quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

GOVERNO FEDERAL TRATA TURISMO COM DESCASO


Quanto tempo o Ministério do Turismo e a Embratur vão demorar para divulgar os dados da visitação turística no país em 2010?
Os números serão pífios - em 2009, o Brasil recebeu modestos 4,5 milhões de visitantes estrangeiros; na França, no mesmo ano, estiveram cerca de 70 milhões de turistas; à Espanha, foram 60 milhões de pessoas; nos EUA, a visitação de estrangeiros ultrapassa os 50 milhões.
Aqui, além da espera em tabular dados por parte dos órgãos "competentes" do governo federal, os números são de dar dó.
Também é de dar dó ver o que aconteceu com a verba pública que deveria fomentar o turismo no Brasil nos últimos anos.
O próprio deputado Pedro Novais (PMDB-MA), empossado no dia 3 de janeiro, no cargo de ministro do Turismo, assumiu dizendo que iria "eliminar as áreas críticas da pasta" referindo-se à pilhagem zilionária de verbas públicas que deveriam fomentar o setor e que foram desviadas por meio de emendas parlamentares.
Falando em números e cifrões, o orçamento da pasta para este ano de 2011 é de R$ 800 milhões, mas é normalmente inflado pelas tais emendas, podendo chegar a R$ 6 bilhões.
Ao assumir, Novais esclareceu que lamentava que a alegria do convite para virar ministro tenha se misturado à sua "indignação". É que a imprensa publicou que ele havia pedido erroneamente, em 2010, ressarcimento à Câmara de despesas realizadas num motel em São Luís, no Maranhão, apresentando uma nota fiscal de R$2.156...
E, na cerimônia de posse em que foi escoltado pela cúpula do PMDB, incluídos aí o vice-presidente Michel Temer e o presidente do Senado José Sarney, Pedro Novais anunciou "um esforço concentrado de 120 dias para fazer o ministério deslanchar" e para, entre outras coisas, coibir no futuro a gastança prá lá de imprópria com festas patrocinadas pela pasta do Turismo.
Mas e os números? Quantos e quais turistas estrangeiros vieram ao Brasil em 2010? Depois desses 120 dias de esforço, será que saberemos dados objetivos?
A reposta, infelizmente, é que jamais saberemos. Aquele formulário que todo cidadão preenche ao fazer o check-in num hotel brasileiro - e do qual constam informações sobre propósito da viagem, quantos dias de estada, nacionalidade do viajante, meio de transporte utilizado, categoria do estabelecimento etc - não é utilizado para nada depois que o turista faz check-out!
Os hoteleiros no Brasil, que não são instados a fornecer esses formulários para que o Ministério do Turismo e a Embratur formulem políticas sérias de fomento turístico, simplesmente jogam esse documento no lixo.
A questão é saber se teremos condições de hospedar a Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016 com competência; se haverá tempo hábil para melhorar sem improvisos aeroportos e estradas; se o atual ministro do Turismo tem consciência do seu papel diante de números insossos (e/ou escabrosos) como os que têm sido apresentados pelo país, um dos menos visitados por turistas estrangeiros em todo o mundo.

(Por Sylvio Cioffi / Blog de Turismo da Folha de SP)

IOF NO CARTÃO VAI INTEGRAR PACOTE CAMBIAL


Apesar da negativa de Guido Mantega (Fazenda), a proposta de aumentar o IOF nas compras com cartão de crédito internacional faz parte de um conjunto de medidas encomendadas pelo Planalto na área cambial.
Segundo assessores, Dilma Rousseff ainda não tomou uma decisão sobre o tema porque não gostaria de baixar, como uma das primeiras medidas na economia, uma alta de imposto.
A ideia do governo, no entanto, é baixar ainda no primeiro semestre medidas para reduzir a valorização do real e melhorar a competitividade das empresas brasileiras ante os importados.
Segundo a Folha publicou ontem, o governo estuda elevar para mais de 4% a alíquota do IOF sobre cartão de crédito no exterior. Hoje, são cobrados 2,38%.
Ontem, como ainda não havia posição da presidente sobre o assunto, o Planalto decidiu devolver à Fazenda o decreto que alterava a alíquota do IOF.
Oficialmente, a informação é que a medida é do "âmbito" da Fazenda.
Ao ser questionado sobre o assunto ontem pela manhã, Mantega havia dito que ninguém "pensou" na proposta na Fazenda, responsável pela elaboração do conjunto de medidas na área cambial sob encomenda de Dilma.

