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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Vendas no turismo de negócios crescem 10% no 3º trimestre




As viagens de negócios movimentaram no terceiro trimestre deste ano R$ 3,01 bilhões em vendas de passagens aéreas, diárias de hotéis, locação de veículos e eventos, aumento de 10% ante igual período de 2016, informou hoje a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), que reúne as maiores empresas do setor.

Apesar do crescimento ante 2016, o turismo corporativo ainda está com vendas abaixo das apuradas em 2015, quando o volume de negócios somou R$ 3,10 bilhões de julho a setembro.

Dentre as atividades do turismo corporativo, os segmentos aéreos nacional e internacional lideraram o conjunto de vendas, com crescimento de 13,4% e 20,2%, atingindo em vendas R$ 1,19 bilhões e R$ 814,8 milhões, respectivamente.

O mercado aéreo de viagens corporativas fechou o terceiro trimestre com a Gol na liderança, com 31,6% em bilhetes emitidos, seguida pela Latam (28,4%); Azul (23,2%) e Avianca (15,8%).

Também em termos de faturamento a Gol lidera o mercado de viagens de negócios, com 32%; seguida por Azul (27,7%); Latam (27,4%) e Avianca (12,1%).

Já para o segmento de hotelaria nacional, a Abracorp apurou no terceiro trimestre de 2017 uma retração de 1,86%, com vendas somadas de R$ 490,5 milhões.



(Fonte : Valor / Imagem divulgação)

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Faturamento de empresas do Turismo cresce 4,3% no 3T17


A recuperação econômica do Brasil já mostra resultados no Turismo. Dados da última pesquisa trimestral do Ministério do Turismo - referente ao 3º tri do ano - apontam crescimento de 4,3% no faturamento médio das empresas do setor, em comparação ao mesmo período de 2016. Do total, 66% ainda revelam a intenção de realizar novos investimentos em 2017.

"Os dados mostram o vigor do Turismo, que, mesmo diante da crise vivida pelo País nos últimos anos, conseguiu registrar números positivos", declarou o ministro Marx Beltrão.

Os aumentos mais expressivos ocorreram nos segmentos de parques e atrações turísticas (+11,4%), transporte aéreo (+11,2%), operadoras (+10,3%) e agências de viagens (+9,3%).

Já em relação às empresas que revelam a intenção de investir parte do faturamento apurado, 15,2% delas são de receptivos, seguidos por organização de eventos (8,1%), meios de hospedagem (5,2%) e transporte aéreo (4,7%).

O Boletim de Desempenho Econômico do Turismo também mostra um total de 716 empresas empregando 79,3 mil pessoas e um faturamento geral de R$ 9,2 bilhões no trimestre.



(Fonte : Panrotas /Imagem divulgação)

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Rio gera mais de 10% do Turismo no Brasil




O setor de Viagens e Turismo contribuiu com US$ 6,5 bilhões no PIB no Rio de Janeiro em 2016, sendo 4,9% da economia da cidade e 11,5% da geração da indústria no Brasil. No entanto, menos de 6% do gasto na cidade vem do mercado internacional, revelou um novo relatório do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC).

América Latina City Travel & Tourism Impact é uma das séries de relatórios do WTTC que analisa a contribuição do mercado para as economias das cidades e a criação de emprego. O estudo abrange 65 cidades, seis na América Latina.
Os dados sugerem que hospedar a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016 tive um impacto direto sobre o PIB geral e principalmente no setor de Viagens e Turismo, inclusive no aumento de contratações na cidade. Em 2014, houve um pequeno aumento no volume de visitas e pernoites, porém este nível não foi mantido; e em 2016, como muitas vezes visto após mega-eventos, houve um deslocamento significativo para outros destinos, com viagens adiadas ou canceladas. As melhorias na demanda internacional também foram compensadas pela menor demanda doméstica devido à recessão.

BRASÍLIA
Menos de 4% da atividade do setor em Brasília foi gerada pela demanda internacional, já que a capital do Brasil depende da despesa doméstica. As viagens de negócios são importantes para a cidade, incluindo grandes volumes de viagens relacionadas com o governo. O crescimento diminuiu mais recentemente durante a recessão, mas isso segue um crescimento particularmente forte nos anos anteriores, pois a atividade econômica cresceu, ajudada pelo aumento dos gastos do governo.

O PIB turístico de Brasília é de apenas 3,2% da economia da cidade, representando US$ 2,2 bilhões. O setor gera cerca de 52 mil empregos na cidade, ou 3,9% do percentual de Brasília.
A contribuição total da indústria para o PIB do Brasil foi de R$ 530,5 milhões (US$ 152,2 bilhões), 8,5% do PIB em 2016. A contribuição total do setor para o emprego, incluindo empregos indiretamente apoiados pelo setor, foi de 7,8% do total empregativo (sete milhões de empregos). Nos próximos dez anos, a previsão é de nove milhões de empregos no Brasil através da atividade turística.



