terça-feira, 27 de março de 2012

REDE LITTORAL ADERE AO PROGRAMA “HÓSPEDE PROTEGIDO”


A rede Littoral Hotels & Flats aderiu ao programa “Hóspede Protegido”, que é realizado pela Abih Nacional – Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, em parceria com a Hotel Assist e que tem por objetivo assegurar os empreendimentos em: Assistência médica por acidente; por enfermidade; farmacêutica; Remoção em caso de emergência; Atendimento odontológico de emergência, além de Repatriação sanitária e funerária.
Com esta iniciativa, a companhia visa oferecer segurança e tranquilidade perante seus clientes, além de um serviço de qualidade em caso de acidentes: “A comodidade e o diferencial para o hoteleiro é fantástica”, enfatiza, o Diretor Geral do grupo, Ricardo Lins.
O programa possui o Plano Ouro, Prata e Bronze, onde os valores de cobertura para cada item se diferenciam, atendendo assim, todos os tipos e tamanhos de meios de hospedagem.
Para mais informações, mande um e-mail para: joaolino@abih.com.br ou xandao@hotelassist.com.br

(Fonte : Revista Hotéis)

DEMANDA POR VIAGENS PARA A REGIÃO DE MIAMI CONTINUA FORTE


A região de Miami e praias adjacentes, na Flórida, ainda é uma das mais procuradas pelos viajantes que vão aos Estados Unidos. Segundo o site Greater Miami And The Beaches, o mês de fevereiro de 2012 registrou aumento na procura de quartos de hotel em relação à média anual de 2011.
A pesquisa, realizada pelo Smith Travel Research, faz uma comparação dos mercados internos nos EUA baseada em ocupação diária, média de valor da tarifa diária e receita por quarto disponível.
Numa lista dos 25 lugares mais procurados dos EUA, a região de Miami ficou listada em primeiro lugar nos quesitos de receita por quarto (US$ 168,49 em média, aumento de 11,2% em relação ao ano passado) e tarifa diária (US$ 200,85, aumento de 9,2%); e em segundo lugar no quesito ocupação (83,9% do total, aumento de 1,6%), perdendo apenas para a ilha de Oahu, no Havaí.
Entre as principais cidades norte-americanas listadas logo abaixo de Miami nos três quesitos estão Nova York, São Francisco e Nova Orleans.

(Fonte: Folha Uol / imagem Greater Miami Convention & Visitors Bureau/Efe)

INFRAERO E ANAC OUVEM CRÍTICAS À CONCENTRAÇÃO NO SETOR AEROPORTUÁRIO


Em audiência pública nesta segunda-feira (26), representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) ouviram muitas críticas em relação ao mercado de aviação civil, como concentração de rotas em poucos aeroportos, tarifas elevadas para operação de táxi aéreo, falta de estrutura regulatória e inconsistência nos controles de segurança. Os representantes do governo, porém, atribuíram grande parte dos problemas ao crescimento inesperado do tráfego aéreo e à política comercial das grandes empresas.
O debate realizado integra ciclo de audiências da Subcomissão Temporária sobre a Aviação Civil, presidida pelo senador Vicentinho Alves (PR-TO), para discutir a situação do transporte aéreo de passageiros no Brasil e propor um novo marco legal para o setor.
Segundo estudos apresentados por Cláudio Jorge Pinto Alves, professor do Departamento de Transporte Aéreo do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), as pesquisas no setor foram incapazes de prever em 2010 e 2011 um crescimento tão elevado no tráfego aéreo, o que, segundo admitiu, impõe um grande desafio à Infraero.
O professor afirmou ser necessário dar condições para sustentar esse crescimento de modo a evitar novo “caos aéreo”, mas explicou que a expansão de aeroportos existentes não é uma solução por si, pois é preciso considerar a integração do sistema do aeroporto com outros subsistemas. Uma saída, conforme sua avaliação, é o incentivo à aviação regional, estimulando a exploração de linhas que não interessem às empresas maiores.
Rui Thomaz de Aquino, membro do Conselho Internacional de Aviação Executiva (Ibac), concordou com a avaliação, chamando a atenção do governo para a redução verificada no número de cidades atendidas por linhas regulares. É preciso, em sua opinião, discutir o aumento da integração dos aeroportos com outros meios de transporte.
Conforme explicou Aquino, somente em Porto Alegre há uma proximidade do aeroporto com o ramal ferroviário. Ele reclamou da falta de legislação para a operação privada de aeroportos, o que tem desestimulado o setor, e criticou o rigor nos controles de segurança em grandes aeroportos, em contraste com a “segurança zero” dos pequenos.
José Henrique Gracioso Moraes, empresário da aviação civil e piloto comercial, reclamou da falta de espaço nos aeroportos e da arbitrariedade no estabelecimento de tarifas para a operação de táxis aéreos. Segundo ele, nenhuma empresa consegue arcar com tarifas tão elevadas, o que tem levado a operações clandestinas. O empresário também apontou a precariedade do atendimento da Anac nos aeroportos.

