terça-feira, 22 de maio de 2012

ÍNDICE COMPARA PREÇOS DE HOTÉIS PELO MUNDO


Brasileiros em busca de hotéis de categorias superiores puderam encontrar uma variedade de opções em 2011 a preços bem acessíveis.
De acordo com a nova edição do HPI (Hotel Price Index) - estudo realizado pelo site Hoteis.com que analisou preços pagos por viajantes em 2011 em comparação ao ano anterior -, com R$ 300 foi possível hospedar-se em estabelecimentos 4 estrelas em destinos como Barcelona, Buenos Aires, Las Vegas, Lisboa e Madri, entre outros.
Com o mesmo valor, turistas brasileiros que optaram por viajar pelo país encontraram acomodações três estrelas em São Paulo e duas estrelas no Rio de Janeiro. "Já em Nova York, os viajantes com R$ 300 somente puderam pagar hotéis de apenas uma estrela", destaca Yara Ohashi, gerente de marketing do site.
Os altos preços no Brasil refletem o aumento de 10% das tarifas de hotéis no país em 2011 em comparação a 2010, superior à média global de apenas 4% no mesmo período. "O Brasil está cada vez mais valorizado mundialmente, principalmente com grandes eventos programados como a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016", explica Ohashi.
O índice HPI monitora os preços reais pagos por quarto em vez de se basear nos valores anunciados pelos hotéis. Trata-se de uma pesquisa regular de preços de hotéis localizados nas principais cidades ao redor do mundo. O índice aponta os valores efetivamente pagos por clientes na contratação de 142 mil quartos em cerca de 19.800 locais de hospedagem.

(Fonte : Folha Online)

SUDESTE ASIÁTICO PRETENDE SER NOVO CARIBE NO SETOR DE CRUZEIROS


Com ilhas, cenários paradisíacos e clima tropical, o Sudeste Asiático se prepara para concorrer com o Mediterrâneo e Caribe como destino dos cruzeiros de lazer, apesar dos piratas, ainda presentes nos mares da região.
Os grandes navios querem que o terminal de cruzeiros de Cingapura, inaugurado em meados deste ano depois do investimento de US$ 400 milhões, seja o porto base para fazer do Sudeste Asiático um destino desejado por esta classe de turismo.
"A região tem muitas qualidades naturais que a transformam em ideal para os cruzeiros. São 25 mil ilhas, cada uma com sua beleza intrínseca e muito exotismo", explicou à agência Efe Ong Huey Hong, diretor do departamento de cruzeiros do Conselho de Turismo de Cingapura.
Hong informou que o Sudeste Asiático também tem outras vantagens. "Temos destinos interessantes que estão a uma curta distância de navegação e uns dos outros", disse. Entre esses, estão a cidade de Ho Chi Minh, a ilha tailandesa de Phuket, a ilha de Bali e Kuala Lumpur, a capital da Malásia.
A região possui os desconhecidos encantamentos de ilhas indonésias e filipinas, litorais paradisíacos na Tailândia, Malásia e Vietnã, e está repleta de rios navegáveis como o lendário Mekong que banha China, Laos, Mianmar, Tailândia, Camboja e Vietnã, e outros canais de rios na ilha de Bornéu.
No entanto, a indústria de cruzeiros na Ásia ainda está longe de se igualar à europeia ou americana. Segundo dados da Associação de Viagens da Ásia Pacífico, (Pata, na sigla em inglês), em 2009, 386 mil passageiros navegaram em cruzeiros pelo Sudeste Asiático, enquanto no mundo todo o número superou 16 milhões de pessoas.
A Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), da qual participam dez países, propôs que o número de passageiros nos cruzeiros atinja 820 mil em 2020, um objetivo humilde para o potencial turístico da região, mas qualificado de "realista" devido às dificuldades da indústria.
A pirataria em locais como Indonésia, Filipinas e, sobretudo, na península de Malaca, assim como as deficientes infraestruturas e o requerimento de vistos estão entre os principais problemas a serem solucionados pelas nações da região com a finalidade de potencializar o turismo de cruzeiros.
Para poder concorrer com destinos consolidados, o novo terminal de Cingapura será "uma infraestrutura indispensável que dobrará a capacidade de camarotes e permitirá aos maiores cruzeiros atracar na cidade", destacou o diretor de cruzeiros do local.
O novo porto, situado entre Cingapura e a ilha de Sentosa, terá dois portos com uma moderna tecnologia que processará os dados dos passageiros e com uma área de transporte terrestre.
No entanto, para o setor se articular como um produto regional, é necessário que todos os países da região possuam portos modernos com grande capacidade e tenham um plano de negócio comum. "Os países do Sudeste Asiático estão trabalhando em várias frentes para aumentar seu valor como projeto regional" disse Hong.
Enquanto isso, a diretora do Conselho de Turismo cingapuriano, Aw Kah Peng, considera o Sudeste Asiático como o próximo Mediterrâneo no setor de cruzeiros.
A região está emergindo como área de cruzeiros, mas precisa aumentar a cooperação marítima além de mais investimento para explorar todas as possibilidades desta indústria, que gera US$ 88 bilhões no mundo todo, segundo o organismo supervisor Cruise Market Watch

