sexta-feira, 16 de março de 2018

Voos para Madri ou Barcelona a partir de R$ 1.806 saindo do Rio e de R$ 1.866 de São Paulo e mais cidades


Assino a Newsletter do Melhores Destinos e hoje recebi a informação que as companhias TAP, Air Europa, Avianca, American, Alitalia e outras estão vendendo passagens com bons preços para a Espanha.

A matéria está aí para vcs aproveitarem :

Tem voos para Madri ou Barcelona a partir de R$ 1.806 ida e volta com taxas incluídas. O menor valor é de voos da TAP saindo do Rio de Janeiro. Mas tem opções com origem em Salvador a partir de R$ 1.812 e em São Paulo e outras cidades a partir de R$ 1.866.
Quem optar pelos voos com a TAP ou da Air Europa deve ficar atento a franquia de bagagem despachada, que não está incluída na tarifa e pode ser adquirida separadamente. Já as demais companhias oferecem bagagens despachadas.

Madri

Irresistível destino para os amantes de artes, cultura e arquitetura, Madri é uma cidade de muitas virtudes. A capital do Reino da Espanha concentra em si três dos mais importantes museus do mundo:  Prado, Reina Sofia e Thyssen-Bornemisza, além de edifícios seculares que são fonte de uma história inigualável. Andar pela Gran Vía, a Times Square da cidade, e fazer uma parada na Plaza Mayor, como um legítimo madrilenho, são alguns dos passeios que você não pode deixar de fazer.

Barcelona

Barcelona, a segunda maior cidade da Espanha e capital da Catalunha é um destino turístico completo. Rica arquitetura, repleta de ruazinhas charmosas e pra lá de animadas, praças, museus interessantes, monumentos, belas praias, bons restaurantes, vida noturna agitada e muito mais...

Origens Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Teresina e Vitória.

Destinos Barcelona e Madri.

Período Março, Abril, Maio, Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro de 2018 e Janeiro e Fevereiro de 2019
Vale dar uma conferida no site http://www.melhoresdestinos.com.br/promocao/passagens-espanha-madri-barcelona-2?utm_source=Promo%C3%A7%C3%B5es+de+Passagens+A%C3%A9reas&utm_campaign=1275a4e3e8-news_diaria_md&utm_medium=email&utm_term=0_4a12f3849e-1275a4e3e8-60390125&mc_cid=1275a4e3e8&mc_eid=2d6b3e4327 


''Não existe política de turismo no Brasil'', afirma pesquisadora


A falta de uma política de Estado para o turismo e o excesso de tributações que recaem sobre quem faz viagens nacionais e internacionais impedem que o setor se desenvolva no Brasil na mesma medida que em outros países de destaque na área pelo mundo.
Os altos impostos cobrados de empresas de aviação, por exemplo, dificulta o crescimento do número de viagens no país, assim como impede que, com preços menores, brasileiros possam viajar a lugares mais distantes no território nacional.
Essas foram algumas das conclusões a que chegaram especialistas na área em debate durante o seminário Turismo e a Internacionalização do Brasil, promovido nesta quinta-feira (15) pela Folha, com apoio da Embratur e da CVC, na Pinacoteca do Estado de São Paulo. A jornalista da Folha Joana Cunha fez a mediação.
“Não existe política de turismo no Brasil”, declarou Mariana Aldrigui, professora e pesquisadora na área de políticas públicas de turismo da USP. Segundo ela, o que motivou a criação do Ministério do Turismo, cerca de 15 anos atrás, não foi o desenvolvimento do setor, mas a criação de cargos para acomodar representantes de partidos aliados ao governo.
Para Aldrigui, apenas investimento financeiro na área também não deve trazer grandes benefícios para a imagem do país no exterior, hoje fortemente associada a casos de violência como a recente intervenção federal no estado do Rio de Janeiro.
"Nossa imagem só melhora quando trouxermos jornalistas de fora para mostrar uma realidade diferente no Brasil. É preciso primeiro investir em segurança, saúde e educação para depois começar a falar de turismo. Quando estiver tudo em ordem, as pessoas virão, como vão a outros países”, afirmou.
Uma das críticas feitas por Aldrigui foi ao fato de novas políticas para o setor sempre levantarem no governo discussões sobre aumento de taxas e impostos, em vez de fomentar iniciativas que incentivem turistas e empreendedores.



