segunda-feira, 28 de maio de 2012

SITES AJUDAM A FAZER VIAGENS COM CRIANÇAS



Conhecer lugares distantes é uma experiência enriquecedora para crianças, mas também pode vir com contratempos tanto para elas quanto para os adultos.
Por isso, especialmente em viagens longas, é bom estar preparado para lidar com problemas típicos, como precauções médicas, malas mais pesadas, irritabilidade e eventuais transtornos causados por uma viagem de avião.
Alguns sites podem ser o ponto de partida para uma empreitada mais tranquila. É o caso da página da companhia aérea Lufthansa, que dá dicas de como preparar a mala, o que levar na bagagem de mão e como vestir a criança para que os voos sejam uma experiência menos estressante.
O jornal britânico "The Guardian" compilou, em inglês, 50 dicas gerais para esse tipo de viagem. Os itens se referem ao planejamento da empreitada, cuidados com a saúde e até conselhos sobre onde amamentar bebês em países de hábitos culturais desconhecidos.
Ainda em inglês, para quem quer ir direto ao ponto e saber como entreter os pequenos no destino, vale a pena clicar no Travel For Kids. O site traz sugestões de passeios em diferentes partes do mundo, como Nova York, Bali, Quênia e Peru.

PARA COMER

Na maioria deles, há uma seção sobre comidas divertidas locais, como o sorvete na Toscana, por exemplo -por curiosidade, no Rio de Janeiro, única cidade brasileira citada, recomenda-se ir a uma churrascaria: "Crianças podem escolher seu próprio corte de carne e até experimentar coração de galinha grelhado, caso se sintam corajosas".
Indicações de hotéis para famílias e até visitas guiadas especiais em museus podem ser conferidas.
Ainda útil, a seção "travel tips" contém tópicos de interesse para os pais, sobre arrumação de malas, questões de segurança, alergias e também sobre como não passar mal ao comer na Índia.
Em português, há os blogs Eu Viajo com Meus Filhos e Viajando com Pimpolhos, com informações sobre destinos mais próximos dos brasileiros, como o Nordeste e a América Latina, entre outros roteiros.
Apenas tome cuidado, em ambos, com alguns textos tendenciosos, com cara de publicidade.

(Fonte : Folha Online)

MINISTÉRIO PREPARA SALÃO DO TURISMO PARA 2013




O Ministério do Turismo recebe, até o dia 31, propostas de centros de eventos, feiras e convenções interessados em sediar a sétima edição do Salão do Turismo – Roteiros do Brasil. As empresas devem informar a disponibilidade do espaço e custos para receber o evento entre 16 de abril e 29 de julho de 2013, na capital paulista. O contrato será por um período de 15 dias, incluindo instalação e desmontagem do evento.
A chamada para consulta de espaços disponíveis para a realização do evento foi publicada pelo MTur em quatro jornais de abrangência nacional, no último dia 10. A proposta deve ser formalizada por meio de ofício endereçado à Diretoria de Gestão Interna do Ministério do Turismo. Outras informações são obtidas pelo telefone (61) 2023-8115.
O Salão do Turismo é uma estratégia de mobilização, promoção e comercialização dos produtos e roteiros turísticos desenvolvidos segundo as diretrizes e os princípios do Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil. O objetivo é contribuir com o aumento do fluxo de turismo doméstico.

(Fonte : MTur)

UM CHAMPANHE COM ALMA BRASILEIRA



A foto é da primeira garrafa aberta do champanhe Cave Geisse Philippe Dumont. Ela foi degustada na vinícola da família Geisse, na Serra Gaúcha. Foi devidamente sabrada, ou seja, aberta com o sabre como reza a tradição dos champanhes, e degustada por um público seleto, bem familiar. Além do chileno Mario Geisse, autor da idéia, e do francês Philippe Dumont, dono de pouco mais de 5 hectares premier cru em Chigny-les-Roses, em Champanhe, estavam presentes dois dos quatro filhos de Geisse, com suas mulheres e filhos pequenos, e alguns funcionários da vinícola.
O momento era de expectativa no pequeno quiosque da vinícola gaúcha. Mario Geisse fez um pequeno discurso e Carlos Abarzúa, que trabalha com Geisse há quase três décadas, mostrou maestria no sabre. Logo o champanhe estava nas taças para o primeiro brinde. Blend de 50% de chardonnay e 50% de pinot noir, o champanhe traz borbulhas bem pequenas, devidamente integradas ao vinho, aromas que mesclam frutas brancas com notas tropicais, algo mineral. No paladar, traz a marca dos bons champanhes, com as notas mais de fermentação, típicas da região francesa, mas com destaque para um inesperado frescor. É talvez um dos toques da família Geisse, especialista em vinhos espumantes no Brasil, nesta parceria. A Cave Geisse é um dos espumantes brasileiros melhor pontuados no Brasil e também no exterior. A crítica inglesa Jancis Robinson, por exemplo, escolheu o seu espumante 1998 em garrafa magnum para apresentar no badalado seminário Wine Future, no ano passado em Hong Kong.
O champanhe francês com alma brasileira começou a nascer em 2009, quando Geisse e Dumont foram apresentados por uma amiga em comum. O resultado são 1.500 garrafas, a maioria destinada ao mercado brasileiro, e que devem ser vendidas, cada uma, por cerca de R$ 240.

