quinta-feira, 23 de agosto de 2012

DIVISAS EM JULHO SOMAM US$ 546 MILHÕES E CHEGAM A US$ 4,01 BILHÕES


Em julho os turistas estrangeiras deixaram no país US$ 546 milhões, totalizando US$ 4,017 bilhões no ano e, com isso, superando a marca de julho do ano passado que havia sido de US$ 476 milhões. Já os brasileiros que viajaram ao exterior tiveram um gasto de US$ 2,01 bilhões, o que corresponde a 10,1% a menos do que o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados hoje pelo Banco Central
No balanço de pagamentos o balanço de julho apresentou superávit de US$609 milhões. O déficit em transações correntes somou US$3,8 bilhões no mês e US$29,1 bilhões no ano, patamar inferior ao registrado no mesmo período de 2011, US$29,6 bilhões. Nos doze meses até julho, as transações correntes acumularam déficit de US$52 bilhões, equivalente a 2,17% do PIB. A conta financeira registrou superávit de US$7,6 bilhões em julho, com destaque para o ingresso líquido de US$8,4 bilhões em investimentos estrangeiros diretos (IED).
A conta de serviços apresentou déficit de US$3,5 bilhões em julho, mesmo nível observado no mesmo mês de 2011.
As despesas líquidas com aluguel de equipamentos atingiram US$1,5 bilhão, 9,9% acima do registrado em igual mês do ano anterior. Na mesma base de comparação, houve elevação nas despesas líquidas de royalties e licenças, 45,6%. As remessas líquidas de renda para o exterior somaram US$3,4 bilhões no mês, 0,8% acima do resultado de julho do ano anterior. As remessas líquidas de lucros e dividendos atingiram US$1,7 bilhão em julho, ante US$1,8 bilhão no mesmo período de 2011. No ano, até julho, as remessas brutas de lucros e dividendos totalizaram US$15,8 bilhões, decréscimo de 26,3% em relação aos sete primeiros meses de 2011, enquanto as receitas atingiram US$4,1 bilhões, ante US$819 milhões no período comparativo. As despesas líquidas de juros alcançaram US$1,8 bilhão no mês, comparados a remessas de US$1,6 bilhão em julho de 2011.

(Fonte : Mercado & Eventos / imagem divulgação)

GOVERNO QUER CONHECER PERFIL DO TURISTA COM DEFICIÊNCIA


O prazo para a apresentação de propostas para a realização do “Estudo de Demanda do Turista com Deficiência”, está aberto até o dia 10 de setembro no portal da UNESCO (http://apps.unesco.org.br/edital ). A iniciativa faz parte de uma articulação entre o Ministério do Turismo (MTur) e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) para estimular o desenvolvimento de ações conjuntas que fortaleçam o turismo acessível no Brasil.
O objetivo do estudo é levantar informações que identifiquem as características, comportamentos de consumo e necessidades deste público. O trabalho possibilitará também conhecer a percepção deste segmento em relação à infraestrutura e ao atendimento nos destinos turísticos, além das barreiras para a realização de viagens.
A proposta do MTur e da SDH é disseminar essas informações na cadeia produtiva do turismo e sensibilizar gestores públicos e privados para a adequação dos serviços oferecidos ao turista com deficiência. O projeto vai contribuir também para a adoção de medidas em busca do cumprimento da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, no que se refere à participação dessa população em atividades culturais, recreativas e esportivas.
No âmbito do Ministério do Turismo, são apoiadas iniciativas de acessibilidade urbana, de adaptação de atividades turísticas, de sensibilização e disseminação de informações sobre o tema. Um exemplo é o projeto Turismo Social, cujo objetivo é criar condições de viagens de lazer para pessoas com deficiência, segmentos populares e para grupos em situação de vulnerabilidade ou de exclusão social.

