quarta-feira, 21 de novembro de 2012

MINISTÉRIO E TRADE AVANÇAM EM BUSCA DE COMPETITIVIDADE PARA O SETOR


O Comitê Gestor do Conselho Nacional de Turismo reuniu-se em Brasília com o objetivo de avaliar estratégias para impulsionar a competitividade do setor. Representantes do trade, órgãos governamentais e de bancos públicos participaram do encontro, que formulou uma agenda de ações para os próximos meses.
Na abertura do evento, o ministro do Turismo, Gastão Vieira, destacou a missão do comitê de fortalecer o diálogo interno e as relações externas com parlamentares, governo e demais entidades do poder público. “É com este modelo de gestão que conseguiremos superar os gargalos do setor e aproveitar o potencial dos megaeventos que se aproximam”, disse.
O secretário-executivo da pasta, Valdir Simão, fez uma exposição sobre o estágio das demandas que foram apresentadas pelos segmentos do trade ao Ministério do Turismo. O trabalho traz a classificação de cada pleito – “fomento”, “infraestrutura”, “qualificação”, “regulação” e “tributação” – e apresenta como eles estão sendo trabalhados junto ao governo federal.
“É uma ferramenta que nos ajudará com responsabilidades e prazos. Temos feito um grande debate sobre os principais entraves do setor e o objetivo é avançar em curto prazo para crescer em competitividade”, afirmou Simão.
Quatro mesas temáticas foram formadas: parques naturais, parques temáticos, litoral brasileiro e turismo cultural – museus e centros históricos. O secretário Nacional de Políticas de Turismo do MTur, Vinícius Lummertz, presidiu os trabalhos e elogiou os resultados. “São segmentos com grande espaço para avançar no turismo nacional. Vamos trabalhar nossas ações para que possam dinamizar o vetor econômico do setor como um todo”, afirmou.
O secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Fábio Mota, adiantou que o MTur fará um trabalho junto a estados e municípios para que os projetos de infraestrutura atendam a todos os requisitos técnicos necessários. “Dessa forma, será possível direcionar melhor os recursos e preparar nossos destinos para as estratégias que estão sendo deliberadas pelo Comitê Gestor do Conselho Nacional de Turismo”, disse durante a reunião.

(Fonte : MTur)

10 PERGUNTAS PARA GASTÃO VIEIRA, MINISTRO DO TURISMO


Apesar das belezas naturais e do apelo tropical, o Brasil ainda não aprendeu a se beneficiar do turismo. Em 2011, o setor movimentou o equivalente a 3,9% do PIB, ou R$ 161 bilhões. Pouco, na opinião do ministro do Turismo, Gastão Vieira, que acredita ser possível dobrar essas cifras.
Faltava, segundo ele, incluir a atividade nas prioridades da agenda do governo. Isso começa a acontecer com a destinação das verbas do ministério para projetos alinhados a uma política nacional de turismo. "Conseguimos entrar na pauta econômica do governo", diz o ministro.

Há um ano, o sr. assumiu o ministério, em meio a denúncias de desvios de verbas para eventos. Há risco de que esse tipo de desvios volte a ocorrer?

Risco, sempre há. Antes, havia verba para festas de São João, de padroeira de cidade, de Réveillon, entre outras, nas quais o dinheiro público era usado para pagar as atrações. Isso gerou descontrole. O artista cantava para o pequeno público por R$ 20 mil e, quando era com verba do mtinistério, o cachê era de R$ 100 mil. Diminuímos drasticamente os contratos para eventos.

Há mais controle hoje?

Criamos um sistema de monitoramento das verbas que nos permite acompanhar, em tempo real, emenda por emenda, Estado por Estado, município por município. Nós sabemos em que estágio está uma obra e quanto dinheiro ela recebeu.

Mas as verbas do ministério caíram muito nos últimos tempos, não?

