quarta-feira, 23 de maio de 2012

EMPRÉSTIMOS MENSAIS DA CEF PARA TURISMO SOBEM 2.461%




Em nove anos, o aporte mensal da Caixa Econômica Federal (CEF) para empresas do setor turístico saltou de R$ 18 milhões, em janeiro de 2003, para R$ 443 milhões em março deste ano. O crescimento foi de 2.461%.
A CEF injetou R$ 1,7 bilhão em crédito para o turismo nos quatro primeiros meses do ano. O valor é 19% maior que o verificado no mesmo período de 2011.
Somente no primeiro quadrimestre de 2012, o desembolso médio foi de R$ 414 milhões ao mês, contra R$ 23 milhões, em média, registrados mensalmente em 2003. A expectativa é que em maio essa média supere os R$ 600 milhões.
Nesta segunda-feira (21), durante a 35ª reunião do Conselho Nacional de Turismo, o vice-presidente da CEF, Fábio Lenza, afirmou que “caso a média permaneça, chegaremos ao final do ano com um recorde histórico de aplicações, alcançando os R$ 5 bilhões”. De 2003 até 2011, o banco federal já emprestou R$ 19,1 bilhões a empreendimentos turísticos no Brasil, montante dividido entre capital de giro (97,2%) e investimento (2,78%).

FACILIDADE PARA TURISTAS

Turistas interessados em financiar viagens também têm acesso a empréstimos pessoais concedidos pela Caixa Econômica Federal. Até agora, a CEF já emitiu mais de 2,5 milhões de cartões Turismo que atendem esse público.
Somente em 2012, 251 mil novos cartões foram disponibilizados, 32% a mais em relação ao mesmo período do ano passado. O montante autorizado, neste ano, foi de R$ 58 milhões.
Segundo o diretor do Departamento de Financiamento e Promoção de Investimentos no Turismo (DFPIT) do MTur, Hermano Carvalho, os números confirmam o aumento do poder de consumo do brasileiro e das viagens como hábito de lazer. “Há uma revolução cultural no turismo. As pessoas estão viajando mais, desfrutando o Brasil. Somado a isso, há a aproximação dos megaeventos esportivos que o país vai sediar, e fundamentalmente, o aquecimento do setor como um todo”.
Para o diretor, o resultado mostra que “o MTur e a CEF estão cumprindo seu papel de fomentar o segmento produtivo do turismo e estimular as empresas a procurar os bancos oficiais para incrementarem seu negócio”.

(Fonte : MTur / imagem divulgação)

OMT PARABENIZA CBC&VB POR DESTAQUE DO BRASIL NA ICCA



O presidente da Confederação Brasileira dos Convention & Visitors Bureaux, João Luiz dos Santos Moreira, recebeu os cumprimentos da Organização Mundial do Turismo (OMT) - através do Diretor Executivo da entidade - Marcio Favilla, pelo resultado anunciado pela ICCA do sexto lugar alcançado pelo Brasil como realizador de eventos internacionais.
"O resultado reafirma, mais uma vez, o forte posicionamento alcançado em âmbito internacional por este importante segmento do turismo de nosso país nos últimos anos, contribui para a geração de emprego e renda na economia brasileira e, sem dúvida, fortalece a imagem do Brasil como destino turístico de qualidade internacional", acrescenta Favilla.

(Imagem divulgação)

NOVA PESQUISA DA WYNDHAM OUVIU BRASILEIROS SOBRE OS HÁBITOS DE VIAGENS



Com a chegada da movimentada temporada de verão, viajantes de todo o mundo estão focados em relaxar e passar o tempo com a família, apesar da diferença em algumas preferências e prioridades. As conclusões são de uma pesquisa divulgada pelo Wyndham Hotel Group a desenvolvida para melhor entender as tendências de viagens envolvendo os hóspedes globais do grupo hoteleiro. O estudo ouviu 5.600 adultos nas principais cidades do Brasil, Canadá, China, Reino Unido e EUA.
Veja algumas das conclusões da pesquisa:


· Depois de preço e localização, a qualidade é o fator mais importante para os viajantes dos EUA na seleção de hotéis, seguido de bons comentários e benefícios extras como acesso gratuito à internet e café da manhã incluso. A idade do hotel é o fator menos importante. Para os viajantes chineses, a qualidade é o fator mais importante;

· A maior parte dos viajantes norte-americanos (73%) e brasileiros (70%), esperam viajar de férias entre três e sete dias. Em comparação, os viajantes do Reino Unido planejam as férias mais longas: 25% pretende viajar duas semanas ou mais. Os viajantes chineses são os que tiram férias mais curtas, com a maioria (75%) viajando cinco dias ou menos;

· Pouco menos de um terço (29%) dos viajantes dos EUA e 41% do Reino Unido planejam férias em uma localidade de praia no verão. Ao contrário, apenas 20% dos viajantes chineses pretendem tirar férias na praia, preferindo as excursões;

