terça-feira, 24 de outubro de 2017

Subsidiária de Trivago visa reforçar hotéis independentes




Recentemente, a Trivago lançou uma subsidiária para o gerenciamento hoteleiro: o Hotel Relations. A ideia, segundo a empresa, será o de promover um forte relacionamento direto com hotéis independentes, bem como impulsionar suas reservas.

A plataforma on-line, além de se concentrar no marketing, vendas e nos serviços de tecnologia, ainda se terá foco na capacitação de hoteleiros em todo o mundo. O intuito, segundo informa o portal Breaking Travel News, é o de torná-los mais competitivos e mais eficientes na gestão das reservas diretas em seus sites.

“Isso nos permite trabalhar ainda mais com os hoteleiros e melhor apoiá-los para fazerem o seu marketing direto com sucesso”, explica o gerente e diretor de Receitas da Trivago, Johannes Thomas. Segundo o executivo, nos últimos dois anos, as reservas diretas nos hotéis têm apresentado um aumento significativo.


COMO VAI FUNCIONAR?



Ao invés de recrutar engenheiros e técnicos em tecnologia, a plataforma está focada em trazer os melhores talentos em vendas do mundo para dentro de sua equipe. Com sede em Düsseldorf, na Alemanha, a Hotel Relations, será responsável pelas relações da Trivago com mais de 300 hoteleiros em todo o planeta.

A empresa, que ao abrir suas portas já conta com um quadro de 160 funcionários, pretende ampliar sua equipe em 2018. Além da melhoria no relacionamento com parceiros, a empresa afirma que também visa facilitar as demandas dos viajantes — que terão suas opções de reservas ampliadas, feitas diretamente.



(Fonte : Panrotas com informações da Breaking Travel News / Imagem divulgação)

Sabre lança plataforma com inteligência artificial para hotéis




A Sabre Corporation acaba de anunciar o lançamento da sua primeira plataforma de inteligência artificial direcionada aos negócios da indústria de hospitalidade. A Synxis Analytics Cloud é a nova plataforma de dados e análise direcionada exclusivamente ao setor hoteleiro, que visa a maximização da receita total dos empreendimentos.

A partir da inteligência artificial que analisa os dados da rede hoteleira, a plataforma identifica oportunidades de faturamento e melhoria de experiência, além de ajudar os hoteleiros a evitarem a perda de receitas — analisando dados operacionais, financeiros, bem como configurações de câmbio acionáveis. O usuário do hotel também é capaz de projetar e testar diferentes modelos preditivos e escolher algoritmos pré-construídos.

“Nosso objetivo está focado em resolver o problema de integração de dados de hospitalidade e atender a necessidade de inteligência nos negócios de autoatendimento”, afirmou o vice-presidente de Estratégia Global da Sabre, Balaji Krishnamurthy. A mudança para análises preditivas, segundo o executivo, modificará o cenário em que a maioria dos hoteleiros se encontram: em análises direcionadas ao passado.

Atualmente, além de muitos relatórios serem manuais, eles se limitam a analisar eventos passados que fornecem visões históricas e poucas ideias acionáveis. Em contrapartida, a plataforma da Sabre deverá levar soluções de inteligência artificial a operações, distribuição, personalização e varejo, bem como recomendar estratégias a partir do padrão de cada empreendimento.


AVALIAÇÃO DE CLIENTES



Alguns clientes da Sabre, como a Denihan Hospitality, Preferred Hotels and Resorts, Vantage Hospitality, LE Hotels e Two Roads Hospitality já adotam a plataforma. Segundo o diretor de Reservas da Denihan, a ferramenta oferece uma análise profunda e rápida das tendências de subcanais.

A vice-presidente de Gerenciamento do LE Hotels, Bianca Porto Braga, também ressalta a rapidez do relatório. “Ao invés de executar relatórios por propriedade para ter uma ideia geral, podemos executar números e obter relatórios imediatos. Ele também tem uma variedade de gráficos e guias que podem facilmente ser exportados”, salienta.



