quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Após 2 meses de alta, atividade econômica volta a cair




Após dois meses seguidos de crescimento, a atividade econômica registrou queda em agosto. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) teve queda 0,38%, em agosto, segundo dados divulgados hoje.

Na comparação com agosto de 2016, houve crescimento de 1,64% (sem ajuste para o período). Em 12 meses encerrados em agosto, o indicador tem retração de 1,08%. No ano, até agosto, houve crescimento de 0,31%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica, mas não substitui os dados oficiais do PIB.



(Fonte : Panrotas com informações da Ag.Brasil / Imagem divulgação)

MTur pode patrocinar pessoas físicas e jurídicas




O Ministério do Turismo ganhou mais um instrumento de comunicação para agregar valor à marca, consolidar posicionamento, gerar identificação e reconhecimento, estreitar relacionamento com públicos de interesse e divulgar programas e políticas. A partir de hoje, secretarias, diretorias, departamentos e coordenações-gerais poderão receber, analisar e dar encaminhamento às propostas de patrocínio de até R$ 150 mil por projeto. Em caráter excepcional, eventos institucionais poderão receber valores acima do limite estipulado.

A Instrução Normativa cria a Comissão Permanente de Patrocínio do Ministério do Turismo (Compat), formada por um representante da Assessoria de Comunicação e outros sete integrantes das unidades patrocinadoras (secretarias, diretorias, departamentos ou coordenações gerais). Pelo fluxo estipulado, os projetos com valores até R$ 20 mil podem ser aprovados direto pela área técnica e comunicados à Assessoria de Comunicação. Aqueles com valores de R$ 20 mil a R$ 100 mil precisam também da avaliação e aprovação da Ascom, do Gabinete do Ministro e manifestação da Secom. Já os projetos com valores acima de R$ 100 mil terão de ser submetidos também à análise da Compat, que terá reuniões periódicas agendadas conforme calendário previamente estipulado.

Os responsáveis pela Ascom do MTur vão se reunir com integrantes da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, órgão encarregado, em última instância pela definição de diretrizes de patrocínio para o governo federal, para alinhar a melhor estratégia de operacionalização da instrução normativa. A ideia é agendar um treinamento para todos os colaboradores do Ministério do Turismo que vão lidar diretamente com os patrocínios da pasta.

De acordo com a IN, as propostas deverão, preferencialmente, passar por um processo de seleção pública, seguindo os princípios da administração com ampla publicidade, regras claras e objetivas. Entre as contrapartidas previstas estão a exposição da marca do MTur e/ou de seus produtos e serviços nas peças de divulgação do projeto; autorização para o patrocinador utilizar nomes, marcas, símbolos, conceitos e imagens do projeto patrocinado; além da adoção pelo patrocinado de práticas voltadas ao desenvolvimento social e ambiental.



A Instrução Normativa determina que o patrocínio deve ser pautado com base nos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, igualdade, publicidade e probidade administrativa. Entre as diretrizes previstas para o patrocínio estão:

I - afirmação dos valores e princípios da Constituição;

II - atenção ao caráter educativo, informativo e de orientação social;

III - preservação da identidade nacional;

IV - valorização da diversidade étnica e cultural e respeito à igualdade e às questões raciais, geracionais, de gênero e de orientação sexual;

V - reforço das atitudes que promovam o desenvolvimento humano e o respeito ao meio ambiente;

VI - valorização dos elementos simbólicos da cultura nacional e regional;

VII - vedação do uso de nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos;
VIII - adequação das mensagens, linguagens e canais aos diferentes segmentos de público;

IX - uniformização do uso de marcas, conceitos e identidade visual utilizados na comunicação de governo;

X - valorização de estratégias de comunicação regionalizada;
XI - observância da eficiência e racionalidade na aplicação dos recursos públicos;

XII - difusão de boas práticas na área de comunicação.



De acordo com a publicação, é recomendável que a unidade patrocinadora realize capacitação para os interessados quanto à estruturação de projetos conforme regras da seleção pública de propostas de patrocínio. O contrato deverá prever as sanções a serem aplicadas nos casos de inexecução total ou parcial de seu objeto e tanto unidade patrocinadora como patrocinado responderão pela boa execução do contrato.

A avaliação de resultados poderá ser feita por meio de pesquisas, enquetes, relatórios gerenciais e controles sistematizados, entre outras formas de aferição. A prestação de contas financeira deverá ser realizada pela Coordenação-Geral de Convênios (CGCV) do MTur. Para acessar o texto na íntegra que autoriza o patrocínio pelo Ministério do Turismo.



(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

Mais de 26 mil pessoas buscam qualificação profissional no setor turístico




As inscrições para o curso de atendimento ao turista pelo canal de educação online e gratuito do Ministério do Turismo, Brasil Braços Abertos (BBA), terminaram nesta segunda-feira (16). A marca de 26.856 mil inscritos comprova o interesse do brasileiro em se qualificar no turismo, incrementar a carreira e buscar melhores colocações no mercado de trabalho.

Agora, os alunos terão até o dia 15 de janeiro de 2018 para concluir os estudos dos módulos de ensino e receber o certificado, validado como curso de extensão pelo MTur, em parceria com o Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A oportunidade representa um diferencial no currículo do profissional.

O Brasil Braços Abertos oferece flexibilidade para quem deseja aprimorar seus conhecimentos, pois cabe ao aluno decidir o melhor horário e local para estudar. Nele, é possível aprender de forma dinâmica (com videoaulas e jogos) temas como atendimento ao turista, sustentabilidade, planejamento financeiro, marketing, inglês, e prevenção de riscos. O curso pode ser acessado por qualquer dispositivo que tenha acesso a internet, como celulares, tablets e computadores.

“O curso online disponibilizado pelo Ministério do Turismo possibilita a melhoria do atendimento no turismo nacional, bem como o aperfeiçoamento das carreiras de profissionais que diariamente prestam o serviço ao turista. É importante que os inscritos aproveitem essa oportunidade”, ressaltou o Ministro do Turismo, Marx Beltrão.

A iniciativa faz parte da política de qualificação profissional do MTur prevista no Brasil + Turismo, pacote de ações que fortalecem a atividade no país. “O BBA é uma das formas que o MTur tem para qualificar os profissionais. Nessa etapa final, a dica é não deixar para terminar o curso em cima da hora e aproveitar para aprender os conteúdos com calma”, explicou a Secretária Nacional de Qualificação e Promoção do Turismo, Teté Bezerra.



PREMIAÇÃO - Para estimular a conclusão do curso, o Ministério do Turismo promoverá um sorteio com todos os concluintes. Os selecionados ganharão uma viagem, com acompanhante, para um destino turístico brasileiro que será divulgado em breve.



(Fonte: MTur / Imagem divulgação)

Orçamento do MTur para 2018 será 95% menor do que o obtido há 10 anos




Em 2007 a então ministra do Turismo, Marta Suplicy, anunciou durante a FIT de Buenos Aires que os recursos para sua pasta seriam recorde no ano seguinte chegando ao montante de R$ 6,3 bilhões em 2008, isso sem as emendas parlamentares. Dez anos depois, o ministro do Turismo, Marx Beltrão tem diante de si, um orçamento que o obriga a fazer verdadeiros malabarismos para implementar as ações do Brasil + Turismo.

O orçamento da pasta para 2018 representam o valor módico de R$247,2 milhões, ou seja, menos de 95% do que a pasta foi contemplada ha dez anos. Neste montante não estão contabilizadas as chamadas emendas parlamentares. O resultado comprova que no atual Governo, o setor não tem recebido o reconhecimento e a devida importância de uma indústria capaz de gerar emprego, renda e investimentos, além da inclusão social, temas defendidos em discursos pelo presidente Michel Temer.