Uma das áreas que mais sofrem com os altos impostos é o mercado aéreo, segundo o advogado especializado no setor Guilherme Amaral.
Para ele, antes de estudar como auxiliar o turismo, o mais importante para o governo é tentar não atrapalhar, com taxas e excesso de burocracia, o trabalho de empresas que atuam hoje na área.
Segundo Amaral, uma iniciativa que traria benefícios para companhias aéreas e passageiros seria a diminuição e equalização entre todos os estados do país dos preços do querosene de aviação, que hoje implicam cerca de 40% do custo das companhias.
“A proposta ia ser votada no Congresso, mas senadores de São Paulo fizeram um trabalho em conjunto para que não fosse aprovada”, disse o advogado. “Isso porque é o estado que concentra mais voos no país e o que mais arrecada com os impostos da aviação.”
Amaral elogiou a retirada da obrigatoriedade de oferecer serviço gratuito de envio de bagagens, o que, segundo ele, encarecia o valor das passagens. O advogado não soube afirmar, no entanto, se com a iniciativa os preços dos voos diminuíram no país. “Mas a tendência é que a empresa obrigada a levar bagagens gratuitamente e a oferecer outros tantos serviços vai ter preços mais altos”, afirmou.

MAIS DESTINOS

O secretário de Turismo de Pernambuco e presidente do Fornatur (Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo), Felipe Augusto Carreras, citou como exemplo positivo no setor uma iniciativa de redução de impostos para as companhias aéreas em seu estado, com o objetivo de incentivar viagens a mais municípios pernambucanos.
“O estado saiu de 14 destinos domésticos para 30, e de 4 internacionais para 16. Como resultado, passamos a liderar pela primeira vez a movimentação de passageiros do Nordeste, arrecadando o mesmo valor em impostos de antes”, contou.
Carreras ainda fez críticas à falta de um planejamento duradouro para o turismo no Brasil, exemplificando os problemas de visão estratégica com a grande quantidade de trocas de comando no Ministério do Turismo desde sua criação —foram 12 ministros desde 2003.
“O Brasil foi o único país do mundo que teve seguidamente Jornada Mundial da Juventude, Copa do Mundo e Olimpíada e não ultrapassou 7 milhões de turistas internacionais por ano. Ainda por cima, o governo Temer cortou no ano passado 75% do orçamento do Turismo, que já não tinha quase nada”, afirmou.
Além do problema de verbas, a falta de estrutura para receber turistas e a grande quantidade de notícias negativas sobre o país divulgadas em redes sociais acabam minando as perspectivas do turismo, segundo a gerente de Comércio e Serviços do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Ana Clévia Lima.
“Vivemos em um mundo disruptivo, em que se compartilham experiências positivas ou negativas, gerando imagens para milhões de pessoas todos os dias. Fazer com que os visitantes sintam-se seguros, com acesso a todas as necessidades, permitindo que usufruam da viagem e tenham uma estada inesquecível, é o que vai fazer com que os estrangeiros comecem a nos olhar de outra forma”, afirmou.

(Fonte : Jornal Folha de SP - 15/03/18)

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Turismo lança nova linha de crédito com R$ 450 milhões para obras e equipamentos




O ministro Marx Beltrão lançou nesta quinta-feira (7), em Maceió, o Novo Fungetur, linha de crédito do Ministério do Turismo com condições diferenciadas para dinamizar o mercado. As micro e pequenas empresas terão prioridades para acessar os R$ 450 milhões disponíveis para construção, reforma, ampliação ou compra de equipamentos turísticos. No novo formato, oito instituições financeiras estarão habilitadas para gerir o recurso.

“O turismo é um dos setores da economia que mais cresceu nos últimos anos. A oferta de mais crédito tem como objetivo manter esse crescimento e dar mais fôlego para que empresários continuem investindo, gerando emprego e renda através de nosso setor”, afirmou o ministro durante o lançamento.

A ampliação dos investimentos no setor, citada pelo ministro, é fundamentada em pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo com 716 empresas que empregam 79.319 mil pessoas (Boletim de Desempenho Econômico do Turismo). De acordo com o estudo, 66% dos empresários do setor manifestaram intenção de investir parte do faturamento apurado ainda em 2017. O maior percentual, 15,2%, é projetado pelo segmento de turismo receptivo, seguido dos organizadores de eventos (8,1%), meios de hospedagem (5,2%) e transporte aéreo (4,7%).

