quarta-feira, 25 de julho de 2012

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL ADOTA NOVAS METAS DE PADRÃO INTERNACIONAL



Serviços melhores: é o que todos esperam também nos aeroportos.
A Copa do Mundo está chegando e por isso, a Secretaria de Aviação Civil começou a implantar metas de excelência nos aeroportos das cidades-sede dos jogos de 2014.
O país da Copa já ligou o alerta. “Demora, demora, demora”, comentou uma passageira.
“Essas filas, bagagem, pesar, demora muito”, reclamou outra jovem que se preparava para embarcar.
“Rasgaram minha mala. Quando fui pegar da esteira, chegou rasgada”, falou uma senhora no saguão do aeroporto.
“Imagina na Copa e na Olimpíada, vai ser complicado, bem complicado”, alertou o homem que aguardava o embarque.
A Secretaria de Aviação Civil criou o projeto Eficiência Operacional para estabelecer metas de padrão internacional em todos os aeroportos das cidades-sede da Copa do Mundo. Já passou por Guarulhos, em São Paulo, e Confins, em Minas. Agora chegou ao aeroporto internacional do Rio.
A ideia é diminuir o tempo e aumentar a eficiência naqueles processos que têm mais impacto entre os passageiros, e que, às vezes, tornam a viagem cansativa, como, por exemplo, a fila do check in.
No aeroporto de Belo Horizonte, companhias aéreas brasileiras foram orientadas a aumentar o número de máquinas de check-in online, ter funcionários em todos os guichês e aperfeiçoar o treinamento dos profissionais.
Em uma das empresas, as filas que duravam 36 minutos, em média, caíram para 19. Pelas normas da Associação Internacional de Transporte Aéreo, estão dentro do tempo aceitável: até meia-hora. Mas ainda fora do ideal, de no máximo 12 minutos.
E a espera para pegar a bagagem? “Nós estamos aqui já tem uma meia horinha, devia ser um pouquinho mais rápido o serviço”, comentou a dentista Carla Alves.
Em Confins a queda foi de até 83% do tempo de espera. De 23 para 4 minutos, em média. Os próximos aeroportos a receber o projeto já estão definidos.
“Agora tem Congonhas, Santos Dumont e Fortaleza. Nosso objetivo, até o final de 2013, é cobrir todas as cidades sede da copa”, explicou o secretário executivo de Aviação Civil, Cléverson Aroeira.
Metas de eficiência operacional são importantes para começar a arrumar a casa, mas tem muita coisa longe do ideal nos aeroportos.

(Fonte : Bom Dia Brasil / imagem divulgação)

2011: EMPRESAS AÉREAS TIVERAM RECEITAS RECORDES COM SERVIÇOS ADICIONAIS



As companhias aéreas ganharam um montante recorde com a venda de serviços adicionais ou complementares (ancillary services) em 2011, como hospedagem, locação de automóveis, despacho de bagagens e cartões de crédito co-branded. Pesquisa feita pela IdeaWorksCompany para o Amadeus mostra que as receitas com serviços adicionais aumentaram 66% em relação ao mesmo estudo realizado em 2009 e atingiram € 18,23 bilhões (US$ 22,6 bilhões) no ano passado. Em 2010 esse valor foi de US$ 21,46 bilhões, em 2009 de US$ 13,47 bilhões, em 2008 de US$ 10,25 bilhões e em 2007 de US$ 2,45 bilhões.
Os dados acima consolidam receitas obtidas por 50 companhias aéreas (de 108 pesquisadas) que informaram algum tipo de receita adicional em 2011. Entre as “Top 10” companhias aéreas de todo o mundo que mais tiveram receitas com esses serviços em 2011, a United Airlines está no topo da lista com € 4,16 bilhões, seguido da Delta com € 2,03 bilhões, da American Airlines com € 1,70 bilhão, da Qantas Airways com € 1,14 bilhão e da Southwest com € 949,9 milhões. A brasileira TAM ocupa a 9ª posição (10ª em 2010), com receitas adicionais de € 537,3 milhões (US$ 667,4 milhões) provenientes de seu programa de viajante frequente (FFP).

