terça-feira, 7 de junho de 2011

BEM RECEBER COPA, DA ABIH, TEM 15 MIL INSCRITOS



Em 2010, a Escola Virtual dos Meios de Hospedagem (EVMH), projeto integrante do programa Bem Receber Copa, da ABIH Nacional, obteve 7.133 inscrições, com 5.315 matrículas efetuadas e 4.364 alunos formados. Com a segunda etapa, iniciada em janeiro de 2011, o projeto já alcançou a marca de 15.079 inscrições, atendendo a demanda em 33 municípios do País, incluindo capitais, cidades-sede e subsede para a Copa do Mundo.
A EVMH promoveu, na semana passada, uma aula inaugural da segunda etapa do programa. O Evento, realizado em Vila Velha (ES), registrou a presença de 380 profissionais e contou com a participação do diretor administrativo da ABIH Nacional e vice-presidente da ABIH-ES, Nerleo Caus de Souza.
“Por meio dessas ações, a entidade realiza sua missão, que consiste em representar os interesses e promover o desenvolvimento sustentável dos meios de hospedagem e do setor de turismo”, afirma Souza.

(Fonte : Panrotas)

SBCLASS: BOM PARA O TURISTA E PARA O MERCADO



A portaria que institui o Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass) foi lançada, nesta terça (07), pelo ministro do Turismo, Pedro Novais, na presença de representantes de entidades de classes do setor. Eles manifestaram apoio à iniciativa do Ministério do Turismo (MTur), que visa qualificar a hotelaria brasileira e criar referências para os turistas brasileiros e estrangeiros.
“Creio que teremos uma adesão significativa. Neste primeiro momento, dos hotéis de cidades médias e da hotelaria independente. Com o processo de maturação do sistema, ele ganhará mais credibilidade e novos seguidores”, disse o presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio.
Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RJ), Alfredo Lopes, a classificação representa um diferencial. “Quando eu for anunciar o meu hotel e disser que ele é classificado pelo Ministério do Turismo será um referencial importante para o turista”, exemplificou. Ele comanda a entidade em um dos maiores mercados do Brasil: o Rio de Janeiro, que prevê uma ocupação hoteleira média de 85%, em 2011.
Participaram também da cerimônia de lançamento da portaria da classificação os presidentes do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil, Roberto Rotter; da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), Enrico Fermi; e da Associação Brasileira de Resorts, Rubens Régis.

HOTSITE TRAZ INFORMAÇÕES SOBRE O SBCLASS

Para estimular a adesão ao Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass) e esclarecer dúvidas, o Ministério do Turismo criou o hotsite do SBClass. Nele, turistas e empresários encontram a portaria na íntegra, respostas sobre os itens que são avaliados na classificação e os requisitos exigidos para obtenção de uma a cinco estrelas para resorts, hotéis, hotel fazenda, cama e café, hotel histórico, pousada e flat/apart.
Logo na página inicial é possível visualizar um vídeo explicativo sobre a importância do sistema como referência para orientar as escolhas do consumidor para meios de hospedagem.
O hotsite, hospedado no endereço: http://www.classificacao.turismo.gov.br/ , também oferece acesso ao Cadastur, sistema de cadastramento de prestadores de serviços turísticos do MTur, um pré-requisito para obtenção da classificação.
O SBClass, desenvolvido pelo Ministério do Turismo (MTur) em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial (Inmetro), integra um conjunto de ações para estabelecer padrões e normas de qualidade, eficiência e segurança na prestação de serviços turísticos. O sistema ajudará a preparar o Brasil para receber turistas na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016.

As informações sobre Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem estão disponíveis na Internet. O site é a principal ferramenta de divulgação do sistema.

