possuem fluxo turístico nacional e internacional expressivo, no entanto alguns possuem papel importante no fluxo turístico regional e precisam de apoio para a geração e formalização de empregos e estabelecimentos de hospedagem.



BOA PRÁTICA



O Tribunal de Contas da União e o Senado Federal reconhecem o Mapa do Turismo Brasileiro como um instrumento de gestão para orientar no desenvolvimento de políticas públicas regionalizadas e descentralizadas. A atualização bianual do documento se torna, portanto, fundamental para que esse instrumento seja eficaz e respeite o princípio de eficiência da Administração Pública.



(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

Comissão especial debate substituição tributária para microempresas




A comissão especial que analisa o projeto que limita a aplicação da substituição tributária nas operações envolvendo micro e pequenas empresas realiza audiência pública nesta tarde.

O colegiado analisa o Projeto de Lei Complementar 341/17, que altera o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Lei complementar 123/06). Um dos objetivos do projeto é reduzir os efeitos da substituição tributária para os optantes pelo Simples.

O texto limita em 3,95% a alíquota do ICMS incidente sobre produtos sujeitos à substituição tributária adquiridos por microempresas e por empresas de pequeno porte enquadradas no Simples Nacional.

A proposta prevê ainda que o teto do Simples Nacional será reajustado anualmente pela inflação medida conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A audiência foi solicitada pelo presidente da comissão, deputado Carlos Melles (DEM-MG). "É imprescindível a constante discussão sobre a simplificação do ambiente empreendedor para o microempreendedor e pequeno empreendedor", disse Melles.



(Fonte : Ag. Câmara de Notícias / Imagem divulgação)

Bancos defendem acesso ágil a fundos que dão aval a empréstimos para micro e pequenas empresas




Representantes de bancos defenderam, no ultimo dia 5, regras mais flexíveis de acesso aos fundos que oferecem aval aos empréstimos tomados por micros e pequenos empresas (MPEs). O objetivo é agilizar a liberação das garantias em caso de inadimplência do microempresário.

O assunto foi debatido na comissão especial que analisa o Projeto de Lei Complementar 341/17. O texto, de autoria do deputado Jorginho Mello (PR-SC), limita a substituição tributária para as MPEs e cria a empresa simples de crédito (ou ESC), direcionada para pequenos empresários.

“O banco quer ganhar dinheiro, não quer usar o fundo. Mas se for preciso usar, queremos mais agilidade”, resumiu o gerente do Departamento de Empréstimos e Financiamento do Bradesco, Rinaldo de Martini. Para ele, é preciso reduzir a burocracia na hora do banco acionar o fundo.

A mesma opinião teve o diretor de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, Edmar José Casalatina. Ele explicou aos deputados que os bancos possuem recursos e linhas específicas para as MPEs, mas o desenho atual dos fundos garantidores desestimula os empréstimos. Um fundo de aval mais ágil, segundo ele, “daria mais um conforto para o mercado”.

O objetivo dos fundos de aval é complementar a garantia exigida pela instituição financeira na concessão do empréstimo. Quando o microempresário deixa de pagar a prestação, o fundo repassa ao banco o valor em atraso, desde que este tenha tentado reaver as prestações em atraso. A falta de aval é um dos principais obstáculos para os pequenos empresários acessarem linhas de crédito.



Fundos atuais



Atualmente, três fundos desempenham esse papel no mercado: o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), instituído pelo Sebrae nacional; o Fundo de Garantia de Operações (FGO) e o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), operados, respectivamente, pelo Banco do Brasil e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e seus agentes parceiros.

O gerente de Operações Microcrédito do Banco Itaú-Unibanco, Fernando Carvalho, disse que as microempresas possuem uma alta “mortalidade”, o que desestimula o mercado de crédito. Uma pesquisa do IBGE divulgada no ano passado (Demografia das Empresas) apontou que mais da metade das empresas fundadas no Brasil fecha as portas após quatro anos de atividade. “Clientes com faturamento menor tendem a ter uma inadimplência maior”, disse Carvalho.

Os representantes dos bancos defenderam também a capacitação dos microempreendedores, como forma de prepará-los para o mercado de crédito. A ideia também foi proposta pelo secretário especial da Micro e Pequena Empresa, José Ricardo Veiga. A secretaria faz parte do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. “Sem a capacitação, só teremos a transferência do risco, do banco para o fundo”, disse. “A capacitação vem antes do acesso ao crédito.”



Empresas de crédito



Autor do projeto e um dos proponentes da audiência pública, o deputado Jorginho Mello apresentou uma proposta alternativa. Para ele, as empresas simples de crédito (ESC) podem ter um impacto maior, no estímulo ao crédito às MPEs, do que novos fundos garantidores. No modelo proposto pelo PLP 341/17, as ESCs serão constituídas nos municípios por pessoas interessadas em fornecer microcrédito para pequenos empreendedores.