(Fonte : Business Travel Magazine)

AEROPORTO DE VIRACOPOS É O QUE MAIS CRESCE NO BRASIL



No primeiro semestre deste ano, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), foi o que apresentou maior alta no número de passageiros, entre os dez maiores terminais brasileiros. O aeródromo campineiro apresentou crescimento de 22,23%, no movimento, em comparação com o mesmo período do ano passado.
De janeiro a junho, os 66 aeroportos administrados, pela Infraero, apresentaram um crescimento de 7,83%, no fluxo de passageiros, em relação a igual espaço de tempo do ano passado, e, com isso, chegaram a 93 milhões de pessoas que embarcaram ou desembarcaram nos terminais por todo o País.
Com uma movimentação de 4,3 milhões de passageiros, Viracopos subiu três posições no ranking, ultrapassando o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e os aeroportos de Porto Alegre e Salvador.
A liderança na movimentação de passageiros segue com o Aeroporto de Guarulhos, na capital paulista, com 15,6 milhões de passageiros nos primeiros seis meses do ano. Porém, os terminais que apresentaram os maiores crescimentos, além do de Campinas, foram o do Galeão, no Rio, com aumento de 20,83%, e Confins, em Minas Gerais, com alta de 17,86%%.
O aeroporto do Galeão, inclusive, movimentou 8,4 milhões de passageiros, no semestre, e assim se tornou o segundo aeroporto mais movimentado do País, superando Congonhas e Brasília, que ocupavam a segunda e terceira posições, respectivamente, no mesmo período de 2011.
O aeroporto que registrou a maior queda foi o de Salvador, com decréscimo de 6,56% no primeiro semestre, ante o mesmo período do ano passado. O terminal de Congonhas, em São Paulo (SP), também apresentou recuo no fluxo de passageiros com 8,1 milhões de pessoas embarcando e desembarcando, decréscimo de 0,92%.

(Fonte: Webtranspo / imagem divulgação)

TURISMO PODE SE BENEFICIAR DE NOVO SISTEMA DO GOVERNO



O nome é comprido: Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (Siscoserv). Mas os benefícios podem ser grandes, segundo o Ministério do Turismo, para empresas do setor. O novo sistema foi instituído em portaria conjunta da Receita Federal e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e entrará em funcionamento na próxima semana. Vários segmentos relacionados à cadeia produtiva do turismo estão incluídos entre os ramos de atividades que deverão registrar no sistema suas operações comerciais, incluindo as de exportação e importação de serviços.
O Siscoserv é uma das medidas do Plano Brasil Maior e pode, de acordo com o MTur, aumentar a competitividade do turismo nacional. “Considero que seja o primeiro passo para avançarmos no objetivo de caracterizar o turismo como serviço de exportação”, avalia o secretário-executivo do MTur, Valdir Simão. Essa, aliás, é uma das grandes reivindicações da indústria, pois o turismo se beneficiaria como outras indústrias de exportação.
O sistema poderá contribuir também, segundo o secretário, como fonte de informação para o dimensionamento do real impacto da atividade turística na economia nacional. “Com o Siscoserv o governo poderá contabilizar o que o Brasil está importando e exportando de serviços no geral e ter informações específicas dos empreendimentos relacionados à cadeia produtiva do turismo”, diz o secretário.
A portaria, que entrou em vigor no dia 20 de julho, estabelece um cronograma para o início do registro de informações dos diferentes segmentos do setor de serviços e produtos intangíveis. O prazo para algumas categorias de serviços começa no dia 1º de agosto. Para os empreendimentos de fornecimento de alimentação, bebidas e de serviços de hospedagem a data é 1º de outubro deste ano.
Os serviços de transporte de passageiros e os recreativos, culturais e desportivos, também classificados na Nomenclatura Brasileira de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (NBS), serão integrados ao Siscoserv em 2013.
A Lei 12.546, de 14 de dezembro de 2011 (Plano Brasil Maior - PBM) tornou obrigatória a prestação dessas informações ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Estão dispensados da declaração os optantes do Empreendedor Individual e do Simples Nacional, desde que não sejam beneficiados por mecanismos de apoio ao comércio exterior. Também estão dispensadas as pessoas físicas que não explorem habitualmente atividade econômica de natureza civil ou comercial, desde que não realizem operações de mais de US$ 20 mil por mês.

(Fonte : Panrotas)