(Fonte : Panrotas / Imagem divulgação)

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Mercado prevê inflação de 3,06% e nova queda da Selic esta semana




O mercado financeiro aumentou a projeção de inflação pela terceira vez seguida. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 3% para 3,06%, este ano. A estimativa é do Boletim Focus, uma publicação divulgada toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), com projeções para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a estimativa para o IPCA permanece em 4,02%. As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,5%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 8,25% ao ano.

Nesta terça e quarta-feira  (25), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reúne-se para definir a Selic. A expectativa do mercado é de ue a taxa caia para 7,5% ao ano nessa reunião. Para o fim de 2017, a expectativa permanece em 7% ao ano. Essa também é a projeção para o fim de 2018.

Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi levemente ajustada de 0,72% para 0,73%, este ano. Para 2018, a estimativa de expansão segue em 2,50%.



(Fonte : Ag. Brasil de Notícias / Imagem divulgação)

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Após 2 meses de alta, atividade econômica volta a cair




Após dois meses seguidos de crescimento, a atividade econômica registrou queda em agosto. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) teve queda 0,38%, em agosto, segundo dados divulgados hoje.

Na comparação com agosto de 2016, houve crescimento de 1,64% (sem ajuste para o período). Em 12 meses encerrados em agosto, o indicador tem retração de 1,08%. No ano, até agosto, houve crescimento de 0,31%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica, mas não substitui os dados oficiais do PIB.



(Fonte : Panrotas com informações da Ag.Brasil / Imagem divulgação)

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Gastos no Exterior sobem e receita de estrangeiros cai




O Brasil está retornando à rotina? Os gastos de brasileiros no Exterior totalizaram US$ 1,7 bilhão em agosto, aumento de 35% sobre o mesmo mês em 2016, e a receita com turistas estrangeiros caiu 24%, chegando a US$ 455 milhões. Vale lembrar que em agosto de 2016 ocorreu parte dos Jogos Olímpicos, o que impactou tanto o fluxo de visitantes para o Exterior quanto de turistas no Brasil.

Olhemos então o acumulado do ano: nos oito primeiros meses o gasto de brasileiros no Exterior saltou de US$ 9,2 bilhões, em 2016, para US$ 12,4 bilhões este ano. Já a receita com estrangeiros no Brasil caiu e US$ 4,2 bilhões em 2016 para US$ 3,9 bilhões em 2017.

Para quem pensou que a Olimpíada iria gerar uma onda de crescimento de chegadas internacionais, o resultado é que foi apenas uma bolha temporária. Por outro lado, vê-se que os brasileiros voltaram a gastar lá fora, seja com viagens, seja com compras on-line.



(Fonte : Panrotas / Imagem divulgação)

terça-feira, 19 de setembro de 2017

PIB brasileiro cresce 0,6% no trimestre fechado em julho




O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve alta de 0,6% no trimestre encerrado em julho se comparado ao trimestre encerrado em abril deste ano. Em comparação ao trimestre encerrado em julho de 2016, o crescimento foi de 1,1%. Considerando-se apenas o mês de julho, houve altas de 0,1% na comparação com o mês anterior e de 1,3% na comparação com julho do ano passado. Os dados do Monitor do PIB foram divulgados hoje (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Na alta de 1,1% do trimestre encerrado em julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, destacam-se os setores de agropecuária (11,7%), indústria extrativa mineral (4,5%), indústria de transformação (1,6%), comércio (3%), transportes (2,4%) e outros serviços (1,5%). Em relação à demanda, o consumo das famílias cresceu 1,9% no período, mas a formação bruta de capital fixo (investimentos) caiu 4,5%. As exportações cresceram 5,7%, com destaque para os produtos da agropecuária (8,1%) e indústria extrativa mineral (31,4%).

As importações regrediram 1,8%, em grande causa devido à queda de 43,8% na compra de bens de capital (máquinas e equipamentos) pelo setor produtivo. O PIB acumulado em 2017 até o mês de julho, em valores correntes, alcançou o valor aproximado de R$ 3,78 trilhões.


EXPECTATIVA


O mercado financeiro reduziu a projeção para a inflação em 2017 e 2018. De acordo com o boletim Focus, publicação semanal do site do Banco Central (BC), a estimativa do mercado financeiro para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,14% para 3,08% este ano, na quarta redução seguida. Para 2018, a projeção do IPCA diminuiu de 4,15% para 4,12%, no terceiro ajuste consecutivo.

As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,5%, que deve ser buscada pelo Banco Central. Essa meta tem um intervalo de tolerância entre 3% e 6%. Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), atualmente 8,25% ao ano.



(Fonte : Panrotas com informações da Ag. Brasil de Notícias / Imagem divulgação)

Turismo já representa US$ 100 bilhões no Google




Dono de marcas como Booking, Kayak e o recém-adquirido Momondo, o Grupo Priceline tem valor de mercado estipulado em cerca de US$ 91 bilhões, mas já não vale mais do que o chamado Google Travel, ferramenta do buscador para busca de viagens, passeios e serviços relacionados. De acordo com um estudo desenvolvido pelo Skift Research, o Turismo já representa 15% do valor total da marca Google, fato que o coloca à frente do grupo comandado por Glenn Fogel e valendo cerca de US$ 100 bilhões.

