quinta-feira, 27 de setembro de 2012

COM OFERTA CONTIDA, DEMANDA SOBE 6,7%


A demanda por voos domésticos registrou crescimento de 6,72% em agosto, na comparação anual, resultado mais fraco para o período em cinco anos. A estratégia das duas maiores empresas aéreas brasileiras de conter a oferta para aumentar a rentabilidade fez a taxa combinada de expansão de demanda delas crescer menos do que a metade do setor, ou 3,13% - sendo 12,58% da TAM e uma queda de 6,32% da Gol.
"A gente vem mostrando, mês a mês, que a nossa estratégia está consistente. Estamos conseguindo aumentar a taxa de ocupação, sem abrir mão de "yield" [tarifa]. Por consequência, o nosso "rask" [receita unitária por assento] tem crescido 5% nos últimos meses", diz o diretor financeiro e de relações com investidores da Gol, Edmar Lopes.
As empresas de médio porte (Avianca, Azul e Trip), que mantiveram planos de expansão de oferta, somaram aumento de demanda doméstica de 38,01%, em agosto, ante o mesmo mês de 2011. Os dados foram divulgados ontem pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). De janeiro a agosto, o fluxo de passageiros em voos domésticos acumula crescimento de 7,26%, ante igual período de 2011.
"A gente, de fato, está vivendo uma temporada diferente. A tendência tem sido de redução de capacidade. Estamos saindo de um patamar de crescimento de dois dígitos para de um dígito", afirma Lopes, da Gol. Ele lembra que, nos últimos três anos, a demanda doméstica anual cresceu dois dígitos, mas a projeção mais otimista para 2012 indica expansão de 9%.
A oferta de assentos em voos nacionais teve aumento de 0,6%, em agosto, na comparação anual. Por meio de comunicado, a Anac destaca que essa taxa "interrompeu a série de crescimento superior a 10%, para o mês de agosto, apurada desde 2007." TAM e Gol apresentam redução combinada de capacidade de 6,29%. Avianca, Azul e Trip (estas duas últimas em processo de fusão), tiveram alta combinada de 44,82% nesse indicador.
No acumulado de janeiro a agosto, a oferta doméstica de assentos acumula expansão de 6,51%, em relação ao mesmo período do ano passado. Com a estratégia de TAM e Gol de reduzir a oferta, a taxa média de ocupação dos aviões ficou em 72,83%, em agosto, um aumento de 4,18 pontos percentuais ante o mesmo mês de 2011. Também foi taxa mais alta para o mês de agosto na série histórica da Anac, iniciada em 2000.
Na TAM, a taxa média de ocupação dos aviões foi de 74,44%, um aumento de 10,17% pontos percentuais em relação a agosto de 2011. Na Gol, a taxa média de aproveitamento das aeronaves ficou em 72,29%, um crescimento de 2,68 pontos percentuais. A TAM permaneceu na liderança do mercado doméstico, com 40,55% de participação, aumento de 2,1 pontos percentuais ante agosto de 2011. A fatia da Gol foi de 34,14%, recuo de 4,75 pontos percentuais.
A Azul respondeu por 9,84% da demanda doméstica em agosto, um aumento de 0,72 ponto percentual. A participação da Avianca foi de 5,1%, crescimento de 1,54 ponto percentual. A fatia da Webjet, em processo de integração com a Gol, foi de 5%, recuo de 0,75 ponto percentual ante agosto de 2011. A Trip ficou com 4,69% da demanda, ou 1,26 ponto percentual a mais do que um ano antes.
A demanda por voos ao exterior, entre as companhias aéreas brasileiras, registrou recuo de 2,65% em agosto, ante igual mês do ano passado, o pior resultado para o periodo desde 2009. A oferta de assentos teve redução de 3,77%, com a taxa média de ocupação dos aviões de 79,03%, aumento de 0,91 ponto percentual. De janeiro a agosto, o fluxo de passageiros em voos internacionais está estável ante o mesmo período de 2011, com variação positiva de 0,18%. A capacidade dos aviões nessas rotas, porém, acumula redução de 2,05%.