(Fonte : MTur)

DIRETOR DO GRUPO HG ALERTA SOBRE ERROS A SEREM EVITADOS DURANTE MEGAEVENTOS


As Olimpíadas de Londres acabaram de terminar, e a indústria hoteleira inglesa já está com números preocupantes. Apenas 80% da capacidade de ocupação dos hotéis foi atingida durante o mês de julho e agosto, índice inferior aos últimos anos que registram quase 100% de ocupação em hotéis, pousadas e albergues. Essa queda também foi sentida no comércio, restaurantes, lojas e bares, que amargaram a redução de turistas, atípica na temporada.
Sobre este cenário ocorrido em Londres, o diretor do Grupo HG, Roberto Jeolas, analisa as principais causas. “Os turistas deixaram de ir a Londres temendo um congestionamento de pessoas nas férias, e com isso a taxa de ocupação ficou abaixo da média. Não podemos deixar de considerar também os aumentos nos preços de hospedagem, tornando o destino ainda mais desinteressante”, afirma. O oxecutivo alerta para a ganância em geral praticada quando há muita demanda e menor oferta, episódio registrado durante a Rio+20, quando hotéis levaram às alturas suas tarifas, ocasionando conflitos.
“Precisamos segmentar melhor a oferta hoteleira de acordo com o tipo de demanda, e não praticar tarifas altíssimas em todas as categorias, como estamos vendo ocorrer”, diz. Ele levanta ainda a tese de que caberia a órgãos do porte da Embratur ou até mesmo da Fohb ou ABIH, regulamentar as tarifas, mas, alega existir ainda um grande distanciamento entre governo e iniciativa privada , que permita um pacto entre as partes. “Falta-nos uma matriz gerencial entre poder público e privado “, informa.
“Trata-se de um erro de estratégia devido à ânsia do imediatismo, em querer aumentar o lucro com a realização de um evento internacional, e ganhar em alguns dias o que não se faturou no ano”, afirma Jeolas. “Quando se trata de público corporativo é mais fácil lidar com tarifas mais elevadas, mas quando falamos de turismo de lazer, caso do público das Olimpíadas, bom senso é sempre a melhor opção. O turista paga suas despesas do próprio bolso, não há empresa subsidiando nada. Consequentemente o gasto é planejado com minúcia”, explica ainda o executivo. Segundo ele, o Brasil precisa, desde já, mostrar ao mundo que já se preocupa com essas questões e que dispõe de estrutura para receber turistas sem caos, mantendo os padrões internacionais de hospedagem e receptividade.
O hoteleiro prega um pacto entre agências, operadoras, hotéis, restaurantes e comércio em geral, no sentido de oferecem a Tarifa Copa ou Tarifa Olimpíadas, com descontos e vantagens, ao invés do reajuste desmesurado que se pratica nestas ocasiões. Ele defende, ainda, a criação de uma associação entre comércio e as redes hoteleiras, criando produtos e ofertas atrativas e irrecusáveis para atrair as pessoas. Uma forma, segundo o profissional, de dividir o lucro e garantir o faturamento.

(Fonte : Brasilturis Jornal)

PESQUISA SOBRE TURISMO DA CNTUR E SEBRAE


A Confederação Nacional do Turismo (CNTur) e o Sebrae Nacional realizaram uma pesquisa sobre o “Perfil do turista e dos segmentos de oferta – Percepções e Comportamentos”. O estudo traz informações sobre a visão de consumidores de turismo do Brasil em uma perspectiva ampla de viagem, tanto para destinos já consagrados e para destinos ainda pouco explorados. O trabalho que busca orientar o trade turístico em suas ações.
O estudo inédito integra o projeto "Fortalecimento da Gestão das Micro e Pequenas Empresas do Turismo Brasileiro", uma parceria entre CNTur e Sebrae que abrange 22 estados e o Distrito Federal, com ações de capacitação em gestão focadas no aprimoramento, qualificação na prestação de serviços e, consequentemente, na ampliação da satisfação dos consumidores.

Alguns destaques do estudo:

1. Por ser uma pesquisa qualitativa, os dados contemplados trazem informações mais ricas e detalhadas sobre o assunto.

2. O estudo envolveu a realização de entrevistas com grupos focais, o que contribui para a compreensão e avaliação das necessidades, e as impressões que esse turista tem dos segmentos apresentados.