O alto valor de marca atingido pelo Google Travel se dá justamente por investimentos de grandes grupos, como o próprio Priceline, em ferramentas de marketing digital, como o Adwords, por exemplo. Segundo o Skift, os valores gastos pelo Grupo Priceline em publicidade terão uma alta de 23% em 2017, atingindo cerca de US$ 4,3 bilhões, enquanto outro gigante, a Expedia, gastará algo próximo de US$ 2,9 mi.

Acumulados aos investimentos de outros players, como os mecanismos de busca Airbnb e Trivago, além de companhias aéreas, hotéis e outros, o Google deverá receber US$ 14 bilhões do Turismo mundial em publicidade neste ano. "Esse valor coloca o Google como um dos líderes da indústria turística mundial", aponta o estudo.


FACEBOOK ATRÁS



A maior rede social do planeta também é uma ferramenta estratégica para o mercado no universo digital, mas não tão potente como o Google. A grande diversidade de mecanismos dispostos pelo Facebook para fomentar o mercado ainda são "passos pequenos" perto do que o Google faz pelos players turísticos, segundo o Skift.



(Fonte : Panrotas com informações do Skift / Imagem divulgação)

terça-feira, 16 de maio de 2017

Quase 60 mil vagas foram criadas em abril, melhor resultado desde 2014


Após queda em março, o emprego formal voltou a reagir em abril. Entre demissões e contratações, foram criadas 59,8 mil vagas com carteira assinada, o melhor resultado para o mês desde 2014.
Em março, o resultado do emprego havia sido negativo em 63,6 mil vagas formais, revertendo a melhora em fevereiro, quando pela primeira vez em 22 meses o saldo foi positivo, com a criação de 35,7 mil empregos.
Em abril de 2016, houve perda de 62,8 mil vagas.
No acumulado do ano, foram eliminadas 933 vagas com carteira, praticamente uma estabilidade em relação ao total de empregos formais existentes em dezembro de 2016.
O único setor que eliminou postos de trabalho foi a construção civil, que perdeu 1,7 mil vagas.
O setor que mais criou postos de trabalho no mês passado foi serviços, com 24,7 mil vagas a mais. O resultado foi puxado por serviços médicos e odontológicos, transportes e comunicações e ensino.
Em segundo lugar, vem a agropecuária, com 14,6 mil vagas criadas, desempenho determinado pelos postos de trabalho surgidos nos cultivos de cana de açúcar e café.
E em terceiro lugar está a indústria de transformação, onde 13,6 mil postos de trabalho foram criados, com destaque para a indústria química, produção alimentícia e borracha.
"Esperamos resultados positivos em maio", disse o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. "A tendência é que se continue a criar vagas no Brasil, e esperamos que isso se concretize e se estabeleça", afirmou.
De acordo com Nogueira, "quanto maior o número de pessoas consumindo, toda a cadeia se fortalece". "A retomada do emprego é fundamental para a economia, vamos ter uma economia forte no país", declarou


(Fonte : Jornal Folha de SP / Imagem divulgação)

Possível derrubada de veto à lei do ISS nesta semana preocupa empresas

 

A possibilidade de que seja votada nesta semana a derrubada a um veto na lei que regula o ISS (Imposto Sobre Serviços) tem gerado preocupação entre empresas financeiras e de planos de saúde.
O trecho, vetado pelo presidente Michel Temer no fim de 2016, determinava que o ISS fosse recolhido no local de prestação do serviço, e não na cidade-sede da companhia.
O Congresso tem a intenção de marcar a votação para a noite desta quarta (17), mas não foi confirmada, segundo a assessoria do Senado.
A mudança seria um "pesadelo operacional", afirma Ricardo Vieira, diretor-executivo da Abecs, que reúne empresas de cartões de crédito.
"Cada cidade tem um prazo, uma base de cálculo diferente, e seria preciso ter uma representação física em cada local", diz o executivo, que esteve na segunda (15) em Brasília conversando com parlamentares sobre o tema.
A alta do custo operacional pode inviabilizar a prestação dos serviços em cidades pequenas, principalmente para companhias de menor porte, afirma o superintendente da Abramge (de planos de saúde), Francisco Wisneski.
Também seriam afetadas operações de leasing, consórcio e fundos de investimento.
A mudança no recolhimento atendia a uma demanda das prefeituras para ampliar sua arrecadação, diz o presidente da CNM (confederação de municípios), Paulo Ziulkoski.
*

(Fonte : Coluna Mercado Aberto – J. Folha de SP / Imagem divulgação)

Mercado financeiro reduz projeção de inflação para 3,93%


Pela décima vez consecutiva, o mercado financeiro reduziu a projeção para a inflação este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,01% para 3,93%, de acordo com o boletim Focus, uma publicação elaborada todas as semanas, pelo Banco Central (BC), e divulgada às segundas-feiras.
Abaixo do centro de meta, que é de 4,5%, a projeção para a inflação deste ano tem o limite inferior de 3% e superior de 6%. A estimativa para o próximo ano, porém, caiu de 4,39% para 4,36%. Em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) as instituições financeiras projetaram um crescimento de 0,47% para 0,50%. Para o próximo ano, a estimativa permanece em 2,50%.

