segunda-feira, 15 de outubro de 2012

AZUL APOSTA EM 11 NOVAS CIDADES PARA CRESCER


A Azul pretende entrar em 11 novas cidades em 2013, ampliando a malha para 111 destinos. "São todas cidades com mais de 250 mil pessoas, no Norte e no Sul do país", disse o presidente da empresa, David Neeleman.
Ele revela apenas o nome de uma: Passo Fundo (RS).
Uma das razões para não divulgar os outros nomes é evitar o assédio de prefeitos.
"Tivemos um problema em Cascavel [PR]. Cancelamos voos por uns dias para ajustar a operação depois de um incidente, e a pressão para retomar o voo foi enorme."
Assim como em Cascavel, o grupo Azul/Trip opera sozinho em outras 42 cidades, de um total de 100 destinos. A TAM voa para 42 cidades, e a Gol, para 48.
A ampliação de voos da Azul acontece ao mesmo tempo em que TAM e Gol enxugam a oferta de assentos para estancar prejuízos.
Mas ela também prevê encerrar o ano com perdas, devido à combinação de baixo crescimento da economia, real valorizado, alta do combustível e aumento de tarifas aeroportuárias.
Neeleman diz que o impacto para a Azul dos aumentos praticados pelo governo para o setor é de R$ 160 milhões. Metade é relativo às tarifas de tráfego aéreo, e a outra metade, à nova taxa de conexão.
Para o ano que vem, novos aumentos previstos pela Aeronáutica custarão mais R$ 150 milhões à companhia.
"Vamos economizar R$ 50 milhões com a medida de desoneração da folha de pagamento, mas os custos aumentarão em R$ 310 milhões."
Neeleman diz que a associação com a Trip ajudará a melhorar a situação financeira da empresa. "Teremos uma economia de custos de R$ 150 milhões ao ano a partir do primeiro trimestre de 2013", diz.
"Do lado da receita, esperamos aumento de R$ 150 milhões a R$ 300 milhões/ano."
Com aviões de menor porte do que os de Gol e TAM, Azul e Trip detêm 14% do mercado, mas operam 30% dos pousos e decolagens realizados no país.
"Há uma forte pressão para que a gente voe para mais locais, mas é preciso melhorar a infraestrutura."
As duas empresas, que se associaram em maio, passarão a operar em regime de voos compartilhados a partir de 2 de dezembro, quando a marca Trip deixará de existir.
Hoje já é possível comprar passagens da Trip pelo site da Azul, mas, a partir de dezembro, quem entrar no site da Trip será automaticamente direcionado para o da Azul.
Neeleman diz que gostaria de operar em Congonhas, dominado pela Gol e pela TAM, mas não vê perspectivas de ampliação da capacidade.
"Eu gostaria, mas, se não tem jeito, vamos crescer nas cidades onde não têm serviço hoje. Prefiro ter 90% de Viracopos [Campinas] a ter só 5% de Congonhas."
Por conta da associação com a Trip, que tem presença tímida em Congonhas, a Azul vai estrear na ponte aérea no mês que vem, com quatro voos por dia.

(Fonte : Jornal Folha de São Paulo / imagem divulgação)

AZUL VOARÁ DE GUARULHOS


A Azul ensaia sua chegada ao aeroporto de Guarulhos. Após a fusão com a Trip, que opera no local, a empresa terá espaço (slots) no aeroporto mais movimentado do País. A ideia é levar os passageiros de São Paulo para os aeroportos que funcionam como centros de distribuição de voos da companhia, como o Santos Dumont, no Rio. "Vamos levar os passageiros para as nossas fortalezas e de lá eles poderão chegar a outras cidades", diz o presidente da Azul, David Neeleman. No site da Azul, o aeroporto de Guarulhos já aparece como um dos destinos atendidos pela empresa, que só começa a operar de lá em 2 de dezembro.

(Fonte : Jornal O Estado de São Paulo)

AMERICAN AIRLINES LANÇA 33 VOOS PARA O BRASIL EM MEIO A CRISE


Em meio a uma das maiores crises de sua história, a American Airlines tenta se reerguer ampliando a presença no mercado brasileiro.
A companhia, que lidera em oferta de voos para o Brasil dentre as empresas americanas, está lançando 33 voos até o final do ano, totalizando 111 frequências semanais.
O primeiro novo voo começou no dia 1º: entre São Paulo e Nova York, que é o segundo voo diário da companhia nessa rota. Em dezembro, os voos de Brasília e Belo Horizonte para Miami, hoje com quatro frequências semanais, serão diários.
Alguns dos novos voos funcionarão apenas na alta temporada. Caso das frequências entre São Paulo e Dallas, que, no período entre 13 de dezembro e 13 de fevereiro, subirão de sete para dez. Em recuperação judicial, a AA enfrenta uma série de problemas de manutenção, cancelamentos e boicote por parte de pilotos.