(Fonte : Jornal Valor Econômico)

ANAC CONCEDE 14 FREQUÊNCIAS SEMANAIS PARA VOOS DA GOL AOS EUA


A Agência Nacional de Aviação Civil publicou no Diário Oficial da União desta quinta-feira que alocou à VRG Linhas Aéreas, integrante do grupo Gol 14 frequências semanais para voos regulares mistos entre o Brasil e os Estados Unidos.
A agência também concedeu à empresa 14 frequências semanais para voos entre Brasil e República Dominicana e sete frequênciassemanais regionais para a Bolívia.
No início deste mês, a Gol informou que vai retomar a partir de 6 de outubro voos entre São Paulo e Orlando e Miami.

(Fonte : Reuters / imagem divulgação)

PREÇO DE PASSAGEM DE AVIÃO MUDA A CADA MINUTO; VEJA 10 DICAS PARA ECONOMIZAR


Comprar passagem de avião com antecedência é uma maneira conhecida de economizar nas viagens. Os preços dos bilhetes, no entanto, não mudam só de um mês para outro. As alterações ocorrem minuto a minuto, e conhecer os critérios adotados para determinar esses preços também pode ajudar o consumidor a gastar menos.
Dia da semana, horário do voo, número de escalas e risco de atraso são alguns dos fatores que interferem nos preços das passagens de avião. As companhias aéreas possuem hoje softwares superdesenvolvidos que combinam estes critérios e definem os preços das passagens. Alguns hotéis também usam sistemas parecidos.
Os sistemas funcionam como uma Bolsa de Valores, em que os preços sobem e descem de acordo com a oferta e a demanda. "É como se a empresa tivesse um portfólio de assentos à venda, semelhante a uma carteira de ações", compara o coordenador do Núcleo de Estudos em Competição e Regulação do Transporte Aéreo (Nectar) do ITA, Alessandro de Oliveira.
Se a empresa percebe que existe muita procura por determinado voo, a tendência é a de que ela aumente o preço da passagem. Se a procura é pequena, a companhia tende a baixar os preços para não correr o risco de voar sem uma ocupação mínima.
De maneira geral, para cobrir seus custos, as empresas precisam garantir uma ocupação de pelo menos 60% do voo, diz o fundador do site Melhores Destinos, Leonardo Marques. Formado em Ciência da Computação e pós-graduado em Engenharia de Software, Marques criou o site há quatro anos para mostrar justamente como o consumidor pode encontrar preços mais baixos.

COMPANHIA ASSUME RISCO DE PERDA

Oliveira, do ITA, diz que, assim como uma empresa que coloca suas ações à venda na Bolsa, a companhia aérea assume riscos diariamente. Isso porque os potenciais compradores são basicamente dois: o passageiro que viaja a lazer e busca preços mais em conta e o passageiro que viaja a negócios e, por isso, não tem tempo de procurar promoções.
"Quando uma empresa decide vender uma determinada passagem por um preço mais baixo, ela pode ganhar, por exemplo, se atrair um número grande de compradores a lazer. Mas também pode perder se vender um número muito grande de passagens para quem viaja a negócios e geralmente pagaria mais caro", diz Oliveira.
Por isso, afirma o especialista, a definição dos preços depende também de uma análise humana. "O que existe é uma combinação de software com pessoas. É preciso sempre uma boa análise feita por pessoas com sangue frio o suficiente para acompanhar essas oscilações."
Cabe a esses profissionais, por exemplo, trabalhar conjuntamente com o departamento de marketing das companhias para descobrir o melhor momento de lançar promoções para atrair mais clientes.