Para Marx Beltrão, os financiamentos com recursos do Novo Fungetur melhoram não só os serviços prestados ao turista, mas também geram oportunidades de novos negócios e, consequentemente, abrem vagas no mercado de trabalho em atividades direta ou indiretamente ligadas ao turismo.

SOBRE O NOVO FUNGETUR – O Fungetur é um fundo especial criado por Lei e vinculado ao MTur. Os financiamentos têm prazo de amortização de até 20 anos com até cinco anos de carência. Os juros são a partir de 5% ao ano somados mais o INPC.

A novidade anunciada nesta quinta-feira (7) pelo ministro Marx Beltrão foi o credenciamento de oito instituições financeiras para operação da linha de crédito, o que deve tornar o Fungetur mais competitivo. Antes, só a Caixa Econômica Federal operava os recursos do Fundo. Outra novidade é que os recursos transferidos à instituição financeira credenciada, caso não contratados, poderão ser recolhidos após 120 dias e redistribuídos para as demais instituições financeiras credenciadas, de acordo com seu desempenho na concessão de crédito



CONFIRA AQUI AS INSTITUIÇÕES CREDENCIADAS PARA OPERAR O NOVO FUNGETUR:



Agência de Fomento do Mato Grosso;

Agência de Fomento do Rio Grande do Sul (Badesul);

Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes);

Banco do Estado de Sergipe (Banese);

Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG);

Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE);

Caixa Econômica Federal (CEF); e

Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP).



(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

Projeto de Lei, aprovado no Paraná, beneficiará 74% das pequenas e médias empresas do Estado




O deputado estadual do Paraná, Marcio Pauliki garantiu, através de uma emenda parlamentar, que os micros e pequenos empresários do Paraná tenham isenção ou redução do ICMS. Com essa medida, 74% das empresas paranaenses inseridas no Simples Nacional serão isentas ou terão redução de impostos.
A emenda foi incluída no projeto de lei 557/2017, que determinou o reenquadramento das faixas de ICMS das micro e pequenas empresas no Simples Nacional. A medida do deputado faz com que as micro e pequenas empresas paguem 40% a menos de ICMS do que estaria previsto no projeto original.
“É preciso garantir que a lei seja respeitada e que a mudança do Simples não onere nossos empresários. Conseguimos, ao agir desta maneira, garantir um impacto menor para nossos empresários, que representam um motor importante na economia do estado, garantindo empregos e investimentos no Paraná”, ressalta Pauliki.

Essa medida não irá alterar a arrecadação fiscal do estado e ainda pode fomentar a economia. “Com redução dos tributos, os pequenos e microempresários poderão investir mais e até gerar novos postos de trabalho”, salienta o deputado.

O Paraná possui 623 mil microempresas ativas e 45 mil empresas de pequeno porte. Neste ano 18 mil novas micro e pequenas empresas foram abertas. Em 2016 o Paraná foi o estado que mais teve empregos gerados por micro e pequenas empresas na região Sul, segundo o Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Em termos nacionais, as microempresas paranaenses só perdem, em geração de vagas, para São Paulo e Minas Gerais.

Além disso, a emenda de Pauliki garante que as empresas com faturamento entre R$ 3,6 a 4,8 milhões por ano e que hoje pagam impostos pelo lucro real ou presumido, poderão agora optar pelo Simples.


O que é:



O Simples Nacional estabelece um regime tributário diferenciado para companhias com faturamento anual bruto de até R$ 3,6 milhões. Além da redução da carga de impostos, o programa permite o recolhimento de tributos federais, estaduais e municipais numa única guia. Logo que o regime foi criado foi aprovado uma lei estadual que estabeleceu alíquotas de ICMS menores que as definidas pela União. Com o projeto do atual governo, os impostos para as empresas estaduais terão valores ampliados.



(Fonte : Tupy Company)

Parques Temáticos vão investir mais de R$ 40 milhões no Brasil




O segmento de parques temáticos está encerrando o ano com uma grande conquista. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou na última semana a isenção do imposto de importação para cinco parques brasileiros: Beach Park, Wet n’ Wild, Blue Park, Unipraias Camboriú e Unipraias Gramado. A medida deverá resultar em um investimento de R$ 42,5 milhões e foi resultado de uma negociação feita pelo Ministério do Turismo com a equipe econômica do governo. As empresas precisarão trazer seus equipamentos no período de seis meses.

