terça-feira, 14 de março de 2017

Oportunidades no turismo nacional atraem o interesse de italianos

 

Durante encontro promovido pelo Ministério do Turismo do Brasil na última sexta-feira (10), em Roma, empresários italianos manifestaram ao secretário executivo do MTur, Alberto Alves, o interesse por possíveis projetos no setor hoteleiro nacional, especialmente resorts. No evento realizado na Embaixada brasileira, na capital italiana, investidores estrangeiros puderam conhecer um conjunto de potenciais empreendimentos, espalhados por estados como Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Bahia.
Este é o segundo ano consecutivo que o MTur e a representação brasileira organizam o evento. O secretário executivo Alberto Alves citou o horizonte de retomada do crescimento econômico e apontou o mercado de viagens como um dos ramos mais promissores. “A economia brasileira começa a dar sinais de recuperação, e as perspectivas do turismo seguem essa tendência. Ou seja, o Brasil possui um grande diferencial competitivo a quem busca um porto seguro para seus investimentos”, destacou.
O secretário também ressaltou esforços no sentido de melhorar a infraestrutura turística. Ele lembrou que o MTur prepara um pacote de medidas para eliminar barreiras burocráticas na área e estimulou parcerias privadas. “O conjunto de iniciativas para turbinar o turismo no Brasil deve ser considerado pelos investidores como uma excelente oportunidade de novos negócios”, recomendou.
Durante o encontro, os italianos demonstraram ainda intenção de atuar no mercado de cruzeiros náuticos, além da construção de portos destinados ao transporte de passageiros. Uma das medidas do plano para dinamizar o turismo no Brasil prevê o uso de terras da União em orlas marítimas, iniciativa que vai elevar a oferta de terrenos à construção de novos empreendimentos.
O evento desta sexta-feira também contou com a presença do diretor do Departamento de Ordenamento do Turismo do MTur, Rogério Cóser, e do coordenador-geral de Atração de Investimentos da Pasta, Rodrigo Marques. Na última terça-feira (07), os representantes do órgão também apresentaram oportunidades de negócio a investidores que participaram da 20ª edição do Fórum Internacional de Investimentos em Hotéis (IHIF, na sigla em inglês). O encontro, realizado na capital alemã Berlim, reúne mais de dois mil empresários de 70 países.


(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

Aumenta o número de brasileiros dispostos a viajar este ano

 

Pelo segundo mês consecutivo houve crescimento na intenção de viagem do brasileiro, no comparativo com o mesmo mês do ano passado, em todas as faixas de renda pesquisadas. Segundo sondagem realizada pelo Ministério do Turismo em sete capitais, 21,1% dos brasileiros disseram que pretendem viajar nos próximos seis meses, percentual que supera os 18,7% de respostas positivas em fevereiro de 2016.
Houve aumento na intenção de viagem em cinco das sete capitais pesquisadas. Brasília apresentou o maior crescimento, de 5.3 pontos percentuais. Assim como, o aumento mais significativo da disposição de viajar até agosto deste ano se deu na faixa de renda entre R$ 4.801 e R$ 9.600, ficando na segunda posição o grupo que ganha até R$ 2.100.
O Nordeste, destino que mantém a primeira posição na preferência dos entrevistados, deverá receber mais da metade dos potenciais viajantes do período. Como não acontecia há, pelo menos, dois anos a intenção de viagem para a região ultrapassou a marca dos 50%. De acordo com a sondagem do MTur os estados nordestinos vão receber, em maior número, moradores do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Os de Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre preferem o Sudeste, enquanto que os de Salvador apontam para o Sul.
A opção por hospedagem em hotéis e pousadas cresceu em fevereiro, na comparação com o ano passado. No entanto, houve redução nas indicações sobre hospedagem em casa de parentes e amigos, de 39,7% para 36,9%.
Em relação ao meio de transporte escolhido para as viagens que serão realizadas até agosto de 2017, houve crescimento na escolha pelo avião, de 51,9% para 57%. O brasileiro também deverá usar mais o automóvel, com aumento de 26,1% para 29,5%. Somente no item ônibus, houve decréscimo, de 14,6% para 11,6%.
Embora 75,8% dos potenciais viajantes tenham dito que viajarão pelo Brasil, a Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem (MTur/FGV) registrou aumento no desejo de viagens para o exterior, de 17,1% para 23,3%. Comportamento que pode ser atribuído à queda na cotação do dólar em relação ao real.

