terça-feira, 7 de junho de 2011

COM PETRÓLEO CARO, COMPANHIAS AÉREAS DEVEM LUCRAR MENOS


As companhias aéreas cortaram suas expectativas de lucro em mais de 50%, para US$ 4 bilhões, em razão dos preços elevados de combustível e problemas no Japão, no norte da África e no Oriente Médio, diz a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata).
Nova regulamentação europeia também preocupa.

(Fonte : Reuters)

AUTOR LANÇA LIVRO QUE TRAZ ATRATIVOS DE PORTOS DO PAÍS



O autor do Guia de Cruzeiros Marítimos, Bernardo Porfírio acaba de lançar um novo livro: Portos do Brasil – Embarque na História e na Cultura das Cidades Portuárias do País.
A publicação, com 230 páginas, tem como objetivo fazer com que o passageiro de um cruzeiro conheça o porto de seu navio e aproveite melhor a viagem.
A obra também aborda as praias, a gastronomia, a cultura, as festas regionais, entre outros atrativos, de cada destino.
Porfírio trabalha em cruzeiros marítimos desde 2004, atualmente pela Maritime Telecommunications Networks (MTN), a bordo das armadoras Carnival Cruise Lines, Princess Cruises, P&O Cruises, Norwegian Cruise Line, Holland Ameria Line e Silversea.

(Fonte & imagem : Panrotas)

AZUL QUER OPERAR UM 3º VOO DIÁRIO ENTRE CAMPINAS E MARINGÁ EM AGOSTO



A Azul Linhas Aéreas Brasileiras pediu autorização à ANAC para inclusão da uma nova frequência de voo - a terceira diária, exceto aos sábados -, entre o Aeroporto Regional Sílvio Name Júnior, em Maringá, e o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. Se aprovada, os voos terão início em 1º de agosto, utilizando aeronaves turboélices ATR 72. Eles partirão de Campinas às 16h45 e chegarão às 18h20 em Maringá. No sentido inverso, decolarão às 18h50 e pousarão em Viracopos às 20h30.

(Fonte : Business Travel Magazine / imagem divulgação)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

QUALIDADE DOS HOTÉIS NO BRASIL VOLTARÁ A SER CLASSIFICADA POR ESTRELAS



Os hotéis e pousadas do Brasil voltarão a ser classificados por estrelas, de acordo com o nível de conforto e a qualidade dos serviços e outros benefícios oferecidos aos hóspedes.
Havia antes um regulamento instituído em abril de 2002 pela Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), mas depois foi revogado, em fevereiro de 2010 - o ministério do Turismo foi criado apenas em 2003.
Na próxima terça-feira (7), o ministro do Turismo, Pedro Novais, vai assinar portaria que institui o Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClas).
O novo modelo seguirá o padrão mundial de referência para serviços turísticos, ou seja, uma escala de uma a cinco estrelas será usada para indicar a qualidade dos diversos tipos de empreendimentos hoteleiros.
Os critérios de avaliação serão aplicados em sete tipos diferentes de hospedagem: hotel, resort, hotel fazenda, cama e café (bed and breakfast), hotel histórico, pousada e flat/apart hotel.

FISCAIS

O projeto do ministério do Turismo conta com o apoio do Instituto Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial (Inmetro). Os estabelecimentos vão se autodeclarar pelo site do ministério, e em seguida os funcionários do instituto vão checar pessoalmente critérios diversos em cada hotel.
O modelo vai beneficiar, em especial, os turistas estrangeiros, já acostumados com os critérios de classificação dos hotéis por estrelas.
Só durante a Copa do Mndo de 2014, a expectativa é que 600 mil estrangeiros visitem o Brasil - um total de 5,16 milhões foram registrados em todo o ano de 2010.
Com relação ao turismo interno, estudos do governo estimam que os desembarques domésticos avancem de 56 milhões em 2009, para 73 milhões no ano da Copa.

(Fonte : Ag. Brasil de Notícias / imagem divulgação)

EMPRESA DE UMA SÓ PESSOA É APROVADA PELO CONGRESSO


O Senado aprovou no ultimo dia 01/6 projeto que permite a abertura de empresa de sociedade limitada por uma só pessoa, sem a necessidade de no mínimo dois sócios para viabilizar seu funcionamento.
O projeto cria no Código Civil a figura do "empresário individual de responsabilidade limitada".
Pelo texto, somente o patrimônio social da empresa responderá pelas suas dívidas, sem a possibilidade de se confundir com o patrimônio da pessoa que a constitui.
O projeto determina que o total do capital social da empresa de responsabilidade limitada não deve ser inferior a R$ 54,5 mil - cem vezes o valor do salário mínimo atual.

