quinta-feira, 16 de agosto de 2012

MTUR REALIZA ENCONTRO TÉCNICO DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL


O Ministério do Turismo está aperfeiçoando métodos para apresentação, monitoramento e avaliação dos projetos a serem apoiados pelo Departamento de Qualificação, Certificação e Produção Associada ao Turismo (DCPAT). O foco é o financiamento de ações com recursos de transferências voluntárias que priorizem o desenvolvimento e integração da Produção Associada ao Turismo; Fomento ao Turismo de Base Local e a Qualificação Profissional dos Serviços Turísticos. A nova metodologia adotada para a celebração de convênios foi apresentada nesta segunda-feira (13) para representantes de estados e municípios em encontro realizado em Brasília.
“Todos os convênios serão realizados com base nessas novas regras, cujos objetivos são dar transparência e aumentar a eficiência e eficácia das ações financiadas pelo DCPAT realizadas por meio de convênios com outros entes públicos”, disse o secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo (SNPDTur), Fábio Mota, na abertura do Encontro Técnico sobre Qualificação Profissional. Segundo ele, todo o processo de avaliação, monitoramento e fiscalização vai garantir maior “funcionalidade” na aplicação dos recursos públicos.
“A partir de agora teremos um sistema padronizado. Na próxima semana lançaremos o manual operacional com as regras para acesso aos recursos de transferência voluntária”, diz o diretor do DCPAT, Leopoldo Alves Júnior. Ele lembrou que o Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (SICONV) está aberto, até o dia 6 de setembro, para recebimento de propostas de qualificação profissional, entre outros. Durante o encontro, também foi feita uma oficina com a participação de representantes da Controladoria-Geral da União para abordar noções básicas de preenchimento de propostas, de acordo com as portarias que disciplinam os convênios do MTur.
A prioridade do MTur neste ano é qualificar a mão de obra das cidades-sede da Copa do Mundo da FIFA 2014 e entorno, um total de 117 municípios, pelo Pronatec Copa. Assim, as ações do departamento estão voltadas para as demandas não contempladas pelo programa. Os focos são, por exemplo, cursos de aperfeiçoamento para taxistas, guardas municipais, policiais civis e outras categorias profissionais que trabalham em contato direto com o turista. Em 2013, as ações para o eixo de hospitalidade e lazer atenderão as demais unidades da federação.

(Fonte : MTur)

TUDO PELA SEGURANÇA


A União não vai repassar dinheiro às cidades sedes da Copa das Confederações, em 2013, e do Mundial de 2014, mas vai disponibilizar todo o equipamento necessário para a segurança das competições, além de realizar o Encontro Mundial da Juventude. Esses pontos foram discutidos ontem no 2º Encontro com secretários de Segurança Pública e Defesa Social dos estados-sede da Copa do Mundo, promovido pela Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (Sesge), do Ministério da Justiça.
No evento, a Sesge apresentou o detalhamento técnico de equipamentos e tecnologias que serão adquiridos pelo governo federal para os dois megaeventos. Valdinho Jacinto Caetano, secretário extraordinário de Grandes Eventos, lembrou que já existe um Centro de Comando de Controle preparado para isso, no Rio de Janeiro. Segundo Caetano, a maior parte das capitais escolhidas para os torneios já estão com patamar avançado em relação à segurança.
"O que queremos fazer aqui é mostrar o patamar em que a secretaria está nessas aquisições e nas oficinas temáticas. É necessário que a gente faça esse alinhamento", disse Valdinho Caetano.
Sobre o debate, o secretário destacou o caráter técnico do encontro em Brasília. "As questões foram colocadas tecnicamente, já que todos eles têm sua equipe técnica, e estão trabalhando junto com a Polícia Federal, com a Defesa Nacional e com os técnicos da Sesge", concluiu.
Até 2014, a União pretende aplicar R$ 1,17 bilhão nas cidades-sedes — só este ano, R$ 714 milhões já foram ou estão sendo liberados, mas os estados ainda não sabem como serão feitas as aplicações. "Queremos saber como o governo federal vai participar. A nossa lição de casa já está pronta", reforça o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame. "A lição do Pan-Americano de 2007 nos deixou um legado", acrescentou.