(Fonte : Jornal Folha de São Paulo)

TUDO PRONTO PARA O VOO DA AVIANCA COM DESTINO A MACEIÓ


O novo voo da Avianca que ligará São Paulo a Maceió (AL) - com escala em Salvador (BA) - está repleto de celebridades do trade nacional. O novo voo para Maceió – 23º destino da Avianca - começa hoje (15/10). Os outros dois voos iniciam operação no dia 28 de outubro e são provenientes de Brasília e Rio de Janeiro. Participam do voo inaugural com saíde de SP, operadores como Visual, Ambiental, Nascimento, Flytour Viagens, MMTGapnet, além da Abear e outras entidades de personalidades do turismo nacional.
Para atender o novo destino e o aumento de frequência em outras rotas, a frota da Avianca será incrementada, ao longo do mês de outubro, com três novos aviões – dois A320 e um A318. A expansão ocorre em momento de crescimento acelerado da Avianca Brasil, que irá fechar o ano com 34 aeronaves, 200 voos diários (53 a mais que em dezembro de 2011) e aumento de 8% nos investimentos além dos R$ 2,7 bilhões previstos para a ampliação de suas operações.
Com o novo destino, a companhia aérea irá contratar cerca de 300 pessoas, entre pilotos, comissários de bordo, atendentes, mecânicos e equipe comercial.

(Fonte : Mercado & Eventos / imagem divulgação)

A PARTIR DE HOJE O CHECK-IN DOS VOOS UNITED EM GUARULHOS SERÁ FEITO NO T1


A partir de hoje o check-in de todos os voos da United Airlines que partem - para Newark, Houston, Washington e Chicago - do aeroporto de Guarulhos (GRU) em São Paulo, será feito exclusivamente na Asa A do Terminal 1 (T1). A loja de passagens da companhia no Terminal 2 será fechada e o atendimento passará a ser feito exclusivamente na loja localizada no T1.
Para atender os passageiros que chegam de conexões domésticas, haverá dois balcões de check-in designados para fazer a transferência, localizados em frente a esteira de bagagens dos voos domésticos na área de desembarque do T1. A United ressalta que todas as demais operações, como o embarque de passageiros e terminais de desembarque não sofrerão alterações e continuarão sendo realizados nos mesmos locais atuais. Assim, após o check-in no T1, o passageiro deverá se dirigir ao terminal onde se encontra a aeronave.
É bom lembrar que, atualmente, o embarque dos passageiros dos voos UA860 para Washington e UA844 para Chicago, é feito na Asa A do T1. Já os voos UA30 para Newark e UA42 para Houston, são efetuados na Asa D do T2

(Fonte : Business Travel Magazine)

RECONFIGURAÇÃO NO SETOR HOTELEIRO


Na área central de Brasília, 20 hotéis de três andares contrastam com a imponência e o luxo dos empreendimentos cinco estrelas que servem de hospedagem para quem vem a Brasília como turista ou para participar de congressos e reuniões. Os edifícios menores foram planejados por Lucio Costa como opções mais baratas. São simples e com uma arquitetura com traços dos anos 1970. Agora, eles poderão ser derrubados e transformados em estruturas de 35 metros de altura. É o que prevê uma proposta polêmica da Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab).
Entre as mudanças propostas pelo Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB) para a revitalização dos setores centrais de Brasília, está a alteração do gabarito e o consequente aumento do potencial construtivo dos 20 lotes nas Quadras 2 e 3 do Setor Hoteleiro Norte e na Quadra 3 do Setor Hoteleiro Sul. Se isso acontecer, os hotéis de três andares e 13,5 metros de altura poderão alcançar 10 pavimentos. Quem quiser alterar o gabarito dos terrenos terá de apresentar ao governo um Estudo de Impacto de Vizinhança e pagar a Outorga Onerosa do Direito de Construir.
Os próprios empresários do Setor Hoteleiro têm opiniões divergentes. A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Brasília (ABIH) encaminhou uma carta ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) em 17 de setembro, na qual apresenta diversos argumentos contrários à proposta do PPCUB. O promotor Paulo José Leite, a quem o documento foi endereçado, é contra a medida. Mas os proprietários dos empreendimentos de pequeno porte são favoráveis à ampliação.
Leite, titular da 4ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb), diz que a área central de Brasília é muito conturbada, com grande movimento de veículos e pessoas. Além disso, argumenta que a capital não tem demanda hoteleira para novos leitos, mesmo com a Copa do Mundo de 2014. "Temos vários processos contra hotéis que se transformaram em moradia na Orla do Lago. Vai acabar havendo um novo desvirtuamento. A proposta original de Lucio Costa para esses hotéis era para que fossem econômicos, uma opção de hospedagem para toda a população. Com o crescimento, eles vão acabar sendo usados pela classe média alta, assim como os que já existem", afirma.
O PPCUB foi aprovado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan) no último dia 4, e a Sedhab pretende encaminhar a minuta do projeto de lei para a Câmara Legislativa até o próximo dia 19 (leia Entenda o caso). O MPDFT acompanha a tramitação do PPCUB e pretende enviar para os deputados distritais uma recomendação para que mudanças sejam feitas no projeto. Se o pedido não for atendido, promete ajuizar ações diretas de inconstitucionalidade (Adins) contra a lei, depois que ela for aprovada. "O PPCUB deveria ser um plano de preservação e não um plano de flexibilização", critica o promotor.

