quarta-feira, 24 de agosto de 2011

SEM AVIÕES DA VASP, AEROPORTO DE CONGONHAS TERÁ PÁTIO 20% MAIOR



A primeira aeronave da Vasp começou a ser desmanchada nesta terça-feira no aeroporto de Congonhas. Há 27 aviões da antiga companhia aérea abandonados em aeroportos brasileiros desde 2005, nove deles em Congonhas. Os equipamentos não servem mais para voos e serão vendidos como sucata.
Cada um deles vale entre R$ 30 mil e R$ 50 mil.“Essa aeronave é só a primeira que irá para o seu verdadeiro lugar, que é o ferro-velho”, disse o presidente da Infraero, Gustavo do Vale
As aeronaves da Vasp ocupam 170 mil metros quadrados no cobiçado aeroporto de Congonhas. Ao lado do sobe e desce de aviões, há nove sucatões da Vasp enfileirados. Não são mais aviões, só sobrou a carcaça mesmo. Apenas um deles tem turbina. Alguns estão sem “nariz”. As saídas de emergência foram arrancadas. Todos estão empoeirados e enferrujados.
Esse espaço será liberado para aumentar o pátio para as companhias operantes, um dos principais gargalos da infraestrutura local. Sem os “sucatões” da Vasp, será possível ampliar em cerca de 20% a área de estacionamento de aeronaves, disse o presidente da Infraero, Gustavo do Vale.
Sem espaço no pátio, muitas aeronaves precisam sobrevoar a região de São Paulo antes de pousar. “É como um estacionamento no shopping. Se não tem vaga, você tem que ficar dando voltas até alguém liberar um lugar”, compara Vale.
Além do desperdício de espaço, o uso do pátio por aviões inoperantes é uma perda de receita para a Infraero. O custo de hangaragem para cada aeronave é de cerca de R$ 100 mil por mês, em Congonhas. Assim, ao abrigar os nove aviões-sucatas da Vasp no local, a Infraero deixou de ganhar mais de R$ 7 milhões apenas neste ano, e R$ 71 milhões se aplicarmos o preço atual para o período total em que eles estão parados. A companhia deixou de voar em janeiro de 2005 e foi à falência três anos depois. O rombo é ainda maior se consideramos os aviões que estão nos demais aeroportos.
Ao todo, há 118 aeronaves desativadas nos aeroportos brasileiros, segundo um levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A meta do presidente da Infraero, Gustavo do Vale, é remover todas em dois anos. “Não teremos sucatas nos aeroportos durante a Copa”, diz. Depois de Congonhas, a Infraero pretende agilizar a remoção das aeronaves abandonadas nos aeroportos de Brasília e no Galeão, no Rio de Janeiro.
Metade dos aviões abandonados é de empresas aéreas falidas, como a Vasp, a Transbrasil, a Fly (velha Varig) e a cargueira Skymaster. Decisões judiciais impediram que eles fossem leiloados e o equipamento se deteriorou. O programa Espaço Livre, uma força-tarefa do CNJ, da Infraero e da Anac, viabilizou o início da remoção nesta terça-feira.

(Fonte : iG Notícias / imagem divulgação)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

GASTO DE TURISTA NO EXTERIOR SUPERA US$ 2 BI PELA PRIMEIRA VEZ



Os gastos dos turistas brasileiros no exterior superaram pela primeira vez a marca de US$ 2 bilhões desde 1947, ano em que o Banco Central iniciou a série histórica.
Segundo dados do BC, essas despesas somaram US$ 2,2 bilhões em julho.
No ano, já foram gastos US$ 12,4 bilhões, valor recorde para o período. Em todo o ano passado, os brasileiros gastaram US$ 16,4 bilhões fora do país.
Os turistas estrangeiros, por outro lado, trouxeram US$ 3,9 bilhões para o país. A diferença entre os dois números representa um deficit de US$ 8,5 bilhões, valor que corresponde a quase 30% do resultado negativo de todas as transações do Brasil com o exterior.
Preocupado com os gastos do brasileiro no exterior, e a valorização do real que limita a competitividade do Brasil, o governo vem tomando medidas para coibir o consumo de turistas fora do país.
No início do ano, a Fazenda aumentou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre gastos no cartão de crédito fora do país de 2,38% para 6,38% e também elevou o mesmo tributo sobre captações de recursos no exterior de 2% para 6%.
Contrariando as medidas, os gastos do estrangeiros vêm crescendo apoiado no bom momento econômico brasileiro.

