quinta-feira, 20 de maio de 2010

FEDERAÇÃO NACIONAL DE HOTÉIS E RESTAURANTES ELEGE NOVA DIRETORIA PARA GESTAO 2010-2014


A Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) reúne seus sindicatos, na cidade de Brasília (DF) durante os dias 20 e 21, onde ocorrerão o Conselho de Representantes e as eleições da entidade para a nova gestão 2010/2014.
A entidade possui 62 sindicatos de norte a sul do país e é uma importante representante dos setores de hospedagem e alimentação, atuando em nível nacional, gerando mais de 1 milhão de empregos.
Estão concorrendo as Chapas “Novos Horizontes” e “Oportunidade Única”, encabeçadas por Alexandre Sampaio de Abreu e Antonio Jorge Marques, respectivamente.
Sampaio é vice-presidente da FNHRBS e destacou-se como presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio de Janeiro (SindRio) e Marques destacou-se como presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Juiz de Fora (MG)
A eleição para a gestão 2010/2014 esta marcada para o dia 21 (sexta-feira).
A posse do cargo ocupado atualmente por Norton Luiz Lenhart será em junho.

Perfil dos candidatos

Nascido em 1956, Alexandre Sampaio de Abreu é hoteleiro, casado e pai de dois filhos. Presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio de Janeiro (SindRio) desde 2001, também ocupa a 1ª vice-presidência da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) desde o mesmo ano, a vice-presidência financeira da ABIH-RJ desde 1998 e a diretoria financeira da ABIH Nacional, entre outros cargos.
Profissional com longa experiência no setor, exerceu a vice-presidência da ABIH Nacional no período de 2004 a 2006, foi membro do Conselho Nacional de Turismo, vice-presidente do Conselho Estadual de Turismo do Rio de Janeiro, conselheiro da Empresa Estadual de Turismo do Rio de Janeiro (TURISRIO), da Câmara Brasileira de Turismo da Confederação Nacional do Comércio, Bens e Serviços e Turismo e representante da FNHRBS na mesma CNC.

Nascido em 1936, Antonio Jorge Marques é empresário do setor de restaurantes, casado, pai de 1 filho e três netos, atua no Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Juiz de Fora (MG) SHRBS-JF desde os anos 90, já exerceu os cargos de tesoureiro, conselheiro e delegado na FNHRBS.
A gestão do SHRBSJF é desenvolvida por uma Diretoria e um Conselho Fiscal estatutariamente compostos de 24 cargos e eleita para mandato de 4 anos, congregando empresários de hotéis, motéis, restaurantes, bares, lanchonetes e buffets.


Texto e foto Marcia Tuna

FNHRBS FAZ PARCERIA VISANDO MELHORIA DA COMPETITIVIDADE DO SETOR DE BARES E RESTAURANTES


A Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares reúne seus sindicatos, de norte a sul do país, na cidade de Brasília (DF) durante os dias 20 e 21, onde ocorre a sua Reunião do Conselho de Representantes e as eleições da entidade para a nova gestão 2010/2014.
Hoje (20), durante a reunião, foi assinado um ACORDO DE COOPERAÇÃO entre a FNHRBS e a Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logísiticas e Distribuição (Confenar), visando a implementação de ações / parcerias para o desenvolvimento da competitividade do setor de bares e restaurantes. Estiveram presentes para a assinatura, Carlos Henrique Fernandes Silva, da Ambev e Iuri Aguiar, da Confenar.
A FNHRBS é uma importante representante do setor, atuando em nível nacional.
Através da sinergia, dinamismo, criatividade e transparência nas ações a serem implementadas, a parceria entre as entidades buscará partilhar as experiências de sucesso, fomentando a responsabilidade social. Haverá também o apoio nos projetos de qualificação, a promoção da legislação trabalhista e tributária que rege as atividades do setor, emprego dos esforços em conjunto para a melhoria do atendimento e da gestão dos bares e restaurantes.