O próprio ministério orienta os parlamentares a destinar suas emendas. Se antes o ministério era prisioneiro da demanda, hoje ele é o senhor da oferta. Estamos caminhando para aplicar o recurso público no que é prioridade, dentro de uma política nacional de turismo. Essa conversa chega bem ao ouvido da presidenta Dilma. Nós conseguimos realmente entrar na pauta econômica do governo.

Como isso é colocado em prática?

Estamos montando o que vamos denominar de PAC do Turismo. Identificamos que centros de eventos são fundamentais para consolidarmos o turismo de negócios. Pedimos recursos para obras importantes, como estradas, aeroportos regionais e píeres de atracação para cruzeiros. Também demos prioridade para saneamento básico. Atualmente são 11 mil obras em andamento em todo o Brasil, no valor de R$ 3,7 bilhões, com recursos do ministério.

Apesar de todo o potencial do turismo no Brasil, o setor ainda movimenta menos de 4% do PIB. Como isso pode aumentar?

O turismo vai além das atividades classificadas como turísticas. Tome o exemplo das locadoras de carros. Elas compram 445 mil veículos novos por ano: 45% desse total é locado para viagens, tanto de turismo de lazer, quanto de negócios. Mas podemos crescer mais e chegar a 7% do PIB.

O que falta para o Brasil atrair mais turistas estrangeiros?

Estamos fazendo estudos para entender por que o turista acha o Brasil o melhor destino turístico do mundo, mas não toma a decisão de vir para cá. Talvez seja um erro de estratégia nosso.

Como resolver o problema de o Brasil ser um destino caro?

Estamos conversando com o Ministério da Fazenda. Demos o primeiro passo com a desoneração da folha de pagamento da hotelaria e das companhias aéreas. Mas muito do custo do setor é ICMS e isso depende dos governos estaduais. Quando um governador vem aqui para pedir apoio para uma obra, nós colocamos a pauta de desoneração do ICMS.

E há uma disposição deles para isso?

Isso é uma costura que demora, mas a receptividade é ótima. Antes eles vinham ao ministério e nunca traziam seus secretários de Turismo. Isso mostrava que o setor figurava como uma política de governo, mas a grande maioria começa a perceber o turismo como um setor da economia. É emprego que se cria mais rápido, o mais barato e a maneira mais eficiente de se fazer inclusão social.

"Imagina na Copa!" se tornou um bordão nacional. O Brasil corre o risco de sofrer um apagão estrutural durante a Copa do Mundo?

O período de alta estação no Brasil é janeiro, quando recebemos 700 mil turistas estrangeiros. Para a Copa, vamos receber 300 mil em junho e 350 mil em julho. Vai haver uma troca, porque muitos deixarão de vir para o Brasil nessa época, para fugir da Copa. Não vai faltar quarto de hotel.

Qual é o grande objetivo para depois dos eventos?

Consolidar o Brasil como um grande destino turístico mundial. Poucos países tiveram a oportunidade de sediar tantos eventos em tão pouco tempo. Tivemos a Rio+20 e teremos a Copa das Confederações e o encontro da juventude católica, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, em 2016. Esse é o verdadeiro legado para o turismo brasileiro.

(Fonte : Isto É Dinheiro)