(Fonte : Panrotas / Imagem divulgação)

Temporada de cruzeiros começa dia 29 e deve trazer 380 mil turistas ao Rio




A temporada de cruzeiros 2017/2018, que tem início no próximo dia 29, promete movimentar o Píer Mauá, na zona portuária do Rio, podendo trazer até cinco navios para a cidade em um mesmo dia. De acordo com a Secretaria de Estado de Turismo, são esperadas mais de 380 mil turistas na cidade até abril do ano que vem, quando termina a temporada.

O secretário de Turismo, Nilo Sergio Felix, destacou a importância dessa época do ano para a cidade lembrando que o Rio de Janeiro recebeu o título de Melhor Porto de Cruzeiros da América do Sul por seis anos consecutivo pela Travel Weekly (portal de notícias e publicações da indústria turística).

Ele ressaltou a relevância da temporada ao falar sobre o impacto na economia da cidade causado pelos gastos dos turistas trazidos pelas embarcações. "De acordo com estudo da Clia Brasil [Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos] e da Fundação Getúlio Vargas [FGV], na temporada 2016/2017, cada viajante gastou, em média, R$ 559,80, nas cidades de escala. A pesquisa mostrou ainda que o impacto econômico desse segmento na economia do Brasil na última temporada foi de R$ 1,607 bilhão", disse o secretário.

A temporada 2017/2018 está começando com um mês de antecedência e, de acordo com a programação, o auge será no dia 11 de fevereiro, quando cinco transatlânticos chegarão para o carnaval de 2018.

Das 94 atracações programadas, 23 são de cruzeiros internacionais, operando com 18 embarcações. As 71 escalas restantes são nacionais, atuando com sete navios.



(Fonte : Ag. Brasil de Notícias / Imagem divulgação)

Demanda aérea doméstica mantém tendência e fecha setembro com 6,6% de alta




A demanda por voos domésticos cresceu pelo sétimo mês consecutivo, em setembro, ao registrar variação positiva de 6,6%, em relação ao mesmo mês do ano passado. Em termos absolutos, os 7,5 milhões de passageiros-quilômetros transportados (RPK) no período representam o melhor resultado para qualquer mês de setembro na base de acompanhamento da ABEAR, iniciada em 2012, e em toda a série completa da ANAC, que recua a 2000.

Esse desempenho permite ao setor continuar a trajetória de crescimento do ponto em que ela foi interrompida. Ao todo, foram transportados 7,5 milhões de passageiros nos voos dentro do país em setembro – mais de 500 mil embarques sobre o mesmo mês do ano anterior (alta de 8%). No terceiro trimestre a aviação doméstica já transportou mais de 1 milhão de passageiros do que de julho a setembro do ano passado (alta de 4,6%).

Nas demais indicadores, a oferta registrou o terceiro crescimento consecutivo, com alta de 2,9% em relação a setembro de 2016, e o fator médio de ocupação dos voos ficou em 83%, recorde histórico para o mês (alta de 2,89 pontos percentuais).



(Fonte : Mercado & Eventos / Imagem divulgação)

Economia em distribuição direta de aéreo é mito, diz estudo




E se alguém dissesse que a distribuição direta de passagens aéreas tem o mesmo custo de um intermediário - ou até maior - para uma companhia do setor ? Essa afirmação é feita pelo diretor da Infrata, Ian Lowden, uma empresa de economia voltada para a indústria aérea.

Um relatório foi lançado hoje (24) e informa que a venda com agentes de viagens por meio de plataformas como o sistema de distribuição (GDS) tem o mesmo valor de uma transação “direta” – com as aspas, de acordo com o estudo.

Ele explica o porquê. “Ao se levar em conta a publicidade o marketing, o atendimento ao cliente e pagamento de taxas, bem como os custos significativos de aquisição de clientes on-line, como motores de busca, os gastos de reservas ‘diretas’ e aquelas feita por meio do canal on-line e offline com agências de viagens é equivalente”, declarou.

“As companhias aéreas que procuram justificar uma mudança para esquema de distribuição ‘direto’ menos transparente geralmente omitem considerar esses custos importantes e inevitáveis”, complementou.Segundo o estudo, para grandes conglomerados aéreos, apostar na venda direta tem um “custo insignificante” de 11 centavos de euro (13,43 euros contra 13.32, euros).