(Fonte : MTur / imagem divulgação)

ESTUDO MOSTRA POTENCIAL ECONÔMICO DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO


O Ministério do Meio Ambiente e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, com o apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), da embaixada britânica e da Cooperação Internacional Alemã (GIZ), discutem hoje (7) em Brasília o estudo Contribuição das Unidades de Conservação para a Economia Nacional.
A publicação apresenta análises sobre o potencial econômico de cinco dos vários bens e serviços provenientes das unidades de conservação: produtos florestais, uso público, estoque de carbono, água e repartição de receitas tributárias. No estudo, são apresentados valores que as unidades de conservação podem gerar e que podem atingir bilhões de reais por meio de atividades como produção de madeira em tora nas florestas nacionais e estaduais da Amazônia, receita potencial derivada do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) Ecológico para os estados e a visitação pública às unidades de conservação federais e estaduais.

(Fonte : Ag. Brasil de Notícias)

CONTRADIÇÃO



A maioria dos executivos (97%) considera fundamental que as organizações inovem para buscar sustentabilidade, segundo pesquisa da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).
Apesar disso, 70% dizem acreditar que as empresas estão preocupadas, mas não direcionam seus investimentos para a sustentabilidade.
Cerca de 27% dos entrevistados indicam a gestão como principal preocupação das empresas em que trabalham, enquanto 22% apontam a sustentabilidade e 19% a redução de custos.

(Fonte : Col. Mercado Aberto / imagem divulgação)

PAÍS PRECISARÁ INVESTIR R$ 1 TRI EM ENERGIA


Maior parte do dinheiro vai para o petróleo, mas importância de fontes renováveis que Brasil pode oferecer vai subir

Serão necessários R$ 1,02 trilhão em investimentos para aumentar a capacidade de oferta de energia elétrica, petróleo, gás e etanol no Brasil até 2020. Deste total, quase metade será aplicada pela Petrobras, e, em escala menor, pela Eletrobras.
Os dados fazem parte do Plano Decenal de Energia do governo, divulgado ontem pelo presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim.
Segundo a EPE, no mesmo período a demanda total por energia subirá 60% no país.
A maior parte dos recursos será aplicada na exploração e produção de petróleo: R$ 686 bilhões (67% do total).
Graças ao pré-sal, o Brasil praticamente triplicará sua produção, que passará dos 2,1 milhões de barris diários em 2010 para 6,1 milhões de barris por dia em 2020.

NUCLEAR

O plano não prevê aumento da oferta de energia nuclear até 2020. Além da usina de Angra 3, em construção, não há outras projetadas.
Em relação ao gás natural, a oferta total será quase duplicada, subindo de cerca de 109 milhões de metros cúbicos por dia em 2011 para 193 milhões de metros cúbicos diários em 2020.
Na área de biocombustíveis, o etanol concentrará maior parte dos investimentos, de R$ 97 bilhões.
O aumento da frota "flex" no mercado brasileiro irá impulsionar a demanda por etanol que, segundo a EPE, deverá triplicar na década, passando de 27 bilhões de litros em 2010 para 73 bilhões em 2020- sendo 6,8 bilhões de litros para exportação.
A estimativa é que a oferta de energia elétrica até 2020 aumente em 55%, saltando de uma capacidade instalada de 110.000 megawatts (MW) em dezembro de 2010 para 171.000 MW em 2020.
As fontes renováveis -hidráulica, eólica e biomassa- terão prioridade, segundo Tolmasquim. Mas o plano prevê também a construção de térmicas movidas a combustíveis fósseis, em especial o gás natural.
Com relação às energias renováveis, haverá queda da participação da fonte hidrelétrica na matriz, de 76% para 67% no período. Já a geração de outras fontes alternativas, como usinas eólicas, térmicas à biomassa e PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), vai dobrar em dez anos, de 8% para 16%.
O destaque nesta área é a geração eólica, que irá saltar de 1% para 7% da matriz em uma década. Com isso, a fatia de fontes renováveis se manterá em torno de 83% ao final do decênio.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo)

