sexta-feira, 1 de junho de 2012

HOTELARIA DO RIO DESTACA REDUÇÃO DE OCUPAÇÃO E PREJUÍZO COM A RIO+20



A menos de 15 dias da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, pesquisa atualizada da Associação de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIH-RJ) mostra que a ocupação hoteleira no período do evento está bem aquém dos 95% esperados para a data. No período de 12 a 19 de junho a hotelaria terá menos de 83% dos quartos ocupados, mostra o estudo. Já entre os dias 20 e 22, quando os chefes de Estado do mundo inteiro estarão no Rio para a conferência, a ocupação se manterá bem próxima da estimada (sempre se divulgou que a ocupação era de 100%).
Levantamento da associação hoteleira mostra que, a menos de um mês de evento, cerca de 15 mil room nights que estavam bloqueados pela Terramar, agência licitada, foram devolvidos para comercialização direta dos empreendimentos. “Muitos hotéis dispensaram grandes eventos para se manterem parceiros da organização do evento e o que tiveram foi um prejuízo sem tamanho”, lamenta o presidente da entidade, Alfredo Lopes.

(Fonte : Business Travel Magazine)

SETE MARAVILHAS NATURAIS TERÃO UM MUSEU E PARQUES TEMÁTICOS



A fundação "New 7 Wonders" quer construir um museu das sete maravilhas da natureza e parques temáticos em cada um desses lugares, segundo informou o presidente da organização, Bernard Weber.
"Estamos estudando um projeto de construção de um museu das sete maravilhas naturais e queremos que em cada uma delas exista um parque temático para que quem visite uma possa conhecer as outras seis em miniatura", disse Weber na última semana, em entrevista coletiva na cidade argentina de Puerto Iguazú.
Weber e autoridades argentinas, lideradas pelo ministro do Turismo, Enrique Meyer; o governador da província de Misiones, Maurice Closs; e o intendente de Puerto Iguazú, Marcelo Sánchez, participaram do ato em que as cataratas do Iguaçu receberam a placa de bronze que as distingue como uma das sete maravilhas da natureza.
Segundo o fundador e presidente de "New 7 Wonders", a localização do museu depende do interesse dos lugares escolhidos como as sete maravilhas da natureza e dos investidores que queiram financiá-lo, mas disse que ele gostaria que fosse no meio da floresta que rodeia as cataratas do Iguaçu, formadas por 275 quedas de água compartilhadas entre Brasil e Argentina.
Sobre os parques temáticos, Weber declarou que o projeto procura dotar cada uma das sete maravilhas naturais com um espaço de tecnologia no qual possam ser reproduzidas as outras seis.
A fundação "New 7 Wonders" escolheu em novembro do ano passado, através de uma votação mundial pela internet, as sete maravilhas naturais.
Os lugares escolhidos foram, além das cataratas do Iguaçu, a floresta amazônica compartilhada por vários países sul-americanos, a ilha de Jeju (Coreia do Sul), o rio subterrâneo de Puerto Princesa (Filipinas), a baía de Halong (Vietnã), o Parque Natural de Komodo (Indonésia) e a montanha da Mesa (África do Sul).

(Fonte : EFE / imagem divulgação)

RIO PLANEJA SALÃO DO TURISMO E BOLSA INTERNACIONAL EM LUGAR DA ABAV



Em 2013, o Rio de Janeiro deixa de sediar o Congresso da Abav e a Feira das Américas. Para compensar essa perda, o governo do estado e entidades do setor planejam realizar dois mega eventos. O primeiro deles seria a realização, já em 2013, do Salão de Turismo Roteiros do Brasil, que até o ano passado acontecia em São Paulo. O assunto já foi levado ao ministro Gastão Vieira pelo secretário de estado de Turismo, Ronald Ázaro. "Já apresentei uma proposta ao ministro e ele me pediu que lhe passasse mais detalhes sobre a nossa ideia e a estrutura que podemos oferecer", destacou ele.
Em relação ao Salão Estadual do Turismo do Rio de Janeiro, a ideia é realizar o evento em Copacabana após as eleições. "Mas não vamos esquecer o interior e no primeiro trimestre do próximo ano faremos um segundo evento numa das cidades candidatas do interior fluminense", explicou.
Outro assunto que também começa a ganhar forma é a realização de uma Bolsa Internacional de Turismo, que não seria obrigatoriamente nos mesmos moldes da antiga Brite. Segundo Salvador Saladino, presidente da Brazilian Incoming Travel Operators (Bito), o tema já começou a ser discutido e deve ser aprofundado. "Precisamos pensar num modelo de evento que possa trazer resultados, e isso significa trazer ao país buyers que possam efetivamente garantir a vinda de grupos de turistas. Temos a Tap que é a principal empresa aérea parceira do Brasil entre as companhias estrangeiras e vamos discutir um modelo adequado para formatação deste evento", adiantou.