(Fonte : EFE / imagem divulgação)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

PENA POR EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PODE SER AMPLIADA


A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal aprovou no ultimo dia 17 o projeto de lei (PLS 495/11) de Renan Calheiros (PMDB-AL) que amplia a punição pela exploração sexual de crianças e adolescentes.
A matéria segue para decisão terminativa da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.
A proposta altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para estabelecer pena de reclusão de 6 a 12 anos (hoje é de 4 a 10 anos) para quem submeter menores à prostituição ou explorá-los sexualmente.
A pena também será aplicada a quem estimular tais práticas pela internet.
Pela proposta, União, estados e municípios farão campanhas educativas e criarão selo para iniciativas que ajudem a reprimir esse crime.
O projeto, relatado por Paulo Paim (PT-RS), muda ainda a Política Nacional de Turismo (Lei 11.771/08) para inserir a exploração sexual de crianças e adolescentes como prática a ser combatida nas ações públicas para o setor.

COMISSÃO DO SENADO APROVA PENA POR EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS

O senador Renan Calheiro ocupou a Tribuna, na noite desta quinta-feira (17), para registrar a aprovação, pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, do Projeto de Lei nº 495, de 2011, de sua autoria, que procura combater ainda mais a exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil. Pediu o apoio da Casa para que a matéria seja votada agora, em decisão terminativa, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
A aprovação do PLS, na véspera do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que é comemorado hoje, 18, levou o senador alagoano e líder do PMDB a fazer um agradecimento especial aos integrantes da Comissão de Direitos Humanos, particularmente ao seu presidente, “o amigo e senador Paulo Paim, que foi o relator e tanto se empenhou pela aprovação da matéria”, enfatizou.
Renan citou no pronunciamento um estudo da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, da Presidência da República, de 2005, indicando a existência desses delitos em quase 1000 municípios brasileiros, 400 deles considerados destinos turísticos. Essa foi uma das fortes razões que o levou a apresentar o projeto, tendo em vista os eventos esportivos internacional da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Lembrou o senador que apresentou a matéria em agosto de 2011 e, “já em dezembro passado”, prosseguiu, “ela foi aprovada pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo, tão bem presidida pelo senador Benedito de Lira”.
Para Renan, seu projeto bem estruturado, porque aperfeiçoa dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Lei da Política Nacional de Turismo. “Em primeiro lugar”, explicou, “porque amplia a pena de reclusão para todo aquele que submeta crianças e adolescentes à prostituição ou à exploração sexual”. A pena, hoje, é a reclusão de 4 a 10 anos. De acordo com o nosso PLS, passa a ser de 6 a 12 anos.
“Fomos além e pensamos também nas modalidades virtuais da exploração sexual. Assim, cuidamos para prever a mesma pena de reclusão, de 6 a 12 anos, para os criminosos que estimulem ou facilitem a exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio da Internet”, pontuou Renan em seu pronunciamento.