Elas teriam uma constituição jurídica simplificada, para reduzir a burocracia, e poderiam cobrar dos tomadores apenas uma taxa de juros, sem outros encargos. “Quem tem dinheiro num pequeno município, num bairro, que hoje já empresta dinheiro informalmente, vai se legalizar, e vai emprestar dinheiro para o pequeno e microempresário, coisa que os bancos não querem saber”, disse Mello.



Novas audiências



A comissão especial que analisa o projeto deverá realizar novas audiências públicas. Somente após essa fase de oitivas é que o relator da proposta, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), irá apresentar o parecer. Como é um PLP, o texto aprovado na comissão terá que ser votado pelo Plenário da Câmara.



(Fonte : Ag. Câmara de Notícias / Imagem divulgação)

Defesa do Consumidor aprova devolução de dinheiro em serviços cancelados por causa de epidemias




A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou o Projeto de Lei 4524/16, do deputado César Halum (PRB-TO), que garante a restituição imediata ao consumidor da quantia paga por serviços cancelados em locais com epidemias de dengue, zika e chikungunya. O consumidor poderá também optar pela remarcação do serviço sem custos.

A medida abrange os serviços ofertados por empresas de transporte aéreo, terrestre e marítimo; agências de turismo; hotéis e pousadas; e programas de milhagem.

O relator na comissão, deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP), recomendou a aprovação da matéria. Ele defendeu que o consumidor não deve arcar com os custos de um cancelamento em razão de força maior.

Ainda segundo Carvalho, o projeto preservará o relacionamento entre prestadores e consumidores de serviços turísticos. “A proposição fornece um respaldo legal para que prestadores bem-intencionados devolvam os gastos aos clientes, evitando a intervenção judicial”, explicou.



Milhas
Pelo texto, os programas de milhagem deverão restituir os créditos transferidos no caso de cancelamento do serviço de forma imediata, sem qualquer ônus aos clientes.

Para solicitar a restituição sobre serviços cancelados no País, o consumidor deverá comprovar que o Ministério da Saúde avalia a área como em situação de alerta ou risco.

No exterior, segundo o texto, serão consideradas epidêmicas regiões com, no mínimo, 300 casos por cem mil habitantes, conforme critério da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Gestantes e pessoas com mais de 60 anos poderão justificar o cancelamento utilizando atestados ou laudos médicos.



Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Turismo; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.



(Fonte : Ag. Câmara de Notícias / Imagem divulgação)

Aéreas precisam melhorar seus canais digitais, diz estudo




É exigência para as companhias aéreas ter um serviço de qualidade, pontualidade, equipe bem preparada e um site funcional. Isso mesmo, hoje em dia essas empresas têm investido – e quem não faz, precisa com urgência – em um canal de vendas eficiente e fácil de ser explorado.

O grande erro, porém, está em pensar apenas na venda do tíquete e parar por aí. Oferecer apenas preço e itinerário de voo é coisa do passado. Segundo um novo estudo publicado pelo Amadeus, trata-se de uma oportunidade perdida de apresentar ao cliente algo que buscam – e eventualmente não saiba e engajar esse relacionamento.

“As companhias aéreas têm tanta presença quando se fala de patrocínios de esporte e publicidade, mas ao entrar em seus sites, é bem difícil encontrar detalhes sobre o produto que você vai experienciar. Por exemplo, muitas dessas empresas não têm marcação de assentos em suas páginas, então você não pode dizer onde vai sentar até ter finalizado sua reserva”, criticou o editor do Seatplans.com, Tom Otley.

Ao questionar sobre pesquisar informações além do preço no on-line, 58% dos entrevistados declaram que são poucas as companhias aéreas deixam claro o que oferecem, outras não. Para 28% é difícil encontrar com clareza o que não seja apenas o valor do bilhete. E, por fim, somente 14% encontram facilidade nesse processo virtual.

A criação e posterior aumento de sites de críticas aumentou o empoderamento – palavra da moda – do consumidor. Ao buscar outras fontes, os clientes têm na mão a resposta para suas eventuais dúvidas, se vale a pena comprar um bilhete da empresa X ou Y.


FUTURO DO AGENTE?



Muito se fala da permanência do agente de viagens na indústria. Embora o surgimento de agências on-line, as OTAs, tenha afetado o modelo tradicional de atendimento ao cliente, esses profissionais necessitam se atualizar e entrar de vez no século 21.