(Fonte : Mercado & Eventos)

BRASIL E URUGUAI: MARCADOS PELA HISTÓRIA




A relação dos brasileiros com os vizinhos uruguaios é grande e não é de hoje. Disputas, futebol e turismo são alguns dos principais motivos que temperam esse convívio na América do Sul. Em 2010, o país era o quarto emissor de turistas ao Brasil. No ano passado, pulou para a terceira posição, comprovando o bom momento vivido entre as duas nações no cenário turístico.
Após a Guerra da Cisplatina, em 1825, o futebol foi um dos protagonistas da amizade entre os países. Em 1930, o Uruguai sediou e venceu a primeira Copa do Mundo. Quis o destino que as bandeiras se encontrassem novamente em 1950, na Copa do Mundo organizada em terras verde-e-amarelas. Eles mesmos, os uruguaios, calaram o estádio do Maracanã, na final da competição, com mais de 200 mil brasileiros presentes à espera de uma vitória da Seleção Canarinho.
Muitos anos se passaram e a imagem de 1950 parece ter colocado o Brasil em um lugar especial no coração de nossos vizinhos. A uruguaia Fernanda Vogler, universitária de 23 anos que mora em Curitiba desde 2004, é filha de mãe daquele país e pai brasileiro. Ela conta que familiares e amigos sempre demonstram interesse pela cultura que envolve os países.
“É um trato acolhedor, sempre bastante hospitaleiro. Na última Copa, assisti aos jogos das duas seleções e o Uruguai acabou indo mais longe, ficou em terceiro. Após a eliminação do Brasil, recebi diversas ligações de amigos e conhecidos que torceram pelo Uruguai. Apesar das rivalidades, no fundo, os dois se apoiam”, disse Voglet.
De acordo com a Demanda Turística Internacional, levantamento realizado pelo Ministério do Turismo entre os anos de 2004 e 2010, o segmento que mais atrai uruguaios para o Brasil é lazer. O diretor do Departamento de Estudos e Pesquisa (DEPES) do MTur, José Francisco Lopes, explica que os vizinhos sempre procuram as praias brasileiras e se interessam por nosso país pela proximidade e integração cultural. “Santa Catarina é o estado que mais recebe uruguaios. Além do fim de ano, a Semana Santa é um dos principais momentos em que em que as viagens são feitas de lá para cá”, conta.

(Fonte : MTur / imagem divulgação)

CINCO REDES DE ALIMENTOS DOS EUA QUEREM TRAZER FRANQUIAS AO PAÍS



Cinco redes americanas de alimentação, donas de nove marcas, planejam se instalar no Brasil ainda neste ano.
A expectativa é gerar negócios da ordem de R$ 100 milhões na primeira fase de operação, segundo especialistas do setor de franquias.
Com apoio do Consulado dos Estados Unidos no Brasil, as parcerias com empreendedores brasileiros devem ser fechadas na feira da Associação Brasileira de Franchising (ABF), marcada para o período de 13 a 16 deste mês, em São Paulo.
As redes interessadas em se instalar no país são:

Dairy Queen (cardápio variado), que hoje tem 6.000 lojas no mundo; Bufallo Wings e Wing Zone (ambas de asinhas de frango temperadas); Garret Popcorn (rede instalada em cinco países que vende pipocas gourmet) e Focus Brand, com mais de 3.000 lojas e diversas marcas -Auntie Anne's Pretzels, Carvel, Cinnabon, Schlotzsky's e Moe's Southwest Grill.
"Com a melhora na renda do brasileiro e a proximidade da Copa do Mundo e da Olimpíada, os investidores estão de olho no Brasil", diz Brian Brisson, ministro-conselheiro para assuntos comerciais do consulado.
O segmento de franquias cresceu 16,9% no país no ano passado e faturou R$ 88,8 bilhões, segundo dados da ABF com base em 2.031 marcas de franquias. Para este ano, a previsão é de expansão de cerca de 15%.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo)