IGUALDADE

Outros estados cobram atenção maior para as regiões fora dos grandes centros, como destaca o secretário de Segurança do Paraná, Reinaldo Almeida César. Ele cita, por exemplo, que há cidades que deverão atrair turistas estrangeiros, principalmente, Foz do Iguaçu. "Tem que haver um olhar diferente para o Paraná. Lá, nós temos Foz do Iguaçu, que poderá ter um grande fluxo de turistas durante os dois torneios", cobrou César.

MONITORAMENTO

O Brasil vai instalar uma rede de comando e controle em segurança pública. Serão implantados 14 centros — dois nacionais e 12 nas cidades-sede — conectados entre si para dar suporte tecnológico e de telecomunicações à integração das forças policiais.

R$ 1,17bilhão

Valor investido pela União, até 2014, nas cidades sedes

"O que queremos é mostrar o patamar em que a secretaria está nessas aquisições e nas oficinas temáticas"
Valdinho Jacinto Caetano, secretário extraordinário de Grandes Eventos

"Queremos saber como o governo federal vai participar. A nossa lição de casa já está pronta. A lição do Pan-Americano de 2007 nos deixou um legado"
José Mariano Beltrame, secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, ao comentar a importância do encontro

(Fonte : Jornal Correio Braziliense)

SAÚDE DOS OCEANOS DO PLANETA ESTÁ CRÍTICA


Novo indicador sobre áreas costeiras de 171 países dá nota média 60, em 100, para a capacidade de prover serviços e manter a biodiversidade

Um grupo internacional de pesquisadores aliado com algumas das principais organizações ambientais do mundo divulgou ontem o primeiro indicador sobre a saúde dos oceanos. O resultado mostrou que a capacidade de fornecer benefícios aos seres humanos e ao mesmo tempo manter a qualidade de seus ecossistemas é crítica e está bem aquém do que poderia ser.
Foram analisadas as condições de dez objetivos socioecológicos dos oceanos nas zonas econômicas exclusivas de 171 países e territórios costeiros. Com notas variando de zero a cem, chegou-se a uma média global de 60.
O ineditismo do trabalho foi pela primeira vez considerar não apenas a preservação dos mares, mas seu uso sustentável. Os dados avaliados foram desde a capacidade de prover alimentos até a de preservar sua biodiversidade, passando por poluição e uso em turismo. A interpretação é de que, quanto menor a nota, menos o país está sendo capaz de aproveitar os benefícios dos oceanos ou isso está sendo feito de modo insustentável.
O Brasil ficou bem na média, com 62 pontos, atingindo a 35.ª colocação. Serra Leoa, em último, teve nota 36. A mais bem colocada foi a Ilha Jarvis (território dependente dos EUA no Pacífico), com 86 pontos, mas o local é desabitado, assim como os Territórios Desabitados dos EUA no Pacífico, que aparecem em segundo lugar, e a Ilha Clipperton, em terceiro. Só em quarto lugar, com iguais 73 pontos, aparecem as primeiras nações propriamente ditas - Ilhas Seychelles e Alemanha.
Assim como ocorre em outros indicadores globais, há uma diferença clara entre os países desenvolvidos, com melhores notas, e os em desenvolvimento, com as piores. Nações africanas ocupam os dez últimos lugares.
"Sem dúvida nenhuma, os humanos têm impactos substancialmente negativos sobre o oceano, e as pontuações são negativamente correlacionadas com as populações costeiras", escrevem os autores na revista Nature, que traz um artigo nesta semana mostrando a nova metodologia e os resultados.
O trabalho mostrou que entre os tópicos avaliados, a capacidade de prover alimentos é uma das mais críticas, refletindo o colapso dos estoques pesqueiros que já há alguns anos é denunciado pela comunidade científica. A nota média foi 24.
Abaixo dele, só ficou o turismo - com nota 10 -, mas os próprios autores admitem que o dado pode não refletir totalmente a situação dos países. O indicador foi mais complicado de trabalhar por não existirem muitas bases de dados globais com informações sobre turismo.
"O que esses dados mostram é que há muito espaço para melhorar. E a vantagem é que agora o indicador será calculado todo ano, o que vai permitir que saibamos muito rapidamente se as ações humanas estão melhorando ou piorando as condições desses objetivos", explica a bióloga brasileira Cristiane Elfes, que colaborou com o estudo no Centro Nacional de Análise Ecológica e Síntese da Universidade da Califórnia, que liderou o trabalho.
A ideia, diz ela, é a partir de agora aplicar a metodologia em escalas regionais para conhecer melhor os indicadores de cada país e orientar ações mais específicas para melhorá-los. Cristiane está liderando essa iniciativa já para o Brasil, e a expectativa é que os dados sejam divulgados até o final do ano.