Já empresas com uma malha bem desenvolvida e com base pequena têm um adicional de 11% para cada reserva emitida, enquanto as regionais têm um acréscimo de 4% em seu próprio canal.
As companhias aéreas, sobretudo europeias, têm cada vez mais investido em um modelo próprio de vendas. A Lufthansa inaugurou esse movimento com a criação do Distribution Cost Charge (DCC), uma taxa de 16 euros para emissão via GDS, em 2015.
Na próxima semana, a British Airways e a Iberia, ambas do International Airlines Group (IAG) vão cobrar oito euros pela mesma razão. O estudo aponta que tal medida é uma “penalização” a esse canal intermediário.

O secretário geral da ECTAA, Michel de Blust, questiona as transportadoras que aderem a esse tipo de distribuição.

“Nós só podemos concluir que as companhias aéreas devem ter outros motivos para impulsionar as vendas diretas. Uma razão clara deve ser evitar a transparência, a conveniência e a escolha que agentes e plataformas neutras de viagens oferece aos consumidores. Nos canais de venda ‘diretos’ dessas empresas, tal transparência e escolha não existem, permitindo que eles o façam consumidores cativos e vulneráveis ao aumento de preços”, sugeriu.

O estudo foi encomendado por duas entidades, a Federação Europeia de Associações de Agentes e Operadores de Viagens (ECTAA) e a Associação Europeia de Tecnologia e Serviços de Viagem (ETTSA).



(Fonte : Panrotas / Imagem divulgação)

CCJ aprova acordo entre Brasil e Peru sobre serviços aéreos




A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 559/16, que trata de acordo sobre serviços aéreos celebrado entre os governos de Brasil e Peru. O projeto segue para análise do Plenário da Câmara.

O acordo foi assinado em Lima, em dezembro de 2009. O texto substitui o acordo que os dois países mantêm sobre serviços aéreos, assinado no Rio de Janeiro, em 1953, e emendado em 1997.

O parecer do relator, deputado Gabriel Guimarães (PT-MG), foi pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do acordo.

Segundo o projeto, cada um dos países terá o direito de designar uma ou mais empresas para operar os serviços aéreos. O texto fixa os critérios com base nos quais essas designações poderão ser negadas, revogadas ou suspensas.



Rotas


As empresas designadas poderão operar serviços aéreos internacionais nas rotas especificadas no quadro de rotas constante em anexo do acordo e terão direito a: sobrevoar o território da outra parte sem pousar; fazer escalas no território da outra parte, para fins não comerciais; e fazer escalas nos pontos especificados no quadro de rotas para embarcar e desembarcar tráfego internacional de passageiros, carga e mala postal separadamente ou em combinação.

Pelo acordo, essas empresas poderão estabelecer escritórios administrativos próprios no território da outra parte, sendo permitida a venda de passagens e serviços acessórios. O texto adota a prática de conceder autonomia aos operadores para estabelecer as tarifas livremente, sem a necessidade de sujeita-las a aprovação das autoridades.

O acordo também trata da adoção de práticas e protocolos de segurança da aviação e de segurança operacional, que foram desenvolvidos nos últimos anos no âmbito da Organização de Aviação Civil Internacional (Icao).



(Fonte : Ag. Câmara de Notícias / Imagem divulgação)

Azul anuncia novos voos em São Paulo durante a alta temporada de verão




Os aeroportos de Congonhas e Guarulhos receberão um acréscimo de nove novos voos diários e diretos durante a alta temporada de verão da companhia aérea Azul. As operações foram escolhidas para atender cidades turísticas, como Salvador, Porto Seguro, Ilhéus, Recife, Florianópolis e Navegantes. Congonhas será beneficiado com três saídas diárias para a Bahia, sendo Ilhéus um destino inédito da empresa a partir da capital paulista. Já em Guarulhos, que receberá seis novos destinos durante o verão, os destaques vão para Ilhéus e Porto Seguro, na Bahia, Navegantes e Florianópolis, em Santa Catarina e Recife, em Pernambuco, onde os passageiros da Azul podem se beneficiar de todas as ligações que o hub da companhia oferece. Todos os voos já estão sendo comercializados nos canais de venda. Foto: Paulo Berger.



(Fonte : Revista Flap / Imagem divulgação)