Ao pesquisar voos, sites metabuscadores como Google Flights e Kayak são os primeiros endereços acessados pelos usuários, com 27% do total. Na sequência figuram a loja do agente de viagens ou o call center (25%), seguido pelo site da companhia aérea (24%), o site de reservas on-line do agente (5%) e sites de reviews, como o Tripadvisor (5%).

Um dado curioso diz respeito à relevância desse vendedor. Para 14% dos entrevistados, esse profissional seria o primeiro a ser consultado sobre uma companhia aérea antes de reservar um bilhete. O boca a boca, em especial com família ou amigos, dita esse comportamento, assim com os sites de review, com 39% cada. As redes sociais exercem um papel de menor relevância (8%).

No entanto, não há nada a temer. A boa notícia é que os millennials têm voltado os olhos para esse profissional e aderido sua consultora por valorizarem essa troca de contato e conhecimento.

“Não é a morte do agente de viagens. É uma evolução da descrição de seu trabalho, onde eles estão treinando a Inteligência Artificial para serem melhores e ela está aí para ajuda—los a fornecer experiências significativas a seus clientes”, declarou o cofundador e diretor de Vendas da Digital Genius, Mikhail Naumov.


CASE À PARTE



Algumas transportadoras têm enxergado a transformação do seu mercado e passaram a investir na tão falada experiência do seu usuário. É o caso da Iceland Air, principal aérea da Islândia, que apresenta em seu site fotografias das belezas naturais do país antes de promover a chance de “adicionar a aventura de sua viagem” com um stopover no local antes de ir para os Estados Unidos ou o Canadá. Ainda, a transportadora oferece até sete noites sem tarifa adicional.

VALE MAIS



A pesquisa do Amadeus indaga também sobre qual é o componente mais importante para escolher voar com uma companhia aérea. A primeira resposta não surpreende: preços competitivos (37%), conveniência do horário de voo/saída do aeroporto (31%), escolha de destinos (21%), serviço e suporte ao cliente (6%), e alimentação gratuita a bordo/seleção de assentos (5%).



(Fonte : Panrotas / Imagem divulgação)

Desembarques internacionais superam 5 milhões de passageiros no semestre




O Brasil registrou 5.07 milhões de desembarques internacionais no primeiro semestre de 2017 e aumentou em 1,97% o índice em relação ao mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados pelo Ministério do Turismo nesta terça-feira (19) e são coletados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Em 2016, foram realizados 4.798.119 desembarques internacionais no país entre janeiro e junho.

A curva ascendente de 2017 em comparação ao ano anterior é uma tendência verificada de março a junho. “Este pequeno aumento sinaliza que o país está recuperando a sua economia. O maior número de desembarques revela que as pessoas estão viajando mais, seja a lazer, seja a negócios, movimentando a cadeia econômica do turismo”, avalia Marx Beltrão, ministro do Turismo.

No panorama interno, a tendência de recuperação foi mantida. Junho deste ano teve 1,8% mais desembarques domésticos que o mesmo mês de 2016, após os dois primeiros meses de 2017 terem mostrado variações negativas. Entre março e junho houve crescimento em todos os meses no número de desembarques domésticos.

De janeiro a junho de 2017 foram 44.244.578 desembarques nacionais contra 44.531.676 nos primeiros seis meses de 2016. A diferença é de – 0,64% no acumulado.  Os dados de desembarques domésticos e internacionais consideram voos regulares e não regulares e de passageiros residentes e não residentes no país.



(Fonte : Mercado & Eventos / Imagem divulgação)

Turismo já representa US$ 100 bilhões no Google




Dono de marcas como Booking, Kayak e o recém-adquirido Momondo, o Grupo Priceline tem valor de mercado estipulado em cerca de US$ 91 bilhões, mas já não vale mais do que o chamado Google Travel, ferramenta do buscador para busca de viagens, passeios e serviços relacionados. De acordo com um estudo desenvolvido pelo Skift Research, o Turismo já representa 15% do valor total da marca Google, fato que o coloca à frente do grupo comandado por Glenn Fogel e valendo cerca de US$ 100 bilhões.

O alto valor de marca atingido pelo Google Travel se dá justamente por investimentos de grandes grupos, como o próprio Priceline, em ferramentas de marketing digital, como o Adwords, por exemplo. Segundo o Skift, os valores gastos pelo Grupo Priceline em publicidade terão uma alta de 23% em 2017, atingindo cerca de US$ 4,3 bilhões, enquanto outro gigante, a Expedia, gastará algo próximo de US$ 2,9 mi.

Acumulados aos investimentos de outros players, como os mecanismos de busca Airbnb e Trivago, além de companhias aéreas, hotéis e outros, o Google deverá receber US$ 14 bilhões do Turismo mundial em publicidade neste ano. "Esse valor coloca o Google como um dos líderes da indústria turística mundial", aponta o estudo.


