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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

ISS: o novo vilão na regulamentação do Airbnb em FOR




Após ver a Câmara Municipal de Fortaleza aprovar a emenda que regulamenta a cobrança do ISS (Imposto Sobre Serviços) sobre serviços de hospedagem, o Airbnb repudiou a decisão alegando infração da lei federal do inquilinato. A empresa estadunidense se defende de uma possível tributação no caso, categorizando a emenda como "inconstitucional" e acreditando no veto do prefeito da cidade, Roberto Cláudio.

O Airbnb coloca a prática exercida por anfitriões e hóspedes, envolvendo sua plataforma digital, como aluguel de temporada, prática prevista e já regulamentada pela Lei Nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, sobre locação de imóveis urbanos. A emenda nº 11, inserida ao Projeto de Lei nº 44/2017, por sua vez, prevê a inclusão de serviços de hospedagem no Código Tributário do Município, o que também pode afetar as atividades da OTA Booking.com.

"A emenda, que pretende legislar sobre o aluguel de temporada e categorizar a atividade como sendo um serviço, sujeito a tributação pelo ISS, é inconstitucional. Isso ocorre porque a lista de serviços sobre os quais incide o ISS está fixada em Lei Complementar Federal e não pode ser alterada pelo município", explicou a empresa, por meio de um comunicado divulgado ao público.

O Airbnb ainda crê que o prefeito Roberto Cláudio vetará o trecho do Projeto de Lei, uma vez que a empresa assume estar em contato com a prefeitura para "avançar nos benefícios proporcionados pela plataforma à sociedade, Turismo e governo local".



HISTÓRICO COMPLICADO



A emenda que prevê a tributação do ISS sobre os serviços de hospedagem surge como mais uma barreira a ser enfrentada pelo Airbnb e a regularização em Fortaleza.

Em agosto, a própria Câmara Municipal aprovou uma indicação legislativa para um projeto regulador de hospedagem em residências e apartamentos, o que envolveria diretamente as atividades da plataforma digital, mas viu a mesma ser arquivada. O Airbnb citou a ação, que teve apoio do setor hoteleiro, como prejudicial ao ambiente de inovação e desenvolvimento econômico da cidade.

O vereador Michel Lins (PPS), que já havia sido responsável pelo projeto de taxação, é um dos autores da emenda nº 11 junto ao também vereador, e presidente da Câmara, Salmito Filho (PDT).



(Fonte : Panrotas / Imagem divulgação)

terça-feira, 24 de outubro de 2017

“Hotelaria precisa se atualizar e a Airbnb pagar impostos”, diz Guilherme Paulus




Além de debater o futuro da hotelaria com outros grandes players do mercado, o presidente da GJP, Guilherme Paulus, ao final do Painel de CEOs do Workshop Fohb RJ, que aconteceu nesta terça-feira (24), voltou a falar sobre o Airbnb. O assunto veio a tona após indagação de um dos convidados do evento, abrindo, naquele momento, uma lacuna para o empresário fazer as suas considerações. De acordo com Paulus, a hotelaria precisa se atualizar para lidar com o mercado, mas por outro lado o Airbnb também precisa pagar impostos para atuar.

“Sempre tivemos a concorrência no segmento de lazer, por exemplo, com as casas da praia. O aluguel por temporadas sempre existiu, só que agora este serviço se profissionalizou. Hoje existe um escritório que traz ao cliente esta facilidade de alugar casas. Logo eu digo que precisamos nos atualizar, mas também a Airbnb precisa pagar impostos para atuar”, disse Paulus, que ainda classificou a criação e todo o combate ao Airbnb como mais uma forma de “aprendizado” para a indústria turística nacional.

Para ele, apesar do Airbnb fazer sucesso, o serviço de um hotel é diferente. “Porque todo mundo espera justamente o serviço de um hotel. Muitos falam da flexibilidade das casas de aluguel com relação aos horários, mas no hotel é diferente. Temos um horário de check-in e check-out porque zelamos pela qualidade do quarto. É preciso limpar e higienizar todo o ambiente, o que leva tempo. Esta é a diferença do hotel para o Airbnb, justamente o serviço. Como digo, ‘a sua majestade, o cliente’. Nós da hotelaria seremos sempre serviçais”, completou.



(Fonte : Mercado & Eventos / Imagem divulgação)

Subsidiária de Trivago visa reforçar hotéis independentes




Recentemente, a Trivago lançou uma subsidiária para o gerenciamento hoteleiro: o Hotel Relations. A ideia, segundo a empresa, será o de promover um forte relacionamento direto com hotéis independentes, bem como impulsionar suas reservas.