Estoque de carbono

No País, os indicadores variaram de zero (para o turismo) a 93 (armazenamento de carbono). O resultado ruim pode significar que o Brasil ainda não tem aproveitado bem esse potencial turístico ou, quando o faz, é de modo insustentável. Já o dado positivo lança um alerta para o futuro. É a análise de Guilherme Dutra, da Conservação Internacional, uma das ONGs que coordenou o projeto.
"Essa capacidade de armazenar carbono se deve particularmente aos enormes manguezais e gramas marinhas presentes na costa brasileira. Eles são capazes de guardar até dez vezes mais carbono que as florestas", explica. "O temor é que os manguezais estão ameaçados pela mudança do Cógido Florestal", alerta. Ele se refere à modificação que permite o uso de até 35% nas áreas remanescentes de manguezais nos Estados, prevista na medida provisória editada pela presidente Dilma Rousseff.

(Fonte : Jornal O Estado de São Paulo)

CTUR DEBATE AVANÇOS EM SETORES DO TURISMO COM CONSELHEIROS


O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizou uma reunião ontem (15/08), na sede da CNC no Rio de Janeiro, para avaliar os avanços do turismo pautados pelos cinco macrotemas definidos pelo conselho em 2008, que são: Política de Concessão de Vistos para os Grandes Países Emissores; O Futuro da Aviação Comercial do Brasil; O Turismo e a Economia do Brasil; Infraestrutura Turística e Megaeventos; e Turismo Náutico.
“Em quatro anos agregamos muito conhecimento com experts do setor de turismo, e os macrotemas são uma compilação de contribuições e propostas desses especialistas, que trazem uma luz às pessoas que estão tratando desses temas”, explicou o presidente do Conselho de Turismo da CNC, Alexandre Sampaio. Que adiantou ao Mercado & Eventos que a ideia agora é discutir quais são os principais projetos para a formação de novos macrotemas que serão trabalhados a partir de 2013.
O objetivo da reunião é apresentar aos conselheiros do Conselho de Turismo da CNC um resumo do que foi conquistado nos setores de cada um desses macrotemas, para que seja feita uma publicação com os dados. Segundo Leonardo Fonseca, da assessoria de Turismo e hospitalidade, responsável pela apresentação dos resultados, a ideia é que esse documento tenha lançamento na Feira das Américas deste ano.

Confira os avanços em cada um dos macrotemas abordados na reunião:

POLÍTICA DE CONCESSÃO DE VISTOS PARA OS GRANDES PAÍSES EMISSORES

Essa questão foi apontada pelos conselheiros do CTur e de especialistas como um dos principais entraves para o crescimento do desembarque de estrangeiros no Brasil. O país não sai da marca de cinco milhões de desembarques há cinco anos. Alguns dos resultados apresentados na reunião foi o encontro da presidente Dilma Rousseff com o presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, para discutir a questão dos vistos; as ações pontuais na Lei Geral da Copa, como o visto eletrônico; e o projeto de lei que trata da criação do Conselho Nacional de Imigração, um projeto que foi desarquivado no ano passado e propõe a dispensa de visto para americanos.

O FUTURO DA AVIAÇÃO COMERCIAL DO BRASIL

Em função do tamanho do Brasil, considerado um país de dimensões continentais, a aviação comercial adquire grande importância. A CNC debateu ao longo dos últimos quatro anos temas como o caos aéreo; privatizações; o crescimento da aviação comercial regional, acesso da classe C ao turismo que impulsionou as classes A e B a viajar ainda mais, o que gerou o déficit na balança de turismo do Brasil; a infraestrutura precária; a alta do dólar; e os prejuízos das aéreas nacionais. No congresso está sendo debatido um projeto de lei que prevê multas para os casos de overbooking, no entanto, é um projeto de 1995, que, de acordo com a CNC precisa ser transformado em lei.