“Essa decisão mostra como o governo brasileiro acredita no segmento de parques temáticos para impulsionar a economia”, explicou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

O incentivo para compra de novos equipamentos para parques temáticos é uma das ações do Plano Brasil + Turismo, um pacote de medidas lançado em abril para impulsionar o setor de viagens. As iniciativas do Brasil para fortalecimento do segmento foram reconhecidas pelo presidente da Associação Internacional de Parques e Atrações Turísticas (IAAPA), Greg Hale, que, durante congresso internacional realizado em Orlando no mês passado, elogiou o esforço do Brasil em melhorar o ambiente de negócios e, consequentemente, atrair investidores para o país.

No Brasil, o presidente do Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat), Alain Baldacci, comemorou a isenção dos impostos. “Eu acredito que o governo foi sensível à necessidade de constante atualização do setor e isso só pode ser feito através da importância de novos equipamentos e, entendendo essa conjuntura, o governo resolveu abrigar esse pleito com o apoio dos ministros Marx Beltrão e Marcos Pereira, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e das equipes técnicas das duas áreas. Agora nosso objetivo é conquistar essa isenção em definitivo no próximo ano”.



MAIS EMPREGO E RENDA PARA O PAÍS - Um estudo elaborado pelo Sindepat revelou que a redução de carga tributária pode resultar em um investimento de R$ 1,9 bilhão e gerar cerca de 56 mil empregos nos próximos cinco anos. Atualmente, os 18 estabelecimentos associados ao Sindepat geram 11 mil empregos diretos e movimentam cerca de R$1 bilhão na economia por ano.

Segundo o próprio viajante, nove dos dez melhores parques temáticos da América do Sul estão no Brasil, mas o setor avalia que a alta carga tributária ainda é um gargalo significativo para o desenvolvimento do segmento no país, por isso o debate para a isenção do imposto de importação.



(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

Preços de passagens aéreas caem 10% em novembro




As passagens aéreas ficaram 10% mais baratas em novembro, segundo resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O transporte aéreo ocupa o segundo lugar na lista de 15 itens – todos os outros são alimentos - que tiveram as maiores reduções de preços na comparação com outubro deste ano.

A redução de preços dos bilhetes coincide com o histórico recente de aumento da demanda por voos domésticos que, somente em outubro, cresceu 7,7% na comparação com o mesmo período de 2016. Outro dado que sugere o aquecimento do mercado de viagens é que novembro registrou também a maior intenção de viagem do ano, segundo sondagem do consumidor, realizada pelo Ministério do Turismo nas sete maiores capitais do país.

A sondagem do MTur mostra também que cresceu o percentual de brasileiros que pretendem utilizar o avião como meio de transporte em suas viagens. De 48,4% em novembro de 2016 para 51% neste ano.

“Temos indicativos de que a economia está reagindo e no turismo essa recuperação é visível”, comenta o ministro do Turismo, Marx Beltrão. De acordo com o Boletim de Desempenho Econômico do Turismo do MTur, o setor aéreo apresentou o segundo maior aumento de faturamento médio - 11,2% - no terceiro trimestre do ano, entre sete segmentos pesquisados.



(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

Brasil terá 14 mil voos extras no verão, alta de 47% em relação a 2016




Com a chegada da alta temporada de verão, as companhias aéreas vão oferecer mais de 14 mil voos extras entre dezembro e fevereiro para atender a demanda de passageiros. O aumento do número de voos deve gerar cerca de 1,8 milhão de assentos adicionais.

As viagens adicionais representam um crescimento de 47% em relação ao verão deste, quando foram criados 9.500 voos extras no mesmo período.

A companhia aérea Azul é a principal responsável pelo aumento em relação ao último verão. A empresa planeja colocar em operação 6.000 voos extras, o dobro do último verão. No entanto, o maior número de viagens adicionais para a alta temporada será da Gol. A companhia planeja 7.000 voos extras, contra 5.000 da temporada anterior.