A plataforma on-line, além de se concentrar no marketing, vendas e nos serviços de tecnologia, ainda se terá foco na capacitação de hoteleiros em todo o mundo. O intuito, segundo informa o portal Breaking Travel News, é o de torná-los mais competitivos e mais eficientes na gestão das reservas diretas em seus sites.

“Isso nos permite trabalhar ainda mais com os hoteleiros e melhor apoiá-los para fazerem o seu marketing direto com sucesso”, explica o gerente e diretor de Receitas da Trivago, Johannes Thomas. Segundo o executivo, nos últimos dois anos, as reservas diretas nos hotéis têm apresentado um aumento significativo.


COMO VAI FUNCIONAR?



Ao invés de recrutar engenheiros e técnicos em tecnologia, a plataforma está focada em trazer os melhores talentos em vendas do mundo para dentro de sua equipe. Com sede em Düsseldorf, na Alemanha, a Hotel Relations, será responsável pelas relações da Trivago com mais de 300 hoteleiros em todo o planeta.

A empresa, que ao abrir suas portas já conta com um quadro de 160 funcionários, pretende ampliar sua equipe em 2018. Além da melhoria no relacionamento com parceiros, a empresa afirma que também visa facilitar as demandas dos viajantes — que terão suas opções de reservas ampliadas, feitas diretamente.



(Fonte : Panrotas com informações da Breaking Travel News / Imagem divulgação)

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

AirBnB passa a fazer reserva de restaurantes




A plataforma de hospedagem Airbnb anunciou que vai começar a fazer reservas de restaurantes. Disponível no mesmo aplicativo, o serviço possibilita que o usuário busque por um estabelecimento em sua região e faça a reserva. Há um filtro por refeição, forma de pagamento e lugar.

Por enquanto, estão cadastrados cerca de 650 restaurantes dos Estados Unidos, em cidades como Nova York, Miami e Los Angeles.

Uma pesquisa da Airbnb feita entre setembro de 2016 e de 2017 indicou que seus usuários gastaram cerca de US$ 6,5 bilhões (R$ 20,5 bilhões) em comida em 44 cidades durante suas viagens.

Ainda não há previsão de quando o serviço estará disponível em cidades fora dos Estados Unidos.



(Fonte : AFP / Imagem divulgação)

Trivago lança subsidiária de gerenciamento hoteleiro


A Trivago revelou que reorganizou suas operações para criar uma subsidiária dedicada ao gerenciamento hoteleiro. A Trivago Hotel Relations se concentrará no marketing, vendas e manutenção dos serviços e tecnologias de software de plataformas usadas por hotéis para impulsionar reservas. As informações são do portal Skift.

Com a iniciativa, a Trivago se torna a primeira plataforma on-line a estabelecer esse comprometimento com a hotelaria, já que Expedia e Priceline criaram apenas plataformas adjacentes e não uma subsidiária. No entanto, a empresa não espera alteração em seus relatórios financeiros e a receita da Trivago Hotel Relations não será divulgada, de acordo com a empresa.

De acordo com a Trivago, esta providenciará a tecnologia e sua subsidiária proporcionará vendedores para seduzir hoteleiros a usar suas ferramentas suplementares.

Sean O'Neill, do Skift, espera que o serviço seja mais efetivo na América do Norte, onde maioria dos hotéis pertencem a grandes redes, enquanto na Europa, como os empreendimento são maioria independentes não é esperado o mesmo resultado.



(Fonte : Panrotas com informações da Skift / Imagem divulgação)

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Cadastur : Mais de 70% dos meios de hospedagem do país estão irregulares




Com mais de 31.3 mil estabelecimentos de hospedagem, o Brasil é um gigante da hotelaria mundial. No entanto, muitos ainda funcionam na ilegalidade por não estarem registrados no Cadastur, do Ministério do Turismo. Segundo a Pasta, apenas 8.154 meios de hospedagem estão com o cadastro regular, o que equivale a 26% dos estabelecimentos em funcionamento. O Cadastur é obrigatório não só para os meios de hospedagem, mas também para agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, guias de turismo, acampamentos turísticos e parques temáticos.

Preocupado em ampliar a formalização do setor, o Ministério do Turismo acaba de iniciar uma campanha de sensibilização para reduzir a informalidade. Nesta quinta-feira (21), em parceria com a Secretaria de Estado do Esporte, Turismo e Lazer do Distrito Federal, os fiscais do MTur realizaram um mutirão de fiscalização nos hotéis da capital federal. A iniciativa continua nesta sexta-feira (22) e tem como objetivo sensibilizar o setor quanto à importância do cadastro obrigatório no MTur, estimulando a formalização dos prestadores de serviços turísticos dos destinos. Até o final do ano, serão realizados mutirões em outros estados brasileiros.