FACEBOOK ATRÁS



A maior rede social do planeta também é uma ferramenta estratégica para o mercado no universo digital, mas não tão potente como o Google. A grande diversidade de mecanismos dispostos pelo Facebook para fomentar o mercado ainda são "passos pequenos" perto do que o Google faz pelos players turísticos, segundo o Skift.



(Fonte : Panrotas com informações do Skift / Imagem divulgação)

Pesquisa aponta crescimento do desejo de viajar do brasileiro




A intenção de viagem entre os brasileiros registrou leve aumento em agosto deste ano em relação aos dados apurados um ano antes, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (18) pelo ministério do Turismo.D e acordo com a pesquisa - realizada em Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre -, o desejo de

viajar nos próximos seis meses atingiu 21,7% em agosto deste ano, ante 21,4% em igual mês de 2016.
Os Estados do Nordeste aparecem como os destinos mais procurados pelos entrevistados. A região foi indicada como opção para 50,7% dos brasileiros que pretendem viajar no período dos próximos seis meses.

Já os Estados do Sul devem receber 18,5% dos potenciais viajantes, ficando em segundo lugar na preferência do turista doméstico.

No Sudeste, destinos do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo devem receber a visita de 17,3% dos brasileiros que planejam viajar até fevereiro de 2018.

O Norte e o Centro-Oeste receberão, respectivamente, 4,2% e 9,3% do contingente de brasileiros com planos futuros de viagem.




(Fonte : Valor / Imagem divulgação)

Cadastur: Acampamentos também devem ser cadastrados




Para os viajantes que tem a natureza como grande atrativo na hora de escolher um destino, nada melhor do que optar pelo acampamento como forma de hospedagem e aproveitar ao máximo a experiência. Mas é preciso ficar atento. Os acampamentos turísticos estão entre as atividades de cadastro obrigatório no Cadastur e é importante que o turista verifique se o local escolhido está legalizado. Basta clicar no link e conferir.

“O registro no Cadastur é fundamental para tirar milhares de estabelecimentos turísticos e prestadores da informalidade.  A intenção do Ministério do Turismo não é punir quem está fora, mas mostrar que a legalidade é sempre o melhor caminho tanto para quem trabalha como também para os turistas que têm, no cadastro, mais um instrumento de segurança”, explicou a secretária nacional de Qualificação e Promoção do Turismo, Teté Bezerra.



FISCALIZAÇÃO



Neste mês, o Ministério do Turismo vai iniciar uma campanha para formalização dos serviços turísticos. Para isso, foram nomeados cinco servidores que irão realizar curso de formação e serão qualificados para começar as ações nos empreendimentos. Os agentes, então, terão autoridade para autuar e multar quem estiver irregular. As multas podem variar de R$1.186 até R$ 854 mil.



CADASTRO



O registro no Cadastur é obrigatório para os prestadores que exerçam as atividades de meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, acampamentos turísticos, parques temáticos e guias de turismo. Atualmente, o sistema conta com 61,2 mil cadastros regulares de pessoas físicas e jurídicas.



(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

terça-feira, 30 de maio de 2017

Brasil e China vão criar fundo de cooperação com US$ 20 bilhões para infraestrutura


O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP) anunciará nesta terça-feira, dia 30, a criação do Fundo Brasil-China, com aporte de US$ 20 bilhões para obras de infraestrutura em território nacional. Trata-se de um mecanismo de cooperação destinado a financiar projetos considerados de interesse comum para o Brasil e a China e que entrará em operação a partir de junho.
O lançamento ocorrerá durante o Fórum de Investimentos Brasil 2017, evento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que será realizado em São Paulo nos dias 30 e 31 próximos (terça e quarta-feira).
O Fundo será administrado por uma secretaria-executiva, sob responsabilidade da Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento (Seain/MP). Será integrado, também, por Grupo Técnico de Trabalho e um Comitê Diretivo de alto nível, composto pelos secretários-executivos do governo federal, bem como por três representantes chineses ao nível de vice-ministro.
De acordo com o secretário de Assuntos Internacionais do MP, Jorge Arbache, esse fundo tem uma característica diferenciada em relação aos demais que a China mantém com outros países. "É um mecanismo inovador de financiamento”, diz ele. “De todos os fundos geridos pelo Claifund (fundo chinês para investimento na América Latina), este é o único que tem acordo paritário, ou seja, com decisões do mesmo peso dos dois lados. É uma conquista", conclui Arbache.


