segunda-feira, 25 de abril de 2011

CE BANIU AS EMPRESAS AÉREAS DE MOÇAMBIQUE DO ESPAÇO AÉREO DA EUROPA


A União Européia baniu todas as companhias aéreas certificadas em Moçambique, inclusive a LAM - Mozambique Airlines, do espaço aéreo e dos aeroportos da Europa. A medida inclui dois Boeing’s 767 da Air Madagascar, “por significativas deficiências de segurança”. As informações foram divulgadas ontem pela Comissão Européia, que anunciou uma atualização de sua “blacklist” (lista negra) na aviação.
Por outro lado, quatro companhias aéreas de transporte de carga da Indonésia foram removidas da lista negra, bem como a companhia aérea ucraniana UMAir - todas “demonstraram sólidas evidências de melhoria em suas performances”. A “blacklist” da União Européia agora compreende 18 países e 259 companhias aéreas. Há ainda três países adicionais - Indonésia, Gabão e Casaquistão -, cujas companhias estão banidas de operar na Europa, mas algumas estão excluídas das restrições.
O vice-presidente de Transportes da Comissão Européia, Siim Kallas, disse: “Onde tivermos evidência, dentro ou fora da União Européia, que companhias aéreas não estão operando de forma segura, vamos agir para excluir qualquer risco de segurança”.

(Fonte : Business Travel Magazine)

GOL VENDE PASSAGENS A R$ 69 ATÉ SEXTA-FEIRA (29)


A Gol deu início à promoção por meio da qual oferece passagens com preços a partir de R$ 69 para viagens feitas até 21 de junho. A ação é valida para os mercados de Brasília, Palmas, Manaus, Rio de Janeiro, Ilhéus, Belo Horizonte (Confins), Goiânia, Vitória, São Paulo (Guarulhos), Curitiba, Campinas (SP) e Porto Alegre para compras feitas até às 17h59 da próxima sexta-feira (29).

(Fonte : Panrotas)

terça-feira, 19 de abril de 2011

PARA TCU, NÃO SE FEZ QUASE NADA PARA A COPA DE 2014



O Tribunal de Contas da União (TCU) traçou, ontem, um quadro preocupante das obras para Copa do Mundo de futebol de 2014. De um total de R$ 1,868 bilhão em financiamento do BNDES já contratados para a construção de estádios, segundo o TCU apenas R$ 6 milhões foram liberados até agora. Nenhuma obra de melhoria e ampliação dos portos de sete cidades-sede da Copa foi iniciada, enquanto que a reforma e ampliação de oito aeroportos estão apenas no papel.
O mais grave, no entanto, é a situação dos projetos de mobilidade urbana, aqueles que facilitarão o deslocamento das pessoas nas cidades-sede da Copa. Dezessete projetos não foram sequer iniciados e o ministro do TCU responsável pelo acompanhamento das obras da Copa, Valmir Campelo, se mostrou preocupado especialmente com o andamento dos projetos em São Paulo.
Somente ontem os governos do Estado e do município anunciaram um acordo pelo qual pretendem investir R$ 478 milhões em obras de mobilidade urbana no bairro de Itaquera, região em que será construído o estádio do Corinthians, que deverá ser utilizado na Copa. Os planos iniciais de transporte urbano de São Paulo foram feitos para a região do Morumbi, mas o estádio do São Paulo, ali localizado, acabou sendo vetado pela Fifa.
Em meio a esse cenário preocupante, o governo federal decidiu incorporar o TCU nas discussões sobre a aprovação de regras 'mais flexíveis' para as obras da Copa e da Olimpíada de 2016, que será realizada no Rio de Janeiro. Ontem, o ministro chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, e o presidente da Infraero, Gustavo do Valle, conversaram com o presidente do TCU, ministro Benjamin Zymler.
Antes do encontro, Zymler explicou que a ideia em discussão com o governo é criar "um regime simplificado e diferenciado para as obras da Copa do Mundo e da Olimpíada". Segundo ele, as mudança em discussão buscam agilizar as licitações e contratações, com alterações em uma infinidade de procedimentos que hoje atrasam os empreendimentos. Entre as inovações, ele citou a possibilidade de inversão de fase de habilitação e de julgamento, o regime de empreitada integral, a criação de contratos de eficiência e a fase de lances (secretos ou abertos).
As mudanças estão sendo examinadas por um grupo com representantes do governo, do Congresso Nacional e agora do TCU. Depois que esse grupo chegar a um entendimento, as propostas poderão ser incorporadas no texto de alguma medida provisória em tramitação no Congresso Nacional, como informou, na semana passada, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.
O ministro Valmir Campelo fez ontem uma apresentação sobre a situação atual das obras da Copa do Mundo para uma plateia formada pelos demais ministros do TCU, por funcionários do Tribunal e por representantes da imprensa. Um quadro apresentado por Campelo mostrou que apenas cinco financiamentos do BNDES para a construção de estádios de futebol, de um total de dez, foram contratados até agora. Os engenheiros do TCU estão sendo utilizados para fazer os projetos executivos das obras dos estádios, pois o BNDES não possui engenheiros suficientes para essa tarefa. Os R$ 6 milhões dos financiamentos liberados até agora foram justamente para realizar estudos de projetos do estádio de Manaus.
As obras de reforma e ampliação dos aeroportos de Fortaleza, Salvador, Curitiba, Cuiabá, Confins (MG), Porto Alegre, Brasília e Recife não foram iniciadas. Mesmo assim, Campelo não concordou com a recente avaliação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de que as obras de alguns desses aeroportos não serão concluídas a tempo da Copa do Mundo. "Poderão ocorrer alguns atrasos e algumas coisas improvisadas", disse Campelo. "Mas acredito que as metas serão cumpridas", acrescentou. "Ainda não é o caso de acender a luz vermelha."
Na sua exposição, Campelo ressaltou que a atuação do TCU tem sido cooperativa e preventiva para evitar problemas. "Nós não queremos ser empecilho." A mensagem da sua exposição Campelo foi a de que se houver atraso nas obras, a culpa não será do TCU, que tenta ajudar e corrigir eventuais problemas antes que eles aconteçam.