TAXA SELIC
Para este e o próximo ano, as instituições financeiras mantém a previsão de para a taxa básica de juros em 8,5%. Atualmente, a Selic está em 11,25% ao ano.


(Fonte : Panrotas, com informações da Ag. Brasil / Imagem divulgação)

terça-feira, 9 de maio de 2017

Brasil mantém liderança na realização de eventos na América do Sul


O ano de 2016 foi marcado por recordes na realização de eventos internacionais, é o que diz o levantamento feito pela Associação Internacional de Congressos e Eventos (ICCA, na sigla em inglês) e divulgado nesta segunda-feira (08). Foram registrados 12.212 eventos no mundo, 136 a mais do que no ano anterior. O Brasil continua sendo o país da América do Sul que mais sediou eventos – 244 no continente.
No ranking global, o Brasil recuou quatro posições em relação ao ano anterior, passando da 11ª para a 15ª posição entre as nações que mais sediam eventos internacionais. O relatório da entidade chama a atenção para uma década que foi considerada como sendo de “grande sucesso” para o setor, passando de pouco mais de 6 mil em 2006 para mais de 2012 em 2016.
“Desde que assumi o Ministério do Turismo tenho trabalhado arduamente para incentivar todos os segmentos do turismo brasileiro. Para isso, lançamos no início de abril o Brasil + Turismo, pacote para fortalecer o setor no país que tem entre suas ações a emissão de vistos eletrônicos, até o fim de 2017, para turistas dos EUA, Canadá, Austrália e Japão. Acredito que a facilitação de viagens irá atrair ainda mais visitantes e negócios ao nosso país”, afirmou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.
De acordo com o estudo Demanda Internacional, do Ministério do Turismo, 20,2% dos turistas estrangeiros que estiveram ao Brasil em 2015 vieram motivados por negócios, eventos e convenções. As cidades mais procuradas foram: São Paulo (45,1%), Rio de Janeiro (24,5%) e Curitiba (4,2%). O gasto médio per capita do turista foi de US$ 82,48, valor superior ao dos turistas a lazer - US$ 67,12.

ICCA - Para ser contabilizado no ranking da ICCA, os eventos internacionais devem seguir alguns critérios: serem organizados por associações, ter uma periodicidade fixa, contar com ao menos 50 participantes e terem sido realizados em pelo menos três países.
Os Estados Unidos continuaram na primeira posição do ranking entre os países que mais sediaram eventos (934) - nove a mais do que em 2015 - seguido da Alemanha (689), Reino Unido (582), França (545) e Espanha (533).


(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

segunda-feira, 20 de março de 2017

Faturamento do turismo nacional no último trimestre de 2016 supera em 37% estimativas do setor


O faturamento alcançado pelo setor turístico brasileiro como um todo no último trimestre de 2016 superou em 37% as estimativas previamente projetadas pelo setor. Na mesma linha, o nível de emprego efetivamente observado nos três últimos meses do ano passado superou em 38% o que representantes da área tinham como prognóstico.
Os números estão no Boletim de Desempenho Econômico do Turismo, publicação trimestral realizada pelo Ministério do Turismo, por meio da Fundação Getulio Vargas (FGV). Foram ouvidas 918 empresas, que representam 71.498 postos de trabalho e apresentaram um faturamento no trimestre de R$ 7,8 bilhões. Elas integram sete setores: Transporte Aéreo, Parques e Atrações, Agências de Viagens, Meios de Hospedagem, Turismo Receptivo, Organizadores de Eventos e Operadoras de Turismo. O levantamento foi realizado entre 2 e 31 de janeiro de 2017.
“Os números mostram que o empresariado do turismo aposta no setor e acredita na recuperação econômica do país. Do ponto de vista do MTur precisamos manter a parceria e assegurar os investimentos na melhoria da infraestrutura turística para fazer com que o turismo seja reconhecido como uma importante atividade econômica no país”, afirmou o ministro Marx Beltrão.
Em outra frente, o percentual do faturamento das empresas previsto para ser usado como investimento no primeiro trimestre de 2017 supera 11% para 67% dos entrevistados. Levando em conta todos os profissionais ouvidos, o percentual médio de investimento é de 7,5% do faturamento. As principais áreas/atividades citadas para serem beneficiadas são as de compra de materiais e equipamentos, marketing e promoção de vendas, infraestrutura de instalações e tecnologia da informação.
Em uma comparação com o terceiro trimestre de 2016, o resultado do faturamento em outubro, novembro e dezembro do consolidado das atividades do turismo revela aumento em 61% dos entrevistados, estabilidade em 15% e queda em 24%. Os segmentos com saldo mais elevado foram transporte aéreo e parques e atrações turísticas. Meios de hospedagem, operadoras de turismo e agências de viagem se mostraram estáveis. Turismo receptivo e organizadores de evento apresentaram baixa.
O mercado de turismo no Brasil mobiliza anualmente cerca de 60 milhões de viajantes nacionais e emprega 3,14% da população economicamente ativa. Em 2016, mais de 6,5 milhões de estrangeiros visitaram o país, e deixaram aqui mais de US$ 6 bilhões.