VERIFICAÇÃO DE ENTRAVES

Fábio Faizi Rabbani, superintendente de Infraestrutura Aeroportuária da Anac, destacou o foco da agência no trabalho de verificação de entraves à malha aeroviária e na administração da fase de transição nos aeródromos – com a adoção gradativa do sistema de concessão.
Para Rabbani, a segurança e a capacitação do pessoal envolvido no sistema têm de estar sempre no topo das preocupações. O aeroporto, em seu ponto de vista, deve ser fator de desenvolvimento para a região, não um empecilho. No entanto, ele criticou a falta de controle, principalmente por parte dos municípios, da ocupação do entorno dos aeroportos.
Luiz Kavumi Miyada, assessor da Diretoria de Aeroportos da Infraero, lamentou que a empresa seja “coletora da chicotada” pelas falhas em 186 aeroportos quando apenas 66 estão sob sua responsabilidade. Miyada assegurou que o Brasil está perto de um novo ciclo de construção de aeroportos, no qual a responsabilidade é dividida.
Respondendo a questões apresentadas pelo senador Vicentinho Alves (PR-TO), Miyada afirmou que a Infraero luta pelo aproveitamento racional dos recursos aeroportuários, mas é limitada a autoridade da empresa para gerir horários de voos e otimizar a malha aeroviária. Vicentinho propôs a elaboração de legislação específica para regular essas questões

(Fonte : Ag. Senado de Notícias)

PAXS DEVEM SER RETIRADOS DE AVIÃO SEM CIRCULAÇÃO DE AR


A Câmara dos Deputados analisa o projeto de lei 3.278/12, do deputado Guilherme Mussi (PSD-SP), que obriga as companhias aéreas brasileiras e as companhias aéreas que operam no território nacional a retirar os passageiros de suas aeronaves quando não houver circulação de ar por mais de 30 minutos dentro do avião.
Segundo o parlamentar, é comum a circulação do ar ser fechada nas aeronaves durante longos períodos de espera em solo ou por curtos períodos, quando os passageiros estão embarcando ou desembarcando.
Pela proposta, que altera o Código de Defesa do Consumidor (CDC – Lei 8.078/90), a empresa que descumprir a norma será multada em R$ 1 mil, e o valor será revertido em favor do consumidor. Além disso, o consumidor que se sentir prejudicado em razão da omissão da empresa poderá receber indenização.
De acordo com Mussi, o ar que circula na cabine dos aviões costuma ser o fator mais apontado como culpado pela transmissão de doenças infecciosas. “Quando a circulação do ar é fechada, os filtros deixam de atuar e as infecções podem se espalhar”, afirma Mussi.
A proposta ainda será distribuída às comissões da Casa.