A queda no orçamento da pasta vem se acentuando nos últimos anos. Em 2013 o MTur foi contemplado com 1,4 bilhões. A pasta no ano seguinte, teve apenas R$676 milhões destinados, enquanto em 2015, caiu para  R$523 milhões. O ministro do Turismo, Marx Beltrão tem realizado gestões junto ao Ministério da Fazenda e Secretaria de Planejamento. No dia 2 de outubro por meio da Portaria nº 314 obteve um reforço orçamentário de R$ 220,3 milhões. a serem utilizados nos próximos meses.

Mas os cortes no Orçamento não são exclusivos do turismo. O governo federal enviou à Câmara dos Deputados uma proposta que prevê uma redução de 87% da verba disponível ao Ministério do Esporte para 2018.



(Fonte: M&E / Imagem divulgação)

Vamos aperfeiçoar a Lei do SAC




Não há como negar que a chamada Lei do SAC, que vai completar nove anos em dezembro, melhorou o nível do atendimento ao consumidor. Principalmente porque reduziu a espera e o jogo de empurra na hora da reclamação, solicitação de assistência técnica ou cancelamento de um contrato.

Há, contudo, frequentes desrespeitos às determinações do decreto. Além disso, a fila andou, os tempos mudaram e surgiram outros inconvenientes, como ter de esperar inúmeros 'comerciais' de produtos e serviços antes de ser atendido. Temos que aperfeiçoar já a Lei do SAC, considerando também os avanços tecnológicos desta década.

Essa venda em meio ao atendimento, por exemplo, ocorre porque a lei só abrange serviços regulados pelo poder público federal – como telecomunicações, bancos, planos de saúde, TV por assinatura, saneamento, aviação civil e energia elétrica. Não há mais justificativa para limitar a abrangência da regulamentação deste canal de atendimento.

Também seria possível simplificar mais o menu de teles e outras companhias que têm muitos produtos. Uma triagem mais eficaz economizaria tempo e paciência do consumidor.

Da mesma forma, somos constantemente consultados sobre atualização de nossos telefones e e-mails de contato. Quem liga porque está com problemas de conexão com a internet ou pela má qualidade na recepção da TV paga (dentre outros problemas) espera solucionar essas questões mais rapidamente.

Mais recentemente, o cliente tem sido convidado a avaliar o atendimento recebido. Seria importante diferenciar as avaliações do atendente e da empresa. Não é incomum que reconheçamos o empenho de quem nos atendeu, mas continuemos insatisfeitos com a sucessão de falhas da companhia. Isso deveria ficar bem claro para evitar confusões entre profissionais e empresas.

São louváveis, portanto, os esforços da Senacon (Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor), que criou um grupo de trabalho para apresentar propostas de aperfeiçoamento ao decreto do SAC. Melhorias neste atendimento repercutirão positivamente também para as empresas, pois o padrão médio dos serviços no Brasil ainda é muito ruim.

E não faltam exemplos de como o consumidor é desrespeitado: recentemente, uma tele enviou, por SMS, aviso de que um de seus planos de telefonia móvel com acesso à internet seria descontinuado, e que os clientes teriam de migrar para outro, mais caro. No mínimo, deveriam informar melhor sobre a mudança e oferecer uma opção mais barata para quem não tivesse condições de pagar o novo valor da mensalidade.

Ainda estamos muito longe do equilíbrio nas relações de consumo. Melhorar a Lei do SAC será um grande avanço neste sentido.



(Fonte : J.Folha SP – Ma. Ines Dolci / Imagem divulgação)

IBGE: só ES aumentou atividade turística nos últimos meses




Os últimos meses têm mostrado bons resultados para o Turismo capixaba, segundo aponta um relatório da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Em um levantamento feito com 12 Estados brasileiros, o Espírito Santo aparece como o único a crescer em atividades turísticas em julho e agosto deste ano.

De acordo com o relatório, as atividades capixabas cresceram 1,2% — e contrapartida, os demais Estados apresentaram taxas negativas. No comparativo com o mesmo período do ano passado, as atividades turísticas tiveram um crescimento ainda mais acentuado: cerca de 11%. Os demais Estados pesquisados também obtiveram crescimentos positivos em relação ao mesmo período de 2016, porém o Espírito Santo permanece no topo dos que mais cresceram.