A Latam deve ter os mesmos mil voos adicionais realizados na última temporada de verão. A Avianca terá 200 operações adicionais. No último verão, a empresa teve 517 voos extras.

As viagens adicionais serão feitas entre dezembro e fevereiro, tendo como foco principal a ligação para cidades do Nordeste do país. “Nossa operação está focada, principalmente, nos destinos de lazer que registram aumento na demanda por parte dos passageiros, como é o caso das cidades no Nordeste, que são as mais procuradas”, afirma Celso Ferrer, vice-presidente de Planejamento da Gol.

No mercado internacional, o principal foco tem sido destinos da América do Sul, especialmente cidades da Argentina e Chile, mas há também voos extras para os Estados Unidos e Europa.

Gol

Os 7.000 voos extras da Gol devem gerar uma capacidade adicional de um milhão de assentos entre dezembro e fevereiro. Nos voos domésticos, a companhia reforçou as operações em 37 aeroportos, principalmente no Nordeste. Na alta temporada, a empresa terá 32 trechos inéditos, além do aumento de frequência das rotas já existentes.

Do total de voos extras, cerca de 800 serão para destinos internacionais operados pela Gol na Argentina, Chile e Caribe. Somente para a Argentina, serão 630 voos a mais na alta temporada.

A empresa também criou três rotas que irão operar somente no verão. Elas ligam Salvador (BA) a Santiago (Chile), Navegantes (SC) a Buenos Aires (Argentina) e Rio de Janeiro a Mendoza (Argentina).

No Caribe, a Gol terá 28 voos a mais durante a alta temporada entre São Paulo e Punta Cana (República Dominicana).

Os voos adicionais da Gol começaram no dia 1º de dezembro e vão até 28 de fevereiro. Nesse período, a empresa fará um total de 67.593 operações, entre extras e regulares.

Azul

A Azul investiu em novas rotas para atender a demanda de passageiros na alta temporada brasileira de verão. Os 6.000 voos extras irão atender 78 cidades diferentes. Segundo a empresa, os novos mercados serão atendidos por sete rotas inéditas da Azul.

As novas rotas criadas para o verão são Recife (PE) a Paulo Afonso (BA), Recife a Cuiabá (MT), Belém (PA) a Cuiabá, Cabo Frio (RJ) a Buenos Aires (Argentina), Florianópolis (SC) a Uruguaiana (RS), Florianópolis a Caxias do Sul (RS) e Navegantes (SC) a Buenos Aires.

Com os voos extras, a Azul afirma que haverá um acréscimo de mais de 700 mil assentos em todos os seus voos entre dezembro e fevereiro de 2018, além das rotas regulares da companhia.

Os aeroportos de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG) e de Viracopos, em Campinas (SP), terão o maior número de voos adicionais durante a alta temporada. Segundo a empresa, na sequência vem os Estados da Bahia, Santa Catarina, Pernambuco e Rio de Janeiro.

Os voos extras da Azul começam em 15 de dezembro e vão até o dia 4 de fevereiro. Neste período, serão feitos 36.268 voos, sendo 30,1 mil regulares e 6.100 voos extras.

Latam

Na alta temporada de verão, a Latam afirmou que terá 1.050 voos extras, sendo 650 para atender ao mercado nacional e 400 em rotas internacionais da companhia com origem ou destino no Brasil. Os voos adicionais estão programados para acontecer entre 15 de dezembro de 2017 e 31 de janeiro de 2018. Nas operações regulares, a empresa tem uma média de 700 voos por dia.

No mercado nacional, a empresa afirmou que os voos adicionais irão atender todas as regiões, especialmente as rotas com destino ao Nordeste. Nos voos internacionais, os principais destinos que receberão voos adicionais são Madri (Espanha), Milão (Itália), Miami (EUA), Orlando (EUA) e capitais da América do Sul.

Somando os voos regulares e as operações adicionais, a Latam tem a expectativa de transportar cerca de 5 milhões de passageiros nos voos nacionais e mais de um milhão nos voos internacionais durante a alta temporada.

Avianca

A Avianca terá 200 operações adicionais, realizadas entre os dias 22 de dezembro e 15 de fevereiro, entre São Paulo, Florianópolis (SC), Maceió (AL), Rio de Janeiro, Recife (PE) e Salvador (BA).


 (Fonte : Blog Todos a Bordo / UOL / Imagem divulgação)