(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

terça-feira, 14 de março de 2017

Aumenta o número de brasileiros dispostos a viajar este ano

 

Pelo segundo mês consecutivo houve crescimento na intenção de viagem do brasileiro, no comparativo com o mesmo mês do ano passado, em todas as faixas de renda pesquisadas. Segundo sondagem realizada pelo Ministério do Turismo em sete capitais, 21,1% dos brasileiros disseram que pretendem viajar nos próximos seis meses, percentual que supera os 18,7% de respostas positivas em fevereiro de 2016.
Houve aumento na intenção de viagem em cinco das sete capitais pesquisadas. Brasília apresentou o maior crescimento, de 5.3 pontos percentuais. Assim como, o aumento mais significativo da disposição de viajar até agosto deste ano se deu na faixa de renda entre R$ 4.801 e R$ 9.600, ficando na segunda posição o grupo que ganha até R$ 2.100.
O Nordeste, destino que mantém a primeira posição na preferência dos entrevistados, deverá receber mais da metade dos potenciais viajantes do período. Como não acontecia há, pelo menos, dois anos a intenção de viagem para a região ultrapassou a marca dos 50%. De acordo com a sondagem do MTur os estados nordestinos vão receber, em maior número, moradores do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Os de Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre preferem o Sudeste, enquanto que os de Salvador apontam para o Sul.
A opção por hospedagem em hotéis e pousadas cresceu em fevereiro, na comparação com o ano passado. No entanto, houve redução nas indicações sobre hospedagem em casa de parentes e amigos, de 39,7% para 36,9%.
Em relação ao meio de transporte escolhido para as viagens que serão realizadas até agosto de 2017, houve crescimento na escolha pelo avião, de 51,9% para 57%. O brasileiro também deverá usar mais o automóvel, com aumento de 26,1% para 29,5%. Somente no item ônibus, houve decréscimo, de 14,6% para 11,6%.
Embora 75,8% dos potenciais viajantes tenham dito que viajarão pelo Brasil, a Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem (MTur/FGV) registrou aumento no desejo de viagens para o exterior, de 17,1% para 23,3%. Comportamento que pode ser atribuído à queda na cotação do dólar em relação ao real.

SOBRE A PESQUISA - A Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem é uma pesquisa realizada em mais de 2 mil famílias em sete capitais brasileiras: Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

 


(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Turistas estrangeiros começam o ano gastando mais no Brasil


O ano começou com boas expectativas para o turismo brasileiro.  É o que mostra a receita cambial do turismo, que representa os gastos dos visitantes estrangeiros no país. Em janeiro, os visitantes internacionais gastaram US$ 664 milhões no Brasil, um aumento de 2,17% em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 650 milhões).
“Acredito que o turismo tem um enorme potencial para ajudar o país no momento de recuperação econômica por ser um grande gerador de emprego e renda. Por isso estamos trabalhando de maneira intensa na melhoria da infraestrutura turística e qualificação profissional com vista a atender cada vez melhor o turista estrangeiro e nacional”, explicou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.
Ainda segundo os dados apurados pelo Banco Central, a despesa cambial em janeiro deste ano - gastos dos brasileiros no exterior - teve um aumento de 87,89%, passando de US$ 840 milhões em 2016 para US$ 1,578 bilhões.

BALANÇO DE 2016 - O ano dos Jogos Olímpicos teve impacto positivo na receita cambial do turismo. O acumulado em 2016, de cerca de US$ 6,024 bilhões, foi 3% maior em relação ao registrado de janeiro a dezembro de 2015, US$ 5,8 bilhões.
Em agosto, mês de realização da Olimpíada, os gastos dos estrangeiros nos destinos nacionais somaram R$ 602 milhões, o que representou um aumento de 38% no comparativo com o ano anterior. Foi o maior percentual de crescimento alcançado pela receita cambial do turismo em 2016.