3. A pesquisa mostra que a indicação direta de pessoas que já visitaram os destinos eleitos (o chamado "boca a boca") é extremamente relevante. Ou seja, indica o quanto é importante a implementação de treinamento e qualificação profissional, hospitalidade e ética profissional, tanto para os empresários de MPE quanto seus funcionários.

4. A imagem do "fator inflação" do turismo brasileiro para o consumidor final demonstra a necessidade de transparência e a adequação do produto (prestação de serviços, qualidade e atendimento) ao preço cobrado, sendo um fator essencial para a experiência turística satisfatória.

5. A indicação de fatores que determinam a viagem e a escolha do destino são parâmetros vitais para a estruturação do plano de marketing de destinos e de estabelecimentos.

6. A fidelização e a satisfação dos consumidores têm como base primordial a experiência turística como um todo, principalmente em relação ao atendimento. Melhorias neste aspecto podem ser implementadas sem a necessidade de um grande investimento financeiro, fator relevante para os empresários de micros e pequenas empresas.

7. Receber bem um turista de negócios pode ser um fator importante para fidelizar e até alavancar as vendas de um destino, tanto para a oferta de novos produtos dentro de um estabelecimento, aumentando o ticket médio de seu cliente, como para a ativação de um novo destino (oferecendo parcerias para pequenos e médios eventos corporativos). Ou seja, se o empresário oferece uma gama diversificada de produtos agregados, sua receita pode aumentar consideravelmente, além de ser um passo importante para promoção e fidelização do cliente.

Mais informações no site www.cntur.com.br

(Fonte : Mercado & Eventos)

PERMISSÃO DE TRABALHO DE ESTRANGEIRO SOBE 24%


Visto como um país resistente a impactos da crise internacional e com gargalos de mão de obra, o Brasil vem sendo um polo de atração para profissionais de outras nações. O volume de autorizações de trabalho de estrangeiros subiu 24% no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2011, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
De acordo com o levantamento, 32.913 profissionais obtiveram permissão para atuar no País na primeira metade deste ano, das quais 29.065 são temporárias e 3.848, permanentes. De janeiro a junho de 2011, o total foi de 26.545 concessões. Das autorizações permanentes concedidas nos primeiros seis meses deste ano, 2.608 foram permissões de residência em caráter humanitário, das quais 2.154 a haitianos.
Em um momento de pesquisas intensas na área de petróleo, o trabalho a bordo de embarcação ou plataforma internacional continua absorvendo a maioria dos estrangeiros. O setor de petróleo teve autorização para 8.257 profissionais trabalharem temporariamente no Brasil na primeira metade do ano.
Ainda do total de permissões temporárias, 6.713 são sem vínculo empregatício para assistência técnica por até 90 dias; 5.696 dadas a artista ou desportista; 3.471 referem-se à assistência técnica, cooperação técnica e transferência de tecnologia; 2.597 especialistas com vínculo empregatício; e 1.724 marítimos empregados em embarcações de turismo estrangeiras que operem no País.
O maior volume de autorizações concedidas de janeiro a junho ficou com trabalhadores dos EUA (4.539). Segundo o coordenador-geral de imigração do MTE, Paulo Sérgio Almeida, a vinda de trabalhadores desse país está relacionada aos investimentos feitos pelas empresas americanas e também porque a maior parte de artistas que vem ao Brasil é dos Estados Unidos.
A segunda posição ficou com as Filipinas (2.299) e, a terceira, com o Reino Unido (2.036). Os Estados que mais receberam trabalhadores estrangeiros foram Rio de Janeiro (11.896), por conta da indústria do petróleo, e São Paulo (10.943).
O levantamento do Ministério do Trabalho detalha o perfil dos profissionais que chegam ao Brasil. Do total das 32.913 autorizações concedidas no período, mais de metade (17.487) foi para trabalhadores com nível superior completo.