Foto : Alexandre Sampaio(FNHRBS), Carlos Henrique Fernandes Silva, (Ambev), Norton Lenhart (FNHRBS) e Iuri Aguiar (Confenar).
Crédito Foto : Marcia Tuna

sexta-feira, 7 de maio de 2010

ÁFRICA DO SUL QUER USAR COPA PARA IMPULSIONAR TURISMO NO FUTURO


A África do Sul pretende utilizar a Copa do Mundo para melhorar sua reputação para a de destino turístico de primeiro nível mundial, afirmou nesta quarta-feira o ministro do Turismo do país, Marthinus van Schalkwyk.
"Muito depois do apito final do último jogo, continuaremos colhendo recompensas dos investimentos neste torneio, que serviu como catalisador para um enorme desenvolvimento", disse o ministro.
O turismo representou 7,4% do PIB sul-africano em 2009. O número de visitantes estrangeiros teve um crescimento de 3,6% --foi de 9,6 milhões para 9,9 milhões.
Além disso, os turistas que visitaram a África do Sul em 2009 gastaram 7% mais que os de 2008, tendência que o Ministério do Turismo espera que continue em alta em 2010, em parte por causa da Copa.
As principais contribuições estrangeiras para a boa saúde das contas do turismo sul-africano procedem de chineses e indianos, que, segundo dados da Fifa, não estão entre que demonstraram grande interesse pelo Mundial, já que suas seleções não participarão.
A África do Sul aproveitou a realização do torneio para melhorar suas infraestruturas, com renovação de estradas, aeroportos e serviços básicos, o que servirá para aumentar também o turismo nacional nos próximos anos.
"Dada a volatilidade do mercado internacional, é fundamental que qualquer país promova uma indústria turística doméstica saudável", concluiu van Schalkwyk.

(Fonte : Ag. EFE)

SUBCOMISSÃO DA COPA ADVERTE PARA ATRASO EM OBRAS NOS AEROPORTOS


O presidente da subcomissão permanente que fiscaliza os recursos públicos federais destinados à Copa do Mundo de 2014, deputado Sílvio Torres (PSDB-SP), contestou nesta quinta-feira (6) os dados apresentados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). O deputado advertiu para a possibilidade de a estatal não conseguir cumprir o cronograma que prevê o fim das obras até 2013.
"Boa parte das obras nos aeroportos fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e estão atrasadas. Como podemos ficar tranquilos e esperar que elas fiquem prontas a tempo?", questionou Torres, em audiência pública da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle que debateu nesta manhã o atraso nas obras de preparação para a Copa do Mundo no Brasil.
O superintendente de Estudos e Projetos da Infraero, Jonas Maurício Lopes, afirmou que os R$ 5,34 bilhões em investimentos previstos para os 16 aeroportos das 12 cidades-sede da copa, que respondem por 83% do tráfego aéreo do Brasil, serão aplicados a tempo.

Demanda de passageiros

Entretanto, ele destacou que o planejamento das ações da empresa não é baseado em eventos, como a Copa ou as Olimpíadas, e sim no aumento da demanda de passageiros nos aeroportos. Dados apresentados na audiência mostram um crescimento de 11,6% no número de passageiros em aeroportos brasileiros entre janeiro e novembro de 2009, em comparação aos mesmos meses de 2008.
Lopes explicou também que, no caso de eventos, poderão ser utilizadas estruturas provisórias, a exemplo do que ocorre em países como Alemanha e África do Sul, como solução temporária para diminuir o gargalo de alguns aeroportos. "Garantiremos um aumento de capacidade com nível de conforto adequado nos aeroportos em que há estrangulamento de infraestrutura", disse o superintendente.
O deputado Sílvio Torres, no entanto, disse que as afirmações da Infraero não batem com a análise da Fifa, confirmadas pelo ministro dos Esportes, Orlando Silva, e pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira. "Continua havendo a dúvida. Podemos deduzir que a Fifa está rigorosa demais", comentou.

Segurança pública

O deputado Felipe Bornier (PHS-RJ) questionou como o governo fará para manter, após o evento, a estrutura de segurança prevista para a Copa. "Eu que sou do Rio de Janeiro estou muito preocupado com o legado, ficou muito pouco de segurança pública dos Jogos Panamericanos", afirmou o parlamentar.
O coordenador do Grupo de Trabalho da Copa de 2014 no Ministério da Justiça, Henrique José Borre, afirmou que o pós-evento será uma preocupação nas discussões da segurança pública. "Precisamos criar um produto que mantenha a segurança ao longo do tempo, esse é o verdadeiro legado", afirmou.
Ele comentou que, para fazer um trabalho coordenado, representantes de instituições de segurança pública dos 12 estados anfitriões da Copa se reunirão na próxima semana para discutir o plano estratégico do governo federal para a Copa.