(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

Gastos dos brasileiros com viagens no exterior sobem 87,8% em janeiro


Com o dólar mais favorável, os gastos dos brasileiros com viagens ao exterior somaram US$ 1,57 bilhão no mês passado, um crescimento de 87,8% na comparação com o mesmo mês de 2016, divulgou nesta sexta-feira (17) o Banco Central.
De acordo com o chefe do Departamento Econômico do BC, Túlio Maciel, a alta está ligada ao fato de a moeda americana estar mais barata em relação ao real do que em janeiro de 2016, além do início de um processo de retomada de confiança do consumidor.
"Houve uma variação significativa, de mais de 20% de um período para o outro", aponta Maciel. "A taxa de câmbio em janeiro foi, em média, de R$ 3,20, enquanto que em janeiro de 2016 foi de R$ 4,05. Além disso, as pesquisas mostram que a confiança do consumidor começa a aumentar".
Até o dia 15, os gastos dos brasileiros no exterior somaram R$ 796 milhões. A expectativa do BC é que, neste mês inteiro, haverá um crescimento de 95% em relação a fevereiro do ano passado. "Estamos crescendo, mas é importante lembrar que a comparação é com uma base de comparação historicamente baixa, que é 2016", ressaltou Maciel.
Já os gastos dos estrangeiros com viagens no Brasil somaram US$ 664 milhões em janeiro, o que fez a conta de transações correntes para viagens ter um deficit de US$ 914 milhões no mês passado.
O resultado foi um dos pontos que contribuiu para que o deficit nas transações do Brasil com o exterior somasse US$ 5 bilhões em janeiro, um crescimento de 5,5% em relação aos US$ 4,8 bilhões do mesmo mês de 2016, segundo os dados do BC.
O deficit foi influenciado também pelo desempenho mais fraco das importações, ainda afetadas pela crise econômica, do que das exportações.
As compras de outros países somaram US$ 12,3 bilhões no mês passado, segundo os dados do BC, enquanto as exportações somaram US$ 14,8 bilhões.
O investimento direto no Brasil somou US$ 11,5 bilhões no mês passado, um crescimento de 111,3% na comparação com janeiro de 2016.
"O deficit de janeiro veio em linha com o que estávamos esperando", disse Maciel.
O rombo só não foi maior porque as exportações voltaram a superar as importações —ambas cresceram na comparação com janeiro do ano passado. As compras de outros países somaram US$ 12,3 bilhões no mês passado, segundo os dados do BC, enquanto as exportações somaram US$ 14,8 bilhões.

INVESTIMENTO RECORDE
Em um desempenho influenciado por aquisições no setor elétrico, o investimento direto estrangeiro no Brasil somou US$ 11,5 bilhões no mês passado, um crescimento de 111,3% na comparação com janeiro de 2016.
Foi o melhor janeiro para esse número desde o início da série histórica, em 1995.
O setor elétrico representou 60% desses investimentos. Em segundo lugar e terceiro lugar aparecem o setor de produtos químicos, com 14,3%, e comércio exceto veículos, com 5,1%.
"Houve aquisições, mais de uma operação, no setor elétrico", disse Maciel. "É um dado positivo, já que o investimento direto é a melhor forma de financiar o deficit de transações correntes, gerando renda, emprego e pagamento de impostos".
A expectativa do BC é que em fevereiro entrem outros US$ 4 bilhões de investimento direto estrangeiro —até o dia 15, foram US$ 2,4 bilhões.


(Fonte : Jornal Folha de SP / Imagem divulgação)

Cresce número de pessoas que abrem empresa após demissão, sem planejar

 

A crise tem levado muitos brasileiros a abrir pequenos negócios sem nenhum planejamento. Esse fenômeno tem nome: é o empreendedorismo por necessidade.
Ele ocorre quando uma pessoa perde o emprego e, sem fonte de renda, decide empreender. Em 2016, 12,3 milhões de pessoas ficaram desempregadas no país, segundo o IBGE.
A organização da Feira do Empreendedor, do Sebrae-SP, calcula que 80% dos atendimentos realizados nessa edição têm como objetivo resolver problemas de quem abriu um negócio às pressas.
A GEM (Global Entrepreneurship Monitor), pesquisa da London Business School feita em dez países, detectou que o fenômeno segue o desdobramento da crise brasileira: entre 2014 e 2015, o índice de empresas abertas por necessidade no país cresceu de 29% para 43,5%. Foram entrevistados 2.000 empreendedores no Brasil.
O psicólogo Samuel Lana, 33, diz que se viu forçado a abrir um negócio quando perdeu o emprego, em 2011. Amante de skate, não gastou muito tempo para definir em qual ramo iria entrar. Ele criou com mais dois amigos uma fábrica do produto em Jaguariúna (SP), em 2012.
"Não estudamos o mercado e tivemos transtornos com a importação das peças. Nossos gastos acabavam superando o valor das vendas."
Após um ano e meio de operações e 650 skates produzidos, a fábrica fechou em 2013 —e com dívida.
"Não tínhamos um plano de negócio e tudo o que a gente decidia hoje, mudava no dia seguinte", pontua. Hoje, Lana segue à frente de outra empresa, só que optou por um modelo já pronto: uma franquia do ramo imobiliário.
A administradora Valdirene Diniz, 36, de Suzano (Grande SP), ainda não voltou aos trilhos após ter sido demitida, em 2012.
Desde 2015 ela tenta erguer a Sr. Brigadeiro e a Sra. Beijinho, que produz doces com recheios como tequila e especiarias. "Quando perdi o meu emprego, entrei em depressão. Não é fácil manter um negócio próprio, mas sinto que ele pode crescer", afirma.