COM DÓLAR CARO, GASTO NO EXTERIOR RECUA 10%



Com o dólar mais caro, os brasileiros gastaram no exterior US$ 1,68 bilhão no mês passado, quase 10% a menos do que em junho de 2011, de acordo com o Banco Central.
É a maior queda nessa comparação desde agosto de 2009, e uma tendência que deve se manter ao longo do segundo semestre, segundo Fernando Rocha, chefe-adjunto do Departamento Econômico do BC.
Até o dia 20 deste mês, os gastos dos brasileiros lá fora somam US$ 1,4 bilhão.
"A taxa de câmbio é decisiva, já que determina de forma muito direta as contas que as pessoas fazem quando decidem viajar para o exterior. Não fosse o dólar mais caro, teríamos um ritmo de crescimento nos gastos."
Nos primeiros seis meses do ano, o BC registrou US$ 10,7 bilhões em despesas de brasileiros no exterior, valor apenas 5% maior do que o do primeiro semestre de 2011 -em fevereiro, o crescimento era superior a 30%.
O dólar fechou fevereiro em R$ 1,71 e subiu para R$ 2,04 no final de junho.
A maior parte das despesas com viagens é formada por gastos no cartão de crédito -55% do total, incluindo compras pela internet.
O restante é composto por gastos de turistas que não envolvam cartão (40% do total) e despesas de funcionários de empresas privadas e do governo em viagens, entre outros.
O BC também informou ontem que, mesmo com a crise, o investimento estrangeiro direto teve alta de 6% em junho na comparação com 2011, para US$ 2,8 bilhões.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo / imagem divulgação)

VIAGEM INTERNACIONAL TEM DÉFICIT DE US$ 1 BI ATÉ DIA 20



O chefe-adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Fernando Rocha, anunciou nesta terça-feira, durante divulgação das contas externas, que julho registra saldo negativo de US$ 1,028 bilhão na conta do turismo no exterior, conforme dados atualizados até o dia 20. O valor foi gerado pelas despesas de brasileiros no exterior, que somou US$ 1,401 bilhão e, ao mesmo tempo, a receita obtida com estrangeiros em viagem ao Brasil, que alcançou US$ 373 milhões.
Rocha anunciou, ainda, que o mês de julho deve terminar com déficit na conta de viagens em torno de US$ 1,5 bilhão, comparável com o resultado de igual mês de 2011, quando a conta ficou negativa em US$ 1,75 bilhão.
O executivo do BC também anunciou que a conta de serviços financeiros registra saldo positivo de US$ 19 milhões em julho até o dia 20. Outros itens da conta de serviços apresentam saldo negativo no mesmo período: computação e informação (US$ -152 milhões), royalties (US$ -132 milhões) e aluguel de equipamentos (US$ -518 milhões).

CÂMBIO

De acordo com Rocha, a alta do dólar afetou o estoque de investimentos estrangeiros diretos e em ações. O IED, por exemplo, caiu US$ 92 bilhões no segundo trimestre em relação ao verificado no final de março. Em relação às ações, recuou US$ 95 bilhões no mesmo período de comparação.
A redução desse estoque é um dos fatores que têm contribuído para diminuir as remessas de lucros e dividendos para o exterior, segundo Rocha. Os outros fatores são a desaceleração da economia brasileira, que afeta o lucro das empresas e o efeito do câmbio sobre os valores remetidos, afirmou.
"As remessas têm três determinantes. Temos remessas sobre estoque menor. A taxa de crescimento mais moderada da economia afeta os lucros. E a taxa de câmbio, na conversão de reais para dólares, contribui para reduzir os fluxos", afirmou.

(Fonte : Ag. Estado / imagem divulgação)

DESPESAS DE BRASILEIROS EM VIAGENS INTERNACIONAIS CONTINUAM EM QUEDA ESTE MÊS, INFORMA BC



Com a alta do dólar, os gastos de brasileiros em viagem ao exterior continuam em queda em julho, de acordo com os dados parciais. Este mês, até a última sexta-feira (20), as despesas chegaram a US$ 1,401 bilhão. No mesmo mês do ano passado, época de férias, os gastos totalizaram US$ 2,235 bilhões.
Em junho deste ano, esses gastos ficaram em US$ 1,683 bilhão, o menor resultado para o período desde 2010 (US$ 1,324 bilhão). O resultado do mês passado foi 9,8% inferior ao de igual período de 2011 (US$ US$ 1,866 bilhão).
O chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Fernando Rocha, lembra que a taxa de câmbio é “bastante decisiva para o desempenho das viagens internacionais”.
Já as receitas deixadas por estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 462 milhões, em junho deste ano, abaixo do registrado em igual período de 2011 (US$ 471 milhões). Nos seis meses de 2012, essas receitas totalizaram US$ 3,471 bilhões, ante US$ 3,273 bilhões de igual período do ano passado.
Os dados parciais de julho, até o dia 20, mostram que os gastos de estrangeiros no Brasil estão em US$ 373 milhões. Com isso, o déficit da conta de viagens, formada pelas despesas de brasileiros no exterior e receitas de estrangeiros no país, chega a US$ 1,028 bilhão, até o dia 20. Segundo Rocha, a expectativa é que essa conta feche o mês negativa em cerca de US$ 1,5 bilhão.

(Fonte : Agência Brasil de Notícias)