· Os viajantes chineses são os mais conscientes em termos de hospitalidade. Entre eles, 37% disseram que depois do wi-fi e do café da manhã, o benefício que mais apreciam é a oferta de transporte de e para o aeroporto. Acesso ao concièrge fica em quarto lugar. Já para os norte-americanos, depois do wi-fi e do café da manhã cortesia, a amenitie mais desejada em 3º lugar é a televisão por satélite (cabo), seguida de acesso à piscina;

· Independentemente da nacionalidade, a maioria dos viajantes concorda sobre a necessidade de ter paz e tranquilidade quando estão viajando. Mais da metade (55%) disseram que o relaxamento será a razão primária de suas próximas viagens;

· Mais da metade (59%) de todos os participantes da pesquisa pretendem viajar com suas famílias no verão e 23% de todos os viajantes embarcarão em um grande portão (hub) com suas famílias;

· Quase um terço (29%) de todos os viajantes disseram que o preço é o fator mais importante na escolha de um hotel, seguido pela localização. Adicionalmente, as mulheres são mais conscientes em relação a preços do que os homens. Um terço (32%) das mulheres escolheu o preço como o fator mais importante na escolha de um hotel, contra um quarto (25%) dos homens;


  Entre todas as nacionalidades, os hotéis mid-prices são a escolha mais popular, mas 55% dos viajantes normalmente procuram por acomodações de categorias midscale ou econômicas.

Segundo a Wyndham, com 15 marcas hoteleiras, mais de 7.150 hotéis em 65 países, é importante entender as diferenças culturais e as similaridades que ajudam a moldar as decisões de viagens de nossos consumidores, disse Flo Lugli, vice-presidente executiva de Marketing do Wyndham Hotel Group.

(Fonte : Business Travel Magazine / imagem divulgação)

MINISTÉRIO SUGERE FLEXIBILIZAR LEIS TRABALHISTAS EM GRANDES EVENTOS



O Ministério do Turismo sugeriu flexibilizar leis trabalhistas para incentivar contratações temporárias durante grandes eventos sediados no Brasil. Em audiência pública da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, o diretor do departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico, do Ministério do Turismo, Ricardo Moesch, afirmou que uma das maneiras de tornar o setor mais competitivo no Brasil é reduzir os custos da atividade.
Segundo ele, o Ministério tem incentivado a desoneração tributária, principalmente para hotéis. Ele defendeu também regras mais flexíveis para as relações trabalhistas no turismo. "As organizadoras de eventos, por exemplo, têm trabalhadores temporários apenas para alguns eventos. A CLT já previa, em 1940, a condição do 'safrista', ou seja, aquele empregado contratado apenas para uma safra. A safra do turismo às vezes é o verão, às vezes é um evento", afirmou.
O presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Abreu, afirmou que o preço das diárias praticado no Brasil não se deve aos altos custos operacionais dos hotéis. "Isso acontece em função do aumento da demanda e pouca oferta, porque grande parte da rede hoteleira em cidades brasileiras tinha problema de mercado. À medida que esses mercados estão se reorganizando, aumentam a demanda e os preços, enquanto a oferta não sobe. Não é uma hotelaria cara, mas adequada à lei de oferta e procura."
O deputado Roberto Santiago (PSD-SP) cobrou do governo uma política efetiva para o Turismo no Brasil e sugeriu a desoneração da tarifa de energia elétrica para o setor. "O culpado não é o trabalhador que, dentro desse processo, é o que menos ganha. Portanto, o Ministério do Turismo está equivocado. Nós queremos e precisamos é que o Ministério tenha um grande projeto para turismo no Brasil. Os culpados não são os que não apresentam um projeto para nação", destacou.
O presidente da Comissão de Trabalho, Sebastião Bala Rocha (PDT-AP), cobrou do governo programas de qualificação profissional na área de turismo.

(Fonte : Ag. Câmara de Notícias)