“O Turismo é um segmento fundamental da economia nacional, responsável pela geração de empregos e renda para a população brasileira, mas precisamos avançar em busca da profissionalização de nossos serviços e para isso é preciso sair da ilegalidade. Só assim conseguiremos dar ao turismo o destaque que ele merece”, explicou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

Atualmente o sistema conta com 61.200 cadastros regulares de pessoas físicas ou jurídicas. Para verificar se o estabelecimento está cadastrado é preciso apenas acessar a página do Cadastur e realizar a busca por Unidade da Federação, Nome Fantasia ou CNPJ. O cadastro é simples e totalmente gratuito. Basta acessar a página na internet, fazer o download dos formulários solicitados, preencher com as informações e enviar os documentos solicitados para o Órgão Delegado de Turismo.



FISCALIZAÇÃO – Inicialmente, a fiscalização acontecerá de forma educativa, para alertar aos empresários a importância do Cadastro para o seu estabelecimento. No entanto, os servidores terão autoridade para autuar e multar, caso seja necessário, quem estiver irregular. As multas podem variar de R$1.186 até R$ 854 mil.

Além dos mutirões presenciais, o Ministério do Turismo se prepara para iniciar o trabalho de fiscalização online, através da criação de um perfil de fiscalização nas redes sociais. O Cadastur também está em processo de modernização e até o final do ano vai se tornar um sistema totalmente digital, com sistemas integrados para facilitar o cadastramento.



(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Cadastur: Acampamentos também devem ser cadastrados




Para os viajantes que tem a natureza como grande atrativo na hora de escolher um destino, nada melhor do que optar pelo acampamento como forma de hospedagem e aproveitar ao máximo a experiência. Mas é preciso ficar atento. Os acampamentos turísticos estão entre as atividades de cadastro obrigatório no Cadastur e é importante que o turista verifique se o local escolhido está legalizado. Basta clicar no link e conferir.

“O registro no Cadastur é fundamental para tirar milhares de estabelecimentos turísticos e prestadores da informalidade.  A intenção do Ministério do Turismo não é punir quem está fora, mas mostrar que a legalidade é sempre o melhor caminho tanto para quem trabalha como também para os turistas que têm, no cadastro, mais um instrumento de segurança”, explicou a secretária nacional de Qualificação e Promoção do Turismo, Teté Bezerra.



FISCALIZAÇÃO



Neste mês, o Ministério do Turismo vai iniciar uma campanha para formalização dos serviços turísticos. Para isso, foram nomeados cinco servidores que irão realizar curso de formação e serão qualificados para começar as ações nos empreendimentos. Os agentes, então, terão autoridade para autuar e multar quem estiver irregular. As multas podem variar de R$1.186 até R$ 854 mil.



CADASTRO



O registro no Cadastur é obrigatório para os prestadores que exerçam as atividades de meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, acampamentos turísticos, parques temáticos e guias de turismo. Atualmente, o sistema conta com 61,2 mil cadastros regulares de pessoas físicas e jurídicas.



(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

terça-feira, 14 de março de 2017

Airbnb levanta US$ 1 bilhão em rodada de financiamento

 

O Airbnb informou na ultima quinta-feira (9) que levantou US$ 1 bilhão em uma rodada de financiamento, o que levou o valor da companhia para US$ 31 bilhões.
Dessa quantia, a empresa captou US$ 447,85 milhões no fim do ano passado, afirmou a agência Reuters, com base em pessoas próximas do Airbnb. Em setembro, a empresa disse que tinha levantado cerca de US$ 555 milhões, como parte da mesma rodada de injeção de recursos.
O Airbnb opera em mais de 65 mil cidades do mundo e teve lucro na segunda metade de 2016. A empresa espera continuar entregando resultados positivos neste ano e não tem planos de listagem de ações no futuro próximo, afirma ainda a agência Reuters.

 


(Fonte : Reuters / Imagem divulgação)

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Em guerra com o Airbnb, Miami Beach desaloja turistas de casas alugadas




Se você pensava em visitar Miami Beach com a família e alugar um apartamento econômico por meio do Airbnb, saiba que não será tão fácil: a cidade está implementando mão firme contra uma "epidemia" de aluguéis de curta temporada.

Miami Beach se tornou centro da polêmica que depois que o governo local multou proprietários e sites como Airbnb, Homeaway e Booking.com, em um total de US$ 1,59 milhão, por alugar ou promover o aluguel de casas por períodos curtos.

A polícia chegou a desalojar turistas que estavam se hospedando em 31 propriedades que foram multadas, de acordo com um memorando de 17 de agosto assinado pelo administrador municipal, Jimmy Morales, e divulgado recentemente.

Os aluguéis por períodos menores que seis meses e um dia são proibidos em boa parte de Miami Beach, ilha de praias com mar turquesa e uma vida noturna dinâmica no sul da Flórida (EUA) que recebe milhões de turistas por ano.

As autoridades argumentam que o ambiente festivo 24 horas por dia é um grande incômodo para os locais. Também asseguram que os locatários não são mais do que sonegadores de impostos.

"Nesses aluguéis de curto prazo, amontoam-se cinco ou dez turistas em um apartamento, que fazem festa a noite inteira", disse à AFP o comissário Michael Grieco. "Não é um assunto para o turismo, mas de qualidade de vida dos moradores. Em segunda instância, se torna um tema de sonegação de impostos."

Desde março deste ano, proprietários e sites de aluguel por temporada foram multados em cifras que vão de US$ 20 mil a US$ 80 mil, de acordo com o memorando divulgado pelo jornal local "Miami New Times".

Dezoito multas foram "para empresas que anunciaram aluguéis de curto período, como Airbnb, HomeAway e Booking.com", segundo o texto.

Atualmente, há "centenas" de investigações sobre "milhares de apartamentos anunciados", segundo Grieco.

O endurecimento das medidas contra a prática começou em março, quando a cidade aumentou de US$ 100 para US$ 20 mil o valor da multa para o aluguel por curta temporada.

"Antes, os proprietários pagavam a multa despreocupados, como se fosse um imposto", diz Grieco, para justificar a razão do grande aumento. "Agora, devem pensar duas vezes antes de anunciar sua propriedade."

Rafael Belisario, venezuelano que vive no sul da ilha, aplaudiu as medidas. "Ninguém tem vontade de ver gente desconhecida o tempo inteiro no seu prédio –especialmente gente que vem a Miami Beach fazer festa e beber até a água dos vasos", diz.



INVESTIDORES

Os proprietários, por sua vez, não estão muito felizes. Argumentam que a cidade está favorecendo as grandes redes hoteleiras e que os setores que sofrerão as consequências serão o turismo e os investimentos.

Ross Milroy, agente de propriedades de luxo em Miami Beach, disse à AFP que estuda apresentar uma ação coletiva defendendo que essas blitze são ilegais.

A base para a ação seria um estatuto de 2011 que proíbe aos governos locais regular a duração ou frequência de aluguéis de férias.

Segundo Milroy, as novas medidas também são um grande problema para investidores internacionais.

"Agora as opções de investimento estão muito limitadas –isso responde por grande parte do mercado imobiliário local", diz. "Por que um comprador europeu ou americano investiria em uma propriedade em Miami Beach se não poderá no futuro alugá-la por menos de seis meses?"

Em relação aos impactos para o turismo, Grieco dá risada. "Se o Airbnb fechasse amanhã, Miami Beach não sofreria nenhum impacto negativo", diz. "A cidade tem sido um foco turístico internacional desde muito antes dessas plataformas existirem."

A terceira parte do conflito, o Airbnb, que foi a empresa mais afetada, com multas que chegam a US$ 80 mil, desconversou.

"Estamos dispostos a trabalhar com líderes comunitários e proprietários nos próximos meses para criar regras justas, que permitam compartilhar um lar", afirmou o porta-voz da empresa, Benjamin Brait.



OUTRAS POLÊMICAS

A disputa de serviços de aluguel por temporada com o governo local não é exclusividade de Miami Beach.

Entre as cidades que já entraram em conflito com esses sites estão Barcelona, Paris, Nova York, Berlim e Amsterdã.

Além de tentar regular o Airbnb, o turismo da região de Miami tem tido que lidar com outro problema sério –o impacto do avanço dos casos de vírus da zika.



(Fonte : Folha de SP / Imagem divulgação)

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Airbnb tenta substituir hotel convencional e atrair viajante de negócios



Sempre que possível, Tad Milbourn, presidente-executivo da Payable, uma start-up de tecnologia de San Francisco, se hospeda em acomodações oferecidas pelo Airbnb — seja viagem a negócios ou a lazer. "É muito bom, ficar na casa de alguém de preferência a um hotel", ele disse. "É superior, do ponto de vista do preço, experiência e novidade."
Como a Payable ajuda clientes a administrar pagamentos, Milbourn sente sintonia especial com os serviços que o Airbnb desenvolveu para os viajantes de negócios, e encoraja os dois outros funcionários de sua empresa a usar o Airbnb e seus serviços.
Entre esses serviços, estão a capacidade de rastrear a localização de um funcionário, os seus gastos e cobrir as despesas com um cartão de crédito empresarial.
Milbourn é um dos muitos viajantes de negócios que hoje optam pelo Airbnb e outros serviços on-line de hospedagem, como o HomeAway e o VRBO, em vez de hotéis convencionais.
Um relatório divulgado no mês passado pela Concur, uma empresa de gestão de viagens e despesas, constatou que o número de noites que seus 42 milhões de clientes de viagens de negócios passam em acomodações desse tipo subiu em mais de 50%, entre o primeiro trimestre de 2015 e o mesmo período neste ano.
O Airbnb está cultivando ativamente essa clientela, tendo recentemente fechado acordos com três grandes empresas de gestão de viagens de negócios nos Estados Unidos: American Express Global Business Travel, BCD Travel e Carlson Wagonlit Travel.
Nos termos desses acordos, o Airbnb enviará dados sobre os gastos e itinerários dos viajantes às empresas de gestão de viagens, que por sua vez transmitirão os dados aos seus clientes, os empregadores dos viajantes. Assim, os chefes poderão usar esses dados para monitorar os gastos e deslocamentos de seu pessoal, para localizá-los em caso de emergência.

SURPRESAS DESAGRADÁVEIS

Mas alguns viajantes de negócios que recorreram ao Airbnb, especialmente aqueles cujas reservas de acomodações foram feitas por seus chefes, avisam que más surpresas podem estar à espera, em alguns casos.
Alexa Pothier, consultora radicada em Boston que trabalha para uma empresa de software de Palo Alto, Califórnia, usou o Airbnb ocasionalmente em viagens de férias com resultados no geral positivos, mas teve experiência diferente em uma viagem de negócios em 2014 quando se hospedou em um apartamento de um quarto no bairro de Shoreditch, em Londres.
O anfitrião era dono de uma pequena empresa, com uma loja no térreo do imóveis, e Pothier precisava passar pela loja para chegar às escadas que conduziam ao apartamento. Ainda que a área do apartamento fosse grande, o que segundo Pothier permitia que la trabalhasse confortavelmente, ela levou um susto com um rato que passou correndo por cima do sofá logo que chegou.
E a janela do quarto dava para uma rua barulhenta, o que a forçava a usar tapa-ouvidos para dormir, deixados pelo anfitrião em uma vasilha ao lado da cama.
Quando Katie Gilligan, nova-iorquina e antiga gerente de contas de um serviço de reserva de passagens sediado em Londres, viajou a Londres no ano passado a negócios, seu chefe a hospedou em dois apartamentos reservados via Airbnb, uma semana em cada um.
O segundo apartamento, no bairro de King's Cross, era propriedade de uma mulher que dividia as acomodações com a hóspede e não permitia que Gilligan usasse água ou desse descarga no vaso sanitário depois das 20h. A anfitriã também andava pelo apartamento enrolada em uma toalha, disse Gilligan, contando suas experiências de vida e sobre alienígenas que vinham ao nosso planeta e usavam sondas nas pessoas.