(Fonte : Ag. Câmara de Noticias)

BRASIL PROPÕE AOS EUA SUSPENSÃO DE VISTO NAS VIAGENS ENTRE OS DOIS PAÍSES


O Brasil tenta abrir negociações com os Estados Unidos para derrubar a exigência de visto prévio para viagens de turismo entre os dois países. Esse foi o tema de audiência em Washington entre o ministro do Turismo, Luiz Barretto, e o responsável pela área de serviços do Departamento de Comércio americano, Joel Secundy.
As chances de os EUA dispensarem a exigência do visto para os brasileiros são pequenas, reconhece o próprio ministro, já que hoje apenas cidadãos de países desenvolvidos contam com esse privilégio. A Argentina foi uma exceção à regra, mas o benefício caiu depois que cresceram as preocupações dos americanos com a imigração ilegal e o terrorismo.
Segundo o ministro, Secundy mostrou-se favorável à proposta de suspender a exigência de visto prévio, citando dados que mostram que cerca de 900 mil brasileiros visitam os EUA por ano. Eles representam o sexto maior mercado turístico em termos de receita, com US$ 4,2 bilhões. Mas funcionários do Departamento de Estado presentes na reunião expressaram preocupação com a imigração ilegal de brasileiros.
A queda do visto também ajudaria a atrair mais americanos para o Brasil. "Cerca de 71 milhões de americanos viajam para o exterior todos os anos, e temos apenas 1% desse mercado", afirma Barreto. "Qualquer ganho num mercado gigantesco como esse seria muito bom."
A Constituição exige que o Brasil dê aos estrangeiros o mesmo tratamento dispensado aos brasileiros nos respectivos países. A negociação entre Brasil e EUA permitiu, recentemente, que fosse ampliado de cinco para dez anos o prazo de validade do visto. Também foram derrubadas algumas restrições burocráticas para os vistos de negócio, como a exigência de que a viagem ocorresse até três meses depois da emissão do visto.
O governo estuda ainda permitir que os americanos obtenham vistos pela internet. O Brasil tem representações consulares em dez cidades americanas, rede considerada insuficiente para cobrir território maior do que o brasileiro.
Ontem, em outra reunião, Barretto obteve do presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, a promessa de um aumento de US$ 300 milhões nos financiamentos do Prodetur, um programa de construção de infraestrutura para o turismo. Hoje, os recursos disponíveis somam US$ 1 bilhão, mas os projetos já aprovados chegam a US$ 1,3 bilhão. Moreno também se comprometeu, disse o ministro, a ampliar a linha de financiamento para atender nove cidades que serão sede da Copa de 2014 e que ainda não aderiram ao Prodetur.
Ontem, segundo o ministro, o BID aprovou o projeto apresentado pelo Ceará dentro do Prodetur, com valor de US$ 150 milhões para financiar obras de infraestrutura nos polos turísticos de Fortaleza, Canoa Quebrada e Jericoacoara. A expectativa é que em junho seja aprovado o projeto do Rio, de U$ 187 milhões, e em seguida os de Pernambuco e Rio Grande do Norte.

(Fonte : Jornal Valor Econômico)

SUBCOMISSÃO SOBRE RECURSOS DO TURISMO É INSTALADA

A Comissão de Turismo e Desporto instalou nesta quarta-feira a subcomissão especial destinada a acompanhar a execução orçamentária dos recursos federais para o turismo e o esporte. A criação do colegiado foi proposta pelo deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), que será o seu presidente.
Os deputados Marcelo Teixeira (PR-CE), Eugênio Rabelo (PP-CE) e Fábio Faria (PMN-RN) foram eleitos 1º, 2º e 3º vice-presidentes, respectivamente. O relator será o deputado Rômulo Gouveia (PSDB-PB).
Não há data marcada para a próxima reunião.

(Fonte : Ag. Câmara de Noticias)