(Fonte : Jornal Valor Econômico / imagem divulgação)

MANTEGA DEFENDE MEDIDAS GRADUAIS PARA CONTROLAR INFLAÇÃO E CÂMBIO


No mesmo dia em que o Banco Central divulgou um aumento das estimativas de inflação por economistas de mercado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu ontem o uso de medidas graduais no combate à alta de preços e à queda do dólar.
No boletim semanal Focus, economistas elevaram suas previsões para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), usado como meta pelo governo, para 2011. As apostas ficaram em 6,29%, contra 6,26% na semana anterior. O teto da meta oficial é de 6,5%.
De acordo com Mantega, os efeitos das ações já tomadas serão sentidos ao longo do tempo, e não de forma imediata.
Ele disse que não pode tomar "uma medida por dia" porque correria o risco de "derrubar" a economia.
"Não estamos sendo tolerantes [frente à inflação], mas não adianta tomar posições que não levem a nada", afirmou, em evento com investidores em Nova York.
O ministro da Fazenda disse que espera que os preços das commodities se estabilizem ou recuem no segundo semestre e que a inflação fique abaixo de 6% no ano.
"Tem gente que olha a inflação pelo retrovisor", disse.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo, em Nova York)

HOTELEIROS APOSTAM NA CAPACITAÇÃO DA MÃO-DE-OBRA COMO PRINCIPAL LEGADO DA COPA DE 2014



A qualificação dos profissionais será o grande legado dos eventos esportivos. A afirmação partiu do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Fermi Torquato, durante audiência com o ministro do Turismo, Pedro Novais.
“A qualificação promovida pelo Bem Receber Copa, do Ministério do Turismo, será um dos grandes legados após os eventos”, disse o dirigente ao fazer um balanço do programa. Ele citou também a melhoria da mobilidade urbana nas 12 cidades-sede e a promoção do Brasil como heranças positivas dos jogos.
O programa Bem Receber Copa tem como meta qualificar 306 mil profissionais empregados na cadeia econômica do turismo até dezembro de 2013 em parceria com associações de classe como a ABIH.
Na primeira etapa do programa, 4.364 profissionais entre gerentes, capitães-porteiros, governantas, recepcionistas e mensageiros concluíram os cursos de qualificação.
Segundo a entidade, os resultados de 2010 estão orientando a organização da segunda etapa do programa em 2011, com uma meta de qualificação de 12 mil profissionais. Além das 12 cidades-sede atendidas em 2010, outros 21 destinos indutores do turismo brasileiro serão beneficiados.
A Fundação Getúlio Vargas avaliou os resultados do programa por meio da pesquisa com participantes da primeira etapa. Os entrevistados, todos participantes do curso, deram nota numa escala de 1 a 4, sendo 1 - muito ruim, 2 - deficiente, 3 - satisfatório e 4 - muito bom. Do total de entrevistado, 30% avaliaram o curso como satisfatório e 69,4% como muito bom.