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

Os investimentos estrangeiros diretos em empresas brasileiras registraram o maior resultado para meses de julho da série iniciada em 1947 pelo Banco Central. Foram US$ 5,97 bilhões, de acordo com a instituição.
O valor foi mais que suficiente para financiar o resultado negativo do Brasil nas suas transações com o exterior, que ficou em US$ 3,49 bilhões no mês passado.
No ano, o deficit soma US$ 28,9 bilhões, menos da metade da previsão do BC para 2011. Já os investimentos diretos de US$ 38,5 bilhões já representam 70% do esperado para o ano.
Entre os motivos do deficit está o aumento de 26%, no acumulado do ano, no resultado negativo da conta de serviços, na qual são computados os gastos com viagens internacionais, transportes e aluguel de equipamentos.
As transferências de renda se mantêm praticamente estáveis no ano, apesar do aumento nas remessas de lucros e dividendos.
Os investimentos em ações em julho correspondem a praticamente metade do verificado no mesmo período de 2010, US$ 1,8 bilhão. As aplicações de estrangeiros em renda fixa registraram saída de US$ 335 milhões.

(Fonte : Folha Online/ imagem divulgação)

PACOTE DE CRÉDITO AINDA NÃO DECOLOU



Anunciado com grande alarde pelo governo no final do ano passado, o pacote para incentivar as emissões de títulos privados de longo prazo com o objetivo de financiar projetos de investimento e de infraestrutura ainda não saiu do papel. As medidas - baseadas em um conjunto de desonerações fiscais e estímulo às negociações no mercado secundário - esbarram em gargalos tanto na falta de regulamentação como em decisões recentes do próprio governo para conter a valorização do real.
Existe um consenso de que os recursos estatais não serão suficientes para dar conta da necessidade de investimentos do país, estimada em R$ 1,3 trilhão entre 2010 e 2013. O mercado de capitais - que seria a alternativa óbvia para suprir a lacuna que não poderá ser preenchida pelo setor público - há anos convive com um paradoxo: não conta com emissões de longo prazo em razão da falta de liquidez dos papéis, e a liquidez é restrita porque não existem títulos de longo prazo em circulação
De um modo geral, os especialistas avaliam que o governo atendeu às principais carências do setor com as medidas de desoneração. Entre as novidades do pacote - editado na forma de medida provisória e convertido em lei em junho passado - está a isenção de imposto de renda para os estrangeiros que aplicarem em títulos privados. A expectativa é que o benefício fiscal produza o mesmo resultado de quando foi adotado com os papéis do governo, que tiveram forte aumento na procura por investidores de fora do país.
Desde janeiro, quando o Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou essa parte da regra, todas as operações com prazo médio ponderado superior a quatro anos e cujos recursos sejam destinados a projetos de investimento já estão isentas de IR para os estrangeiros. Mesmo assim, nenhuma emissão foi realizada até o momento.
Embora esteja isento do IR, todo investimento externo em renda fixa no país está sujeito à cobrança de 6% de IOF na entrada dos recursos, medida adotada em outubro passado para conter a apreciação do real. "A cobrança acaba anulando o ganho com o IR", diz o advogado Fernando Tonanni, sócio do escritório Machado Meyer, que participou na semana passada de seminário sobre o tema realizado na Câmara Britânica (Britcham). Ele lembra que outras formas de captação, como empréstimos e bônus emitidos no exterior com prazo superior a dois anos, possuem alíquota zero de IOF.
A própria validade da resolução pode ser questionada do ponto de vista jurídico, segundo o advogado. "A regulação do CMN [Conselho Monetário Nacional] foi feita em cima da medida provisória, que sofreu mudanças em relação à lei aprovada pelo Congresso", pondera Tonanni.
Além do incentivo ao estrangeiro, o pacote baixado pelo governo em dezembro prevê a isenção do IR para pessoas físicas e a redução da alíquota para empresas, de 25% para 15%, no investimento em debêntures destinadas a projetos de infraestrutura. Na conversão da MP em lei, o Congresso estendeu o benefício a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. A definição dos tipos de empreendimentos que poderão se beneficiar da tributação menor, no entanto, ainda depende de regulamentação, o que impede a realização de qualquer emissão no mercado.
Outra crítica recorrente quando se fala em financiamento de longo prazo é a grande presença dos bancos públicos, que acaba inibindo a atuação dos agentes privados. "O BNDES poderia tirar o pé do acelerador em setores já consolidados", afirma Renato Mazzola, gestor de infraestrutura na área de private equity do BTG Pactual.
O executivo, que durante cinco anos atuou no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), considera que o mercado tem condições hoje de suprir a carência de recursos em áreas como rodovias e energia, o que abriria espaço para o governo ampliar os esforços em projetos de água e saneamento, setor em que os bancos comerciais possuem maiores restrições e onde o ganho econômico-social do investimento público seria ainda maior.
Incentivos fiscais à parte, os especialistas avaliam que o próprio governo acaba sendo um concorrente do setor privado por conta das altas taxas de juros da economia brasileira, que acabam inibindo tanto a iniciativa de empresas que precisam captar recursos no mercado como de investidores, que preferem a segurança e a boa remuneração proporcionadas pelos títulos públicos.