(Fonte : Jornal Folha de S.Paulo)

DECOLAGEM AUTORIZADA



O governo finalmente decide entregar seus aeroportos à iniciativa privada, mas a participação da Infraero nas concessões levanta dúvidas sobre o modelo adotado

Um inesperado anúncio chegou aos funcionários da Infraero na terça-feira 31, dia em que a estatal celebrava seu 38º aniversário. Em mensagem aos colaboradores, o presidente da empresa, Gustavo Vale, revelou a decisão do governo de privatizar três dos principais aeroportos administrados pela empresa: o de Cumbica, em Guarulhos, e o de Viracopos, em Campinas, ambos em São Paulo; e o Juscelino Kubitschek, em Brasília. Foi uma surpresa para o pessoal da estatal.
A sinalização, até então, era de que o novo modelo seria adotado para os novos terminais, com a concessão apenas das áreas comerciais. Mas a presidente Dilma Rousseff foi convencida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de que era melhor entregar à iniciativa privada toda a administração e exploração dos terminais. Agora, a Infraero será parceira obrigatória nas sociedades de propósito específico (SPEs), que serão criadas para administrar cada um dos três aeroportos.
Os detalhes ainda serão definidos nas regras do edital, que deve ser lançado em dezembro, mas já está decidido que o setor privado terá um mínimo de 51% do capital. A ideia é caracterizar a nova empresa como de capital misto e livrá-la das amarras da Lei de Licitações – na avaliação do governo, uma das principais razões da morosidade e ineficiência da Infraero. O ministro Wagner Bittencourt, da Secretaria de Aviação Civil, órgão criado para coordenar as obras do setor aéreo, acrescenta que o modelo “shopping center”, que se limita à concessão de espaços para a exploração comercial nos terminais, não garantiria o retorno financeiro para possíveis investidores.
“É preciso aproveitar a disposição de investidores, nacionais e estrangeiros, de fazer esse aporte no Brasil”, disse em audiência na Câmara dos Deputados, na quarta-feira 1º. Para o governo, manter a Infraero na administração dos aeroportos tornará a empresa mais atraente na hora de abrir seu capital, o que deve ocorrer até o fim desse governo. “É mais fácil abrir o capital da Infraero depois de se aplicar nela um choque de competitividade”, disse Dilma na reunião com governadores e prefeitos das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, na terça-feira 31.
A participação da Infraero em cada empresa vai depender dos investimentos feitos pela estatal nesses aeroportos. Para a Copa do Mundo de 2014, Guarulhos deve receber R$ 1,2 bilhão; Brasília receberá R$ 748,4 milhões; e Viracopos, R$ 742 milhões. Parte dos recursos já foram gastos, mas a estatal ainda não tem os dados definidos. “A Infraero precisa recuperar seu investimento”, diz Vale, da Infraero. “Quanto maior for, maior será a participação da empresa no capital.”
As indefinições sobre o modelo a ser adotado têm deixado cautelosos possíveis investidores, entre empreiteiras e companhias aéreas. Empresas como Gol e Azul afirmam que estão acompanhando o assunto, enquanto a TAM não se manifesta. “A entrada da iniciativa privada é o ponto mais crucial”, disse à DINHEIRO Juan Quirós, presidente do Grupo Advento, especializado em grandes construções e interessado em Viracopos.“O investidor quer controle da gestão, e isso ainda não se sabe como será.”
Para o professor de transporte aéreo da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Respício do Espírito Santo, o grau de interesse das empresas nas concessões estará diretamente atrelado a sua autonomia nas decisões e em relação à Infraero. “É preciso saber até onde irá o poder do governo nessa SPE”, afirma.
O governo, no entanto, sabe que tem nas mãos um ativo atraente. Os aeroportos de Guarulhos, Brasília e Campinas estão entre os cinco mais lucrativos da Infraero. Juntos, lucraram R$ 456,6 milhões em 2010. Mas, como apenas 21 dos 67 aeroportos da Infraero estão no azul, mantê-los sob gestão estatal significa recursos para sustentar seus terminais deficitários. Se está claro como o governo ganha nessa equação, para o setor privado, ainda sobram dúvidas.