(Fonte : Ministério do Planejamento / Imagem divulgação)

Turismo faz balanço de atendimento aos municípios


O Ministério do Turismo está se aproximando cada vez mais dos gestores municipais para tirar dúvidas sobre as ações, obras e projetos da Pasta.  Durante a XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios e o IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável em maio e abri, respectivamente, na capital federal, a Pasta realizou mais de 200 atendimentos, esclarecendo dúvidas a respeito de contratos de repasse, convênios, entre outros.
O diretor do Departamento de Infraestrutura Turística da Secretaria Nacional de Estruturação do Turismo, Felipe Mota, destacou que, somente na Marcha dos Prefeitos, das 139 visitas que o balcão do MTur recebeu, 88 eram prefeitos. A elevada procura dos gestores municipais pelos programas da Pasta deve-se, entre outros motivos, a importância que o ministério dá para a estruturação dos destinos com projetos de infraestrutura turística.
A maior dúvida dos gestores municipais, principalmente os que estão no primeiro mandato, foi sobre a inscrição de projetos no Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv). A apresentação das propostas dos municípios no Sistema é o primeiro passo para tramitação de um projeto e análise técnica.
Além do balcão de atendimento aos prefeitos, também foram promovidas palestras com os gestores municipais como a que discutiu prioridades para a infraestrutura das cidades históricas, turísticas e patrimônio mundial, com a participação do diretor do Departamento de Ordenamento Turístico (Deotur), Rogério Cóser. Trabalho semelhante foi realizado no IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, quando a Secretária Nacional de Qualificação e Promoção do Turismo, Teté Bezerra, apresentou as ações da Pasta para coibir a exploração de crianças e adolescentes em grandes eventos com fluxo turístico.
No estande, em uma das salas do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, os prefeitos puderam tirar dúvidas e receberam informações sobre os programas da Pasta e o andamento dos projetos, além da liberação de recursos para as obras em execução. “Atualmente tramitam no Ministério do Turismo cerca de 5 mil projetos, sendo a maioria deles conveniados diretamente com os municípios, no valor de R$ 2 bilhões. São obras estruturantes que fortalecem a atividade e fazem a economia local girar”, explicou Felipe Mota.
Nos dois eventos, os técnicos do MTur alertaram os gestores municipais para a importância da atualização das cidades no Mapa do Turismo Brasileiro. A ferramenta auxilia os técnicos da Pasta na gestão e direcionamento dos recursos voltados para infraestrutura, qualificação e promoção dos destinos. Outra preocupação do ministério é promover o desenvolvimento sustentável da atividade turística no país, distribuindo a riqueza gerada pela economia do turismo em harmonia com o meio ambiente e a cultura local e em benefício da comunidade.


(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

CNC discute regularização de serviços de economia compartilhada


O ministro do Turismo, Marx Beltrão, participou da reunião do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC em Brasília. Em discussão, os próximos passos do Brasil + Turismo, pacote de medidas lançado pelo governo para fomentar o setor de viagens, e outros ajustes ainda necessários para estimular a geração de emprego e renda. Entidades ligadas à hotelaria reforçaram a necessidade de regulamentação de atividades de economia compartilhada com foco em hospedagem, como o Airbnb.
“Temos um grupo de trabalho analisando todas as alternativas para regulamentar os serviços de hospedagem compartilhada e queremos propor uma solução ainda no segundo semestre”, comentou o ministro Marx Beltrão. O presidente do conselho da CNC, Alexandre Sampaio, sugeriu que fosse cobrada uma contribuição social de 15% das plataformas digitais e os recursos arrecadados fossem revertidos integralmente num fundo de promoção dos destinos turísticos do país. “Resolveríamos dois problemas”, comentou em referência ao fim à concorrência predatória e ao reforço na divulgação dos atrativos no mercado doméstico e internacional. O ministro ficou de repassar o encaminhamento da proposta ao grupo técnico.
O tema central da reunião foi o Brasil + Turismo, pacote de medidas lançado no último mês. Algumas medidas como a modernização da Embratur, com o consequente reforço na promoção nacional e internacional, a atualização Lei Geral do Turismo e a abertura total das empresas aéreas ao capital estrangeiro ainda dependem da aprovação do Congresso Nacional. “É importante o envolvimento de todos para conseguirmos reduzir a burocracia e criar um terreno mais favorável ao investimento”, comentou Marx.
Outro item discutido foi a retomada de programas de atração de eventos internacionais para fazer frente à recente queda registrada no ranking da Icca (Associação Internacional de Congressos e Convenções na sigla em inglês). O Brasil, que já chegou a figurar em 7º lugar neste ranking, atualmente ocupa a 15º colocação mundial. O ministro destacou o esforço do governo federal em construir e reformar centro de convenções em diversos estados do Brasil. Ele explicou que a decisão de solicitar esse tipo de investimento para o governo federal é dos estados e municípios.
Para reforçar a estratégia de atração de eventos internacionais, o ministro sugeriu que representantes da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc) tratem do assunto com o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz. A próxima reunião do conselho especializado em turismo da CNC terá como pauta central a aviação civil, em data ainda a ser definida.