SOBRE A PESQUISA - A Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem é uma pesquisa realizada em mais de 2 mil famílias em sete capitais brasileiras: Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

 


(Fonte : MTur / Imagem divulgação)

Blumenau ganha título oficial de Capital Nacional da Cerveja


Agora é oficial: famosa por atrair milhares de visitantes que, além dos traços da imigração alemã, buscam suas variadas cervejas, a cidade catarinense de Blumenau foi reconhecida pelo governo federal como Capital Nacional da Cerveja. O Projeto de Lei foi sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, numa cerimônia realizada nesta ultima quinta-feira (09), em Brasília.
Ao discursar, o presidente destacou que a medida vai incrementar a geração de emprego e renda, especialmente a partir do turismo. “Não só ganham os apreciadores de cervejas, mas também os blumenauenses, com emprego, renda e reconhecimento. Nós precisamos do turismo e sabemos que Blumenau é um centro turístico extraordinário”, enalteceu Temer.
Blumenau possui hoje cerca de 120 produtores artesanais de cerveja e sedia diversos eventos que tem na bebida sua grande estrela. Entre eles está a Oktoberfest, maior festa alemã da América do Sul; o Festival Brasileiro da Cerveja, principal da América Latina, e o Concurso Brasileiro da Cerveja, segundo maior do mundo em número de amostras.
Na edição do ano passado, a Oktoberfest registrou uma movimentação de R$ 3,2 milhões e mais de 500 mil visitantes, segundo a prefeitura da cidade. Em 33 anos, a festa soma mais de 20 milhões de frequentadores.

INVESTIMENTOS - Em 2016, Blumenau recebeu 61 novas placas para complementar sua sinalização turística e melhorar o atendimento a visitantes. A iniciativa contou com apoio do Ministério do Turismo, responsável pelo repasse de R$ 308 mil para a execução do projeto.


(Fonte : MTur / Imagem Embratur)

Airbnb levanta US$ 1 bilhão em rodada de financiamento

 

O Airbnb informou na ultima quinta-feira (9) que levantou US$ 1 bilhão em uma rodada de financiamento, o que levou o valor da companhia para US$ 31 bilhões.
Dessa quantia, a empresa captou US$ 447,85 milhões no fim do ano passado, afirmou a agência Reuters, com base em pessoas próximas do Airbnb. Em setembro, a empresa disse que tinha levantado cerca de US$ 555 milhões, como parte da mesma rodada de injeção de recursos.
O Airbnb opera em mais de 65 mil cidades do mundo e teve lucro na segunda metade de 2016. A empresa espera continuar entregando resultados positivos neste ano e não tem planos de listagem de ações no futuro próximo, afirma ainda a agência Reuters.

 


(Fonte : Reuters / Imagem divulgação)

Especialista ensina formas de reduzir o impacto ambiental de viagens

 

As Nações Unidas designaram 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento – ou seja, agora é uma boa oportunidade para exercitar a consciência ecológica em viagens.
E isso não é difícil de fazer, de acordo com Costas Christ, consultor em turismo sustentável e diretor da Virtuoso, uma rede internacional de agências de luxo.
"Ser mais ecológico nas férias não demanda grandes esforços nem a necessidade de sacrificar os nossos prazeres", diz ele.
Conheça abaixo as principais dicas de Christ para programar uma viagem mais verde e com menos impacto para o mundo:

HOTÉIS ECOLÓGICOS
Não é difícil escolher uma hospedagem verde. Muitos hotéis mencionam esforços ambientais em seus sites, mas o turista também pode perguntar ao concierge ou ao departamento de reservas sobre programas ecológicos.
"Pode ser que exista um extenso programa de reciclagem, LED na iluminação ou sistemas de eletricidade que consomem menos energia", diz Christ. Dois de seus hotéis favoritos por suas práticas ecológicas são o Brando, na Polinésia Francesa, que funciona com energia renovável, e o Three Camel Lodge, na Mongólia, que transforma os resíduos da cozinha em adubo, usado em uma estufa com iluminação solar que produz ingredientes frescos para o restaurante.

SACOLA REUTILIZÁVEL
Viajar com uma sacola reutilizável é uma maneira de não contribuir para a poluição causada por sacos plásticos, uma preocupação significativa em muitas partes do planeta. A sacola pode carregar lembranças compradas na viagem, por exemplo. Christ afirma que, quando estava comprando frutas em uma barraca de beira de estrada em uma viagem a Belize, a vendedora o agradeceu por usar sua própria sacola e disse que isso também a ajudava a economizar, porque ela podia comprar menos sacos plásticos para ofertar aos clientes. Além disso, a prática ajuda a reduzir o volume de lixo.

SEM GARRAFAS PLÁSTICAS
Elas são baratas e estão acessíveis em todos os lugares, mas os resíduos associados a garrafas plásticas superlotam aterros sanitários e poluem o oceano. O diretor aconselha levar de casa uma garrafa reutilizável ou pedir à agência de viagem ou hotel um recipiente desse tipo para reabastecê-lo quando necessário com água filtrada de algum parque, restaurante ou lanchonete.

TRANSPORTES VERDES
Usar uma bicicleta ou caminhar em passeios turísticos também ajuda a natureza –afinal, isso gera emissões de carbono mínimas. Além disso, visitar um lugar dessa maneira permite ao viajante conhecer melhor o destino. Ao viajar de avião ao local de férias, o ideal é recorrer a uma empresa de compensação de emissões confiável, como a MyClimate, uma organização sem fins lucrativos que apoia projetos de proteção ao ambiente. Ou optar por voos sem escalas:- quanto menos voos, menos emissões. Além disso, carros com baixo consumo de combustível são opções mais sustentáveis ao alugar um veículo –muitas locadoras já oferecem essa possibilidade. A Hertz, por exemplo, tem a Green Traveler Collection, frota de carros híbridos com preços acessíveis.

ALIMENTOS LOCAIS
A última dica é buscar refeições que enfatizem ingredientes locais, pois isso significa menor consumo de combustíveis fósseis, uma vez que os alimentos não precisam ser transportados por longas distâncias até chegar ao prato. Christ também sugere evitar o consumo de camarões. "A menos que haja informações que mostrem o contrário, muitos camarões vêm de áreas de cultivo criadas com a destruição de manguezais tropicais", afirma. "Basicamente, o ambiente foi destruído para que fosse possível a produção daquele prato."

 


(Fonte : The New York Times / Imagem divulgação)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Código de reserva aérea pode expor dados pessoais de passageiros

 