Voos que atrasam custam mais

O histórico daquele voo também é levado em consideração. Alguns voos, por exemplo, têm grande risco de atraso, como os que partem de São Paulo nas tardes de verão, em que tipicamente caem pancadas de chuva.
Como o atraso representa um gasto para a companhia aérea (com combustível e com assistência aos passageiros, por exemplo), ela costuma subir o preço das passagens. Segundo estudo do Nectar/ITA, passagens para voos com histórico de atraso costumam custar 12% mais.
A pesquisa do ITA mostra, também, que voos com um grande número de escalas, além de serem desconfortáveis para o passageiro, podem ser até 75% mais caros do que os voos diretos. Isso acontece porque as empresas aéreas têm gastos maiores com combustível por causa do maior número de decolagens, além de pagarem taxas em cada aeroporto em que pousam.
Os especialistas citam outros fatores que influenciam nos preços e podem ser facilmente percebidos pelo consumidor. Voar em horários de pico e em vésperas de feriado, por exemplo, custa mais.
Da mesma forma, remarcar passagens é um mau negócio. As empresas costumam cobrar taxas pela remarcação, o que pode fazer o preço da passagem mais do que dobrar.
Mas Leonardo Marques, do site Melhores Destinos, diz que, ao contrário do que se costuma pensar, fazer a compra com máximo de antecedência nem sempre é vantajoso. "As empresas não fazem promoções com um ano de antecedência", diz.
Para quem vai viajar dentro do Brasil na baixa temporada, basta comprar com uma antecedência de 25 a 40 dias. Para a alta temporada, a antecedência recomendada por ele é entre 60 e 90 dias.

10 dicas para economizar na passagem de avião

1. Compre com alguma antecedência, mas não muita; para voos na alta temporada, bastam entre 60 e 90 dias

2. Evite horários de pico. Voos que saem de Congonhas entre 13h e 14h e entre 17h e 18h são mais caros

3. Opte por horários de pouco movimento. Em São Paulo, os voos mais baratos saem entre 8h e 12h

4. Evite remarcar passagens, porque as empresas cobram taxas pela alteração de horário

5. Evite voos com muitas escalas; eles podem ser até 75% mais caros do que os voos diretos

6. Se possível, viaje no meio dos feriados, quando os preços das passagens caem, em média, 3,5%

7. Evite voos com histórico de atrasos, que costumam ser, em média, 12% mais caros

8. Passagens de voos que decolam de madrugada costumam ser mais baratas

9. Caso viaje para um aeroporto que fica numa cidade distante, calcule o dinheiro que vai gastar com o táxi

10. Combine o horário de chegada do voo com o check-in do hotel, que costuma ser liberado a partir das 12h

(Fonte : UOL / imagem divulgação)

A ESTRATÉGIA DOS GRANDES: APLICATIVO DE BUSCA DE PASSAGENS ATINGE 10 MILHÕES DE DOWNLOADS


A dificuldade do processo de procurar vários sites para encontrar os melhores voos serviu de inspiração para Gareth Williams e os sócios Bonamy Grimes e Barry Smith fundarem o Skyscanner, uma empresa para ajudar turistas a encontrarem os voos mais baratos e os melhores serviços. O site foi criado em 2001 e o aplicativo, lançado em fevereiro de 2011, alcançou agora 10 milhões de downloads.
O aplicativo está disponível para iPhone, iPad, Android e Windows Phone em mais de 25 idiomas. Nesta segunda-feira, dia 24, foi lançada a versão para BlackBerry para o buscador online de passagens aéreas promocionais, hotéis e locação de automóveis. O download é gratuito.
Só no Brasil, a empresa contabiliza 600 mil visitas por mês, sendo que 50% dos acessos são feitos por meio de dispositivos móveis. De acordo com o diretor geral do Skyscanner Brasil, Mateus Rocha, o Brasil iguala-se aos países asiáticos na proporcionalidade do uso do celular na busca de passagens aéreas promocionais.
"O mercado brasileiro é muito promissor, principalmente no que se refere à democratização da internet juntamente com o aumento da penetração da telefonia móvel no país", avalia Rocha. A ferramenta 'Qualquer lugar' é a mais popular. Em um clique, o sistema aponta um ranking dos destinos mais baratos a partir de um aeroporto local, cidade ou país.
A reserva da passagem é feita diretamente com a companhia aérea ou agência de viagens, sem o acréscimo de comissões. O lucro do Skyscanner é proveniente de acordos comerciais com os parceiros. As três principais formas são: participação de comissão (caso o visitante redirecionado faça a compra do bilhete aéreo), modelo custo por clique (quando um visitante é enviado para uma agência de viagens ou companhia aérea e a mesma está disposta a pagar pela visita desse potencial comprador qualificado) e banners ou links de texto.