EUROPA QUER LIBERAÇÃO DE VOOS COM BRASIL


De olho na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016, a Comissão Europeia quer negociar com o Brasil um acordo para abrir mutuamente o mercado de aviação, que passa por dificuldades. Entre outras propostas, está o aumento do número de voos diretos, reduzindo conexões domésticas.
A ideia é aumentar o fluxo anual de passageiros, hoje em torno de 4 milhões, em 335 mil já no primeiro ano de vigência. A proposta escrita pelo comissário de transportes da União Europeia, Siim Kallas, estima que um tratado criaria benefícios anuais de € 460 milhões (R$ 1,1 bilhão) ao consumidor.
"Recomendarei a todos os ministros do transporte da UE que abram negociações com o Brasil o quanto antes visando maior abertura e padrões regulatórios mais altos", escreve.
O comissário vai ao Rio no fim do mês para uma cúpula de aviação civil entre UE e América Latina, quando será assinado um acordo sobre segurança e outro em serviços do setor.
Ante o pedido de Kallas, cabe agora aos ministros dos 27 países do bloco referendarem a abertura de negociação. Em média, até a conclusão, acordos sobre temas específicos fechados pela UE levam dois anos.
Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o que o Brasil discute no momento é a definição em bloco com a UE do número de voos entre o país e a região.
Atualmente, a definição do número de frequências semanais é feita por meio de acordos bilaterais, negociados com cada país. O objetivo da mudança é aumentar o número de voos ligando o Brasil à região.
Segundo a Folha apurou, não há interesse do governo brasileiro em apoiar a prática de "céus abertos", que seria equivalente ao fim das restrições para voos entre Europa e Brasil. Entre as empresas, a mais afetada em caso de eventual mudança seria a TAM, que tem participação minoritária no tráfego Brasil-Europa.

Latinos em alta

Os europeus estão interessados nas possibilidades do mercado brasileiro com a realização da Copa e da Olimpíada -a fragilidade da malha aérea brasileira é constantemente citada pela Fifa e pelo Comitê Olímpico Internacional.
Além disso, o crescimento projetado para a América Latina -4,1%, segundo a Iata, principal entidade do setor- é o maior do mundo, enquanto na Europa a expectativa era de retração de 0,6%, isso antes da erupção do vulcão islandês, o que significa que o percentual deve ser bem maior.
Como um todo, as aéreas deveriam perder US$ 2,8 bilhões neste ano. O fechamento do espaço aéreo da UE por cinco dias por causa do vulcão causou prejuízos de US$ 1,7 bilhão.
Para a Iata, acordos assim são bem-vindos. "A liberalização, com campo aberto para competição, é o meio pelo qual o setor avançará", disse à Folha o porta-voz Anthony Concil.
A expectativa é que, com o acordo, as empresas europeias possam aumentar a frequência de voos diretos e que restrições à capacidade e à frequência caiam de ambos os lados.
"Hoje, muitas empresas da UE usam o máximo dos direitos de tráfego permitidos, sobretudo em São Paulo", escreveu à Folha o porta-voz da Comissão Europeia Dale Kidd.

VALORIZAÇÃO DO DÓLAR REDUZ LUCRO DA GOL NO 1º TRIMESTRE

A Gol teve lucro líquido de R$ 23,9 milhões no primeiro trimestre, queda de 62% ante o mesmo período de 2009 e de 94% sobre o último trimestre do ano passado. O resultado foi influenciado pelo forte aumento na despesa financeira gerada por valorização do dólar ante o real. O lucro operacional (que mede o desempenho no negócio) subiu 60,6% em relação ao quarto trimestre de 2009.

SINDICATO DAS EMPRESAS AÉREAS CRITICA PROPOSTA

O presidente do Snea (Sindicato Nacional de Empresas Aeroviárias), José Marcio Mollo, afirmou que as propostas da União Europeia são prejudiciais ao mercado brasileiro.
Para ele, caso as medidas entrem em vigor, as empresas nacionais perderão ainda mais espaço no tráfego Brasil-Europa.
"Dizem que isso é do interesse do consumidor. Meia dúzia de pessoas viaja para o exterior, mas, se pegarmos os dados do balanço de pagamentos, isso será negativo para o país. Vamos deixar de trazer divisas."
Segundo Mollo, o país ainda não recuperou o patamar de participação em voos para a Europa que tinha antes da crise da Varig, apesar de a TAM ter investido em voos para a região.
Ele diz que a abertura de voos entre Europa e Brasil é inevitável, mas precisa ser feita de modo gradual para não afetar as empresas. No final de 2008, a fatia da TAM era de 23%.
Nos cálculos de Paulo Bittencourt Sampaio, consultor em aviação, a participação que a Varig tinha no início de 2005 ainda é 12,8% maior do que a da TAM na região no primeiro trimestre deste ano.
Sampaio é favorável à abertura de voos, mas afirma que, diante da pressão das empresas, a solução agora seria a definição de um acordo com um grande número de frequências, que inclua as projeções de crescimento da demanda.
A UE propõe ainda a liberalização de investimentos em companhias aéreas. O sindicato das empresas defende um aumento do limite de participação em estrangeiras dos atuais 20% do capital para 49%.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo / Foto Divulgação)