Comprar uma passagem aérea pela internet está cada dia mais fácil. É preciso apenas selecionar o trajeto e a data, preencher seus dados, efetuar o pagamento e clicar na opção de "reservar voo".
A partir deste momento, tudo fica gravado num código que é enviado por e-mail e que garante a sua reserva. Fácil assim.
Este código alfanumérico de cinco ou seis dígitos é fundamental. Os especialistas o chamam de PNR –o acrônimo em inglês de Passenger Name Record (registro de nome de passageiro, na tradução em português)–, mas ele armazena muito mais do que apenas os dados do voo.
"Qualquer pessoa que tirar uma foto do seu código PNR, ou o encontrar na internet, pode saber quem você é, de onde viaja e com quem, seu número de celular, endereço, e-mail, itinerário de viagem, assento e até os números de cartões de crédito", conta à BBC Mundo Karsten Nohl, especialista em engenharia de informática e criptografia, que trabalha na companhia de segurança alemã Security Research Labs.
A empresa de consultoria acaba de publicar um comunicado alertando o que considera uma "ameaça à privacidade dos viajantes", que Nohl apresentou em dezembro no Chaos Communications Congress, o maior evento anual da Europa sobre hacking.
Nohl pesquisa o assunto há mais de uma década. Ele explica que o sistema é usado desde a era pré-digital, nos anos 70 e 80, e que pouco mudou desde então, apesar dos riscos de ataques de hackers ao gerenciamento das reservas online.
"Apenas com o sobrenome do passageiro, é possível encontrar seu código de reserva na internet sem grande esforço", disse o Security Research Labs num comunicado.
E o uso desse sistema não se reduz a viagens aéreas. Também é utilizado para reservar quartos de hotel, comprar bilhetes de trem ou alugar carros pela internet.
O mais preocupante, destaca Nohl, é que o sistema não prevê o uso de uma contrassenha. E fica impresso no cartão de embarque e na etiqueta da bagagem.
"O PNR contém muito mais informação pessoal do que a maioria das pessoas pensa. Pode incluir informações sobre com quem viaja, quantos quartos de hotel reservou, que menu pediu no avião ou com que endereço IP (identificação do computador) fez a reserva", explica à BBC Mundo o escritor e jornalista norte-americano Edward Hasbrouck, autor do livro The Practical Nomad (2001) e consultor no Identity Project, iniciativa voltada para questões de liberdades civis que afetam viajantes.
"Os dados mais delicados são os relacionados à própria viagem: onde vai estar e quando. Essa informação pode ser usada para te espiar e assediar, ou para roubar sua casa quando você não estiver nela", alerta Hasbrouck, que há 15 anos pesquisa o tema.
"Também há riscos potenciais de roubo de identidade", acrescenta.
Em relação aos riscos de crime financeiro, o especialista afirma que são "menos sérios" e que afetariam principalmente as agências de viagem e companhias aéreas, e não os consumidores.
Os especialistas destacam a necessidade de medidas no que veem como "um conflito entre segurança e privacidade que a indústria do turismo deve resolver", nas palavras do próprio Nohl.
A preocupação com a segurança contra ataques e atentados levou a mudanças nos acordos de PNR entre a União Europeia e os Estados Unidos, que permitem a transferência de informação a autoridades como parte da "luta contra o terror".
Um dos mais polêmicos foi firmado depois dos ataques do 11 de setembro de 2011 em Nova York e permitiu a transferência de dados de longo prazo de passageiros europeus a autoridades norte-americanas.
E há outros atores envolvidos nessa troca de informações, como o Sistema Global de Distribuição (GDS na sigla em inglês), que gerencia as reservas de 90% das passagens aéreas de todo o mundo, englobando três alianças de companhias áreas: uma com base na Espanha, a Amadeus (Air France, Lufthansa, Iberia e Scandinavian Airlines), e duas nos Estados Unidos, a Sabre (American Airlines e IBM) e a Travelport (da união entre Galielo e Worldspan, em 2007).

