terça-feira, 24 de abril de 2012

BOCA INAUGURA PRIMEIRO HOTEL TEMÁTICO DE TIME DE FUTEBOL DO MUNDO



O Boca Juniors inaugurou na quinta-feira (19) em Buenos Aires o primeiro hotel temático de um time de futebol do mundo, que hospedará torcedores, turistas e também a equipe que atualmente é comandada pelo técnico Julio César Falcioni, de acordo com o gerente do estabelecimento, Pablo Veloso.
Durante a inauguração do hotel cinco estrelas, decorado nas cores do clube (azul e amarelo), Veloso comentou que o objetivo do projeto é que o visitante viva minuto a minuto a paixão pelo time, desde o momento em que entra no prédio, próximo ao estádio La Bombonera.
"A grande quantidade de sócios do Boca e o que o clube representa como marca no mundo e na Argentina motivou a criação do hotel", declarou o gerente, acrescentando que o edifício, de 17 andares, conta com dois andares reservados às concentrações do time.
"O quinto e o sexto andares foram projetados para que a equipe possa se concentrar antes das partidas", acrescentou.
Situado no bairro de Montserrat, a poucas quadras da praça de Maio, o hotel conta com 85 quartos, decorados com variadas referências à equipe.
Ao ambiente moderno e espaçoso das salas do hotel foram acrescentadas as combinações de cores azul e amarelo do Boca, que aparecem em todos os lugares, inclusive na entrada dos quartos, em cujas portas podem ser vistos imagens de ídolos eternos, como Diego Maradona, Martín Palermo e Juan Román Riquelme, entre outros.
Em cada canto do hotel há um televisor com transmissões esportivas, e cada quarto conta com um canal exclusivo do Boca Juniors, assim como diversos documentários sobre os melhores jogadores do time em toda sua história e sobre confrontos com o arquirrival River Plate.
O local conta ainda com uma piscina, academia e espaços para receber massagens, além do bar La Barra e o restaurante La Boca, e inclusive com sua própria "Bombonera", um salão para reuniões com capacidade para 400 pessoas.
Hospedar-se no hotel do Boca custará entre US$ 150 e US$ 600, dependendo da categoria do quarto e do pacote escolhido, no qual estão incluídos também excursões ao Museu da Paixão Boquense e fotografias no estádio La Bombonera.

(Fonte & foto : EFE)

GOL NEGOCIA VENDA DE MAIS 17% PARA SÓCIO



A Gol está negociando o aumento de participação da americana Delta Airlines no capital da companhia dos atuais 3% para 20%, limite estabelecido pela legislação.
A Folha apurou que o presidente da Gol, Constantino Junior, conduz as conversas, que ganharam força no último mês.
O objetivo é tentar resolver os problemas atuais de aumento elevado de custos, (principalmente do combustível) e alta de tarifas, fatores que acabam impactando os investimentos que a companhia terá de fazer nos próximos anos.
Pessoas próximas às negociações afirmam que a Delta Airlines já mostrou interesse em ampliar sua participação na Gol. A empresa já teria até representantes no Conselho de Administração da companhia brasileira.
A companhia norte-americana acredita que será possível ampliar a participação da Gol, reduzindo ainda mais a diferença com a TAM, que está na liderança do setor.
Consultada, a Gol negou que, neste momento, esteja negociando com a Delta. Até a conclusão desta edição, a Folha não conseguiu contato com a empresa americana, nem no Brasil nem nos EUA.
A TAM, líder do setor, tem 20% de participação da chilena LAN, com quem se fundiu em agosto de 2010.
As duas empresas pressionavam o governo para tentar aumentar a participação estrangeiras no setor dos atuais 20% para 49%.
Recentemente, em uma iniciativa isolada, um representante da TAM em Brasília tentou emplacar a mudança por meio de uma medida provisória que nada tinha a ver com o assunto. A estratégia não prosperou. A recusa foi um recado de que essa modificação não será efetuada.
Desde então, as companhias desistiram desse pleito e focaram a negociação por um pacote de "ajuda" com o governo que permita a redução dos custos.

ALTA

O cenário das companhias não é dos melhores. No ano passado, TAM e Gol registraram prejuízos que, somados, atingiram R$ 1 bilhão.
As empresas vêm de uma disputa tarifária que buscou estimular a ocupação de suas aeronaves.
Nesse período, o preço dos combustível disparou. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), ele já responde por 40% das despesas das companhias aéreas.
Na média, atualmente 32% do preço de um bilhete é o combustível de aviação. Há cinco anos, esse índice girava em torno de 15%.
Em uma viagem mais longa, como a Rio Branco (AC), o peso do combustível chega a 80% do preço da passagem.
Por isso, TAM e Gol pedem maior controle no preço do querosene de aviação, que é, basicamente, fornecido pela Petrobras. Elas também querem desoneração da folha de pagamento, redução de ICMS, PIS e Cofins.
Nos bastidores, as companhias já contam com a aprovação de uma medida provisória -o "pacote de incentivos"- em maio.
Mas a realidade é que as negociações estão emperradas porque o Ministério da Fazenda não encontrou uma fórmula que "alivie" a conta para as empresas sem que haja perda drástica de receita.
Enquanto isso não ocorre, as empresas cortam voos, demitem funcionários e adiam a compra de aviões.
A Gol é que está em uma situação mais confortável, justamente porque ainda pode negociar aumento de capital estrangeiro.