O LIVRO “ECONOMIA DO TURISMO” É LANÇADO PARA ESTUDANTES E PROFISSIONAIS


Economia do Turismo”, dos professores especializados Glauber Eduardo de Oliveira Santos e Décio Katsushigue Kadota, é um livro para estudantes de turismo e também para profissionais que já trabalham nesse mercado. Mas não se trata de um livro sobre turismo para economistas, nem um manual de ciência econômica. Na obra, os autores examinam as diversas aplicações práticas específicas da economia ao turismo. É um livro que leva à compreender, de fato, as múltiplas relações entre turismo e economia, apresentando com propriedade a natureza econômica do fenômeno turístico, a influência do cenário econômico nessa atividade e os efeitos do turismo sobre a economia em geral.
Da Editora Aleph, o livro tem 470 páginas. Glauber Eduardo de Oliveira Santos é bacharel em Turismo e mestre em Ciências da Comunicação pela ECA/USP, além de doutorando em Economia do Turismo na Universidade das Ilhas Baleares, Espanha. É professor efetivo do curso de Tecnologia em Gestão de Turismo do IFSP e professor palestrante da ECA/USP. Décio Katsushigue Kadota é bacharel e doutor em Economia pela FEA/USP, na qual é professor e ministra cursos de Microeconomia, Teoria de Jogos e Economia Matemática. É pesquisador da FIPE e atualmente é um dos coordenadores do núcleo de estudos em economia do turismo.

(Fonte : Business Travel Magazine)

VALE DOS VINHEDOS RESERVA ROTEIRO ENOGASTRONÔMICO


Esqueça a dieta.
Em uma viagem à serra gaúcha, comer é um dos principais passatempos. Seja conhecendo restaurantes italianos ou alemães, seja visitando vinícolas ou descobrindo lojas que fabricam seus próprios salames e queijos, um passeio à região é certeza de um estômago feliz.
Entre as cidades de Bento Gonçalves e Garibaldi, o Vale dos Vinhedos é um dos locais da serra gaúcha que mais reúne possibilidades gastronômicas: 29 vinícolas dividem espaço com restaurantes (a maior parte de culinária italiana), fábricas de queijos, salames e biscoitos.
Quase todas as vinícolas do vale são abertas à visitação, e algumas também oferecem degustação. No passeio, o visitante pode acompanhar todo o processo de fabricação do vinho, desde a fermentação das uvas até o armazenamento das garrafas com a bebida nas caves. No verão, é possível ainda acompanhar a colheita.
O vale é cortado por duas estradas principais, onde está concentrada a maior parte das vinícolas e restaurantes da região. Uma delas tem o sugestivo nome de estrada do Vinho e abriga de vinícolas menores, como a Almaúnica (www.almaunica.com.br) e a Torcello (www.torcello.com.br), a grandes empresas como a Miolo (www.miolo.com.br), que produz mais de cem rótulos diferentes.
A outra é a via Trento, onde estão produtores como Terragnolo (www.terragnolo.com.br) e Peculiare (www.peculiare.com.br).
Alugar um carro pode ser uma boa maneira para percorrer sem pressa as vinícolas, mas a obrigação de dirigir pode ser um impedimento para as degustações.
Nessa situação, o ideal é dar preferência a vinícolas que possuam restaurante e agendar degustações antes do almoço (mesmo assim, convém moderar na quantidade de vinhos provados).
Na via Trento, o Maria Valduga, restaurante da Casa Valduga (www.casavalduga.com.br), abre todos os dias para almoço e recebe grupos durante o jantar, mediante reserva. O local serve uma espécie de rodízio à italiana, com antepastos, vários tipos de massas, galeto assado e costelinha de porco.
Outra opção é a Vallontano (www.vallontano.com.br), na estrada dos Vinhos, onde, de terça a domingo, funciona o Vallontano Café.
Além de bebidas, o Vale dos Vinhedos é um bom local para comprar frios e queijos fabricados na própria região.
Na estrada dos Vinhos, a Queijaria Valbrenta (www.queijariavalbrenta.com.br) é capaz de deixar qualquer um perdido entre as opções de queijos produzidos no local, ótimos para acompanhar salames e copas fornecidos por um produtor da região.