(Fonte : Jornal O Estado de São Paulo)

BALANÇO REGISTRA GASTO ZERO EM PORTOS DA COPA


Nenhum centavo. Essa foi a execução orçamentária verificada até o mês passado nas obras previstas para os sete portos que apoiarão a realização da Copa do Mundo de 2014. Ao menos, esse é o cenário apontado pela Controladoria-Geral da União (CGU), que acompanha de perto a situação dos gastos públicos atrelados ao evento esportivo. A Secretaria dos Portos, contudo, diz que quatro terminais estão em obras.
Na matriz de responsabilidade da Copa, documento que estabelece os compromissos do governo federal na ampliação da infraestrutura de apoio à realização dos jogos, estão previstos R$ 898,9 milhões para construção ou adequação de sete portos do país: Fortaleza, Manaus, Natal, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Santos. Todos eles tiveram suas obras incluídas nessa matriz há mais de dois anos. Até o dia 17 de julho, no entanto, data mais recente dos dados captados pela CGU, nenhum pagamento teria sido efetivamente realizado.
Entre os casos de maior atraso orçamentário apontados pelo balanço estão os portos de Manaus, Santos e Rio. A União reservou R$ 235 milhões para obras de alinhamento do cais e de construção de uma via interna de acesso no porto paulista. Segundo a CGU, nada foi contratado. A situação é a mesma na capital do Amazonas, onde o projeto de R$ 89,4 milhões do porto de Manaus engloba a adaptação de armazéns, que serão transformados em terminais de passageiros e de bagagem, além da construção de estacionamento e passarela para pedestres. O Rio de Janeiro, dono da maior reserva de investimento portuário, tem previsão de sacar R$ 314 milhões dos cofres federais para bancar a construção de um novo cais no porto carioca. Até agora, porém, apenas R$ 61 mil foram contratados, sem a execução efetiva do recurso.
A menos de 22 meses para a realização da Copa, a CGU aponta que somente R$ 227,81 milhões teriam sido contratados pelas companhias responsáveis pelos portos, o equivalente a apenas 25% do total de recursos.
O Valor procurou cada um dos órgãos responsáveis pela gestão dos portos que apoiarão a Copa. Todos informaram que, por estarem submetidos a projetos e recursos federais, a condução dos empreendimentos está centralizada na Secretaria de Portos (SEP), em Brasília. No caso de Manaus, especificamente, o gerenciamento das obras ficou a cargo do Ministério dos Transportes, pelo fato de ser o único porto fluvial da lista.
A execução orçamentária exposta pela CGU se contradiz com o relato feito ao Valor pelo ministro da SEP, Leônidas Cristino. Segundo o ministro, "o governo repassou o dinheiro para o porto sinalizando que o dinheiro existe e que a obra não pode parar". Cristino afirmou, por meio de nota, que "o porto paga de acordo com o andamento da obra. São duas coisas diferentes."
O ministro citou quatro exemplos de execução. Em Fortaleza, a obra do porto teria começado em março e já alcançado 22% de execução física, com conclusão para novembro do ano que vem. No porto de Recife, obras iniciadas em novembro do ano passado já teriam atingido 32% de execução física. "A SEP já mandou para o porto o valor de R$ 5,1 milhões", disse Cristino. Em Salvador, os trabalhos começaram em abril e, segundo a SEP, estão em ritmo avançado. No mesmo mês tiveram início as ações no porto de Natal, que já teria atingido 15,85% de sua execução. "Já estamos realizando demolições, desmontagens e sondagens. A SEP já repassou ao porto o valor de R$ 43,7 milhões", disse o ministro.
Até junho do ano passado, a expectativa da SEP era que todas as obras de apoio ao evento esportivo estivessem licitadas e contratadas até dezembro de 2011. Pelo menos três portos ainda não iniciaram as obras até agora: Manaus, Rio de Janeiro e Santos. Quando assumiu o comando da SEP, Cristino chegou a dizer que a infraestrutura de Santos e do Rio só ficaria pronta a tempo de receber os turistas da Copa se os trabalhadores das empreiteiras se dedicassem 24 horas por dia às obras planejadas.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsável pelo porto de Manaus, informou que as obras não começaram porque o projeto de engenharia do empreendimento não foi concluído. O investimento, segundo o Dnit, "já está disponibilizado pelo Ministério do Planejamento e aguarda a finalização do projeto [de engenharia] para ser aplicado na obra. Segundo o Dnit, as obras têm previsão de início em fevereiro de 2013, com conclusão em fevereiro de 2014.
O interesse do governo em reestruturar os portos para os turistas durante os jogos não está restrito ao provável aumento de cruzeiros no litoral no país no período da Copa. Os portos também deverão ser uma opção estratégica para a acomodação de pessoas onde a capacidade hoteleira não seja suficiente. Dados da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar) apontam que há mais de 40 portos cadastrados para receber navios com turistas no país, mas não chegam a 20 aqueles que têm infraestrutura para receber essas embarcações.