(Fonte : Panrotas com informações da Ag. Câmara de Notícias)

COMISSÃO DA ANAC NEGA RECURSOS CONTRA LEILÃO DE VIRACOPOS


A comissão de licitação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) julgou improcedentes dois recursos contra os vencedores do leilão do aeroporto de Campinas (SP).
A decisão ainda precisa passar pela diretoria da agência, que deve manter a vitória do consórcio formado pelas empresas UTC Engenharia, Triunfo Participações e a francesa Egis Airport. O consórcio ofereceu R$ 3,8 bilhões para administrar Viracopos.
A previsão é que a Anac se manifeste até sexta-feira. Caso não haja contestação judicial, a intenção é que o contrato seja assinado em maio.
A Folha apurou que o governo Dilma foi alertado por assessores para o fato de que eventual desclassificação do vencedor do leilão de Viracopos poderia repercutir mal e prejudicar futuras licitações.

RECURSOS
As contestações haviam sido apresentadas pelo grupo Odebrecht, segundo colocado na concorrência, e pela empresa ES Engenharia, que não participou da disputa.
A Odebrecht reclamava do não cumprimento do edital pela Egis, citando o fato de a companhia não ter entregue certidões pedidas no edital. A Folha obteve, pelo site de um cartório da França, uma das certidões não entregues -no lugar dela, foi apresentada uma declaração.
A Odebrecht também alegava que a Egis não era a operadora do único aeroporto (no Chipre) em que cumpria a exigência de receber 5 milhões de passageiros ao ano.
O consórcio vencedor respondeu que cumpriu o edital, já que certidões poderiam ser substituídas por declarações, alegando que não há acordo com a França para equivalência de documentos -o grupo sustenta que a certidão obtida pela Folha não era equivalente à brasileira.
Foram apresentados documentos garantindo que a Egis opera o aeroporto no Chipre.
A comissão da Anac aceitou os argumentos e homologou o resultado. Nos leilões de Guarulhos (SP) e Brasília (DF), não houve recursos. A Odebrecht disse que aguardará a decisão final da Anac.

(Fonte : Folha Uol)

GOL VAI REDUZIR DE 4 PARA 3 NÚMERO DE COMISSÁRIOS A BORDO


A Gol confirmou ontem planos de reduzir a quantidade atual de comissários a bordo de seus aviões de quatro para três.
A empresa informou que recebeu homologação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para operar com três comissários no Boeing-737/700, para 140 passageiros. Não há data para a implementação da medida.
Em torno de 30% da frota combinada da Gol com a Webjet é composta por aviões desse tipo, ou o equivalente a 42 unidades. A Gol anunciou a aquisição de 100% da Webjet, em outubro.
Na sexta-feira, a Gol havia aberto programa de demissão voluntária.
(Fonte : Reuters)

SEM FISCALIZAÇÃO, VOO DUPLO VIRA COMÉRCIO ILEGAL NO RIO


Apesar de proibida, de acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e o Ministério Público Federal no Rio, a prática de venda de voos duplos em asas delta e parapentes é feita sem fiscalização e punição no Rio.
Os dois são considerados veículos aéreos experimentais. Por isso, os voos não podem ser comercializados.
Mas para burlar a lei, turistas são cadastrados como alunos antes de saltar, caracterizando o voo como instrução -esta, sim, autorizada.
No domingo, a nutricionista Priscila Boliveira, 24, irmã do ator Fabrício Boliveira, morreu ao cair de um parapente a 30 metros do solo, durante um voo duplo.
O instrutor que a acompanhava, Alan Figueiredo, será indiciado sob suspeita de homicídio culposo (sem intenção), por negligência, segundo o delegado Fábio Barucke.
A trava de segurança que a prendia ao parapente teria aberto, fazendo com que Priscila escorregasse. Em depoimento, o instrutor disse que ainda tentou segurá-la.
A Anac diz não ser responsável por fiscalizar a prática, já que os voos duplos são considerados voos experimentais e esportivos, segundo o Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica.
Na internet, a página do guia oficial da cidade, produzido pela Riotur, classifica o programa como "excelente pedida". Mas ressalva as restrições da comercialização de voos duplos.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo)