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quarta-feira, 21 de maio de 2014

APROVADA LEI QUE REGULAMENTA AGÊNCIAS DE TURISMO


 

A presidente da República, Dilma Roussef, sancionou na ultima quinta-feira (15) a lei que dispõe sobre as atividades das agências de turismo. Com a nova regulamentação, as empresas terão de se enquadrar em agência de viagens, aquelas responsáveis pela intermediação dos serviços ou operadoras (agências de viagem e turismo), as responsáveis pelo planejamento e organização de viagens turísticas ou excursões.
De acordo com Jair Galvão, coordenador de Competitividade e Inovação do Ministério do Turismo, a lei dá mais precisão ao conceito de agências de viagem e aumenta a segurança dos consumidores. “A lei reforça a importância da legalização das empresas e traz mais garantias aos turistas que programam suas viagens”, afirma.
A oferta do serviço prestado pela agência de turismo deve mostrar o serviço oferecido, o preço total, as condições de pagamento e, se for o caso, as de financiamento. Também devem constar as condições para alteração, cancelamento, reembolso de pagamento e as empresas e empreendimentos participantes da viagem ou excursão, além da responsabilidade legal.
Os artigos relacionados ao câmbio e à remessa de valor para o exterior foram vetados por não se submeterem aos requisitos da legislação que regula o Sistema Financeiro Nacional e a fiscalização do órgão competente. Já os artigos relacionados às relações de consumo foram vetados porque contrariavam dispositivos relacionados ao Código de Defesa do Consumidor.
O Projeto de Lei 5120/01 foi aprovado pela Câmara em 22 abril, data de comemoração do dia dos agentes de viagem. A proposta do deputado Alex Canziani (PTB-PR) recebeu 11 emendas feitas pelo Senado.
 
Turismo e empresas
 
A lei permite às empresas ofertar serviços turísticos a seus associados, empregados ou terceiros apenas se forem prestados ou intermediados por agências de turismo registradas. A exceção é para os casos de fretamento simples de veículos. Além de se registrarem no órgão fiscalizador, as empresas de turismo deverão prestar as informações solicitadas no prazo estipulado, comunicar ao órgão mudanças de endereço ou suspensão temporária de funcionamento.
 
Penalidades
 
Se as agências descumprirem as normas estarão sujeitas, além das sanções penais, às penalidades de advertência por escrito, multa, interdição e cancelamento do registro.
 
(Fonte : MTur)

segunda-feira, 28 de abril de 2014

APROVADO PROJETO QUE REGULAMENTA AGÊNCIAS DE TURISMO


 

 A nova legislação define as atribuições das empresas que prestam serviço e aumenta a segurança dos viajantes
A Câmara dos Deputados, aprovou na última terça-feira (22), em Brasília, o Projeto de Lei 5120/01 que regulamenta as atividades das agências de turismo, com suas responsabilidades e obrigações. A proposta do deputado Alex Canziani (PTB-PR), recebeu 11 emendas feitas pelo Senado e segue para sanção da presidenta Dilma Rousseff, que poderá aprovar na íntegra o projeto, vetar parcialmente ou vetar integralmente. A aprovação na Câmara aconteceu justamente em 22 de abril, data de comemoração do dia dos agentes de viagem.
O secretário nacional de Políticas de Turismo, Vinicius Lummertz, afirma que a nova legislação dará legitimidade às empresas e segurança aos turistas na hora de programar suas viagens. Já o presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens, Antonio Azevedo, diz que a lei é uma reivindicação antiga e que abre um novo momento para o turismo dando reconhecimento jurídico à atividade.
Pelo texto atual do projeto, as agências deverão mencionar nos impresso promocionais o nome das empresas responsáveis pelos serviços turísticos contratados. Já a oferta deverá indicar o preço total, as condições de pagamento ou financiamento, a responsabilidade legal pela execução dos serviços e eventuais restrições, e as condições para alteração, cancelamento e reembolso.
Com a nova regulamentação, as empresas terão de se enquadrar em agência de viagens ou em agência de viagens e turismo. Esta última terá atribuições e responsabilidades das atuais operadoras de turismo, podendo inclusive adotar essa denominação.
As operadoras responderão pela prestação efetiva dos serviços, salvo em casos de comprovada força maior, razão técnica ou responsabilidade legal expressa de outras entidades (como hotéis ou companhias aéreas, por exemplo). Já as agências de viagens responderão apenas pela intermediação dos serviços.
Uma das emendas do Senado prevê que as agências de viagens terão de informar ao contratante o nome e o endereço do responsável pela prestação dos serviços, sob pena de responder solidariamente pelos danos se não o fizer ou fornecer dados incorretos.
 
Exterior
 
Os pacotes turísticos para o exterior serão de responsabilidade das agências de turismo, exceto se o prestador do serviço tiver representação no Brasil. Já a empresa de turismo sediada no exterior e que venda serviços turísticos no Brasil deverá indicar, em sua oferta, a empresa brasileira responsável por qualquer eventual ressarcimento devido ao consumidor, que será também sua representante no País.
 
Atividades privativas
 
O texto prevê, como atividades privativas das operadoras de turismo, o planejamento e a organização de viagens turísticas; a recepção, a transferência e a assistência especializada aos viajantes; a organização de programas, serviços e roteiros de viagens; e a organização de programas e serviços relativos a viagens educacionais ou culturais.
Outra emenda do Senado especifica que atividades privativas das operadoras – como recepção, transferência e assistência especializada a viajantes – não impedirão a venda direta de serviços pelos hotéis, empresas de transporte e de outros serviços turísticos, inclusive por meio da internet.
 
Turismo e empresas
 
O projeto permite às empresas em geral a oferta de serviços turísticos a seus associados, empregados ou terceiros apenas se forem prestados ou intermediados por agências de turismo registradas. A exceção é para os casos de fretamento simples de veículos.
Além de se registrarem no órgão fiscalizador, as empresas de turismo deverão prestar as informações solicitadas no prazo estipulado, comunicar ao órgão mudanças de endereço ou suspensão temporária de funcionamento.
 
Penalidades
 
Se as agências descumprirem as normas da futura lei, estarão sujeitas, além das sanções penais, às penalidades de advertência por escrito, multa, interdição, suspensão ou cancelamento do registro.
O projeto proíbe ainda o exercício das atividades de agências de turismo por pessoas físicas. 
 
(Fonte : MTur/ imagem divulgação)

segunda-feira, 24 de junho de 2013

COMISSÃO DISCUTIRÁ VENDA DE PACOTES TURÍSTICOS PELA INTERNET


 
A Comissão de Defesa do Consumidor vai realizar audiência pública para analisar a venda de passagens áreas e pacotes de viagem pela internet. Integrantes da comissão têm recebido denúncias e reclamações sobre as empresas Decolar.com, ViajaNet.com e Submarino Viagens. Elas têm sido acusadas de práticas desleais de concorrência e de omitir informações ao consumidor.
O presidente da comissão, deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), foi quem pediu a realização do debate. Ele explicou que essas empresas não informam, nos anúncios nos sites, sobre as taxas e encargos incidentes sobre os preços dos produtos. Assim, o consumidor só fica sabendo o valor real da passagem aérea ou do pacote turístico quando está finalizando a compra pela internet.
"Essas empresas oferecem preços mais baratos em relação aos praticados pelas companhias aéreas. Mas apenas como chamariz. No entanto, há algumas tarifas que não estão evidenciadas e o consumidor acaba arcando com outros custos, que, em um primeiro momento não são demonstrados. Todas essas reclamações têm chegado à comissão e o grande argumento é de propaganda enganosa.”
 
PROPAGANDA ENGANOSA
 
Araújo acrescentou que o consumidor tem de ter conhecimento completo do pacote que está sendo vendido. “O problema não está somente nas taxas adicionais que eles colocam, mas a omissão delas no momento da propaganda."
José Carlos Araújo destacou que o trecho de uma passagem entre Campinas, no estado de São Paulo, e a cidade do Rio de Janeiro chega a custar 64% a mais em relação ao valor do site depois de serem adicionadas taxas de embarque e de administração ou de conveniência.
O parlamentar citou ainda levantamento do site ReclameAqui mostra que das cinco mil queixas apresentadas contra essas empresas, mais de 300 referem-se a propaganda enganosa. A Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) destaca que o consumidor apenas tem conhecimento do preço completo da passagem ou pacote no ato de conclusão da compra.
 
CONVIDADOS

Serão convidados para a audiência pública a secretária nacional de Defesa do Consumidor, Juliana Pereira; os presidentes das empresas Decolar.com, ViajaNet.com, Submarino Viagens, um representante da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) e um representante do Ministério Público.
A data do debate ainda não foi definida.
 
(Fonte : Ag. Câmara de Notícias)

COMISSÃO APROVA ADEQUAÇÃO EM PARQUES PARA ACESSO DE DEFICIENTES


 
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou, na ultima quarta-feira (19), o Projeto de Lei 4498/12, do deputado Major Fábio (DEM-PB), que obriga os parques de diversão a eliminarem barreiras arquitetônicas que dificultem o acesso de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida aos brinquedos e às demais instalações.
De acordo com a proposta, os parques também deverão oferecer pelo menos dois brinquedos especialmente projetados para a utilização por pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.
A relatora na comissão, deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), defendeu a aprovação da proposta e incluiu no texto a extensão da mesma obrigação aos parques públicos, pois o projeto original se restringia aos privados.
Para a deputada, a determinação não representa “custo instransponível” para os empreendimentos do setor. Na sua avaliação, os ajustes arquitetônicos envolvem “pequenas adequações, mas que para os beneficiários da medida representam imenso progresso nos seus direitos de cidadãos, uma garantia de que possam usufruir, em seus momentos de lazer, da mesma estrutura moderna de entretenimento à disposição dos demais cidadãos”.
Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
 
(Fonte : Ag. Câmara de Notícias)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

COMISSÃO APROVA REGRAS PARA FUNCIONAMENTO DE PARQUES DE DIVERSÕES


A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou na quarta-feira (21) proposta que regulamenta a abertura e o funcionamento de parques de diversões no País. As regras previstas aplicam-se a parques permanentes, temporários, temáticos e aquáticos e a casas de festa, além de estabelecimentos similares abertos ao público, mediante pagamento de ingresso ou não.
As normas, a serem cumpridas por proprietários e administradores, foram incluídas em um substitutivo apresentado pelo deputado Edson Ezequiel (PMDB-RJ) ao Projeto de Lei 1365/11, do deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), e aos PLs 2321/11, 2668/11 e 2886/11, que tramitam em conjunto e tratam do mesmo assunto.
O objetivo é garantir a segurança de parques e evitar acidentes nos brinquedos, que vitimam principalmente crianças. “O dever de manter as instalações dos parques de diversão em perfeitas condições é aspecto essencial a ser observado pelas empresas que exploram a atividade”, observa o relator, Edson Ezequiel.
Atualmente, alguns estados e municípios contam com leis sobre o assunto. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) também editou, em 2011, um conjunto de normas técnicas. Não existe, no entanto, uma lei nacional com regras gerais válidas para todo o Brasil.

LAUDO TÉCNICO

O texto aprovado na comissão determina que concessão de alvará de funcionamento dos parques seja precedida de laudo técnico que comprove a segurança para o público e as perfeitas condições de montagem e funcionamento dos equipamentos.
Esse laudo terá a validade de um ano e será emitido por profissional habilitado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea), precedido de anotação de responsabilidade técnica registrada no conselho. O alvará de funcionamento e o laudo deverão ficar disponíveis para consulta pelo público.
Edson Ezequiel ressalta a importância do laudo, ainda que o documento represente um custo. “Esse custo é marginal frente à magnitude dos investimentos que devem ser direcionados ao processo de manutenção dos equipamentos”, defendeu.
Ainda conforme o substitutivo, cada parque terá um responsável técnico registrado junto ao Crea, com treinamento específico para a atividade. Os brinquedos deverão ser classificados por idade, altura e peso dos usuários.
As empresas fabricantes dos brinquedos deverão ainda fornecer cronogramas de manutenção, e um informativo indicará a data da última vistoria realizada.

SANÇÕES

A proposta responsabiliza o proprietário e o administrador do parque por qualquer lesão ou dano sofridos pelos usuários em decorrência de má conservação dos brinquedos ou por sua má operação.
Os infratores poderão ser punidos com multa de R$ 2 mil a R$ 2 milhões, sem prejuízo das sanções civis, penais ou administrativas. Esses valores serão corrigidos anualmente tendo por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Dos valores arrecadados no pagamento das multas, 30% serão destinados ao Crea responsável por apurar as infrações e 70%, ao Fundo Nacional de Saúde.
Se aprovada, a lei entrará vigor um ano após sua publicação.

TRAMITAÇÃO

O projeto ainda será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado em Plenário.

(Fonte : Agência Câmara de Notícias)

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

NAVIOS-HOTÉIS NOS JOGOS OLÍMPICOS TERÃO CONTRATAÇÃO REGULADA PELA CLT


Em nota nesta quinta-feira (22/11) em sua coluna "Negócio & Cia", do jornal O Globo, a jornalista Flávia Oliveira afirma que o Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro estabeleceu os parâmetros de contratação da mão de obra que será usada nos navios-hotéis durante as Olimpíadas do Rio. Foi o Comitê Organizador Rio 2016 que solicitou o parecer da procuradoria.
A despeito da polêmica em torno da construção do píer em Y, que vai permitir o atracamento de oito navios de passageiros simultaneamente no Porto do Rio, o planejamento dos Jogos prevê a hospedagem de cerca de dez mil pessoas em navios na cidade. O MPT-Rio emitiu uma Notificação Regulatória com regras de contratação. Há duas modalidades permitidas. Na primeira, os navios chegarão ao Rio com a tripulação estrangeira já contratada, com base nas leis trabalhistas dos países de origem.
A segunda trata da contratação de brasileiros, durante os 27 dias dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Nesse caso, a admissão tem de seguir a legislação brasileira, ou seja, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Os navios também terão de manter a bordo equipe médica brasileira para atender à tripulação local.
Cinco empresas de cruzeiro assinaram acordo de ajustamento de conduta com o MPT-Rio sobre a contratação de brasileiros nos navios que circulam na costa. São elas: CVC, Royal Caribbean, MSC, Costa e Ibero Cruzeiros.

(Fonte : Mercado & Eventos)

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

APROVADO MINISTÉRIO DA MICRO E PEQUENA EMPRESA


A Câmara aprovou ontem, por 300 votos a favor, 45 contrários e uma abstenção, a criação do Ministério da Micro e Pequena Empresa. A pasta está cotada para ser incluída na reforma ministerial, possivelmente reservada para o PSD de Gilberto Kassab. A legenda, contudo, sonha com um ministério mais robusto, como a Secretaria de Aviação Civil. O projeto ainda precisa ser aprovado pelo Senado. Segundo cálculos do governo, a criação da pasta terá impacto de R$ 7,9 milhões no Orçamento do próximo ano. Ao todo, terá 68 cargos de comissão — ou seja, que não precisam de concurso público para ser ocupado. Um deles será destinado ao futuro ministro e outro, ao secretário executivo, o segundo na hierarquia.

(Fonte : Jornal Correio Braziliense)

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

MAIS DE CEM MUNICÍPIOS MINEIROS PODEM SE BENEFICIAR COM ICMS TURÍSTICO


O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, divulga nesta quinta-feira (08/11), listagem referente aos municípios habilitados a receberem parcela do ICMS Turístico, com base na arrecadação estadual de 2013. Neste ano, 119 municípios estão habilitados a receber o repasse em 2013, no ano passado foram 63 cidades, o que demonstra um crescimento de mais de 88%.
A inclusão do critério Turismo no ICMS - resultado de esforço coletivo entre as Associações de Circuitos Turísticos e a Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (Setur) - faz parte de uma estratégia maior que visa a descentralização de recursos e tem por objetivo incentivar investimentos no Turismo municipal, promover melhorias nos serviços, aumentar o potencial turístico, oferecer mais atrações e, assim, conseguir manter o viajante por mais tempo nos destinos.
De acordo com a secretária adjunta de Estado de Turismo de Minas Gerais, Silvana Nascimento, o grande número de aprovados nesta etapa é fruto do trabalho realizado pela SETUR, de orientação aos candidatos ao repasse. “Os representantes dos municípios receberam da equipe de Coordenação do ICMS Turístico da Secretaria de Turismo todo suporte para facilitar a compreensão da documentação exigida e dos prazos”.

REQUISITOS

Os requisitos mínimos para habilitação do município são: Participar de uma Associação de Circuito Turístico reconhecida pela SETUR/MG, nos termos do Programa de Regionalização do Turismo no Estado de Minas Gerais; ter elaborada e em implementação uma política municipal de turismo; possuir Conselho Municipal de Turismo (Comtur), em funcionamento e possuir Fundo Municipal de Turismo (Fumtur), em funcionamento. Também é desejável que o município participe nos critérios ICMS Meio Ambiente e Patrimônio Cultural da Lei Robin Hood

(Fonte : Mercado & Eventos)

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

PAIS PODERÃO TER DIREITO AO MESMO PERÍODO DE FÉRIAS DE SEUS FILHOS


Tramita na Câmara projeto que permite que os pais tenham um período de férias que coincida com o das férias coletivas da creche ou pré-escola de seus filhos. A proposta (PL 4113/12) altera a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT (Decreto-Lei 5.452/43).
Segundo o autor, deputado Antonio Bulhões (PRB-SP), a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo editou a Portaria 4.474/06, prevendo férias coletivas para os professores de Desenvolvimento Infantil. Pela norma, as creches suspenderiam o atendimento de todas as crianças no mês de janeiro, embora muitos pais ou responsáveis não possam tirar férias nesse mês. Bulhões observa que essa discrepância cria “um grave problema para esses trabalhadores”.
A Defensoria Pública Estadual entrou com processo para sustar a portaria e chegou a ganhar em primeira e segunda instâncias.
“O projeto inspira-se, portanto, na notícia desse problema que vem ocorrendo no sistema produtivo da maior capital brasileira, mas, certamente, irá beneficiar os trabalhadores de todo o País, genitores de crianças de até cinco anos de idade”, afirma o parlamentar.
O deputado lembra ainda que a medida visa à garantia de direitos sociais fundamentais, assegurados pela Constituição Federal. “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância”, diz Bulhões, citando dispositivo da Constituição.

Tramitação

A matéria tramita apensada ao projeto 3289/12 e ambos serão analisados em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(Fonte : Agência Câmara de Notícias)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

TAXISTA QUE FAVORECER TURISMO SEXUAL PODERÁ PERDER LICENÇA


A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 4.332/12, do deputado Pastor Marcos Feliciano (PSC-SP), que pune o taxista com a perda da permissão de trabalho se ele beneficiar o turismo sexual. A proposta altera a Lei 12.468/11, que regulamenta a profissão.
De acordo com conceito da Organização Mundial do Turismo adotado pela proposta, o turismo sexual é feito de viagens organizadas com o propósito de se ter relações sexuais comerciais do turista com residente do local de destino.
O autor da proposta afirmou que grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, costumam atrair torcedores interessados na exploração sexual. “Nossa preocupação aumenta na medida em que consideramos aquela parcela mais carente do nosso contexto social”, afirmou Feliciano.
De acordo com Feliciano, os taxistas precisam apoiar a jornada contra a exploração sexual infanto-juvenil.

TRAMITAÇÃO

A proposta ainda será distribuída às comissões temáticas da Casa.

(Fonte : Agência Câmara de Notícias)

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

SENADO APROVA FREE SHOP NA FRONTEIRA


O governo deu o sinal verde e o Senado aprovou ontem, por unanimidade, o projeto que autoriza a criação de lojas francas, as duty free shops, na fronteira. Os estabelecimentos poderão ser instalados em cidades que tenham uma "cidade gêmea" do outro lado da linha divisória nacional. O texto já havia sido aprovado na Câmara mas, como foi alterado, terá de ser votado novamente.
Poderão ser comercializadas mercadorias nacionais ou importadas. Relatora da proposta, a senadora Ana Amélia (PP-RS) destacou que, em algumas localidades, basta aos brasileiros atravessar a rua para comprar no free shop de um país vizinho, o que configura uma "competição injusta e predatória".
O projeto, de iniciativa do deputado Marco Maia (PT-RS), presidente da Câmara dos Deputados, tramita há três anos. A regra é a mesma dos free shops dos aeroportos, onde somente brasileiros com passagem de saída do País ou de entrada são autorizados a comprar.
Vetada pela Receita Federal, a proposta foi alvo de seguidos adiamentos no Senado, até que parlamentares de partidos da base do governo se rebelaram, ameaçando aprová-lo sem o aval do Planalto. Na terça-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o secretário executivo, Nelson Barbosa, fecharam um acordo, avalizando o projeto.
O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) disse que os free shops das cidades estrangeiras coladas à fronteira com o Brasil "esvaziam uma atividade e rendem uma série de dificuldades para a população, que só encontra trabalho do outro lado da fronteira". No acordo com Mantega, ficou acertado que sairá do texto o Regime Aduaneiro Especial de Exportação pelo Varejo Nacional (EVN), facilitando o acordo com a Receita.
Como foi alterado pelo substitutivo da senadora, o texto terá de ser reexaminado na Câmara, onde o presidente Marco Maia já assegurou o apoio dos líderes para aprová-lo neste ano. Caberá ao Ministério da Integração Nacional identificar as cidades autorizadas a instalar as lojas.

(Fonte : Jornal O Estado de São Paulo)

EMPREGAR DEFICIENTE PODERÁ SER REQUISITO PARA OBTER INCENTIVOS DA COPA


As empresas beneficiadas com incentivos fiscais relacionados à realização da Copa das Confederações de 2013, da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 que ocorrerão no Rio de Janeiro poderão ser obrigadas a destinar pelo menos 5% de seus cargos a pessoas com deficiência para serem beneficiadas com incentivos fiscais relacionados aos eventos. O percentual deverá ser equivalente ao menos um posto de trabalho.
A exigência está prevista no Projeto de Lei 3999/12, do Senado, em análise na Câmara. A proposta altera a Lei 12.350/10, que trata dos benefícios fiscais relacionados à realização dos jogos pelo Brasil. A lei estabelece uma série de medidas, como a isenção de tributos incidentes sobre a importação de bens ou mercadorias para uso exclusivo na organização dos eventos, além da dispensa de outros impostos e contribuições sociais.
Conforme a proposta, as empresas beneficiadas terão 90 dias para se adaptar às medidas.

INSERÇÃO

O autor do projeto, senador Lindbergh Farias, espera “inserir mais incisivamente” as pessoas com deficiência no mercado de trabalho criado para a realização dos eventos.
“Devemos inserir todos os cidadãos, mas especialmente os portadores de deficiência, que, segundo dados do Censo 2010, são cerca de 15% da população”, diz Lindbergh Farias. Segundo ele, a determinação inova em relação à Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social 8.213/91, que hoje aplica a exigência de cotas para pessoas com deficiência apenas a empresas com 100 ou mais empregados.

TRAMITAÇÃO

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(Fonte : Ag. Câmara de Notícias)

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

SENADO APROVA AUMENTO DE LIMITE PARA COMPRA E VENDA DE MOEDA ESTRANGEIRA


As operações de compra e venda de dólares em casas de câmbio e instituições financeiras poderão ser ampliadas dos atuais US$ 3 mil para US$ 10 mil. Isso será feito para desburocratizar a compra de reais, disse o autor da proposta Francisco Dornelles (PP-RJ). A matéria prevê que, até esse valor, será desnecessária a apresentação do formulário de transação cambial exigido pelo Banco Central.
O projeto de lei foi aprovado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e segue para a análise da Câmara. A proposta permite ao governo federal aumentar esse valor por ato normativo caso considere pertinente.
“O projeto, além de desburocratizar a troca de dólares por reais para turismo vai atender às necessidades de grandes eventos esportivos, como a Copa das Confederações de Futebol, em 2013; a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016”, defendeu Dornelles.
O parlamentar ressaltou que a medida não afetará a fiscalização feita pelo Banco Central e instituições financeiras nessas operações. Segundo Dornelles, a medida altera uma lei de 1962 e desburocratiza as operações nas casas de câmbio e bancos.

(Fonte : Agência Brasil / imagem divulgação)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

REGRAS DO ICMS CONFUNDEM EMPRESÁRIOS


As constantes mudanças e a disparidade nas regras entre os Estados fazem do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) uma dor de cabeça para os empresários.
Em cada unidade da Federação o imposto tem especificidades nas alíquotas, nos prazos e nos procedimentos burocráticos.
A simplificação seria um dos maiores objetivos de uma reforma tributária, mas a resistência dos Estados, dado o peso do ICMS na arrecadação (representa mais de 80% da receita), é um entrave.
Foram 20 modificações diárias em média neste mês em todo o país, segundo levantamento de Rita Andrade, coordenadora editorial da IOB Folhamatic, que desenvolve softwares de contabilidade.
Podem surgir 60 normas em um dia, diz Flavia Martin, consultora da Fiscosoft, empresa que fornece informações e cursos de tributação.
Entre as mudanças do dia 23, por exemplo, estavam a redução da alíquota cobrada para suco de laranja em São Paulo e a mudança da base de cálculo do imposto na venda de materiais de construção no Rio Grande do Sul.
Além disso, ao menos sete Estados editaram decretos neste mês para reverter arrecadação do imposto com a venda de Big Mac do dia 24, quando houve campanha em prol de instituições de combate ao câncer infantil.
"Uma mudança provocada por uma alteração dessas pode afetar todo um planejamento", diz Tales Giaretta, diretor da Toyo Setal, empresa do setor de petróleo e gás.
Ele diz que a empresa se associou a executivos japoneses e que há surpresa quando eles se deparam com a burocracia tributária brasileira.

DESBRAVAMENTO

Outra dificuldade é a diferença de procedimentos que existe em cada legislação estadual. "A pessoa às vezes nem consegue saber que precisa seguir determinadas normas, preencher certos papéis", diz o advogado tributarista Antonio Carlos Rodrigues do Amaral.
O juiz do TIT (Tribunal de Impostos e Taxas) e sócio do escritório LBZ Advocacia Raphael Garofalo elenca entre as peculiaridades estaduais (veja texto abaixo) um selo de autenticidade que deve ser colado em todas as notas fiscais que chegam ao Acre.
Já para a compra de uma mercadoria que vai do Espírito Santo para São Paulo, é necessário que a nota fiscal tenha registrada a placa do caminhão e o volume transportado, sob pena de multa.
Para Amaral, "o emaranhado de normas é tão grande que o empreendedor brasileiro precisa ter um espírito desbravador".

GUERRA FISCAL

Segundo o advogado tributarista Fábio Soares de Melo, novas leis surgem em grande quantidade devido a fatores como a necessidade do fisco de se adaptar a novos negócios e melhorar a fiscalização e arrecadação.
Ele também atribui parte da responsabilidade à "guerra fiscal" entre os Estados, ou seja, a ação com objetivo de conseguir atrair investimentos de outras localidades concedendo benefícios para determinadas operações.
Segundo ele, a complexidade e a quantidade de alterações na lei geram um custo extra para as empresas, que necessitam do auxílio de escritórios de contabilidade e consultorias fiscais e jurídicas na apuração do imposto.
Apesar da burocracia, Soares de Melo diz existir um ponto positivo no sistema, pois o empreendedor tem a possibilidade de procurar um local que, dentro da legislação, ofereça vantagens a ele.
Muitos desses incentivos, porém, são concedidos sem a autorização do Confaz -órgão do Ministério da Fazenda integrado por representantes de todos os Estados.
Edital para súmula vinculante no Supremo Tribunal Federal pretende tornar inconstitucional todo incentivo dado sem autorização.
Também como forma de combater a guerra fiscal, o governo federal discute com os Estados a redução da alíquota do ICMS nas transações interestaduais. A ideia é ir dos atuais 12% e 7% para 4%.
A Folha procurou o Confaz, mas não obteve resposta até o fechamento da edição.

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA GERA CONTROVÉRSIAS

A substituição tributária, em que uma parte fica responsável pelo recolhimento do ICMS de toda a cadeia, é considerada pela consultora Flavia Martin o ponto mais complexo do ICMS.
A ideia da substituição, segundo o advogado Antonio Carlos Rodrigues do Amaral, é interessante no caso de itens em que existe uma alta concentração na produção e dispersão na distribuição, como refrigerantes ou cigarros.
No entanto, como antecipa o recebimento do imposto pelos Estados e facilita a fiscalização, o sistema passou a ser utilizado para qualquer tipo de produto indistintamente, diz o tributarista.
Além disso, não há consenso entre Estados sobre todos os produtos que estão sujeitos a esse regime de tributação. Nem sobre as margens de valor agregado (MVA), estimativa do valor final do produto substituído sobre o qual se aplica a alíquota.
Em transações interestaduais sujeitas à substituição, o fornecedor é responsável por recolher o imposto e entregá-lo ao Estado de destino da mercadoria.
Como nem sempre há consenso sobre o que deve ser substituído, a consequência é o surgimento de "barreiras alfandegárias" entre Estados, com o objetivo de garantir o recebimento antecipado do imposto.
"Estamos indo na contramão dos blocos desenvolvidos, que estão acabando com as barreiras", diz Bruno Quick, gerente de políticas públicas do Sebrae.

PEQUENAS EMPRESAS

De acordo com Quick, a substituição tributária, do modo como é tratada atualmente, é responsável por diminuir a eficácia do Simples Nacional, regime de tributação simplificado para micro e pequenas empresas que unifica impostos.
Se uma indústria optante do Simples, por exemplo, produz um produto que tem ICMS pago por substituição tributária, terá que pagar a alíquota do produto em separado e realizar uma contabilidade paralela para este. Isso gera custos com os quais a pequena empresa nem sempre consegue lidar.
A empresa também precisa recolher o imposto antes de receber pelo produto, o que cria uma necessidade de capital de giro que é crítica para os pequenos.
Quick também critica o fato de as margens de valor agregado utilizadas prejudicarem a competitividade das pequenas empresas, que, por não trabalhar em grande escala, precisam vender seus produtos com uma margem de lucro maior do que a das grandes para sustentar seus negócios, mas pagam o mesmo imposto.

(Fonte : Jornal Folha de São Paulo)

PROJETO ISENTA PESSOA COM DEFICIÊNCIA DE TARIFA DE EMBARQUE


O Projeto de Lei 3641/12, do deputado Junji Abe (PSD-SP), concede isenção de tarifa de embarque em voos domésticos a pessoas com deficiência. Para o deputado, uma vez que normalmente esses cidadãos têm gastos maiores que os demais com, por exemplo, despesas médicas, “não é justo que recebam o mesmo tratamento quanto ao pagamento de tarifas aéreas, especialmente, quando utilizam a aviação a trabalho”.
A tarifa de embarque é fixada em função da categoria do aeroporto e da natureza da viagem (doméstica ou internacional) e cobrada antes do embarque do passageiro. Ela remunera a prestação dos serviços e a utilização de instalações e facilidades existentes nos terminais de passageiros, com vistas ao embarque, desembarque, orientação, conforto e segurança dos usuários.
Junji Abe afirma ainda que após a Constituição de 1988, as pessoas com deficiência são vistas de forma mais participativa no mercado de trabalho. “Contudo, apesar de toda mobilização do Estado e da sociedade, existem ainda entraves dificultando a vida dessas pessoas, como a cobrança de tarifa de embarque”, sustenta.

Tramitação

A proposição foi apensada ao PL 4638/09 e está sujeita à apreciação do Plenário. Regime de tramitação: Prioridade.

(Fonte : Agência Câmara de Notícias)

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

PROJETO PERMITE PAGAMENTO PARCIAL DE TRIBUTOS POR MICROEMPRESA


Tramita na Câmara o Projeto de Lei Complementar 139/12, do deputado Junji Abe (PSD-SP), que permite o pagamento parcial de tributos das empresas optantes pelo Simples Nacional. Pelo texto, o pagamento parcial dos tributos poderá ser feito no percentual mínimo de 50%, desde que observada a ordem cronológica de geração dos débitos, e os juros e multa de mora serão gerados apenas sobre o valor não recolhido no vencimento.
A proposta altera a Lei Complementar 123/06, que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. O autor argumenta que o objetivo do projeto é facilitar o pagamento parcial dos tributos e evitar pendências relativas a débitos de meses anteriores, devido ao esquecimento de pagamento ou erros no pagamento da guia.
Atualmente os tributos devem ser pagos por meio de documento único de arrecadação. “O projeto de lei complementar tem potencial ainda para evitar o abandono do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) por parte das empresas devedoras, que em regra, abrem novas empresas (em nome de laranjas) para participar de licitações e se candidatar a empréstimos do BNDES”, afirma.

TRAMITAÇÃO

A matéria tramita em conjunto com o PLP 25/07 e outros cinco projetos nas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação (inclusive no mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois segue para análise do Plenário.

(Fonte : Agência Câmara)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

COMISSÃO APROVA PROJETO QUE REDUZ TRIBUTO SOBRE AS CONTAS DE LUZ


A Comissão de Minas e Energia aprovou na última quarta-feira (8) o Projeto de Lei 3208/12, do deputado Valadares Filho (PSB-SE), que reduz a zero a alíquota da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidente sobre as receitas de fornecimento de energia elétrica. A proposta altera a Lei 10.833/03, que trata da legislação tributária federal.
O relator da proposta, deputado Ângelo Agnolin (PDT-TO), fez uma alteração para que a redução de imposto possa ser aprovada pela Câmara. Em vez de produzir efeito imediatamente, a lei decorrente desse projeto deverá valer apenas para o próximo exercício fiscal, e o Poder Executivo deverá incluir essa redução nos cálculos da próxima lei orçamentária a ser elaborada.
Dessa forma, o governo pode se programar e, como lembrou Agnolin, a proposta atenderá à Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/00). Pela lei, toda renúncia fiscal deve ser acompanhada do cálculo de quanto o governo deixa de arrecadar e de formas de reparação.
Na composição do custo da energia, as taxas e impostos representam 45% do valor total, cerca de 7% somente para PIS/Cofins. Hoje, no País, há 23 impostos e 13 encargos (municipais, estaduais e federais) sobre a energia elétrica.
Agnolin lembrou que a redução da carga tributária sobre a energia foi um dos compromissos de campanha da presidente Dilma Rousseff. Ele citou inclusive artigos e entrevistas em que integrantes do governo argumentam a favor da alíquota zero para a Cofins. “A providência de desoneração tributária das contas de energia elétrica que ora analisamos está em sintonia com o posicionamento do governo federal.”

Tramitação

O projeto ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será votado pelo Plenário

(Fonte : Agência Câmara de Notícias / imagem divulgação)

terça-feira, 7 de agosto de 2012

ANTIFUMO COMPLETA 3 ANOS COM MÉDIA DE 1,7 MULTA POR DIA EM SP


A lei Antifumo completa três anos neste mês com um total de 1.885 multas aplicadas em todo o Estado de São Paulo. O número corresponde a 1,7 multa por dia, sendo que 88% delas ocorreram devido à presença de pessoas fumando no interior dos estabelecimentos.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, a capital paulista teve o maior número de estabelecimentos multados no Estado, com 570 autuações ao longo de três anos. Em seguida estão as regiões da Baixada Santista (281) e a região de Campinas (153).
Desde o início da fiscalização, três estabelecimentos foram interditados por serem flagrados mais de duas vezes desrespeitando a lei. Na capital paulista, a cervejaria Polo North (zona norte) fechou por 48 horas em abril de 2011 e, novamente, por 30 dias, em março deste ano.
Outros dois estabelecimentos foram fechados por 48 horas em Mogi das Cruzes (na Grande São Paulo). O primeiro foi a choperia Arábica's e ocorreu em novembro de 2009. Já neste ano foi fechada a lanchonete Mega Mogi Pastel no dia 5 de abril.
De acordo com a secretaria, o valor da multa por descumprimento à lei Antifumo é a partir de R$ 922 na primeira infração, dobrando em caso de reincidência. Na terceira vez, o estabelecimento é interditado por 48 horas, e na quarta o fechamento é por 30 dias