VANTAGENS E DESVANTAGENS

Para se qualificar e ficar disponível para viajantes de negócios, uma acomodação precisa atender a diversos critérios, entre os quais avaliações positivas de usuários; admissão 24 horas por dia; acomodações que sejam uma casa ou apartamento inteiros, não compartilhados com o morador; disponibilidade de wi-fi e de um espaço que permita trabalhar com um laptop; ferro de passar, secador e outros confortos.
Chip Conley, diretor mundial de hospitalidade e estratégia do Airbnb, disse que mais de 70 mil empresas reservaram acomodações por meio do Airbnb for Business, programa introduzido no ano passado que oferece acomodações e ferramentas de gestão de viagens de negócios.
Nem todas as empresas, porém, estão tão dispostas quanto a Payable a comentar sobre seu uso do Airbnb.
Algumas das empresas importantes que Conley e outros mencionaram como usuárias dos serviços de viagens de negócios do Airbnb —entre as quais Facebook e Google— se recusaram a comentar. E muitas das empresas que se dispuseram a comentar, como o Morgan Stanley, Salesforce, Twilio e TBWA, tinham relações de negócios de outra ordem com o Airbnb.
Alguns profissionais do setor de viagens de negócios reconhecem os potenciais benefícios de usar serviços como os do Airbnb, mas veem também alguns percalços.
As acomodações de preço acessível do Airbnb ajudam os participantes de convenções e eventos que têm orçamentos limitados, afirmou Deborah Sexton, presidente-executiva da Associação de Administração de Convenções Profissionais. As acomodações em casas de terceiros podem também representar uma alternativa atraente quando os hotéis estão lotados.
A depender de sua localização, uma acomodação do Airbnb pode não ser a opção mais conveniente para um viajante de negócios, especialmente alguém que esteja participando de uma conferência ou convenção, disse Sexton.
"Um dos maiores benefícios de um hotel sede é sua localização central", ela disse. "Para os participantes que ficam em acomodações do Airbnb em bairros diferentes, chegar a uma conferência que comece cedo ou participar de uma recepção noturna que termine tarde pode ser mais difícil."
Sexton e outros especialistas também apontaram para questões de segurança e responsabilidade judicial.
Ainda que o Airbnb ofereça cobertura de seguro aos anfitriões, com proteção primária aos anfitriões e senhorios do Airbnb em mais de 15 países contra indenizações de até US$ 1 milhão, a cobertura não se aplica a responsabilidade associada a casos de assalto e agressão, abuso ou assédio sexual, ou atos de terrorismo.
William Brewer, advogado de Nova York e Dallas que representa proprietários de hotéis —os quais costumam estar entre os mais ferozes adversários do Airbnb—, disse que os proprietários, administradores e franqueados de hotéis tinham a obrigação de reduzir os riscos previsíveis. Para o viajante, ele disse, a questão é determinar se os fornecedores de acomodações têm um balanço sólido a ponto de pagar por qualquer negligência caso problemas ocorram.
"Acredito que seja por isso que as empresas muitas vezes optam por cadeias de hotelaria conhecidas quando reservam viagens para seu pessoal", ele acrescentou.
Mas essas preocupações podem pesar menos, disse Brewer, se um viajante estiver em um projeto de longa duração e o empregador puder reduzir custos significativamente ao reservar acomodações via Airbnb. Nesse caso, disse ele, o empregador poderia considerar útil "investir o esforço necessário a pesquisar para determinar a situação quanto à responsabilidade legal".
Não está claro, tampouco, se as batalhas continuadas entre o Airbnb e as prefeituras de Nova York, San Francisco e outras cidades virão a prejudicar a estratégia da empresa para as viagens de negócios.
O Airbnb abriu um processo contra a prefeitura de San Francisco por uma decisão do legislativo municipal, em junho, de multar a empresa em US$ 1 mil ao dia por anfitrião do serviço não registrado junto às autoridades.
Isso se seguiu a uma decisão bipartidária dos legisladores de Nova York, que votaram por multas pesadas contra alguém que use o Airbnb para alugar um apartamento inteiro por menos de 30 dias - prática ilegal no Estado desde 2010.
Nick Papas, porta-voz do Airbnb, disse que a empresa não permitiria que essas disputas prejudicassem seus esforços para cultivar clientes entre os viajantes de negócios. "Até o momento, percebemos que os viajantes de negócios e lazer continuam ávidos por usar o Airbnb em Nova York e San Francisco", ele disse.
Bjorn Hanson, professor do Centro Tisch de Hospitalidade e Turismo, Universidade de Nova York, disse que os acordos entre as empresas de gestão de viagens de negócios e o Airbnb demonstram que elas estão "na prática dando seu endosso" ao Airbnb.
"Isso muda o debate" que o Airbnb vem travando com os governos de Nova York e San Francisco, ele disse, e dá "muito mais peso ao lado do Airbnb".


(Fonte : New York Times / Imagem divulgação)

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Como escolher bons hotéis ao se pensar em uma viagem



Quando se vai viajar, pesquisar um bom hotel é essencial para que seus momentos sejam agradáveis. O primeiro que se deve observar será o perfil de sua viagem.

“Quando se vai relaxar, uma boa escolha é um resort. Se for em casal, as pousadas são as indicadas. Aqueles que viajam desacompanhados devem dar preferência a um hostel.

Depois disso, você vai ver se quer um local com mais opções de lazer, all inclusive e outros itens”, explica o redator do site www.hotelepraia.com. O portal oferece notícias de turismo e boas dicas para quem quer viajar bem e sem incômodos.

Boa localização


Quando se viaja e quer um local mais agitado, o ideal é selecionar uma pousada ou hostel que seja situado em uma área mais badalada. “Se a opção é mais tranquilidade, opte por locais que sejam mais afastados. Sempre verifique como é a distância entre onde fica hospedado com restaurantes, bares e outras atrações turísticas”.


Com quem vai viajar?


Se a ideia é viajar com crianças, isso vai exigir que seja encontrado um local com uma infraestrutura que possa atender às exigências deles. Vai viajar com uma pessoa idosa? O local de hospedagem deverá contar com quartos que sejam bem acessíveis, seguros e com bom conforto. “Uma pessoa que leva um animalzinho de estimação junto, a escolha ficará um pouco restrita para locais que possam acomodar os pets. Já para uma viagem mais romântica, os resorts costumam preparar surpresas para casais que podem ser bem agradáveis”.



De olho no dinheiro



“Em viagens a questão econômica deve ser uma das primeiras coisas a se verificar. Quanto irá gastar? Hostels e pousadas oferecem sim melhores preços, mas você terá que pesquisar muito bem para achar a melhor localização com bom custo-benefício. Se o investimento não for tão grande, saiba que algumas regalias deverão ser cortadas”, explica o redator.