(Fonte : Jornal O Estado de São Paulo)

POR QUE VIAJAR DE AVIÃO PELA EUROPA É MAIS BARATO


Cinco libras para sair de Londres com destino a Paris. Esse é o preço que se paga por uma passagem entre dois dos mais badalados destinos europeus. Ainda que sem as taxas de embarque, que variam entre 80 e 150 euros, viajar de avião dentro da Europa continua sendo mais barato do que sair do Brasil rumo a um vizinho da América do Sul - um bilhete de São Paulo para Santiago, no Chile, não sai por menos de R$ 1 mil.
A isenção de impostos é uma das principais razões dos baixos valores das passagens de avião na Europa. Segundo o gerente comercial da Europa Travel, Vitor Hugo Sutil, a tradição de não marcar assento também torna os preços mais em conta. Ainda assim, o viajante tem a opção de reservar poltrona. O serviço sai por 50 euros. "Sem marcação de assento, um passe aéreo fica por volta de 170 euros, contando a passagem e a taxa de embarque. Sai mais barato do que pegar o trem, além de ser mais rápido", diz. Um bilhete do trem Eurostar, que liga cidades europeias, sai por 180 euros de Paris a Londes.
Comprar passagem de última hora também vale a pena para quem está em solo europeu. As companhias costumam fazer promoções-relâmpago para lotar os voos. É quando se torna possível comprar uma passagem de Paris para Roma por 10 euros - quando o preço original é de 110 euros. "Com antecedência os preços já são baixos, mas, quanto mais perto do embarque, melhor", reforça Sutil.

CONCORRÊNCIA CONTRIBUI PARA BAIXOS VALORES

A coordenadora de produto da Agaxtur, Luísa Pires, também vê os baixos preços como uma questão cultural. "É normal ver clientes que, no momento do embarque, conseguem entrar no voo por 40 euros, porque as companhias querem preencher todos os lugares. Isso não existe no Brasil, onde o preço da passagem no balcão é quase o triplo do original, já que as companhias entendem que, se o turista tem necessidade de estar naquele voo, vai pagar o preço que for estipulado, ainda que seja alto", avalia.
Já Sutil atribui o alto valor das passagens entre países da América do Sul também à pouca concorrência. "Só temos duas companhias brasileiras que fazem esse tipo de voo, o que contribui para encarecer a passagem. Para um voo entre Paris é Roma, o turista tem três opções de companhia. A oferta é muito grande", diz.
O gerente comercial da Europa Travel ainda compara os preços europeus aos valores brasileiros. "Para Porto Seguro, para onde partem três voos diários (a partir de São Paulo), o valor é R$ 700. Para Salvador, que é um destino próximo, partem 15 voos por dia, e preço da passagem cai para R$ 300. É tudo uma questão de concorrência", diz. Na Europa, a existência do trem acentua a disputa. "Ainda que mais caro e um pouco mais lento, ele permite que o turista desça em estações no centro das cidades, evitando ainda ter que buscar transporte especial”, afirma.

(Fonte : Terra / imagem divulgação)

ARGENTINA: TAXAS DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA AUMENTAM ATÉ 900% DIA 1º


Segundo o governo argentino, as taxas pelos serviços de segurança aeroportuária aumentarão 900% para os voos domésticos e 300% para os voos internacionais, a partir do próximo dia 1º de outubro. A Resolução 613 da ANAC - Administración Nacional de Aviación Civil, publicada ontem no Boletim Oficial (Diário Oficial) daquele país vizinho, determinou que o valor da taxa cobrada para voos internacionais passará de US$ 2.5 para US$ 10 (aumento de 300%), enquanto que para voos domésticos a taxa passará de AR$ 1 (peso argentino) para AR$ 10 (aumento de 900%).
Na justificativa oficial para o aumento, a ANAC argentina diz que as taxas vigentes não sofrem reajuste desde abril de 2002 e também que “resulta procedente adequar o valor (da tarifa), considerando o custo dos serviços prestados e a capacidade financeira dos usuários”. Os recursos devem custear um plano de investimentos da ANAC para o “desenvolvimento do Serviço de Salvamente e Extinção de Incêndios e o Serviço de Sanidade Aeroportuária”. Passageiros em trânsito e crianças estão isentos da cobrança da taxa, tanto em voos domésticos quanto em voos internacionais.

