segunda-feira, 6 de junho de 2011

PLENÁRIO PODE VOTAR MUDANÇAS NA AVIAÇÃO CIVIL


As propostas de mudanças no Código Brasileiro de Aeronáutica (PL 6716/09) são os destaques das sessões extraordinárias do Plenário na segunda semana de junho.
Uma das principais mudanças do código é a permissão para que as companhias aéreas nacionais tenham até 49% de capital estrangeiro com direito a voto. Hoje, esse limite é de 20%.
Segundo o substitutivo da comissão especial para o projeto do Senado, novas regras em benefício dos usuários da aviação comercial poderão ser aplicadas se não houver disposição em contrário no contrato do serviço de transporte. O texto prevê, por exemplo, que deverão ser concedidos refeições e meios de comunicação depois de duas horas de atraso, e hospedagem ou transporte para casa após três horas.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) já disciplinou o assunto, ao determinar que a empresa forneça mecanismos de comunicação (internet e telefonemas) depois de uma hora de atraso. E a partir de duas horas, alimentação (lanche e bebidas). Somente depois de quatro horas de atraso, é obrigatório arranjar acomodação ou transporte para o domicílio, se o embarque ocorrer na cidade do usuário.

(Fonte : Ag. Câmara de Notícias)

FLUXO DE PASSAGEIROS DE AVIÃO NO BRASIL DEVE CRESCER 32% ATÉ 2014



Associação estima que País terá 90 milhões de passageiros por ano; filas nos aeroportos e caos aéreo tendem a piorar

As filas nos aeroportos brasileiros e o caos aéreo tendem a piorar. O setor aéreo brasileiro registrou o segundo maior crescimento do mundo nos quatro primeiros meses do ano e o tráfego de passageiros no País deverá ser líder em expansão nos próximos três anos.
A Associação Internacional de Transportes (Iata) estima que até 2014 o Brasil terá 90 milhões de passageiros por ano, 32% acima dos níveis atuais. Segundo o relatório da entidade com sede em Genebra, o tráfego de passageiros domésticos no Brasil dobrou em apenas cinco anos.
Só a Índia teve uma expansão mais rápida, com o seu setor aéreo triplicando. Na Ásia, a emergência da China e Índia compensaram uma queda de 20% nos voos aos Japão em 2011. No caso do Brasil, a expansão foi de 23,8% até o mês de abril, bem acima da média mundial de 16% de crescimento.
Os americanos continuarão sendo o maior mercado do mundo, com 671 milhões de passageiros domésticos e 215 milhões de passageiros em voos internacionais. Mas a expansão será mais forte justamente nos emergentes.
O relatório aponta o Brasil como o quarto maior mercado de passageiros domésticos até 2014, com 90 milhões, atrás de EUA, China (379 milhões) e Japão (102 milhões). O crescimento do Brasil será de pelo menos 10% ao ano, segundo a Iata. O total de passageiros domésticos saltará dos atuais 57 milhões por ano para 90 milhões em 2014.
Os números mostram que o Brasil não tem outra alternativa senão a de incrementar o número de aeroportos, pistas de pouso e modernizar seu setor aéreo.
A China será responsável pelo maior contingente de novos passageiros nos próximos três anos. Dos 800 milhões de passageiros a mais no mundo previstos até 2014, 214 milhões estarão associados à China. Serão 181 milhões em voos domésticos e 33 milhões em rotas internacionais.
No restante do mundo, a Iata estima que a indústria terá um ano de perdas, por causa do preço alto do petróleo. A cada US$ 1,00 de aumento do barril de petróleo, o setor é obrigado a gastar US$ 1,6 bilhão a mais por ano. Outro problema é a queda na demanda nos países ricos.