O IOF sobre compras com cartão de crédito no exterior é de 2,38%, e não de 0,38%, como publicado pelo Jornal Folha de S. Paulo ontem.
Até o ano passado, o valor do IOF era dividido em duas alíquotas, uma de 2% e outra de 0,38%. Esse 0,38% corresponde à alíquota adicional criada com o fim da CPMF e serviu de referência para a área econômica justificar a elevação do imposto nos debates internos. Em dezembro, as alíquotas foram unificadas

(Fonte : Jornal Folha de SP)

MTUR E FBHA ANUNCIAM O LANÇAMENTO DO PROFISSIONAL BOM DE COPA


O Ministério do Turismo (MTur) e a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) já estão em fase de aquecimento para o lançamento do Profissional Bom de Copa, programa que faz parte do projeto Bem Receber Copa e vai capacitar oito mil profissionais para o mercado de trabalho. Já foram marcadas as datas já para o lançamento do projeto nas 12 cidades sede da Copa 2014.

Confira abaixo as datas e locais de lançamento:

21/02 - Natal – RN
23/02 - Salvador – BA
25/02 - Recife – PE
28/02 - Brasília – DF
01/03 - Belo Horizonte – MG
01/03 - Cuiabá – MT
03/03 - Fortaleza – CE
15/03 - São Paulo – SP
17/03 - Porto Alegre – RS
17/03 - Rio de Janeiro – RJ
23/03 - Curitiba - PR
Manaus ainda está com data por definir.

(Fonte : Hôtelier News)

MOBILIDADE CHEGA À PEQUENA EMPRESA


Companhias menores e profissionais liberais têm opção de serviço simples para receber com o cartão de crédito

O crescimento dos pagamentos feitos por celular também ajuda empresas de pequeno porte e profissionais liberais, possibilitando que eles recebam pagamentos no cartão de crédito.
Um aplicativo para celulares Android desenvolvido pela MoIP Pagamentos em parceria com a Menki ajuda os lojistas a receber dinheiro.
Para fazer isso, ele precisa apenas ter um aparelho com o sistema do Google e instalar o programa. Ao receber o dinheiro de uma conta, o comerciante digita os dados do cartão e a plataforma faz o processamento.
"Você faz o cadastro e se coloca como vendedor. São validadas algumas informações e você pode aceitar pagamentos com o uso do cartão de crédito", explica Igor Senra, presidente da MoIP.
Para mais informações, acesse menkimobile.com.br
O serviço Square (squareup.com) tem uma função parecida. O pequeno empresário recebe uma espécie de leitor de cartões, que pode ser acoplado a celulares (iPhone e Android) ou ao iPad, e passa a receber pagamentos de cartão de crédito.
Mas o serviço ainda é restrito aos residentes nos Estados Unidos. Para usar o serviço, é preciso ter ao menos uma conta bancária e um endereço físico no país, além de um número de seguro social norte-americano.
As grandes redes também demonstram interesse no pagamento móvel. A Starbucks anunciou recentemente que seus consumidores nos Estados Unidos podem pagar suas contas usando um aplicativo para iPhone, iPod touch e alguns aparelhos BlackBerry.
Por meio do programa, o usuário pode carregar uma espécie de cartão da loja com seu cartão de crédito. Na hora de pagar, é só passar o aparelho na frente de um scanner, que lê um código de barras exibido na tela do smartphone.
Tanto investimento tem uma razão clara. Levantamento divulgado pela consultoria Gartner no meio do ano passado mostrou estimativas que o número de usuários de sistemas de pagamentos durante o ano de 2010 deve contabilizar mais de 108,6 milhões.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo)