(Fonte : Revista Isto É Dinheiro / imagem divulgação)

BRASIL TERÁ ESPAÇO AÉREO SEGURO PARA A COPA E AS OLIMPÍADAS


Com treinamento de pessoal e investimento em equipamentos, o Brasil estará pronto para o aumento do volume de tráfego aéreo até a Copa das Confederações (2013), Copa do Mundo (2014) e Olimpíadas (2016). A informação foi dada pelo Tenente Brigadeiro do Ar Ramon Borges Cardoso, Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), na ultima semana (1/6), durante apresentação em audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, em Brasília.
"Nós não vemos problema em fazer o atendimento a não só os voos desses eventos, mas também a toda a demanda", afirmou o Brigadeiro. Isso é possível porque o DECEA segue um planejamento estratégico para conseguir cumprir sua missão mesmo com o aumento anual de 12,5% que o Brasil vem tendo no movimento aéreo. Entre 2000 e 2010, foram investidos R$ 3,3 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão somente a partir de 2008.
O Diretor-Geral explicou ainda que o país conta atualmente com 6.987 profissionais envolvidos diretamente no tráfego aéreo, entre controladores e especialistas em comunicação, operação de estações, meteorologia e informações aeronáuticas. "Na parte específica de controladores nós estamos dando continuidade à formação da ordem de 300 por ano, que nos permite alcançar o número ideal que precisamos para atender a todos esses eventos", completou. Hoje, são 4.118 controladores em atividade, entre civis e militares.
O Brigadeiro Ramon lembrou ainda dos investimentos em tecnologia. "Nós temos os equipamentos de acordo com o que existe de mais moderno no mundo", disse. Os destaques são o Sagitário, um novo software de controle do espaço aéreo, e o número de radares no Brasil. De acordo com o Diretor do DECEA, enquanto a China, outro país de dimensões continentais, possui apenas 60 unidades, o Brasil tem 170.

INTEGRAÇÃO

A audiência pública contou ainda com a presença do Ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, do Presidente Interino da Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC), Carlos Eduardo Pellegrino, e do Presidente da Infraero, Gustavo do Vale. Todos responderam aos questionamentos dos deputados sobre o setor aéreo no Brasil. Nas repostas, o consenso de que essa é uma área que exige um esforço conjunto.
Para o Ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, DECEA, ANAC e Infraero precisam atuar juntos com outras organizações, como Polícia Receita Federal e o poder executivo estadual e municipal de cada localidade. "O aeroporto precisa ter uma atuação integrada de todos esses atores para o seu funcionamento", afirmou. Ele citou ainda o caso do perigo aviário, em que o Comando da Aeronáutica precisa atuar diretamente com as Prefeituras para acabar com os lixões que levam riscos para a aviação.

DEPUTADOS AVALIAM O CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

Participaram da audiência parlamentares das Comissões de Defesa do Consumidor; de Viação e Transportes; e de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados. Além de perguntas, também foram feitos elogios ao trabalho do Comando da Aeronáutica. "Eu tive o privilégio de na semana passada visitar o CINDACTA I (Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo) e o COMDABRA (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro). O que eu vi ali serve de orgulho para o povo brasileiro", disse o deputado Lázaro Botelho (PP/TO). O Deputado Romário (PSB/RJ), que também participou da visita, disse que ficou surpreendido. "A impressão foi a melhor possível", elogiou.
Já o deputado Otavio Leite (PSDB/RJ) explicou que se aprofundou muito no tema por ter sido co-autor do requerimento que em 2007 criou a Comissão Parlamentar de Inquérito do Sistema de Tráfego Aéreo e que hoje defende o modelo implantado no Brasil. "Eu acho que o controle do espaço aéreo no Brasil tem que ficar sob o comando da Aeronáutica", afirmou.
O deputado José Luiz Stédile (PSB/RS) também defendeu o modelo integrado do controle do espaço aéreo no Brasil, em que a Aeronáutica faz tanto o gerenciamento do tráfego aéreo quanto as ações de defesa. "É fundamental para dar segurança, porque se você faz o controle em órgãos diferenciados, chega uma hora em que um sabe e o outro não sabe. É aí que o controle militar em contato direto com o civil é importante para a nação", explicou.

(Fonte : Jornal do Brasil)