(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

Cresce o número de brasileiros nos hotéis e cruzeiros de Lisboa


Os turistas brasileiros foram o destaque de Portugal no primeiro quadrimestre deste ano. De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatísticas de Portugal (INE), os pernoites de viajantes do Brasil em Lisboa cresceu em 87,3% para o mês de março, ou 41,5 mil pessoas a mais, enquanto os dados da Administração do Porto de Lisboa (APL) indicam que o país foi um dos principais emissores de navegantes de cruzeiros, com um aumento de 67,7%, ou 1,4 mil pessoas, no comparativo dos primeiros quatro meses de 2016 e 2017.
Em relação a rede hoteleira da capital lusitana, em março os turistas do Brasil se consolidaram como o terceiro maior emissor de visitantes, com 84 mil hóspedes, ficando atrás apenas dos franceses, com 94,5 mil pessoas, e dos alemães, com 88,6 mil. Com os números registrados, o aumento de brasileiros em março foi decisivo para evitar a queda de pernoites na capital lusitana para o mês, que supriu a queda de visitantes espanhóis.
Com as marcas obtidas nos cruzeiros, os brasileiros atingiram a marca de 3,4 mil navegantes no primeiro quadrimestre deste ano em navios de Lisboa, alcançando a marca de quinto maior emissor, ficando atrás do Reino Unido, com 39,4 mil pessoas, Alemanha, com 13,3 mil passageiros, Estados Unidos, com 6,8 mil, e Itália, com 5,6 mil.
Os dados nos dois setores de Lisboa ajudam a consolidar o mercado brasileiro entre os principais focos de ações do Turismo de Portugal para os próximos anos.


(Fonte : M&E / Imagem divulgação)

Brasil facilita operação de cruzeiros marítimos


A partir da regulamentação da Lei de Migração, publicada nesta quinta-feira (25) no Diário Oficial da União (DOU), os marítimos dos navios que circulam pelo Brasil não precisarão mais de vistos para exercer a sua atividade. O fim da exigência vai representar uma redução de até R$ 500 mil no custo de cada navio.
Na última temporada, entre cruzeiros de cabotagem e de longo curso, 37 embarcações passaram pela costa brasileira. De acordo com a principal entidade representativa do setor, a Clia-Abremar, a medida vai ajudar o país na busca por mais cruzeiros e, consequentemente, mais opções de escolha para turistas brasileiros e estrangeiros em visita ao Brasil.
O ministro do Turismo, Marx Beltrão, comentou os benefícios da medida. “Essa lei permitirá a desburocratização do setor, atraindo mais cruzeiros para o nosso país e gerando, consequentemente, mais emprego e renda no Brasil”, afirmou.
Marco Ferraz, presidente da Clia-Abremar, também avaliou a nova lei. “Essa era uma demanda antiga. Diminui muito a burocracia. É mais um entrave que, com a ajuda fundamental do Ministério do Turismo, a gente consegue superar para atrair mais cruzeiros marítimos”.
Antes da aprovação da lei de migração, em substituição ao antigo Estatuto do Estrangeiro, de 1980, todos os tripulantes internacionais que trabalham nos navios precisam pagar taxas consulares e ao Ministério do Trabalho. Além da redução do custo, o fim da exigência simplifica a operação dos cruzeiros na costa marítima brasileira.
A Lei de Migração define os direitos e os deveres do imigrante e do visitante no Brasil; regula a entrada e a permanência de estrangeiros; e estabelece normas de proteção ao brasileiro no exterior. A nova lei deverá ser regulamentada em seis meses. A regulamentação passará pelos ministérios das Relações Exteriores, Justiça e Trabalho.
O texto é de autoria do então senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), atual ministro de Relações Exteriores e contou com as relatorias de Orlando Silva (SP), na Câmara dos Deputados, e Tasso Jereissat (CE), no Senado Federal.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que há um milhão de imigrantes residindo no País. A nova lei foi concebida com base na premissa de que imigrantes podem contribuir para o desenvolvimento socioeconômico e cultural do País, permitindo que que os imigrantes obtenham emprego e possam trabalhar na economia formal.