AS POSSÍVEIS SOLUÇÕES

Para Nohl, uma solução seria proporcionar uma senha aos viajante na hora de fazer sua reserva. Mas alerta que isto levará tempo, pois requer a colaboração das instituições.
De acordo com o criptógrafo, a forma como são escolhidos os códigos PNR nos deixa menos seguros do que qualquer senha de cinco dígitos.
Além disso, tanto o GSD como as páginas na internet das empresas aéreas permitem fazer milhares de reservas através de um único endereço IP, o que põe o comprador em risco.
Hasbrouck diz que seus usuários "devem exigir urgentemente mudanças técnicas às companhias e pedir que sejam reforçadas as leis de proteção de dados".
Nohl contou à BBC Mundo que "tem tido conversas" com duas das empresas GDS, mas não deu detalhes do que foi discutido.
"Estamos avaliando os resultados das pesquisas sobre a segurança da indústria de viagens e temos tido melhoras. Damos prioridade à segurança dos clientes e dos dados e revisamos continuamente nossos sistemas e processos", respondeu à BBC Mundo um porta-voz da Amadeus.
"Vamos considerar estas descobertas e trabalharemos juntos com nossos colaboradores para tratar dessas questões e buscar soluções a potenciais problemas", acrescentou.
O Travelport destacou a "cibersegurança e a privacidade do cliente como prioridades críticas" e afirmou que está fazendo "contínuos investimentos em seus sistemas e se comprometendo com vários atores da indústria para implementar qualquer mudança recomendada em reservas pela internet".
Timothy Enstice, diretor de comunicação da Sabre, disse que "o acesso não autorizado a informações de viajantes, através do GDS, é bastante improvável porque temos várias camadas de segurança para restringi-lo", e destacou que "são outros atores do setor de viagens que devem adotar medidas similares de segurança".
*

O que é o PNR?

·         PNR (Passenger Name Record) é um código de reserva que companhias aéreas utilizam para acessar informações de viajantes.
·         Está impresso no cartão de embarque e na etiqueta de bagagem.
·         Também é possível acessar às informações do código através da página na internet da companhia aérea ou dos DGS (Global Distribution Systems), os sistemas de informática para reservas do setor turístico.
·         Inclui dados pessoais como nome, endereço ou número de telefone do viajante, mas também informações sensíveis e detalhes referentes à reserva.

 

O que podem fazer com seu PNR pessoas mal-intencionadas?

Existem quatro tipos de abusos potenciais:
·         Invasão de privacidade: o código contém informação de contato, datas de viagens e preferências e, muitas vezes, os dados de seu passaporte.
·         Roubo de voos: a maioria das empresas aéreas permite trocar seu voo ou até cancelá-lo com seu PNR, tornando possível que um fraudador voe de graça.
·         Desvio de milhas: ao mudar a informação sobre o viajante na reserva, podem roubar suas milhas aéreas sem comprar outro voo.
·         Pishing/vishing: os hackers podem usar práticas fraudulentas de engenharia social (obter informação confidencial) ou acessar seus dados de pagamento ou credenciais.
Fonte: Security Research Labs

 

O que podem fazer os viajantes?

Hasbrouck aconselha tratar o código e o localizador de reserva como se fosse uma "senha especialmente delicada", pois não pode ser modificada.
·         Rasgar ou queimar seus cartões de embarque, etiquetas de bagagem e de itinerários e e-mails das empresas aéreas e agências de viagens que sejam impressos e que contenham o código do localizador.
·         Tirar as etiquetas de bagagem (e escondê-las até que possam ser destruídas) assim que recolher a bagagem.
·         Nunca compartilhar ou ler em voz alta seu localizador num telefone público. Não o compartilhar com ninguém que não seja sua empresa aérea ou agência de viagens.


(Fonte : BBC Brasil / Imagem divulgação)

Gol reduzirá tarifa para passageiros sem bagagem


A partir de 14 de março, a Gol terá duas tarifas diferentes, uma delas mais barata para quem viaja sem bagagem despachada. A medida será adotada por conta da nova norma da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que elimina a franquia mínima de bagagem gratuita, atualmente de 23 quilos para voos nacionais. Com a nova regulamentação, as companhias áreas poderão estipular tarifas sobre as malas. Em dezembro a Abear afirmou que o valor das passagens diminuiria para compensar a queda da franquia, e é isso que o mercado começa a ver com o anúncio da Gol.
Com a mudança, a Gol também irá incentivar a compra antecipada de franquia de bagagem pelo site da empresa. Quem deixar para despachar as malas na hora do check-in terá de pagar mais caro do que aqueles que se adiantarem pela internet. Outras empresas como Latam e Azul ainda não divulgaram qual será sua política para bagagens.


(Fonte : Folha de SP / Imagem divulgação)