MTUR DESTINA R$ 65,4 MILHÕES PARA COPA DAS CONFEDERAÇÕES


As cidades do Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Salvador (BA) e Recife (PE) foram escolhidas para sediar a Copa das Confederações 2013, que será disputada entre os dias 15 e 30 de junho de 2013. O anúncio foi feito no início deste mês pela FIFA.
Ao todo, serão disponibilizados 830 mil ingressos para as 16 partidas que, além do Brasil, vão contar com a participação de sete seleções. Espanha, Itália, Uruguai, México, Japão e Taiti já garantiram vaga. O representante do continente africano ainda será definido.
Como anfitrião, o Brasil se prepara para receber as delegações esportivas, a imprensa mundial e os turistas que acompanharão o evento. O Ministério do Turismo inicia hoje (19) uma série de reportagens sobre os recursos que estão sendo empregados no setor para que o país realize uma grande competição. Ao todo, a pasta investirá R$ 65,4 milhões nas áreas de sinalização turística, acessibilidade e de atendimento aos turistas nas seis cidades escolhidas.
Capital federal e sede dos jogos, Brasília será a porta de entrada da Copa das Confederações 2013. A capital foi escolhida para a abertura da competição, no dia 15 de junho, que acontecerá no Estádio Nacional Mané Garrincha.
O Ministério do Turismo destinou R$ 3,4 milhões para financiar importantes obras de sinalização turística e de acessibilidade nos principais atrativos turísticos da cidade. Entre eles, a Torre de TV e a Torre Digital, Catedral, Praça dos Três Poderes, Palácio do Planalto, Palácio do Itamaraty e Catetinho.
“Brasília tem um grande potencial turístico e possui condições para ampliar esse fluxo. Estamos investindo para dinamizar o setor e oferecer condições para que o turista venha, aproveite, e volte para casa com o desejo de retornar”, afirma o ministro do Turismo, Gastão Vieira.
O secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo da pasta, Fábio Mota, acredita que os investimentos na capital vão colocar Brasília em um novo patamar no turismo nacional. “Parte dos recursos também será empregada para a aquisição de duas unidades móveis para atendimento aos turistas da cidade”, afirma.
As obras de infraestrutura na capital federal devem ter início no próximo mês, com previsão de término em maio de 2013.

(Fonte : Mtur / imagem divulgação)

TRABALHADORES BRASILEIROS ESTÃO ENTRE OS QUE MAIS TIRAM FÉRIAS, DIZ ESTUDO


O Brasil é um dos países que mais oferecem férias aos trabalhadores e um dos locais onde os profissionais mais aproveitam o benefício. Também é, no entanto, o lugar onde os profissionais mais mantêm o contato com o trabalho durante a folga.
Segundo estudo da agência de viagens Expedia com mais de 8.000 pessoas de quatro continentes, os funcionários do Brasil, da Espanha e da França recebem todos 30 dias de férias por ano e tiram todos os dias disponíveis.
A Alemanha, por exemplo, também oferece um mês de férias, mas os profissionais tiram, em média, 28 dias. No Reino Unido, Noruega e Suécia, os trabalhadores tiram todos os 25 dias oferecidos.
Já a Itália se destaca entre países europeus --dos 28 dias disponíveis, os profissionais costumam tirar somente 20.
Apesar da disposição para sair de férias, os brasileiros são os profissionais que mais se mantêm conectados durante os dias de folga. Dois terços afirmam que entram em contato com o trabalho regularmente.
Já no caso dos europeus, mais da metade diz nunca manter contato com o emprego durante os dias livres. Nos Estados Unidos, além do número de dias disponíveis para férias ser um dos menores do mundo --são apenas 12 dias possíveis-- os trabalhadores só aproveitam dez deles.
Na Coreia do Sul e em Taiwan esses números são ainda menores: ambos oferecem dez dias de férias, e enquanto os trabalhadores sul-coreanos aproveitam sete, os taiwaneses desfrutam de oito.
No caso dos países mais privados de férias, a opinião do chefe influencia a decisão dos profissionais. Na Itália, Taiwan, Coreia do Sul e Japão, mais da metade dos profissionais acredita que seus chefes não apoiam a decisão de tirar todos os dias de descanso.
Muitos também cancelam ou adiam férias por razões relacionadas ao trabalho, caso de cerca de 70% dos taiwaneses. Já os chefes brasileiros ficam entre os maiores incentivadores, atrás apenas dos noruegueses e suecos.