Pesquisa

Tendo esses itens em mente, você terá na internet uma boa aliada para sua pesquisa. Não confie muito em sites que mostram poucas imagens e informações. Fique de olho em o que estará incluso juntamente com o custo da diária. A política para cancelar reservas deve ser lida, uma vez que imprevistos podem ocorrer.

“Busque na web a opinião de outras pessoas sobre os locais que você selecionou previamente. Os comentários são importantes para uma pesquisa antes de comprar diárias. As opiniões na web são, geralmente, divididas pelo preço, localização, limpeza, segurança, entre outros”.



(Fonte : Blogolandia Ltda / Imagem divulgação)

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Hotéis em Salvador (BA) passarão por avaliação de qualidade dos serviços




Até o próximo mês de julho, 105 hotéis e pousadas de Salvador serão vistoriados e receberão orientações quanto à oferta de serviços turísticos. As visitas, realizadas por equipes de técnicos da Secretaria de Turismo do Estado (Setur), tiveram início nesta terça-feira (26/04) e fazem parte das ações do Governo do Estado para o período das Olimpíadas. Dentre os aspectos observados estão higiene e segurança, registro de clientes, políticas de preservação do meio ambiente e incentivo à qualificação dos funcionários.

“A iniciativa permite à Setur a atualização da oferta hoteleira e a realização do controle de qualidade nos meios de hospedagem, para aprimoramento dos serviços turísticos na Bahia. A fiscalização é preventiva, com vistorias que visam identificar possíveis deficiências e orientar a gestão para a resolução dos problemas”, explica Giulliana Brito, diretora de Regulação e Certificação de Serviços Turísticos da Setur.



Cadastro obrigatório – As vistorias também visam conscientizar os gestores de hotéis e pousadas quanto à regularização das empresas e o cadastramento junto ao Sistema Nacional de Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) – vinculado ao Ministério do Turismo. Realizado pela Secretaria de Turismo do Estado (Setur), o cadastramento é obrigatório para meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras, guias e condutores de visitantes, organizadores de eventos, parques temáticos e acampamentos dedicados aos turistas.



(Fonte : Mercado & Eventos / Imagem divulgação)

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Hotéis deixam turistas usarem só algumas horas da diária




Um turista a passeio ou um executivo a trabalho pretendem passar apenas algumas horas em determinada cidade, no aguardo do próximo voo. Para descansar nesse intervalo e não ficar preso no aeroporto, ele decide reservar um quarto de hotel. Contudo, a única opção é pagar uma diária completa, mesmo que não deseje utilizar o serviço durante as 24 horas.

A cena é fictícia, porém hotéis vêm percebendo a demanda de um público que deseja utilizar suas acomodações durante apenas algumas horas. Por isso, muitos estabelecimentos passaram a oferecer uma venda fracionada de suas diárias. Assim, o cliente reserva o quarto por durante apenas uma parte do dia e paga um valor menor pela estadia.

"Muitos clientes usam apenas parte da diária e, assim, acabam pagando por um período que não utilizam", diz Pedro Xavier, fundador do site HotelQuando, que busca intermediar a relação entre turistas e locais que oferecem diária fracionada.

A plataforma, criada em agosto de 2014, reúne mais de 200 hotéis no Brasil. Neste ano, os fundadores pretendem expandir o site para países da América Latina. "Nosso objetivo é vender ociosidade", diz Xavier. "Assim, cliente e hotel podem economizar."

No caso dos hotéis conveniados ao site, cobra-se 45% da diária completa em uma estadia de até seis horas, 65% do valor para permanências de até nove horas e 70% se o cliente comprar uma fração de 12 horas. Os estabelecimentos avisam quantos quartos estão vagos para locação parcial em determinado período.



DIFERENTES HORÁRIOS



Alguns lugares, porém, não oferecem o serviço à noite, por receio de que o prédio seja usado como motel. Mas o comportamento não é consenso. "A gente conhece o perfil do nosso público e sabe que essa não é a demanda", diz André Genova, gerente do Feller Avenida Paulista, que costuma atrair executivos. O local trabalha com o serviço há mais de um ano, o que fez com que diminuísse a ociosidade dos quartos

"A busca é geralmente de pessoas viajando a trabalho, que chegam em horários diferenciados", explica Meire Sofia, coordenadora de reservas do London Class Suites, que oferece diárias fracionadas apenas ao longo do dia.

Além de executivos, o serviço também pode ser opção para quem busca apenas uma tarde de lazer. "São pessoas que vêm para pegar sol na piscina, usar o restaurante e o spa", conta Cristian Bernardi, do Tivoli. "É uma forma de diversão sem sair de São Paulo."