(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

Hopi Hari consegue linha de crédito para reabrir parque


No dia 12 de maio deste ano, o Hopi Hari interrompeu seu funcionamento ao público. Mas não deve ser por muito tempo. Segundo o presidente da empresa, o empresário José Luiz Abdalla, o parque acaba de obter uma linha de crédito junto ao American Bank, que possibilitará sua reabertura, bem como a realização do novo projeto que transformará o Hopi Hari no maior centro de entretenimento da América Latina.
A empresa irá trabalhar para desenvolver o Hopi Hari como destino turístico para famílias e jovens-adultos, buscando alavancar a infraestrutura da região de Campinas, Vinhedo e Itupeva, onde está localizado o parque e o Aeroporto Internacional de Viracopos, atendendo ainda, em função de sua localização, o Estado de São Paulo e o Brasil.
As reformas e adequações já foram iniciadas. De acordo com nota oficial, de imediato foi retomado o contrato de fornecimento de energia elétrica, regularização da situação dos funcionários e colaboradores que trabalham no parque e reativação das atrações atualmente em manutenção. Com esse financiamento, a ideia é reabrir os portões ainda no mês de junho (soft open) para receber visitantes.
Ainda não há uma data definitiva para a reinauguração do Hopi Hari, uma vez que os investimentos mais significativos acontecerão apenas depois da aprovação do aditivo ao plano de recuperação judicial que será apresentado aos credores.
“Nos momentos mais difíceis do Hopi Hari, muitos nos deram as costas. Felizmente, contamos sempre com o apoio incondicional de todos nossos funcionários e colaboradores, além dos milhões de fãs que se manifestaram nas redes sociais repudiando a campanha contrária ao Hopi Hari e nos oferecendo apoio e solidariedade”, disse José Luiz Abdalla.
O número de seguidores das redes sociais do parque subiu mais de 10% nas últimas semanas e o hashtag #ForçaHopi chegou a ser topic-trend no Twitter. “Estamos muito felizes com esta notícia, especialmente pelos quase 300 funcionários que nunca baixaram os braços e que terão seus postos de trabalho preservados”, disse o presidente.

PLANO DE REESTRUTURAÇÃO

José Luiz Abdalla assumiu a presidência do Hopi Hari em 5 de abril, sucedendo a Luciano Corrêa. Desde então, sua gestão esteve focada em viabilizar o parque para que voltasse a ser “o país mais divertido do mundo”. A partir de agora, a nova gestão irá focar seus esforços na reabertura do parque e no plano de capitalização e reposicionamento do Hopi Hari.
O parque será a âncora do novo projeto da companhia de Abdalla que prevê a implantação do complexo hoteleiro com 1.200 apartamentos com completa estrutura de lazer e centro de convenções, eventos e exposições.
O plano de investimento contempla ainda: aumento da disponibilidade operacional das 44 atrações das 5 áreas temáticas do parque; adequação e conclusão do contrato de licenciamento de personagens Warner Brothers; aprimoramento no atendimento aos 1,5 milhão de visitantes anuais; lançamento de calendário de shows e eventos semanais; aumento de capacidade para até 3 milhões de visitantes anualmente.


(Fonte : M&E / Imagem divulgação)

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Nova Embratur: fundamental para o turismo no Brasil


O presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, disse em São Paulo que a aprovação, pelo Congresso, do projeto de lei que define o novo modelo de gestão da Embratur é fundamental para o desenvolvimento do turismo no Brasil. “Somos um País conservador, mas precisamos romper com isso e mudar, aceitar que entre as reformas da economia que são relevantes para o País avançar econômica e socialmente está a do turismo. Só com uma Embratur mais ágil teremos condições de enfrentar a concorrência internacional para atrair mais turistas para o Brasil. Até países com economia forte e que, tradicionalmente, eram extremamente industrializados, como o Japão, estão traçando metas para desenvolver o turismo”, resumiu Lummertz.
Ele falava para uma plateia de mais de 700 líderes do setor hoteleiro, reunidos na 59ª edição do Congresso Nacional de Hotéis (Conotel 2017), na capital paulista. Lummertz comentou ainda que está otimista em relação à aprovação do projeto e adiantou que acredita que sua aprovação se dará num tempo relativamente curto. Quem também estava no evento e concordou com a análise do presidente da Embratur foi o deputado Otávio Leite, integrante da comissão de Turismo da Câmara. “Nós que somos militantes da causa do turismo, vamos dar nossa contribuição para aperfeiçoar o projeto. Temos que garantir, por exemplo, fontes permanentes de repasses de recursos. Fala-se em destinar um percentual da arrecadação das loterias federais. Mas, porque não analisar também a possibilidade de destinar um valor do que se arrecada com a venda de passagens aéreas para o exterior, como é feito na Argentina?”, provocou o parlamentar.
O projeto de lei que cria o novo modelo para a Embratur, que passará a ser uma agência nos moldes da Apex (atualmente o Instituto é uma autarquia), vai dar mais autonomia à promotora do turismo internacional do Brasil. Ele foi enviado pela presidência da República à Câmara dos Deputados e na última terça-feira (16) foi lido pela mesa diretora. Agora será instalada a Comissão Especial que vai analisar o projeto e receber emendas dos parlamentares. Depois de ser votado na Câmara, terá que ser aprovado pelo Senado, seguindo para a sanção presidencial.
No evento, que tem como tema central “Brasil rumo a 2020 – Crescimento Sustentável da Hotelaria”, também foram abordados temas em que existem posições polêmicas entre os integrantes do setor, como a questão da taxação para os sites de hospedagem. O ministro do Turismo, Marx Beltrão, que foi homenageado pela ABIH (Associação Brasileira de Indústria Hoteleira), organizadora do congresso, elogiou a iniciativa. A busca por crescimento sustentável é oportuna para consolidarmos o papel do turismo na economia e na geração de emprego e renda. Discutir inovação e tendências, certamente, ajuda o país a sair mais forte de situações adversas”, comentou o ministro.
Estavam presentes na cerimônia de abertura o ministro do Turismo, Marx Beltrão; o presidente da ABIH Nacional, Dilson Jatahy Fonseca Jr.; e o deputado federal Otavio Leite; entre outros importantes nomes do setor.