Campanha institucional

O autor do projeto espera que o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes deva ser mesmo tratado sob a ótica colaborativa, por meio da ação conjunta da União, Estados e Municípios. Nesse sentido, ele lembrou que fez questão de incluir no PLS dispositivo prevendo a colaboração da União com os estados e com os municípios, na realização de campanhas institucionais e educativas.
“Deixo aqui, inclusive, a modesta sugestão para que o governo da presidenta Dilma inicie uma grande campanha institucional, envolvendo governadores e prefeitos para disseminar uma cultura de enfrentamento desse abominável tipo de exploração sexual, que verdadeiramente fere a dignidade da infância e da adolescência, no nosso País”, propôs o senador.
Além da questão penal, Renan disse ter a convicção de que o combate à exploração sexual deve ser uma autêntica política pública, a cargo do Estado brasileiro. “Por isso”, reforçou, “fizemos questão de inserir esse crime como um dos eixos da Política Nacional de Turismo, de que trata a Lei nº 11.771, de 2008”.
Essa inserção, na sua visão, permitirá a articulação de ações conjuntas e parcerias estratégicas entre o Ministério do Turismo e os órgãos de segurança pública, “dando maior eficácia à exploração sexual de que tratamos”.

Participação da sociedade

Convencido de que a sociedade organizada e a iniciativa privada vão participar do modelo que propõe para combater esse crime, o autor do PLS disse que incluiu, também, a possibilidade de reconhecimento, pelo Poder Público, por meio de selo indicativo, de ações e projetos da iniciativa privada que ajudem a combater a exploração sexual de crianças e adolescentes.
“Empresas e instituições que adotem práticas inteligentes ou disseminem a cultura de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes teriam um reconhecimento do Poder Público, por meio de um selo indicativo, que seria um selo de cidadania”, defende o senador. Ele acredita que muitas instituições gostariam de ver seus produtos e serviços associados a projetos e campanhas no combate a delitos que precisa da reprovação social dos brasileiros.

(Fonte : Senado Federal / imagem divulgação)

18 DE MAIO: SENSIBILIZAR SOCIEDADE PARA PROTEGER E SALVAR VIDAS


O governo federal realizou, na ultima sexta-feira (18), em Brasília (DF), uma cerimônia pelo Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O evento teve a presença de Adelino Neto, coordenador geral do programa Turismo Sustentável e Infância do Ministério do Turismo, da ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, autoridades políticas e representantes da sociedade civil.
Um dos atos da solenidade foi a entrega do Prêmio Neide Castanha, reconhecimento a experiências nacionais em favor da defesa dos direitos infanto-juvenis e do enfrentamento da violência sexual.
Adelino Neto, coordenador do MTur, integrou o júri que selecionou os premiados em quatro categorias: Boas Práticas, Cidadania, Produção de Conhecimento e Responsabilidade Social. "É uma homenagem muito importante, que estimula entidades, empresas, colaboradores e o poder público a ter compromisso com a mobilização e a proteção de crianças e adolescentes", afirmou.
Pela categoria Cidadania, a homenagem foi para Maria Luiza Moura, primeira mulher presidente do Conanda, instância máxima de deliberação e controle das políticas públicas para a infância e a adolescência. Ela coordena projetos que firmam o compromisso ético da sociedade civil no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes.
O Instituto Aliança, de São Leopoldo (RS), foi escolhido na categoria Produção de Conhecimento. A organização não-governamental, com trajetória de 24 anos de atuação, foi reconhecida por seu projeto de formação de multiplicadores. Foram mais de mil profissionais formados em seis capitais e na cidade paranaense de Foz do Iguaçu, pólo de turismo nacional e internacional.
Em Responsabilidade Social, o destaque foi a rede Atlantic Hotels International, com o projeto "Palavra de Polícia, Outras Armas".