(Fonte : Valor)

PROJETO TRANSFORMA BÚZIOS NA PRIMEIRA CIDADE INTELIGENTE DA AMÉRICA LATINA


Projeto incluído no “Programa Rio Capital da Energia”, o município de Armação dos Búzios passará a ser a partir da próxima semana a primeira cidade inteligente da América Latina. Em evento marcado para quarta-feira (dia 21), a distribuidora de energia Ampla fará a abertura oficial do Centro de Monitoramento e Pesquisa, local que contará com uma estrutura moderna e com tecnologias que ajudarão empresas e universidades a desenvolverem iniciativas patrocinadas pelo projeto, transformando o município em referência em sustentabilidade e consumo eficiente de energia elétrica.
A Cidade Inteligente Búzios já conta com quatro carros e duas bicicletas elétricas inteligentes, um posto de recarga de energia, chuveiros eficientes e pontos de geração de energias renováveis - solar e eólica. A iluminação pública também ganhou novas luminárias de LED com micro geração eólica e outros pontos de luz telecomandados. Além disso, visitantes e moradores já podem desfrutar de uma rede de wi-fi gratuita na Rua das Pedras e de um posto de coleta de lixo reciclável do projeto Ecoampla.

(Fonte : Business Travel Magazine / imagem divulgação)

CLASSIFICAÇÃO HOTELEIRA NO RJ VALE ATÉ JOGOS OLÍMPICOS


O ministro do Turismo, Gastão Vieira, atendeu à demanda da indústria hoteleira do Rio de Janeiro e estendeu a validade do Sistema Brasileiro de Classificação dos Meios de Hospedagem (SBClass) cariocas até o fim de 2013. O pedido em nome do setor foi feito pelo presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio. O prazo regular do SBClass é de três anos. Dessa forma, os estabelecimentos que concluíssem o processo no início de 2013 teriam que se mobilizar para renovar a adesão meses antes dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.
“A ampliação do prazo será um estímulo para os hoteleiros aderirem ao sistema”, afirmou Alexandre Sampaio. Para o ministro, é importante mobilizar os empresários e garantir maior confiabilidade ao setor no país. “Todos ganham. O turista – que terá informações seguras na hora de escolher onde ficar, o ministério, com um setor melhor organizado, e os empreendedores, que terão mais visibilidade”, explicou Gastão Vieira.
Até os Jogos Olímpicos de 2016, pelo menos 117 empreendimentos cariocas terão de passar pelo processo de classificação. Eles firmaram compromisso nos contratos assinados com o Comitê Olímpico Internacional (COI).
Os primeiros 21 estabelecimentos classificados pelo SBClass receberam a placa em agosto de 2012. O sistema divide os meios de hospedagem em sete categorias: resort, hotel, hotel-fazenda, cama & café, hotel histórico, pousada e flat/apart. A adesão é voluntária, mas aqueles que não se classificarem não poderão usar as estrelas como símbolos de qualidade do empreendimento.

(Fonte : MTur)

LITORAL PAULISTA ATRAI MAIS TURISTAS DE NAVIOS


Mais de 80% do total de viajantes a bordo de cruzeiros marítimos nesta temporada farão escala em cidades do litoral paulista, como Santos, Ilhabela e Ubatuba.
A conclusão é de um levantamento da Abremar (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos) e da FGV (Fundação Getúlio Vargas).
A expectativa é de mais de 622 mil visitantes de um total de 762 mil turistas de cruzeiros durante a temporada 2012/2013, que acaba de começar neste mês e terminará em abril do próximo ano.
O litoral de São Paulo está entre os locais mais procurados, segundo Ricardo Amaral, presidente da entidade.
"As praias de Ubatuba e Ilhabela são um grande atrativo para os turistas de navios", afirma Amaral.
Na temporada 2010/2011, Santos e Ilhabela ficaram entre as escalas com maior impacto econômico.
Juntas, somaram R$ 128,9 milhões, enquanto outras 19 cidades visitadas, como Salvador (BA), Búzios (RJ), Ilhéus (BA) e Recife (PE) tiveram R$ 393,6 milhões

(Fonte : Jornal Folha de São Paulo / imagem divulgação)