(Fonte : Ag. Estado de Notícias / imagem divulgação)

LUCRO DAS EMPRESAS AÉREAS VAI DESPENCAR EM 2011, DIZ ASSOCIAÇÃO


As companhias aéreas cortaram suas expectativas de lucro em mais de 50%, para US$ 4 bilhões, nesta segunda-feira, pressionadas por preços elevados de combustível e problemas no Japão, norte da África e Oriente médio.
A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), que representa a maior parte das companhias aéreas do mundo, também alertou para uma guerra comercial se a Europa seguir com os planos de forçar as transportadoras a aderirem a uma nova regulamentação de controle de emissões de poluição no próximo ano. A China já avisou que vai apoiar uma eventual ação legal.
As companhias aeéeas afirmam que a nova regulamentação vai apenas aumentar os custos e adicionar pressão a um quadro de aperto causado pela fraqueza da economia global.
"Os ganhos de eficiência da última década e o fortalecimento do ambiente econômico global estão equilibrando o preço elevado do combustível", afirmou o diretor geral da Iata, Giovanni Bisignani, durante reunião anual da associação, em Cingapura.
"Mas com uma margem de lucro ínfima de 0,7%, há pouco espaço para se lidar com novos choques", acrescentou.
A previsão de lucro das companhias aéreas pela Iata, de US$ 4 bilhões em 2011, se compara à estimativa anterior de ganho de US$ 8,6 bilhões feita em 2 de março, pouco antes do terremoto no Japão ter disparado uma crise nuclear no país. Desde então, levantes políticos em países árabes se espalharam e os preços do petróleo passaram a ser negociados acima dos 100 dólares o barril.
A nova expectativa também marca uma queda de mais de 75% em relação ao lucro da indústria estimado para 2010, que foi elevado de US$ 16 bilhões para US$ 18 bilhões.
Economistas afirmam que o cenário da indústria é um referencial sobre o estado da recuperação dos mercados desenvolvidos e crescimento nas economias emergentes, que contam pesadamente com o transporte aéreo.
A Iata estima um barril de petróleo a US$ 110 o barril em média em 2011, alta de 15% sobre os US$ 96 de 2010, incentivando as companhias aéreas a aumentarem preços de passagens ou taxas de combustíveis para cobrir aumento de custos.
A entidade informou que prevê que a capacidade das companhias aéreas cresça 5,8% em 2011, acima da expansão de 4,7% esperada para a demanda. A diferença de 1,1 ponto percentual é maior que a de 0,3 ponto da estimativa anterior da Iata.

(Fonte : Ag. Reuters)

TARIFA AÉREA DEVE SUBIR COM PREÇO DO PETRÓLEO, VÊ ESPECIALISTA



Passageiros estão se deparando com tarifas mais altas, já que as companhias aéreas tentam repassar um incremento estimado em US$ 50 bilhões no preço dos combustíveis este ano, afirmou um órgão líder do setor na Ásia nesta sexta-feira.
Andrew Herdman, diretor-geral da Associação de Companhias Aéreas da Ásia-Pacífico, disse que as tarifas terão que aumentar 10% para compensar os altos preços do petróleo, mas analistas questionaram se as companhias conseguirão repassar os custos por completo.
Seus comentários antecipam o encontro anual da Iata (Associação Internacional de Transportes Aéreos), no qual companhias aéreas globais devem cortar suas previsões de lucro.
"No ano passado, quase nos acostumamos ao preço [do petróleo] a US$ 80 o barril e tivemos um ótimo ano. Mas com os preços a US$ 100 ou mais, o desafio agora é como repassar o alto custo", disse Herdman em uma entrevista.
"No momento, o setor está basicamente lidando com um aumento de custo anualizado de US$ 50 bilhões e isso deve elevar as tarifas. Quando as receitas estão [ao redor] de US$ 500 bilhões, as taxas têm que aumentar em 10%", acrescentou.
Em 2010, o setor se recuperou da recessão mais rápido que o esperado, reportando lucro recorde de US$ 16 bilhões graças ao crescimento da demanda e a estratégias para aumentar a capacidade de passageiros. Mas o Iata afirmou que sua recente previsão de lucro de US$ 8,6 bilhões em 2011 agora parece otimista e pode ser reduzida na segunda-feira.
O Iata usou um preço médio de US$ 96 o barril para o petróleo tipo Brent quando calculou sua previsão, mas o preço médio anual até o momento já passa de US$ 110 o barril.
Herdman disse que um preço médio de US$ 120 para o barril pode resultar em perdas anuais para o setor, porque opera em margens razoavelmente apertadas.
No pico da recessão global em 2009, o setor reportou uma perda anual de quase US$ 10 bilhões, forçando as companhias aéreas a reduzir sua capacidade ao tirar aeronaves de circulação e reduzir sua ocupação.