ABAG QUER MUDANÇAS PARA OTIMIZAR OS SLOTS DA AVIAÇÃO EXECUTIVA EM CGH


A ABAG - Associação Brasileira de Aviação Geral está trabalhando para melhorar o aproveitamento dos slots (vagas para pouso e decolagem) destinados à aviação executiva no Aeroporto de Congonhas (CGH) em São Paulo. A entidade, com a ajuda das estatísticas oferecidas pelo CGNA - Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea, vem percebendo um mau uso do espaço destinado à aviação executiva em um dos aeroportos mais disputados do país. A ideia é mudar a cultura das empresas para o que sistema se auto regule e o espaço destinado à aviação geral em Congonhas seja melhor aproveitado.
“Desde que o número de movimentos por hora em Congonhas foi reduzido, o espaço para a aviação executiva ficou ainda mais restrito e se for mal aproveitado, a situação fica ainda pior”, disse Ricardo Nogueira, vice-presidente da ABAG. Segundo ele, o mau uso é decorrente da própria estrutura do sistema, que não permite que slots cancelados voltem ao sistema e possam ser reagendados, e também do comportamento de algumas empresas que reservam, não usam, e não cancelam. O agendamento para uso dos slots tem que ser feito previamente e com antecedência de 25 horas do pouso ou decolagem.
Através de reuniões periódicas com o CGNA e com os operadores, a ABAG está buscando formas de melhorar o aproveitamento dos slots. A meta da ABAG é, em seis meses, atingir um nível de conscientização junto aos usuários do sistema que garanta: 100% dos slots não utilizados sendo cancelados pelo solicitante em até 3 horas antes do horário de decolagem (sendo 70% cancelados até 8h antes e 40% cancelados até 24h antes), de forma a permitir o reaproveitamento destes slots por outros operadores.

(Fonte : Business Travel Magazine)

BRASIL TENDE A SER IMPORTANTE DESTINO DE BUSINESS TRAVELERS DE CINGAPURA


O Brasil tem todas as condições de se transformar em destino favorito de executivos asiáticos, especialmente de business travelers de Cingapura. A agência de desenvolvimento local, a IE Singapore, facilitou a organização de 24 missões comerciais para o Brasil no ano passado. Para 2011 já estão previstas pelo menos 20 missões desse tipo, mas o número é conservador e tende a aumentar muito até o final do ano. Em 2010, o comércio exterior entre os dois países aumentou cerca de 7% e totalizou US$ 3,75 bilhões.
O fato da Singapore Airlines (SIA), uma das mais premiadas companhias aéreas do mundo, iniciar em março sua primeira ligação para a América do Sul, conectando três vezes por semana Cingapura a São Paulo, via Barcelona, favorece as relações bilaterais e potencializa o aumento do comércio e das viagens corporativas.
Govind Karunakaran, CEO do Kay Bee Group, indústria têxtil que exporta 90% de sua produção para o Brasil, disse: “Este voo obviamente vai facilitar a percepção de distância, já que agora o Brasil está distante dois continentes de nós e passaremos a achar que está distante apenas um. E o fato é que a SAI, com sua grande reputação, definitivamente vai tornar mais fácil e rápido o fluxo dos viajantes de negócios, incrementando nossas viagens”.
Robert Khoo, CEO da NATAS - National Association of Travel Agents Singapore, disse: “Creio que quando a economia está boa, muitas empresas investem em novos mercados. A nova ligação proporcionada pela SIA vai ajudá-las a voar para a América do Sul de uma forma muito mais rápida”. Segundo o agente de viagem, atualmente um voo entre Cingapura e a América Latina leva cerca de 30 horas ou mais.

(Fonte : Business Travel Magazine)

HRG ESTÁ LANÇANDO APLICATIVO MÓVEL PARA CLIENTES E VIAJANTES CORPORATIVOS


A travel management company HRG - Hogg Robinson Group está lançando um aplicativo móvel para seus clientes corporativos e viajantes de negócios. A companhia disse que é a primeira do setor a desenvolver o software, que será disponibilizado iPhone/iPad, Android e a maioria das demais plataformas móveis, não só para atender a demanda de alguns clientes, mas também pelo desejo de se manter tecnologicamente à frente de seus concorrentes. Os buyers e viajantes poderão acessar o app através de um brownser normal. O aplicativo estará integrado na plataforma da TMC - HRG Online e HRG i-Suite e, atualmente está em fase de teste em clientes que usam o ambiente Windows 7.
Os usuários do aplicativo poderão conferir seus itinerários de viagem, fazer reservas em hotéis e acessar sua políticas de viagens corporativas. Horários de voos e de trens poderão ser visualizados no app, mas ainda não será possível fazer transações nessas modalidades de transporte. O HRG disse que todas as ações móveis feitas por um usuário são capturadas e disponibilizadas ao travel manager.

(Fonte : Business Travel Magazine)