(Fonte & imagem : Revista Isto É Dinheiro)

ASSOCIAÇÃO CRIADA



Apesar de há décadas serem representadas pelo seu sindicato, o Snea, as empresas aéreas brasileiras decidiram criar uma associação. Se chamará ABEA (associação Brasileira das Empresas Aéreas) e será presidida por Eduardo Sanovicz, ex-presidente da Embratur.
Fundada por TAM, Gol, Azul, Avianca e Trip, a ABEA entrará na pista com o poder de esvaziar o Snea, até aqui a única voz do setor.

(Fonte : Lauro Jardim / Radar Online)

FUSÃO ENTRE AZUL E TRIP CRIA LÍDER EM VOOS REGIONAIS



Em mais um movimento de consolidação do setor brasileiro de aviação civil, as companhias aéreas Azul e Trip vão unir suas operações, disseram ao 'Estado' fontes próximas ao alto escalão de uma das empresas.
Embora a transação esteja sendo chamada de fusão nos bastidores, a Azul será majoritária na nova companhia.
O negócio foi anunciado nesta segunda-feira ao mercado, depois de seis meses de conversas entre executivos das aéreas.
Com a operação, a nova companhia ganhará musculatura e se isolará como terceira grande força da aviação brasileira, posição já ocupada hoje pela Azul, com menor folga. Juntas, as duas tinham 14,1% do mercado doméstico de passageiros em março, último dado divulgado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) - Azul, com 9,9% e Trip, com 4,2%. TAM e Gol detém, respectivamente, 38,2% e 34,4% do mercado.
A concretização do negócio ainda depende do aval da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que deve analisar o lado financeiro da operação, e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), responsável por julgar questões relativas à concentração de mercado.
No dia 10, em um evento realizado no Rio pela revista "The Economist", questionado sobre os rumores de que a companhia negociava com uma concorrente, o fundador da Azul, David Neeleman, não confirmou nem negou a informação: "Não há nada que eu possa dizer sobre isso agora".
Segundo o Estado apurou, o grupo de acionistas da Azul terá 80% da nova companhia. Já os investidores da Trip ficarão com os demais 20%. As fontes ouvidas pela reportagem disseram que será Neeleman, empresário norte-americano nascido no Brasil, quem dará as cartas na empresa, mas não souberam detalhar como ficará distribuída a participação dos acionistas individuais que compõem o capital das duas aéreas. Hoje, além de Neeleman, fundos de investimentos integram o capital da Azul, entre eles o Gávea e os estrangeiros TPG e Weston Presidio.
Já a Trip tem 20% de suas ações nas mãos da companhia aérea SkyWest, dos Estados Unidos, e o restante está com os controladores (grupos Caprioli e Águia Branca). É provável, segundo uma fonte, que o atual presidente da Trip, José Mario Caprioli, fique com um assento no Conselho de Administração da nova empresa.
O entendimento entre a Azul e a Trip acontece pouco mais de um ano após a empresa regional assinar, com a TAM, um acordo não vinculante para vender 31% de suas ações à líder do mercado doméstico. O negócio, entretanto, acabou não indo para a frente. A Azul e a Trip não quiseram comentar o assunto.

(Fonte : Ag. Estado / imagem divulgação)

ANAC PRORROGA PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA CONCESSÃO DE AEROPORTOS



A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prorrogou por até 15 dias o prazo para que as empresas vencedoras dos leilões dos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, Viracopos, em Campinas, e Brasília, no Distrito Federal, apresentem os documentos que faltam para a assinatura do contrato de concessão, que estava prevista inicialmente para ocorrer nesta sexta-feira.
As concessionárias deverão apresentar à Comissão de Licitação da Anac a certidão de registro das juntas comerciais relativa às atas das assembleias de acionista e ao estatuto social. Segundo a agência, os pedidos de registro já foram protocolados e entregues os demais documentos previstos no edital de concessão para ampliação, manutenção e exploração dos aeroportos.
A convocação das empresas para a assinatura do contrato de concessão vai ser feita depois que elas entregarem as certidões. A prorrogação será publicada na edição da próxima segunda-feira do Diário Oficial da União.
O leilão para a concessão dos três aeroportos, pelo valor de R$ 24,5 bilhões, ocorreu no dia 6 de fevereiro deste ano

(Fonte : Ag. Brasil)

MANUTENÇÃO DE AERONAVES SERÁ TEMA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA


A Subcomissão Temporária sobre a Aviação Civil (Cistac) realiza audiência pública na próxima terça-feira (29) para debater a manutenção das aeronaves brasileiras. O debate faz parte do ciclo de audiências que tem por objetivo subsidiar o aperfeiçoamento da legislação e as políticas públicas para a aviação civil. A reunião ocorrerá às 10h na sala 13 da Ala Alexandre Costa.
Para a audiência foram convidados a proprietária da Voar/Globo Aviação, Alessandra Abrão; o engenheiro mecânico aeronáutico Celso de Souza; o gerente de manutenção da Líder Aviação, Antônio Andrade; e o inspetor de manutenção da Helisul Táxi Aéreo, Manoel da Silva.
No último debate, no dia 22, representantes de sindicatos e associações de trabalhadores do setor disseram que a Política Nacional de Aviação Civil (Pnac) não é cumprida, assim como a legislação trabalhista que rege o setor.
A Cistac é ligada à Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado Federal. A intenção do presidente da subcomissão, senador Vicentinho Alves (PR-TO), é apresentar um relatório sobre as ações necessárias ao aperfeiçoamento do setor e com as sugestões de mudanças na legislação da aviação civil, a partir das conclusões dos debates.

(Fonte : Ag. Senado)