(Fonte : Ag. Reuters, em Cingapura / imagem divulgação)

COMISSÃO DE FINANÇAS PROMOVE DEBATE SOBRE POLÍTICA CAMBIAL


A Comissão de Finanças e Tributação promove nesta terça-feira (7) o primeiro debate do Ciclo de Conferências “A Liberalização Financeira e o Controle de Capitais”. O evento vai discutir a política cambial e os efeitos da valorização do Real frente ao dólar, como a perda de competitividade de setores exportadores.
O debate será realizado a partir das 14 horas, no plenário 4. A iniciativa do evento é do presidente da comissão, deputado Cláudio Puty (PT-PA).
Foram convidados para a conferência: o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland; e o chefe da Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros do Banco Central, Geraldo Magela Siqueira.

2º DEBATE

O segundo e último debate da conferência ocorrerá em 14 de junho. Está prevista a participação do economista Fernando Cardim de Carvalho, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e o chefe do Centro de Crescimento Econômico do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas, Samuel de Abreu Pessoa.

(Fonte : Ag. Câmara de Notícias)

ESCOLA VIRTUAL, DO PROGRAMA BEM RECEBER COPA, INICIA NO PARANÁ



As aulas de lançamento da Escola Virtual dos Meios de Hospedagem (EVMH), do Programa Receber Copa 2014, em Curitiba e Foz do Iguaçu foram realizadas com a abertura do coordenador nacional da EVMH, Silvone Assis, contando com a participação de autoridades como os secretários da Copa do Mundo do Paraná, Mário Celso Cunha, e de Curitiba, Luiz de Carvalho, entre outros.
O presidente da ABIH-PR, Henrique Lenz César Filho, enfatiza que é mais uma oportunidade para a reciclagem profissional dos colaboradores do setor, pensando em atender bem os futuros clientes com vista para a Copa e eventos de grande porte.
A EVMH estará qualificando mais 550 alunos em Curitiba e 560 em Foz do Iguaçu dando continuidade a adesão de quase 400 colaboradores no ano passado, que representou para o Paraná uma média de 85% de aprovação dos participantes se comparado aos outros estados.

(Fonte : Mercado & Eventos)

SP RECEBERÁ US$ 3,1 BILHÕES EM GASTOS DE TURISTAS EM 2011, DIZ ESTUDO



Turistas em visita à cidade de São Paulo devem gastar US$ 3,1 bilhões neste ano, aponta estudo realizado pela MasterCard.
A capital paulista está entre as 132 cidades mais visitadas do mundo e é o principal destino de turistas na América Latina e no Caribe, com 2,7 milhões de chegadas no ano.
O levantamento ainda aponta que a maior parte dos turistas que chegam a São Paulo vem de uma cidade do mesmo continente: Buenos Aires, na Argentina.
No geral, o número de visitantes e suas despesas nas cidades mais visitadas do mundo devem crescer 30% em 2011, diz o estudo.
O Índice de Destinos Globais classifica 132 cidades em termos de número total de visitantes internacionais e seus gastos. Neste ano, 19 cidades da América Latina e Caribe foram incluídas no ranking -além de São Paulo, o Rio de Janeiro também está entre as brasileiras citadas.
"O centro da economia mundial está migrando inexoravelmente para os mercados na Ásia, América Latina, Central e Europa Ocidental e África, e suas cidades terão papéis cada vez maiores nessa interconexão global", afirma Yuwa Hedrick-Wong, consultor econômico global da MasterCard Worldwide.
Apesar disso, considerando todos os cinco continentes, o ranking ainda é liderado por cidades tradicionais da Europa e dos EUA.
Londres, no Reino Unido, superou as outras cidades do mundo em número de visitantes, com 20,1 milhões de chegadas previstas em 2011. Paris, na França, ficou em segundo,com 18,1 milhões.
A cidade britânica também está em primeiro lugar na contabilidade de despesas internacionais, com US$ 25,6 bilhões. Nova York, nos Estados Unidos, vem em seguida, com US$ 20,3 bilhões, à frente de Paris, com US$ 14,6 bilhões em gastos.

(Fonte : Jornal Folha de S.Paulo / imagem divulgação)