O TURISMO E A ECONOMIA DO BRASIL

Segundo Leonardo Fonseca, a CNC quer mostrar a importância do turismo como uma matriz de desenvolvimento para o país. Temas como o maior acesso da classe C ao turismo, o conceito de novo viajante, que surgiu com os avanços da internet, a aliança entre os setores, e a desoneração, foram discutidos pelos conselheiros do CTur. Além disso, foi abordada também a capacidade do turismo de gerar empregos no país e dois projetos de lei, um deles em relação a instituição do vale-hospedagem e outro sobre a classificação do turismo receptivo como atividade econômica exportadora.

INFRAESTRUTURA TURÍSTICA E MEGAEVENTOS

A principal pergunta feita em relação a esse tema é se o Brasil está preparado para os megaeventos que serão sediados no país, como a Copa do Mundo 2014 e as Olimpiadas de 2016. Os principais pontos de debate sobre o macrotema são: infraestrutura dos aeroportos, segurança pública, mobilidade, acessibilidade, linha de crédito, receptivo, qualificação, oferta hoteleira, e o que será feito com o legado em infraestrutura que será deixado no país.

TURISMO NÁUTICO

O setor de cruzeiros marítimos vem ganhando força no Brasil, e por esse motivo é necessário discutir a regulamentação dos cruzeiros marítimos no país. O impacto total do setor na economia brasileira, segundo a Abremar, foi de R$ 522,5 milhões no ano passado.

(Fonte : Mercado & Eventos / imagem divulgação)

ESCOLA DE HOTELARIA WINDSOR COMPLETA UM ANO COM 240 JOVENS FORMADOS


A Escola de Hotelaria Windsor, que funciona no Centro de Cidadania Rinaldo De Lamare, em São Conrado, no Rio de Janeiro, completou um ontem com 240 jovens formados em cursos de hotelaria para camareiras, mensageiros, capitão porteiro, garçom e barman, além dos cursos técnicos de inglês e português. Dessa turma toda, 150 jovens já estão inseridos no mercado de trabalho e o restante em processos de seleção para outras redes hoteleiras.
O projeto é uma parceria da Rede Windsor de Hotelaria com a Secretaria de Assistência Social do Rio de Janeiro e tem como objetivo formar mão-de-obra qualificada em hotelaria/turismo para receber o público dos grandes eventos que estão por vir, além de gerar empregos de forma sustentável na área. Uma equipe especializada do RH do Windsor Barra é responsável pela formação dos futuros profissionais.

(Fonte : Business Travel Magazine)

INTERIOR PAULISTA TERÁ NOVA FERROVIA TURÍSTICA


A Prefeitura Municipal de São Roque, no interior de São Paulo, vai implantar até o final deste ano um trem turístico. Os vagões de passageiros e as locomotivas a vapor vão levar os turistas de São Roque (distante 62 quilômetros da capital paulista) até a cidade vizinha de Mairinque.
Segundo a Divisão de Turismo da cidade de São Roque, o percurso feito pela Maria Fumaça terá 16 quilômetros, e o trem devem concluir o trajeto em 40 minutos.

(Fonte : Panrotas)

UBRAFE LANÇARÁ O CALENDÁRIO DE FEIRAS DO BRASIL 2013 NO DIA 3 DE SETEMBRO


Está marcado para o próximo dia 3 de setembro, no Auditório Elis Regina do Parque Anhembi, em São Paulo, o lançamento oficial da edição de 2013 do Calendário UBRAFE “Principais Feiras de Negócios do Brasil”, a mais completa ferramenta de promoção comercial do País para empresas de todos os portes. Na ocasião, a UBRAFE - União Brasileira dos Promotores de Feiras apresentará, em primeira mão, as projeções e perspectivas do setor de feiras de negócios para o próximo ano, como o número de empresas expositoras, visitantes e áreas locadas, entre outras.
Em três idiomas (português, inglês e espanhol), o Calendário “Principais Feiras de Negócios do Brasil” traz informações completas sobre as principais feiras de negócios em diversas cidades, como data, local, horário, segmentos econômicos envolvidos e produtos e serviços expostos, além de dados das edições anteriores. Anualmente, o Calendário UBRAFE é distribuído para meios de comunicação, associações comerciais, industriais e de serviços, embaixadas, consulados e câmaras de comércio no Brasil e no exterior.

Mais informações: www.ubrafe.org.br

(Fonte : Business Travel Magazine)