FREIO NO PIB REDUZ DEMANDA PELO BNDES



A expectativa de desaquecimento da economia e a diminuição na demanda por empréstimos farão com que a capitalização do do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) pelo governo fique abaixo do previsto para 2011.
No início do ano, o governo editou medida provisória autorizando a emissão de R$ 55 bilhões em títulos da dívida federal que seriam repassados ao banco. Até agora, nenhum papel foi lançado.
O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, disse à Folha que o início da emissão de ações deverá ocorrer ainda neste semestre. O valor, no entanto, deverá ficar abaixo do autorizado.
"Minha projeção é que vai ser um pouco menos, mas não tem decisão. O valor preciso que vai ser necessário neste ano depende de vários fatores, do ritmo de empréstimo, da participação privada, do ritmo da economia."
A redução do ritmo de desembolsos do BNDES é vista por economistas como um dos primeiros sinais de retração econômica. O total emprestado no primeiro trimestre foi 2% menor que no mesmo período de 2010 -primeira queda em cinco anos.
Entre os setores que apresentaram maior recuo estão construção (30%) e alimentos e bebidas (29%).
Em 2010, o governo emitiu R$ 75 bilhões para capitalizar o BNDES. Outros R$ 5 bilhões foram lançados neste ano. Mais R$ 30 bilhões foram emitidos para participar da capitalização da Petrobras.
Para o economista da consultoria Tendências Felipe Salto, mesmo com a redução a capitalização do BNDES via emissão de títulos é prejudicial para a economia.
Isso ocorre, diz, porque, além de aumentar o endividamento público, a emissão pressiona a demanda e contribui para a alta da inflação. Assim, o Banco Central é levado a aumentar juros, impedindo maior participação do setor privado no crédito.

MUDANÇA GRADUAL

Segundo Augustin, o governo vem incentivando uma maior participação do setor privado no financiamento de grandes obras, mas isso será feito de forma gradual.
"A ideia é que o BNDES continue a financiar o crescimento do investimento, aumente a formação bruta de capital e, quanto mais isso puder ser feito também pela iniciativa privada, melhor. O quão rápido [será] depende de vários fatores", afirma.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo / imagem divulgação)

GOVERNADOR DIZ QUE MINAS QUER SEDIAR ABERTURA DA COPA EM 2014


O presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, Jonas Donizette (PSB-SP), informou que o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) manifestaram desejo de que a abertura da Copa do Mundo de Futebol de 2014 seja em Belo Horizonte.
Acompanhado do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Walmir Campelo, encarregado de analisar as contas referentes ao mundial de futebol, o deputado avaliou que as obras dessa cidade-sede para o evento estão “bem adiantadas”.
Donizette se encontrou com o governador Anastasia e com o senador Aécio Neves durante a visita técnica realizada nessa segunda-feira (06) em Belo Horizonte, dentro da programação do 2º Fórum Legislativo das Cidades-Sede da Copa 2014.
Pela manhã, os parlamentares se reuniram na Assembleia Legislativa para conhecer a organização do estado e do município para sediar o mundial de futebol. A exposição dos planos de BH para a Copa foi feita pelo secretário extraordinário da Copa, Sergio Barroso.
Também estão previstas visitas ao estádio Mineirão e ao aeroporto de Confins.

FÓRUM LEGISLATIVO DAS CIDADES-SEDE

Belo Horizonte é a quarta cidade-sede a receber a comitiva de parlamentares do 2º Fórum Legislativo das Cidades-Sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014. A iniciativa é das comissões de Turismo e Desporto da Câmara e de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado. Integrantes da Comissão de Viação e Transporte também acompanham a visita na capital mineira.
Também participam da visita o coordenador do encontro em Belo Horizonte, Carlaile Pedrosa (PSDB-MG), e os deputados Danrlei Hinterholz (PTB-RS), Domingos Neto (PSB-CE), Jô Moraes (PCdoB-MG), Renan Filho (PMDB-AL), Romário (PSB-RJ) e Valadares Filho (PSB-SE), além dos senadores Blairo Maggi (PR-MT) e Eduardo Amorim (PSC-SE).
Fortaleza, Recife e Curitiba já foram visitadas e a meta do fórum é concluir as 12 sedes da Copa 2014 até setembro próximo.

(Fonte : Ag. Câmara de Notícias)