(Fonte & foto : Jornal Folha de S. Paulo)

EMPRESAS SE ASSOCIAM PARA OFERECER SERVIÇOS DE BANDA LARGA EM VOOS



O grupo industrial americano Honeywell e o britânico Inmarsat, líder mundial em comunicações móveis por satélite, anunciaram na última semana um acordo para desenvolver serviços de banda larga em voos.
"Em virtude do acordo, Honeywell desenvolverá, produzirá e distribuirá o hardware de voo que permitirá que os usuários se conectem à (futura) rede Global Xpress da Inmarsat" durante suas viagens de avião, disseram ambos os grupos em um comunicado.
A rede Global Xpress estará disponível para a indústria da aviação em 2014.
"Os viajantes poderão fazer de tudo durante o voo, quase em qualquer parte do mundo: utilizar as redes sociais em tempo real, realizar videoconferências ou desenvolver apresentações multimídia", indicou o comunicado.
"Os passageiros disporão durante o voo de uma conexão rápida para seus celulares, tablets e computadores."

(Fonte :  France Presse)

MASSA FALIDA DA VASP PREPARA NOVO LOTE DE SUCATA PARA LEILÃO



Estacionados há sete anos em Congonhas, quatro aviões da Vasp estão sendo desmontados desde o início do mês. A sucata irá a leilão.
Esse já foi o destino de outras quatro aeronaves em agosto de 2011 -somente uma foi vendida inteira. Cada uma ocupa um espaço que poderia gerar receita de R$ 100 mil ao mês à Infraero.
Os aviões fazem parte da massa falida da Vasp, que deixou de voar em 2005 e veio à falência em 2008, após não conseguir cumprir seu plano de recuperação judicial.
A Infraero foi contratada pelo Conselho Nacional de Justiça para fazer o serviço com o objetivo de agilizar o processo de falência, além de abrir espaço no aeroporto.
Toda a sucata, porém, ainda permanece no pátio do aeroporto. Num primeiro leilão, em fevereiro, foram arrecadados R$ 291 mil com os quatro primeiros aviões sucateados e um Boeing-737/200 inteiro - tudo até hoje no local. Os recursos serão usados para saldar dívidas da Vasp.
Não há data para o leilão do material que sobrou dos quatro aviões "picotados" neste mês. A expectativa é obter ao menos R$ 30 mil com a sucata de cada aeronave -menos do que o custo de R$ 35 mil para transformar cada avião em ferro-velho.
Do segundo lote de aviões desmontados, a Infraero concluiu o serviço em três -um Airbus A300 e dois Boeing-737/300. A estatal espera terminar de "picotar" o último A300 -com 208 lugares e que foi usado em rotas internacionais- em três dias.
O espólio da Vasp ocupa 118 mil metros quadrados em Congonhas -7% da área do aeroporto. A ideia do CNJ é que numa segunda etapa sejam leiloados prédios antes usados pela companhia.
Um hangar de manutenção não pode ser retomado porque restam nele 80 mil peças de reposição que integram a massa falida e devem ser leiloados, após a sucata dos aviões desmontados neste mês.

(Fonte: Jornal Folha de S. Paulo)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

MAIS EVENTOS INTERNACIONAIS NO BRASIL



Foi publicada no dia 20 de abril (sexta-feira), no Diário Oficial da União, a portaria que institui o Programa de Apoio à Captação e ou Promoção de Eventos Internacionais, uma iniciativa da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo). Por meio do Programa, o Instituto vai disponibilizar R$ 3,8 milhões para auxiliar órgãos públicos e entidades sem fins lucrativos na captação de eventos internacionais. “O objetivo é diversificar os destinos turísticos brasileiros para o segmento de eventos”, afirmou o presidente da Embratur, Flávio Dino.
O principal ponto positivo do turismo de eventos, segundo Dino, é que ele geralmente é realizado fora dos períodos de alta temporada de férias. "Por isso, ajuda a enfrentar a questão da sazonalidade, garantindo ocupação mais continuada a hotéis e todos os agentes do turismo na cidade", afirma o presidente da Embratur. "Queremos consolidar o Brasil como um dos maiores receptores de eventos do mundo”.
Atualmente o Brasil ocupa o 9º lugar no ranking da ICCA (International Congress and Convention Association), entidade mundial que contabiliza a realização de eventos internacionais. O ultimo dado, referente a 2010, indica a realização de 275 eventos internacionais em nosso país.
O edital apoiará ações de divulgação para captar eventos já consolidados, com abrangência internacional e que estejam, no mínimo, em sua terceira edição. O auxílio à captação vai consistir em apoio à candidatura do país (e à cidade) na fase da disputa para ser a sede. “Os temas podem ser técnico-científicos ou esportivos, lembrando que é necessário que o evento já tenha ocorrido em outros dois países que não sejam o Brasil”, acrescenta Dino.
O montante disponibilizado poderá ser utilizado para a produção de material promocional, organização de eventos, contratação de empresa de logística, locação de equipamentos, ações de publicidade e passagens aéreas. Entidades sem fins lucrativos e órgãos públicos podem ser beneficiados pelo Programa.