(Fonte : Brasilturis / Imagem divulgação)

Com quase cinco mil inscritos, Brasil Braços Abertos ganha adesão de novos municípios


A plataforma de ensino à distância Brasil Braços Abertos, lançada pelo Ministério do Turismo há pouco mais de um mês, chegou a 4,9 mil inscritos. Os municípios têm firmado Termos de Compromisso para disponibilizar a estrutura necessária para o acompanhamento das aulas para quem não tem acesso à internet. Em audiência com a secretária Nacional de Qualificação e Promoção do Turismo, Teté Bezerra, nesta terça-feira (16), o prefeito de Holambra (SP), Fernando Fiori de Godoy, aderiu à iniciativa. Ao todo, 32 cidades já assinaram a parceria com o MTur.  
“O interesse na capacitação, principalmente no turismo, é porque ainda temos muito a crescer. O Brasil pode receber mais turistas estrangeiros do que recebe hoje e estamos trabalhando de uma maneira muito profissional nesta parceria com o Ministério para obter os melhores resultados”, destacou Fernando de Godoy.
Com a Marcha dos Prefeitos em Brasília, os programas do Ministério do Turismo ganharam visibilidade e despertaram interesse de diversos gestores. “A receptividade dos gestores tem sido muito boa. Os prefeitos têm dado muita importância ao trabalho de qualificação e às nossas iniciativas. Estamos tratando como prioridade a preparação da iniciativa pública e privada para garantir ao turista o atendimento com qualidade”, ressaltou Teté Bezerra.
A plataforma de qualificação online Brasil Braços Abertos está com inscrições disponíveis para os profissionais em geral e, em breve, também será disponibilizada aos gestores públicos. O prefeito de Holambra, que também é presidente da Associação das Prefeituras das Cidades Estância do Estado de São Paulo (Aprecesp), participou da audiência com Leandro Luciano dos Santos, prefeito de Santa Rita do Passa Quatro, um dos 70 municípios que compõe a associação.
“O que a gente vai fazer agora é ver o que tem no programa e a especificação de cada estância e como cada uma se encaixa melhor para poder utilizar o que pode ser ideal para cada cidade”, afirmou Leandro dos Santos. As estâncias são divididas em Balneárias, Climáticas, Hidrominerais e Turísticas. A Aprecesp tem assento no Conselho Estadual de Turismo e os associados têm a garantia de recursos orçamentários para desenvolver o setor.
“Como Holambra assinou hoje e Santa Rita vai assinar, provavelmente outras estâncias vão assinar. Nós temos que disponibilizar para cada município uma estrutura para quem não tem um computador, ou internet, para que estas pessoas venham a um espaço da prefeitura e para que a gente possa ajuda-las a se capacitar”, defendeu Fernando de Godoy.

BRASIL BRAÇOS ABERTOS - Trata-se de uma plataforma tecnológica de aprendizado à distância e em ambiente digital, com oferta de 80 horas de aulas online nos diferentes módulos: Introdução, Atendimento, Comunicação e Transversal. As inscrições para 2017 estão abertas e poderão ser feitas até 30 de setembro.
O aluno pode realizar o curso por qualquer dispositivo com acesso a internet e contará com videoaulas e jogos educativos. Os interessados podem acessar a plataforma pelo endereço brasilbracosabertos.turismo.gov.br. As aulas podem ser iniciadas logo após a inscrição e devem ser concluídas até o dia 30 de dezembro. Ao final do curso, os profissionais poderão obter o certificado de conclusão pelo site do programa.


(Fonte : MTur)