NOVA PETRÓPOLIS : CAFÉ COLONIAL PODE CHEGAR À MESA COM ATÉ 45 ITENS

Cidade de colonização alemã, Nova Petrópolis (RS) merece uma parada em qualquer viagem gastronômica pela serra gaúcha. Isso por conta do café colonial, que, afirmam por lá, foi criado na cidade, localizada a cerca de 35 km de Gramado.
Há quem diga que o café colonial surgiu do costume dos descendentes de alemães que colonizaram a região de oferecer uma grande quantidade de alimentos às visitas que recebiam.
Vivendo em fazendas afastadas umas das outras, os habitantes de Nova Petrópolis serviam verdadeiros banquetes quando recebiam visitantes -a maior parte dos quitutes era produzida nas próprias fazendas.

RELIGIÃO

Outra história afirma que o café colonial teve origem em uma tradição ligada à inauguração de igrejas alemãs. Durante essas cerimônias, as famílias abriam suas casas para oferecer alimentos e bebidas.
Em Nova Petrópolis, os lugares mais conhecidos para se empanturrar como se não houvesse amanhã são o Opa's Kaffeehaus (0/xx/54/3281-1273) e o Recanto dos Plátanos (0/xx/54/3281-2105).
Vá sem tomar café da manhã e não se assuste com a quantidade de comida colocada na mesa: no Opa's Kaffeehaus, por exemplo, o café colonial é composto de nada menos que 45 itens diferentes, e a refeição para uma pessoa alimenta com tranquilidade outras três.
Uma infinidade de bolos, biscoitos e pães caseiros é acompanhada por diversos tipos de geleia, requeijão, nata, queijo e frios. Para beber, são servidos café, leite e chá.
Ao final da refeição, um carrinho de tortas doces é colocado à disposição de todos. Pode-se escolher entre torta de damasco, pera ou ricota, entre outros sabores.
Depois da comida, dê um passeio pela cidade, cuja arquitetura mantém a influência da colonização alemã. O parque Aldeia do Imigrante mantém uma réplica de uma antiga aldeia de imigrantes alemães. É possível ver como eram as casas, escolas e igrejas da época em que os imigrantes começaram a se estabelecer na cidade, em meados do século 19, e aprender um pouco sobre seus costumes.

GRAMADO, RS : COMER E COMPRAR CHOCOLATES

À primeira vista, Gramado pode parecer meio artificial, com casas em estilo alemão e canteiros de flores.
Mas o fato é que a cidade permanece bonita, e a boa infraestrutura turística, com variadas opções de hotéis e restaurantes abertos durante toda a semana, acaba fazendo do município um destino bastante agradável na região da serra gaúcha.
No outono, as folhas vermelhas e alaranjadas das árvores conferem um charme extra à cidade, e as temperaturas mais baixas são uma boa desculpa para passar mais tempo à mesa.
O fondue, servido individualmente ou em sequência na maioria dos restaurantes, pode ser considerado o "prato oficial" local. Fondues de queijo, carne e chocolate são servidos a um preço médio de R$ 80 por pessoa.
Gramado é ainda famosa pelos chocolates, com várias marcas próprias. As mais conhecidas são Caracol (caracolchocolates.com.br), Prawer (prawer.com.br) e Planalto (chocolateplanalto.com.br), todas com lojas no centro da cidade.

TEMPO PARA A DIGESTÃO

Passear pelas bem cuidadas ruas da cidade ou visitar o lago Negro, cujo nome faz remissão às árvores plantadas em suas margens, trazidas da floresta Negra, na Alemanha, é ideal para dar um descanso ao estômago.
Os pedalinhos do lago artificial juntam casais e, principalmente, crianças.
Para elas, há ainda o Mini Mundo (minimundo.com.br), parque de miniaturas com réplicas de castelos de outras e construções de vários países, e o Hollywood Dream Cars (hollywooddreamcars.com.br), museu de carros antigos que exibe automóveis lançados entre as décadas de 1920 e 1960.
A 7 km de Gramado, Canela também tem belas paisagens, com parques e cachoeiras. A mais famosa é a cascata do Caracol, que fica no parque de mesmo nome e tem 131 metros de altura.
Há ainda o parque Vale da Ferradura, com trilhas e mirantes para admirar a vista do vale.
Quando a fome bater novamente, é só procurar uma das casas especializadas em culinária alemã, como o Strudelhaus (0/xx/54/3282-9562), ou um restaurante italiano, como a Cantina 28 (0/xx/54/3282-0628). Ligue antes para confirmar os horários de funcionamento, já que grande parte dos locais fecha às segundas, e outros somente abrem de quinta a domingo.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo / imagem divulgação)