RISCOS EM NÚMEROS

Uma pesquisa bienal da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apresentada durante a solenidade mostra que, de 2003 a 2012, 3.251 jovens e adolescentes foram retirados de situações de risco de exploração sexual no Brasil.
Segundo o levantamento, em 2011 foram identificados 1.820 pontos vulneráveis nas rodovias federais brasileiras. Em 2012, houve uma pequena queda: foram mapeados 1.776 locais de risco.
A diretora-geral da PRF, Maria Alice Nascimento Souza, explica como o trabalho de proteção é feito: "são nove mil policiais, 21 superintendências regionais, 151 delegacias em 63 mil quilômetros em nossas rodovias. Estes são nossos pilares para proteger nossas crianças contra crimes de abuso e exploração sexual", esclareceu.

(Fonte : MTur)

MTUR APRESENTA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O TURISMO NACIONAL


O Ministério do Turismo apresenta, durante a 35ª Reunião do Conselho Nacional de Turismo, em Brasília, o Planejamento Estratégico para o período 2012-2022. Os gestores da pasta terão um quadro-resumo com o desempenho atualizado do setor em todo o país. O objetivo é monitorar as políticas públicas e contribuir para o crescimento econômico e social por meio do turismo.
“O Planejamento Estratégico é de fundamental importância para a competitividade do turismo nacional. Será possível uma análise qualitativa dos números, um passo decisivo para uma gestão eficiente”, afirmou o secretário-executivo do MTur, Valdir Simão.
O diretor de Gestão Estratégica do MTur, Luis Henrique Fanan, apresentou o painel de desempenho do turismo. Será uma aba dentro do sistema de monitoramento, com os principais índices do setor, como a evolução do turismo doméstico e internacional e índices de produtividade. “Será uma ferramenta muito importante para a tomada de decisões dos gestores”, afirmou Fanan.

(Fonte : MTur)

FACILITAR VISTOS PODE AJUDAR ECONOMIAS DO G-20, DIZ OMT

 
Facilitar a obtenção de vistos é "central para estimular o crescimento econômico e a criação de empregos" nos países do G-20. A afirmação é da Organização Mundial do Turismo.
Segundo a OMT, as economias do grupo poderiam gerar US$ 206 bilhões, ou mais de R$ 400 bilhões, em lucros extras com exportações do turismo se o processo para conseguir um visto fosse melhorado.

Impedimentos

Os dados estão em um estudo preliminar da OMT, apresentado na reunião dos ministros do Turismo do G-20, ocorrida no México.
De acordo com o levantamento, dos 656 milhões de turistas internacionais que visitarem os países grupo em 2011, 110 milhões precisaram de visto. A OMT ressalta outros millhões foram impedidos de viajar por conta do custo, demora e dificuldade em obter um visto.
A Organização Mundial do Turismo defende que se o processo para ter o documento fosse mais fácil, 5 milhões de empregos poderiam ser criados até 2015.

Acordos

Entre as sugestões da OMT, estão melhora no envio de informações; tratamento diferenciado para um melhor acesso a viagens à turismo; instituir programas de eVisa; e estabelecer acordos regionais para facilitação de vistos.
Na visão da agência, implementar essas mudanças pode produzir retornos em visitas, receitas de turismo e empregos nas 19 maiores economias do mundo, mais a União Europeia.

(Fonte : Rádio ONU / imagem divulgação)

DESEMBARQUES DOMÉSTICOS CRESCEM 6,6% NO QUADRIMESTRE


Os desembarques de voos domésticos aumentaram 6,61% no primeiro quadrimestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2011. A movimentação de janeiro a abril foi de 27,2 milhões, contra os 25,5 milhões do ano passado.
Abril é o quarto mês consecutivo em que os desembarques domésticos superam os resultados obtidos nos mesmos meses de 2011. Os percentuais de aumento variam de 1,9%, resultado de abril, a 11,2%, registrado em fevereiro deste ano.
“Os resultados são excelentes. É preciso considerar que 2011 foi o melhor ano em mais de uma década”, comenta o ministro do Turismo, Gastão Vieira, referindo-se ao recorde histórico de 79 milhões de desembarques domésticos de 2011 - o maior dos últimos 13 anos.
Os números de desembarques de voos nacionais são apurados nos aeroportos administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

(Fonte : MTur / imagem divulgação)