(Fonte : Folha de SP / Imagem divulgação)

quarta-feira, 30 de abril de 2014

MATO GROSSO TEM 60 LOCAIS PARA HOSPEDAGEM ALTERNATIVA


 

 A Secretaria Extraordinária da Copa de Mato Grosso começou a disponibilizar, nessa segunda-feira (28), a lista de imóveis para hospedagem alternativa em Cuiabá, durante a Copa do Mundo. São cerca de 60 locais cadastrados e liberados, inclusive com fotos, à disposição de turistas e visitantes que têm interesse em alugar uma casa ou apartamento.
Os visitantes interessados em alugar algum desses imóveis já cadastrados poderá fazer a transação comercial diretamente com o proprietário. O cadastramento de imóveis continua sendo feito pelo portal e vai até o período do Mundial.
O projeto de Locação Imobiliária para a Copa do Mundo é uma parceria com o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis (Secovi), que visa suprir a demanda por acomodação em Cuiabá e entorno durante os jogos.
Os preços estão sendo definidos pelo proprietário, conforme o imóvel, e detalhes como localização, qualidade e tamanho fazem parte dos critérios de avaliação na definição de valores.
Entre as finalidades dessa parceria entre o governo do estado e o Secovi estão a facilitação aos proprietários em disponibilizar seus imóveis para locação; o auxílio aos turistas e visitantes na locação do imóvel de seu interesse; o estabelecimento de regras padronizadas para locações de interesse da Copa do Mundo e o fomento no setor com a geração de renda.
Atualmente, há uma demanda de aproximadamente 21 mil leitos para a Copa do Mundo, sendo que de acordo com o Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (SHRBS) há disponíveis em Cuiabá e Várzea Grande apenas 15 mil vagas, o que gera um déficit de 6 mil leitos para o evento.
Além desse programa, a secretaria tem outros dois de acomodação alternativa: O Cama Café e o Acomodação Solidária. Com esses três projetos, a estimativa é disponibilizar os seis mil leitos que faltam.
 
Alternativas
 
O Cama e Café é uma alternativa com um preço mais acessível, já que o turista se hospeda em uma residência. O programa exige que o morador seja proprietário do imóvel. O locatário só pode disponibilizar três cômodos e deve oferecer, no mínimo, os serviços de limpeza e de café da manhã.
Já a Acomodação Solidária é uma parceria com o governo do estado e os clubes Lions e Rotary que tem objetivo de promover o intercâmbio nacional e internacional entre os associados dessas entidades.
 
(Fonte : Portal Brasil / imagem divulgação)

segunda-feira, 28 de abril de 2014

VIAJA MAIS TERÁ OFERTAS DE MEIOS DE HOSPEDAGENS


 

 O programa Viaja Mais Melhor Idade, que oferece pacotes de viagens com desconto para idosos, aposentados e pensionistas, iniciou uma nova fase de promoções. Além dos descontos oferecidos por operadoras e agências de viagens, o público poderá adquirir, a partir de agora, diárias de hotéis, pousadas e albergues diretamente dos meios de hospedagem, pela internet, com vantagens e preços acessíveis. 
O acordo de cooperação foi assinado nesta quarta-feira (23), em São Paulo, pelo ministro do Turismo, Vinicius Lages, e as entidades do setor hoteleiro, durante a WTM Latina America. A proposta do novo módulo é atender a uma demanda dos idosos que acessam o programa - e manifestaram o desejo de receber ofertas de meios de hospedagem.
O ministro Vinicius Lages afirmou que atender o público da melhor idade será um dos grandes desafios do Brasil na próxima década. “Devemos pensar em estratégias mais ousadas, beneficiando os cidadãos da terceira idade que querem se manter ativos e produtivos. Além disso, o programa ajuda a enfrentar a sazonalidade no turismo, evitando equipamentos ociosos em alguns períodos do ano”. 
O Viaja Mais Melhor Idade é um dos programas mais exitosos do ministério, na opinião de Alexandre Sampaio, presidente da FBHA. Ele pode inclusive criar uma interação entre jovens e idosos que se hospedam nos albergues da juventude, segundo Maria José Giaretta, representante da FBAJ. 
As associações que assinaram o acordo para essa segunda fase são: Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Federação Brasileira de Albergues da Juventude (FBAJ – Hosteling Internacional) e Sindicato das Empresas de Turismo do Estado do Maranhão (Sindetur/MA). 
Outras entidades que tiverem interesse ainda podem participar do Viaja Mais. Os pacotes de viagens oferecidos por operadoras e agências também continuarão a ser oferecidos pelo site.
 
(Fonte : MTur / imagem divulgação)