(Fonte : Business Travel Magazine)

SUPERCHEFS CONTARÃO HISTÓRIA DA COZINHA


Ao cabo de dois dias de trabalho em Tóquio, nos últimos domingo e segunda, alguns dos chefs de cozinha mais importantes do mundo chegaram a uma conclusão mais realista quando comparada à reunião do ano passado.
Em 2011, em Lima, no Peru, ficou a impressão de que pretendiam iluminar todo o futuro de sua profissão.
Agora, parecem ter o pé mais no chão: a missão é definir como deve ser o ensino de gastronomia na universidade. E um livro sobre a cozinha moderna está a caminho.
A nova missão faz sentido. O grupo de chefs, conhecido como G9, não é uma espécie de cúpula mundial e decisória da gastronomia.
Embora reúna alguns dos nomes mais influentes do momento e tenha ganho o título um tanto bombástico de G9, este é um fórum bastante específico.
Trata-se do conselho que assessora a escola Basque Culinary Center, em San Sebastián, na Espanha.
A faculdade vem procurando um caminho para a formação dos chefs do futuro. "É muito pouco uma universidade formar apenas um tecnólogo de cozinha. Se é um curso superior, tem que formar um especialista em gastronomia, com visão muito mais ampla, não somente técnica, da profissão", comentou Alex Atala ao repórter, em Tóquio.
Ele é um dos integrantes do conselho, presidido pelo chef Ferran Adrià.
Numa conversa com a Folha, o catalão acrescenta: "No ano passado, nós nos dirigimos aos jovens em geral. Foi um gesto muito amplo; o fato é que nosso trabalho é voltado para a faculdade que assessoramos, a BCC".
"Por outro lado", continua, "nossas conclusões poderão ser aproveitadas por outros centros de ensino, elas todas serão dadas ao público".
O documento elaborado nessa reunião, a terceira do conselho, elenca cinco âmbitos do trabalho do cozinheiro e que devem ser aprofundados na sua formação:

1) As mudanças sociais da nossa época;

2) A evolução da cozinha nos últimos 50 anos;

3) A interdisciplinariedade no fazer do cozinheiro;

4) A relação do cozinheiro com a sociedade;

5) A influência das novas tecnologias da informação e comunicação.

E NA PRÁTICA?

Em termos concretos, a reunião decidiu que durante todo o próximo ano o conselho vai trabalhar para contextualizar e identificar todos os movimentos e tendências culinárias desde 1960 até hoje, a partir da nouvelle cuisine francesa. Será o embrião de um livro de história da cozinha moderna, a ser lançado em 2015.
Além dos chefs citados, o conselho conta ainda com Dan Barber, dos EUA; Massimo Bottura, da Itália; Gastón Acurio, do Peru; e Yukio Hattori, do Japão. Neste ano, como convidados, foram trazidos à reunião Joan Roca, da Espanha; Sven Elverfeld, da Alemanha; e o autor Harold McGee, dos EUA. Também participa das reuniões o diretor da BCC, Joxé Mari Aizega.
O encontro teve as ausências de René Redzepi, por problemas de saúde, Michel Bras e Heston Blumenthal.
Também ficou decidido que haverá uma renovação no conselho, com a substituição de alguns membros, tarefa a cargo do presidente Ferran Adrià. As próximas reuniões anuais ocorrerão nos Estados Unidos em 2013 e no Brasil no ano seguinte.

(Fonte : Jornal Folha de São Paulo)