(Fonte : MTur)

SETOR HOTELEIRO DE SP DIZ ESTAR PRONTO PARA TURISMO DA COPA


Se a Copa do Mundo, prevista para ocorrer no Brasil em 2014, ocorresse neste ano, a cidade de São Paulo, pelo menos no setor hoteleiro, estaria pronta para receber os turistas e as delegações que participarão do evento esportivo mundial, garante o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), Bruno Omori.
Atualmente, a rede dispõe de 42 mil apartamentos e 105 mil leitos, o que seria suficiente para hospedar, sem atropelos, o número a mais de visitantes na cidade em função da principal competição do futebol internacional, diz ele.
Ele informou à Agência Brasil que o tamanho do setor e a diversidade gastronômica existente na capital paulista se equiparam aos de outros grandes centros metropolitanos do mundo, como Nova York, nos Estados Unidos; e Tóquio, capital do Japão.
Na América Latina, São Paulo é a que tem a maior oferta de hospedagem, seguida pela cidade do Rio de Janeiro, com 28 mil apartamentos; e Buenos Aires, na Argentina; com 18 mil unidades.
"São Paulo está entre as dez maiores redes hoteleiras do mundo", disse. "Tanto que é a única que pode sediar aqui as competição automobilística da Fórmula 1".

VIZINHOS

Ele observou que, além disso, a exemplo do que ocorreu, em Joanesburgo, na África do Sul , durante a Copa do Mundo , caso faltassem vagas na capital, os visitantes teriam a opção de se deslocarem para os municípios próximos.
Omori citou, apesar da distância, a cidade de Campinas, que fica a 100 quilômetros de distância de São Paulo, com bom acesso pelo complexo das rodovias Bandeirantes-Anhanguera e dotada de toda a infraestrutura necessária. Outro exemplo apontado pelo empresário, é Atibaia, que fica do lado norte da capital, com acesso pela Rodovia Fernão Dias, estrada que liga São Paulo a Belo Horizonte.
Perguntado sobre o aquecimento verificado, nos últimos dias, por conta da concentração de grandes feiras de negócios e shows musicais internacionais, entre outros eventos na cidade de São Paulo, o presidente da Abih disse que a situação do setor é de "equilíbrio" porque oscila momentos de ótimo desempenho com outros de movimento fraco.
Segundo ele, no ano passado, a ocupação ficou na média de 70%, abaixo de Buenos Aires (76%), Tóquio (82%), Nova York (82%) e Paris (86%).

(Fonte : Ag. Brasil de Notícias)

SEGUNDO DIRETOR DA ANAC A CONCESSÃO DE AEROPORTOS JÁ ESTARIA DECIDIDA


Participando na última sexta-feira de um seminário internacional sobre a concessão de aeroportos, o diretor de Infraestrutura da ANAC, Rubens Carlos Vieira, afirmou que o setor aéreo brasileiro precisa do capital privado para realizar investimentos e melhorar sua eficiência – e que só falta acertar as regras para a entrada da iniciativa privada na gestão aeroportuária. “O setor privado será muito bem-vindo e essa é uma questão que já está fechada. O que terá de ser definido pela nova SAC - Secretaria Especial de Aviação Civil é como isso será feito", disse.
Além das regras, falta definir quais aeroportos ou terminais serão abertos para a concessão da iniciativa privada e como se dará a concorrência entre eles. Segundo Vieira, a expectativa da ANAC é publicar o edital de concessão até o início de maio e realizar o leilão até julho. A notícia foi publicada na Folha de São Paulo.

(Fonte : Business Travel Magazine)