(Fonte : Portal Fator Brasil)

GOVERNOS DEVEM SUAVIZAR POLÍTICAS DE VISTO PARA INCENTIVAR O TURISMO



Um congresso mundial de turismo foi realizado entre os dias 16 e 19 de abril em Sendai e Tokyo. A XII Cúpula do Congresso Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) terminou em Tokyo com o compromisso dos líderes do setor de trabalharem juntos para que os governos suavizem suas políticas restritivas de visto e deixem assim de castigar a indústria do turismo.
Segundo o presidente e diretor executivo do WTTC, David Scowsill, esse é um dos principais desafios que o ramo enfrenta atualmente e que representa um grande obstáculo ao crescimento de viagens e turismo no mundo. Os participantes da cúpula, que reuniu 1200 delegados de 53 países, concordaram em falar a uma só voz aos governos de todo o mundo com o objetivo de encontrar formas de equilibrar as necessidades de segurança com a capacidade do turismo para gerar crescimento econômico.
Nesse sentido, Scorsill salientou que o turismo proporciona grandes benefícios para as comunidades e economias do mundo todo ao representar 9% do PIB mundial e empregar direta e indiretamente 255 milhões de pessoas, uma em cada 12 no mundo. Em 2011, o turismo empregava diretamente 98 milhões de pessoas, seis vezes mais que a indústria de automóveis, cinco vezes mais que a de química e um terço a mais que a de serviços financeiros globais.
O WTTC tem desenvolvido junto com a Organização Mundial do Turismo (OMT) um estudo sobre o impacto da tramitação de vistos na criação de empregos nos países do G-20, que será apresentada na próxima reunião dos ministros do turismo em maio na cidade de Mérida, no México.
Scowsill recordou que os Estados Unidos perderam mais de 800 milhões de dólares em receitas de exportação desde os atentados de 11 de setembro devido às restrições de vistos e procedimentos de segurança implementados. Os líderes mundiais também se comprometeram a lutar contra as taxas de punição que os governos aplicam na indústria turística e mais especificamente na de transporte aéreo para arrecadar mais. A aviação é um importante contribuinte para a economia global e emprega 5,5 milhões de pessoas

(Fonte : EFE)

SINDETUR-SP CONQUISTA TRANSPARÊNCIA TRIBUTÁRIA NA CAPITAL



A Secretaria de Finanças da Prefeitura de São Paulo, respondendo consulta realizada pelo Sindicato das Empresas de Turismo no Estado de São Paulo (Sindetur-SP), confirmou que cabe aos hotéis emitirem notas fiscais de seus serviços aos consumidores, mesmo quando as reservas e os pagamentos sejam intermediados por uma agência de turismo.
Para Eduardo Vampré do Nascimento, presidente do Sindicato, “ao confirmar que os hotéis têm de emitir nota fiscal ao hóspede e não à agência de turismo que tenha feito a intermediação da reserva e do pagamento, o executivo municipal contribui para a desejada transparência tributária no setor”.
O Sindetur-SP sempre defendeu que a função da agência de turismo é intermediar fornecedor e consumidor de serviços turísticos e, por isso, ela cobra um preço. “É esse o preço que deve constar de sua nota fiscal ao fornecedor, se dele recebe comissão, ou ao consumidor, se dele cobrar valor agregado ao preço de custo ou taxa de serviço. Não faz sentido incluir na nota fiscal da agência de turismo o valor do serviço intermediado de hospedagem, transporte, locação, compra de ingressos e cartões de assistência, entre outros”, explica Nascimento.
Resultado concreto dos contatos sistemáticos mantidos com a prefeitura em busca do adequado tratamento tributário das agências de turismo, de acordo com Nascimento, a inédita Solução de Consulta (SF/DEJUG nº 3) serve de parâmetro para que o mesmo procedimento seja adotado em âmbito nacional.
Tal decisão da PMSP é inovadora, reconhecendo o previsto na Lei federal nº 11.771, de 2008, a chamada Lei Geral do Turismo, que a acolheu integralmente e de modo pioneiro, em seu artigo 27, parágrafo 2º.

(Fonte : Brasilturis Jornal)