MODERNIZAÇÃO

A Presidência do Instituto do Planejamento Histórico e Artístico Nacional (Iphan) também acompanha a elaboração do PPCUB, mas o diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização (Depam) do órgão, Andrey Schlee, não retornou as ligações do Correio. O professor da Universidade de Brasília (UnB) Benny Schvarsberg, conselheiro do Conplan que seguiu toda a tramitação do PPCUB, diz que o Iphan não fez nenhuma objeção ao aumento do gabarito dos lotes do Setor Hoteleiro. "Eles já existem, são destinados a hotéis, nada novo será criado. Só vai aumentar a altura dos prédios, que vai ficar compatível com os outros hotéis que estão no local", defende.
Segundo o presidente da ABIH, Helder Carneiro, o DF conta hoje com 15 mil quartos nos hotéis já construídos. Para ele, não existe a necessidade de mais leitos. O crescimento dos empreendimentos de três andares, segundo Carneiro, significaria mais 4.960 quartos. "A ampliação é desnecessária. O Setor de Oficinas Sul tem, pelo menos, dois hotéis em construção que devem gerar um aumento de 51% de leitos, o que corresponde ao incremento de 835 em Brasília", explica. "Os prédios de pequenos porte cumprem um papel fundamental no mercado hoteleiro, pois têm diárias mais baratas em relação aos hotéis maiores."
O representante das hospedagens de três andares, Renato Oliveira, afirma que a possibilidade do aumento de pavimento dos edifícios não elimina a prática de tarifas econômicas. "A proposta ainda contribuirá para a modernização de prédios construídos na década de 1970", observa. Ele diz que os proprietários planejam iniciar as obras de ampliação no dia posterior à aprovação da lei. Alguns, no entanto, não pretendem aumentar os hotéis, mas lucrar com a venda dos terrenos. O Correio apurou que, mesmo antes de o PPCUB se tornar regra, há empresários que já colocaram os lotes à venda. Pelo menos um ofereceu o terreno por R$ 30 milhões, enquanto o imóvel vale R$ 5 milhões sem a mudança.
O secretário de Habitação do DF, Geraldo Magela, informou que a modificação do gabarito dos hotéis é uma sugestão da comunidade que participou da elaboração do PPCUB. "A medida corresponde à necessidade de aumentar a quantidade de leitos na cidade, conforme levantamento da Sedhab e da sugestão de especialistas e da comunidade em audiências públicas", destaca. Para Magela, a alteração não fere o tombamento da capital federal. "A possibilidade de alterar o gabarito não muda as características dos prédios na escala gregária. Eles continuarão a desenvolver a atividade hoteleira", conclui.

(Fonte : Jornal Correio Braziliense / imagem divulgação)

ACCOR: FIM DA MARCA CAESAR


Foi concluída na semana passada a venda de 14 hotéis das bandeiras Caesar Park e Caesar Business para o grupo francês Accor. As marcas pertenciam ao grupo mexicano Posadas e foram negociadas por US$ 275 milhões no mês de julho, mas só agora os detalhes do contrato foram finalizados. Segundo fontes próximas à rede francesa, as duas marcas serão extintas e darão lugar a bandeiras da Accor. A decisão teria sido tomada na semana passada e divulgada internamente na quinta-feira. Por meio da assessoria de imprensa, a companhia disse que o futuro das bandeiras não foi definido.
O Posadas tinha 11 hotéis Caesar no Brasil e outros três no Chile e na Argentina.

(Fonte : Jornal O Estado de São Paulo)