PLANEJAMENTO
Para Paulo Ribeiro, gerente do Sebrae-SP, uma empresa só prospera se consumir, ao menos, seis meses de planejamento. "Nesse intervalo, o empresário vai estudar se o produto ou serviço que ele oferece tem demanda e quais são os custos e os entraves."
Foi o que fez a administradora Fabiana Nemer, 45. Ela e mais uma sócia criaram a Vilight, empresa de São Paulo que desenvolve dietas para atletas e pessoas que passaram por cirurgia bariátrica.
"Experimentamos a comida da concorrência e selecionamos o que era bom e o que não era para a nossa cozinha", diz a administradora.
Nemer diz que foi impactada pela crise, mas a empresa segue firme. "Tive que demitir dez funcionários porque os pedidos caíram 35%. Foi o planejamento que nos salvou."
"A dica universal é começar pequeno em um ramo que, de fato, já conhece", afirma Igor Piquet, gestor de aceleração de negócios da Endeavor. Muita gente quebra, diz ele, por investir mais que do que o lucro suporta.
Ribeiro, do Sebrae-SP, chama a atenção para outro detalhe: a caixinha dos imprevistos. "O empresário precisa guardar um recurso para cobrir gastos não planejados."

Conheça cursos que ajudam a planejar atividades

SUPER MEI
Instituição Sebrae-SP
O que é oferece soluções de gestão, conhecimento técnico e acesso ao crédito
Custo gratuito
Modalidade presencial, com carga horária entre 28h e 48h
Inscrições podem ser feitas ao longo do ano todo
Informações supermei.sebraesp.com.br ou 0800-570-0800

CAFÉ COM EMPREENDEDORAS
Instituição Rede Mulher Empreendedora
O que é mulheres de SP recebem uma vez por mês capacitação em diversas áreas
Custo até R$ 50
Modalidade presencial
Inscrições até 23 de março

SCALE-UP
Instituição Endeavor
O que é* seleciona 200 empreendedores e mostra como atacar problemas das empresas
Custo de R$ 200 a R$ 1.000
Modalidade presencial (um encontro por mês) e aulas a distância durante sete meses
Inscrições até 5 de março
Informações scaleupendeavor.org.br

RUA
Instituição Ubuntu
O que é trabalha os talentos da pessoa e mapeia caminhos para buscar novos negócios
Custo R$ 2.650 (em SP)
Modalidade presencial ou a distância; tem duração de quatro meses e meio
Inscrições até 10 de março


(Fonte : Jornal Folha de SP / Imagem divulgação)

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Mercado diz que economia crescerá 1,2% em 2017


Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) informaram que a projeção de crescimento da economia brasileira em 2017 passou de 1,1% para 1,2%. Para 2016, elas mantêm a estimativa de encolhimento da economia. A projeção de queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, permanece em 3,20% para 2016. As estimativas fazem parte de pesquisa feita todas as semanas pelo BC sobre os principais indicadores da economia. O levantamento é divulgado às segundas-feiras no boletim Focus.
A projeção das instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi mantida em 7,31% este ano, e caiu de 5,14% para 5,12%, em 2017. As estimativas estão distantes do centro da meta de inflação de 4,5%. Para 2016, a projeção ultrapassa também o limite superior da meta que é 6,5%. O teto da meta em 2017 é 6%.

Inflação

É função do BC fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano.
A expectativa das instituições financeiras para a taxa Selic permanece em 13,75% ao ano, ao final de 2016, e segue em 11% ao ano no fim de 2017. A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 3,30 ao final de 2016, e caiu de R$ 3,50 para R$ 3,45, no fim de 2017.


(Fonte : Ag. Brasil de Notícias / Imagem divulgação) 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Se o Turismo decretasse o tamanho dos Países; confira




Números e informações sobre países e suas rendas derivadas do Turismo não cansam de ser divulgados. Quase que mensalmente esses dados surgem, sem grandes novidades, como a liderança dos Estados Unidos em listas de receitas provenientes de turistas estrangeiros ou a China como a nação que mais gasta com Turismo fora de suas fronteiras. Dessa vez, no entanto, o site de análise de gastos How Much resolveu apresentar tais informações de maneira diferente, em um mapa no qual distorções mostram quais países mais faturam (inbound) e quais países mais gastam (outbound) com Turismo.

Mais dinheiro na mão, maior é o gasto com Turismo. Essa é uma lição que pode de ser tirada dos mapas produzidos pela How Much. Como era de se esperar, os países mais ricos do mundo são reproduzidos de forma “inchada”, refletindo os altos valores gastos de seus cidadãos em viagens internacionais. A China, líder nesse tópico com US$ 164,9 bilhões, extrapola o tamanho da Rússia, por exemplo, que tem gastos na ordem de US$ 55,4 bilhões.

Neste quesito, outbound, em inglês, o Brasil (com US$ 30 bilhões) não fica tão longe dos gastos realizados por australianos (US$ 31,9 bilhões) ou japoneses (US$ 28,6 bilhões). Em comparação com países latinos, o Brasil tem resultados bem mais expressivos. Ficam muito atrás a vizinha Argentina (US$ 7 bilhões) ou o México (US$ 12,6 bilhões).

No entanto, em relação à receita proveniente de turistas estrangeiros, inbound, o resultado brasileiro é catastrófico. Com apenas US$ 7,4 bilhões, um Brasil nanico é visto na América do Sul. O Catar, uma minúscula península no Oriente Médio, com seus US$ 10,6 bilhões em receitas, consegue ser maior graficamente no mapa do que o Brasil.