“O resultado deixa a gente muito feliz e se torna um incentivo para desenvolvermos cada vez mais o turismo capixaba. Os dados positivos da pesquisa são reflexos de um trabalho contínuo da Secretaria de Estado de Turismo (Setur) na gestão, na divulgação e na promoção do Espírito Santo”, afirmou a subsecretária da Setur, Simone Modolo.


DEMAIS ESTADOS



Ainda segundo o relatório divulgado, os demais Estados pesquisados não tiveram resultados positivos em relação ao mesmo período. Pernambuco foi o que obteve o pior índice, com -8,5%. Em seguida estão Rio de Janeiro (-7,4%), Ceará (-6,8%), Santa Catarina (-6,1%), Goiás (-5,9%), São Paulo (-3,9%), Rio Grande do Sul (-3,1%), Paraná (-1,2%), Bahia (-0,7%), Distrito Federal (-0,4%) e Minas Gerais (-0,1%).



(Fonte : Panrotas / Imagem divulgação)

Turismo e Indústria em defesa dos parques temáticos




Um trabalho conjunto dos ministros Marx Beltrão (Turismo) e Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços) pode ajudar a colocar o Brasil em definitivo na rota dos principais parques temáticos do mundo. A ideia é mudar a classificação dos equipamentos do setor para bens de capital e estimular a competitividade do país na importação de atrativos sem similar nacional. Representantes do segmento consideram as medidas determinantes para a vinda de investidores como a Disney, Universal, Busch Gardens, Six Flags, Legoland e outras bandeiras que fazem parte das maiores empresas do ramo.

O primeiro passo foi dado na última reunião de ministros de Turismo do Mercosul, quando todos os representantes dos quatro países membros, manifestaram apoio às demandas do Sistema Integrado de Parques de Atrações Turísticas (Sindepat). Em paralelo, a pasta da Indústria e Comércio Exterior está com uma consulta aberta até o próximo dia primeiro para confirmar que não há produção de equipamentos análogos na indústria nacional. Após a consulta, o documento será apresentado no grupo técnico da Câmara de Comércio Exterior e, caso não haja nenhuma objeção, segue direto para o fórum de ministros ligado ao tema no Mercosul.

“As maiores marcas têm se expandido as suas operações em diversas partes do mundo, com investimentos vultuosos e milhares de empregos gerado. Se fizermos alguns ajustes, temos totais condições de nos consolidar como o grande hub de parques temáticos da Américas Central e do Sul”, comentou o ministro do Turismo, Marx Beltrão. “Estamos avançando. Temos trabalhado para atender as demandas do setor, porque sabemos que elas são importantes para gerar emprego e renda para o país”, destacou o ministro da Indústria, Marcos Pereira.

Estudo elaborado pelo Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat), se o governo atender às demandas do setor, o segmento poderá investir R$ 1,9 bilhão e gerar de 56 mil empregos nos próximos cinco anos. Atualmente, os 18 estabelecimentos associados ao Sindepat geram 11 mil empregos diretos e movimentam cerca de R$1 bilhão na economia por ano.



HISTÓRICO - Em agosto, o presidente da IAAPA (Associação Internacional de Parques e Atrações Turísticas), Greg Hale, vice-presidente global da Disney, esteve no Brasil e confirmou a vocação do país para esse investimento. “O clima, o tamanho do mercado e a cultura facilitam tornam o Brasil extremamente atrativo”, disse na ocasião.

Durante o seminário “A importância dos parques temáticos para o turismo”, Greg Hale destacou que apenas a Disneylad Paris recebe 15 milhões de visitantes por ano, quase a soma do número registrado da Torre Eiffel (6,9 milhões) e do Museu do Louvre (9,7 milhões). Na apresentação, ele citou ainda que apenas Singapura atraiu investimentos de US$ 5,2 bilhões capitaneados pelos parques temáticos.



(Fonte & Imagem : MTur)