(Fonte : Jornal Valor Econômico)

EM MANAUS, RIO E SANTOS, OBRAS AINDA NÃO COMEÇARAM


Dos sete portos escolhidos para apoiar a realização da Copa do Mundo de 2014, três ainda não iniciaram suas obras de adequação ou construção de terminais para receber os turistas: Manaus, Rio de Janeiro e Santos.
Segundo o ministro da Secretaria de Portos (SEP), Leônidas Cristino, o porto carioca está atrasado porque "a obra enfrentou problemas jurídicos" que retardaram a assinatura de contratos de licitação com as construtoras. O prazo mais atual para o porto do Rio joga o início de suas obras para outubro. "A intenção da Secretaria era construir um [cais em formato de] "Y" para as Olimpíadas, e, tudo correndo bem, já poderíamos usar na Copa. Mas infelizmente, como faz parte de qualquer processo licitatório, a obra retardou um pouco", afirmou o ministro, por meio de nota. "O Plano B é fazer o [cais em formato de] "I". Ou seja, fazer uma parte do projeto e aproveitar o que já existe", disse Cristino.
A situação do porto de Santos seria menos preocupante. O governo acredita que as obras na baixada santista poderão começar ainda nesta semana. O contrato que acaba de ser firmado com um grupo de empreiteiras estabelece um prazo de até 26 meses para concluir os trabalhos no litoral paulista, ou seja, após a realização da Copa do Mundo. O governo acredita, no entanto, que boa parte da estrutura planejada será entregue a tempo de atender aos jogos. Para isso, a obra foi dividida em sete trechos. Segundo a SEP, os primeiros quatro estarão prontos em até 16 meses. O demais trechos serão assinados posteriormente. "O que está garantido e que atenderá completamente a demanda da Copa são os berços 1, 2, 3 e 4, com o realinhamento em 1.320 metros [do cais]", disse o ministro.
A previsão é de que o porto de Santos tenha possibilidade de atracar até seis navios de passageiros na região de Outeirinhos, com a oferta de 15,4 mil leitos. O mesmo número de embarcações poderá ser recebido simultaneamente no cais do Rio de Janeiro, quando o prometido cais em "Y" ficar pronto. "Todas as obras serão para atender a Copa, então precisam estar prontas até 2013. E estarão", garantiu Leônidas Cristino.
Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), o projeto que será executado em Manaus aumentará a capacidade de atracação de navios de turismo, incrementando a atividade e trazendo divisas. O empreendimento prevê a possibilidade de atendimento a até oito navios de cruzeiro por dia, com capacidade para 1.500 passageiros, em média, cada um
Pelo acompanhamento de execução das obras realizado pela CGU, as obras do porto de Manaus têm previsão de serem concluídas em março de 2014. O complexo do Rio deverá ser entregue apenas em maio do mesmo ano, um mês antes do início dos jogos. Os demais portos ficariam prontos até o fim do ano que vem

(Fonte : Jornal Valor Econômico)