BC TENTA CONTER ALTA, MAS DÓLAR VAI A R$ 2,08



O Banco Central agiu pesadamente ontem para segurar a alta do dólar, mas não conseguiu impedir mais uma forte valorização da moeda.
O BC fez uma operação no mercado futuro equivalente à venda de US$ 2,2 bilhões, valor considerado alto por analistas. Apesar disso, o dólar subiu 1,6%, para R$ 2,08, maior cotação em três anos.
O dólar está em alta em todo o mundo devido às incertezas na Europa. No entanto, a divisa vem subindo com mais força no Brasil por causa das medidas que o governo adotou nos últimos meses para desvalorizar o real.
A taxação de operações de venda de dólar no mercado futuro, por exemplo, intensifica os movimento de alta da moeda americana, dizem analistas. No ano, o real recua 11% ante o dólar, maior queda entre 16 moedas.
O ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Comércio e Indústria) afirmou ontem que o dólar pouco acima de R$ 2 torna a indústria mais competitiva.
"Temos que assegurar um patamar adequado para o câmbio. Hoje o dólar está pouco acima de R$ 2, quero crer que é um valor adequado para a indústria", disse.
Apesar de reconhecer que o dólar nesse patamar é "preocupante" para as importações, ele frisou que por outro lado beneficia exportações.
Para o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, "o câmbio está sem teto", ou seja, deve subir mais no curto prazo.
Segundo ele, o contínuo discurso do governo de que o dólar alto é melhor para a indústria deixou o mercado sem parâmetro para o câmbio. "Sem saber se a moeda vai continuar subindo, investidores e empresários antecipam as compras, o que pressiona mais a alta do dólar".
O BC, que vinha comprando dólares e alimentando a alta da moeda, passou a vender a divisa não porque esteja incomodado com a alta, avalia Perfeito, mas porque quer evitar um salto muito rápido da taxa de câmbio.
"Estamos numa zona de incerteza muito grande. Essa instabilidade no dólar afeta o planejamento dos empresários e traz riscos para a inflação", nota Alfredo Barbutti, da BCG Liquidez.
Ontem, também foi um dia de forte instabilidade na Bolsa de São Paulo, que caiu 2,74%. Segundo Perfeito, os investidores reagem ao fraco desempenho da economia e à queda do real, que torna o investimento aqui menos atrativo. Em dólar, a bolsa tem queda de 20% em maio.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo/ imagem divulgação)

CÂMARA BARRA REGRA QUE FLEXIBILIZA LICITAÇÃO



Fracassou a tentativa do governo de aprovar, na Câmara, proposta que flexibiliza regras de licitações de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Um desacordo entre o Palácio do Planalto e os deputados da base e da oposição acabou inviabilizando a votação de outros pontos da medida provisória na qual estava a flexbilização.
A MP "caducará" na semana que vem - 31 de maio.
A flexibilização das licitações seria feita por meio do RDC (Regime Diferenciado de Contratações).
Criado originalmente para ser aplicado nas obras ligadas à Copa e aos Jogos Olímpicos, ele traz uma série de inovações em relação à Lei de Licitações, a 8.666/93.
Um dos pontos mais polêmicos é o "orçamento secreto", em que as empresas só conhecem o valor estimado para uma obra depois que apresentam propostas às licitações.
Diversos grupos políticos ameaçavam votar contra esse e outros artigos da MP se suas demandas não fossem atendidas pelo governo.
A bancada ruralista, por exemplo, não concordou com a ampliação do teto de cobrança da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) na cadeia do álcool.
A oposição colocou-se contra o RDC para o PAC.
O PDT, por sua vez, tentou resolver, no plenário, uma divergência com a equipe econômica que prevê isenção de Imposto de Renda no pagamento de participação de lucros e resultados recebida pelos trabalhadores.
Dilma e as centrais sindicais não se entendem em relação ao valor sobre o qual haverá isenção.
A proposta inserida pelo relator Jerônimo Goergen (PP-RS) na MP é a de que o funcionário que recebesse até R$ 12 mil de participação não teria esse montante tributado. Mas o Ministério da Fazenda foi contrário.
Diante de tantos impasses, o Planalto decidiu recuar.
Por ora, a decisão é enviar uma nova MP tratando da Cide e incluir as mudanças no RDC em outra MP.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo)

OMT DIVULGA DECLARAÇÃO DA REUNIÃO DO T-20



A Organização Mundial do Turismo (OMT) divulgou o conteúdo da declaração assinada pelos representantes do T-20, as 20 maiores economias do mundo, após reunião realizada no México, na semana passada. A quarta reunião do grupo ocorreu no mesmo país que em junho recebe a reunião do G-20 e, segundo a OMT, a declaração deverá entrar na pauta da reunião dos presidentes e primeiros ministros dos 19 países que lideram a economia mundial, além da União Europeia. “A declaração envia um sinal extraordinariamente positivo à comunidade internacional no sentido de que estamos avançando em relação à flexibilização dos vistos para entrada nos países, uma questão de vital importância para o setor turístico e para a economia mundial”, diz o secretário geral da OMT, Taleb Rifai, a respeito da declaração, que tem como tema central a flexibilização dos vistos.
“Para garantir que o turismo possa desempenhar um papel chave na criação de oportunidades de trabalho, direto e indiretamente, mediante seus vínculos com a economia local, na geração de receita, na melhora da balança comercial e no estímulo ao crescimento econômico, é preciso que a facilitação das viagens e do turismo se transformem em uma prioridade”, diz o documento. As autoridades de turismo reuniram-se com o atual presidente do G-20, o presidente mexicano Felipe Calderón, que se comprometeu em levar a declaração à reunião do G-20. A Rússia, país que terá a presidência do G-20 em 2013, deverá receber a próxima reunião do T-20.

(Fonte : Panrotas)