(Fonte : Folha Online)

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PROJETO OBRIGA SIMPLIFICAÇÃO DE REPASSES DE RECURSOS PARA MUNICÍPIOS MENORES


A Câmara analisa o Projeto de Lei Complementar (PLP) 182/12, do deputado Toninho Pinheiro (PP-MG), que obriga a simplificação das transferências voluntárias para municípios menores e com menos recursos. As transferências voluntárias são recursos repassados pelo governo federal ou pelos estados às cidades para cumprir convênios ou outros instrumentos de cooperação e de assistência financeira.
Pela proposta, deverão ser estabelecidos critérios para simplificar os repasses aos municípios com até 50 mil habitantes e às cidades cujas receitas tenham sido menor do que 70% da receita média das cidades no mesmo período.
A técnica de simplificação deverá ser especificada anualmente pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A proposta inclui essa regra na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF - Lei Complementar 101/00).
Toninho Pinheiro argumenta que os municípios menores ou mais pobres têm mais dificuldade de atender aos requisitos burocráticos dos convênios e outros atos de cooperação. Assim, segundo ele, a cada ano os maiores municípios têm aumentado a participação nas transferências voluntárias. “Isso está na contramão da luta para reduzir as desigualdades socioeconômicas em nosso País”, critica.

TRAMITAÇÃO

O projeto precisa ser votado em Plenário e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(Fonte : Ag. Câmara de Notícias)

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

GRUPO DE TRABALHO QUER ACELERAR VOTAÇÃO DO FIM DA MULTA DO FGTS PARA EMPRESAS


Deputados da Câmara de Negociação sobre Desenvolvimento Econômico e Social vão pedir pressa, ao presidente Marco Maia, para pôr em votação no Plenário o fim da multa de 10% que as empresas pagam ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em caso de demissão sem justa causa (PLP 46/11). Eles acreditam que a proposta é consensual e pode ser aprovada antes das eleições municipais.
O parecer do deputado Roberto Santiago (PSD-SP) ao projeto de lei complementar que extingue a multa foi aprovado em julho pela Câmara de Negociação, um grupo de trabalho criado para discutir propostas que interessam à classe trabalhadora e aos empresários, e agilizar sua votação.
Hoje, quando a empresa demite o empregado, ela paga 40% sobre o valor devido do FGTS ao trabalhador e outros 10% para o FGTS. Essa contribuição de 10% foi criada em 2001 para pagar parte das despesas do governo com o ressarcimento aos trabalhadores pelas perdas nas contas do FGTS pelos Planos Verão e Collor 1, em 1989 e 1990 (LC 110/01).
A mesma lei que criou a contribuição para os empresários também estabeleceu uma alíquota de 0,5% para os trabalhadores. Embora ambas as contribuições tenham sido instituídas em caráter temporário, a dos trabalhadores teve seu prazo de exigibilidade fixado em 60 meses. Já a dos empresários ainda permanece em vigor.
Para o deputado Roberto Santiago, a contribuição precisa ser extinta porque já cumpriu o seu papel. "Há um consenso, inclusive na própria Caixa Econômica Federal, que já fez um parecer no ano passado sobre o tema, dizendo que não tinha mais o porquê dessa cobrança, e também acompanhando o que vem fazendo o governo, no sentido de desonerar as empresas, desonerar a folha de pagamento, passar, por exemplo, a cobrança de INSS para o faturamento das empresas.”
Santiago acrescenta que também dessa linha de desoneração, para que as empresas possam ter menores custos no País, há um certo consenso de que é preciso terminar com essa multa de 10% a mais.

CUSTO MENOR

Segundo o gerente-executivo de Relação do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Emerson Casali, a extinção da multa representaria um custo a menos para as empresas em torno de R$ 2,5 bilhões por ano, o que poderia ser revertido em favor dos trabalhadores.
Na opinião de Casali, toda vez que se reduz o custo do trabalho, estimula-se a geração de empregos. “Hoje é uma preocupação mundial a criação de empregos e a redução do custo do trabalho. Um grande desafio do Brasil é promover a redução do custo do trabalho, para não perder a competitividade, não exportar empregos. Diante disso, é preciso encontrar pontos onde se possa desonerar o trabalho, sem que isso signifique prejuízo ao trabalhador."
Ao todo, calcula-se que o ressarcimento ao FGTS tenha custado R$ 55 bilhões. A maior parte, relativa aos trabalhadores que fizeram acordo com a Caixa Econômica Federal, terminou de ser paga em janeiro de 2007.

(Fonte : Ag. Câmara de Notícias)