Estados Unidos (US$ 220,1 bi), França (US$ 66,8 bi), Espanha (US$ 65,1 bi), Reino Unido (US$ 62,8 bi) e China (US$ 56,9 bi), os cinco países com maior receita proveniente no Turismo estão desproporcionalmente gigantes.



Para produzir o mapa, o How Much utilizou dados de 2014 do Banco Mundial.



(Fonte & Imagem : Panrotas)

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Queda do dólar barateia pacotes e faz brasileiro voltar a viajar ao exterior




"Viagem internacional" deixa de ser palavrão no cenário brasileiro de crise. Ao menos é o que indica o movimento registrado nas últimas semanas em agências de viagens e casas de câmbio.

Depois de um período de valorização do real frente ao dólar e à libra esterlina, empresas e associações do setor ouvidas pela Folha dizem já ter registrado aumento na busca por pacotes de viagem ao exterior.

"Fizemos uma pesquisa na semana passada e associados informaram que a procura aumentou 10%", diz Edmar Bull, presidente da Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens). "Esperamos que as vendas em julho cresçam 5% em relação a 2015."

No final de junho se acentuou a queda no valor do dólar americano –que registra uma redução acumulada de 17% no ano; a moeda, que ultrapassou a marca de R$ 4 em janeiro, fechou a última terça-feira (5) na casa de R$ 3,30 e, na expectativa dos economistas, deve encerrar 2016 em R$ 3,46. A libra esterlina, que chegou a custar mais de R$ 5 neste ano, fechou a última terça em R$ 4,30.

"Quinze centavos a menos na cotação do dólar significam pacotes até 8% mais baratos", diz Valter Patriani, vice-presidente da CVC.

A agência, maior do país, recuperou, em junho, a proporção usual entre vendas de pacotes internacionais (40%) e nacionais (60%).

No ano passado, com a crise mais aguda, essa relação foi de 30% e 70%, respectivamente; em janeiro deste ano, as viagens internacionais representavam apenas 20% das vendas de viagens.

Os pacotes da agência oferecidos para o Reino Unido já estão 15% mais baratos.

No Decolar.com, na semana passada, a procura por viagens internacionais cresceu 12% em relação ao mesmo período de 2015. Na Abreu, 15%.

O buscador de passagens aéreas Kayak registrou, nas últimas duas semanas, aumento nas buscas por destinos considerados "portos seguros" de brasileiros: 30% para Miami, 35% para Orlando e 17% para Lisboa.

"Nos momentos em que a crise começa a refluir, quem não estava pensando em viajar começa a pensar de novo, e quem cogitava viajar, parte para consumir", diz Magda Nassar, presidente da Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo).

Aldo Leone, presidente da agência Agaxtur, que também registra aumento na demanda, vê mudança no comportamento do turista: "Viagens para compras estão sendo substituídas pelas de só lazer".

Como a crise não passou de vez, as estratégias das agências para vender em tempos difíceis continuam, como parcelamentos em mais vezes e câmbio fixado a preço menor.

Hora de aproveitar. "Se a estabilidade continuar, a tendência é que os preços se reacomodem a um patamar mais 'real', menos promocional", diz Magda Nassar.



CÂMBIO FAVORÁVEL



Mesmo quem pretende esperar um pouco para viajar ao exterior pode se dar bem se trocar dinheiro agora –economistas indicam sempre a compra fracionada justamente para aproveitar momentos como esse, de baixa.

Além das agências de viagens, casas de câmbio também registraram mais movimento com a valorização do real frente ao dólar e à libra.

A Cotação viu a procura por essas moedas estrangeiras crescer 40% nas últimas duas semanas de junho; na Ourominas, o aumento chegou a 50% no caso do euro.

Sair do Brasil com dinheiro vivo também reduz a necessidade de usar, no destino, o cartão de crédito, no qual há incidência de IOF e o risco de o câmbio mudar muito até a fatura ser fechada.

Outra dica é fechar o máximo possível de gastos no Brasil, para ter o parcelamento fixado e em reais. Endividar-se para viajar, especialmente em dólar, não é recomendado.

"Ainda devemos ver oscilações, porque o câmbio continua volátil e a política cambial do governo interino não está muito clara", diz Hsia Hua Sheng, professor de finanças da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

"Outra questão é o fato de a crise não ter envolvido só o câmbio; os maiores problemas econômicos do país hoje são a queda no poder de compra e o desemprego, fatores que não deixam sobrar dinheiro para gastar lá fora."

Além disso, a instabilidade política –que inclui a definição do impeachment da presidente Dilma Rousseff, em agosto– pesa na economia. "Também não está claro o real impacto da saída do Reino Unido da União Europeia; qualquer que seja ele, libra, euro e dólar vão passar por mais alterações."

Para auxiliar quem vai viajar, a Abracam (Associação Brasileira das Corretoras de Câmbio) lançou, nesta semana, um guia com orientações sobre o câmbio de moeda estrangeira



(Fonte : Jornal Folha de SP / Imagem divulgação)