EMPRESÁRIO BRASILEIRO AINDA ESTÁ OTIMISTA QUANTO AO ACESSO A CRÉDITO

Os empresários brasileiros sentem que terão menos acesso a financiamento neste ano do que em 2010, mas, mesmo assim, estão entre os mais otimistas no mundo, segundo levantamento feito pelo International Business Report (IBR) da Grant Thornton.
Conforme a pesquisa, 50% dos executivos brasileiros acreditam que o financiamento será mais acessível, resultado bem acima da média global, de 34%, porém menor que o registrado em 2010, quando o otimismo atingia 68% dos empresários. Por outro lado, o percentual dos que acreditam que o acesso a financiamento será pior neste ano mais que dobrou, atingindo 20%.
Dos 39 países pesquisados, o otimismo foi maior entre os empresários da Geórgia (74%), Índia (74%), México (68%), Chile (63%) e Tailândia (60%). Na contramão, os executivos gregos (62%), holandeses (34%), Suíços (32%) e chineses (34%) acreditam que o acesso a crédito será menor.
O México registrou o maior aumento no número de empresários que acham que o acesso a financiamento será melhor em 2011 (41%), seguido da Tailândia (37%) e Nova Zelândia (21%). A Grécia foi onde houve maior aumento no pessimismo, de 22%, refletindo a crise pela qual passa o país, seguido por Vietnã (15%) e África do Sul (13%).
Na América Latina, a quantidade de empresários que acreditam em maior acesso a crédito aumentou 23 pontos percentuais na comparação com o mesmo período do ano passado (55%) e na América do Norte houve crescimento de 31 pontos percentuais. Enquanto nos países mais endividados da Europa (Portugal, Itália, Grécia e Espanha) houve redução de 19%.
“Além dos acontecimentos recentes na economia global, os países emergentes da America Latina têm apresentado bons resultados corporativos. O acesso a financiamento é peça-chave no desenvolvimento das empresas privadas e faz parte dos seus planos de crescimento e metas”, lembra Jobelino Locateli, CEO da Grant Thornton Brasil.
“O percentual no Brasil fica acima das principais economias do mundo neste tópico, mas é imprescindível olhar o comportamento dos juros para garantir que esse sentimento siga até o final do ano,” observa Locateli

(Fonte : Jornal Valor Econômico / imagem divulgação)

TURISTAS JÁ COMPRARAM 60% DOS PACOTES PARA ANO-NOVO



As operadoras de turismo do país já venderam, em média, 60% dos pacotes para o Réveillon, segundo a Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo). Nesta mesma época, em anos anteriores, as vendas estavam entre 30% e 40%.
"O brasileiro passou a se programar com antecedência", afirma o presidente da associação, Marco Ferraz. As operadoras também começaram a comercializar os pacotes mais cedo. Em outros anos, eles eram lançados em agosto. Hoje, isso ocorre a partir de maio.
O aumento no número das prestações de pagamento foi outro fator que impulsionou as vendas antecipadas. Na empresa de Ferraz, a Monark Operadora, não há mais passagens para Punta del Este, no Uruguai. Para Orlando, nos Estados Unidos, restam 20%. Dos pacotes para o Ano-Novo da Nascimento Turismo, 65% foram vendidos. O destino mais procurado é, novamente, Orlando. A empresa aumentou em 35% o número de viagens para o destino. Cerca de 90% dos pacotes, porém, já foram comercializados.
Os países caribenhos também estão entre os favoritos para o fim de ano. A Nascimento vendeu 60% dos seus pacotes para o Caribe. Na Visual Turismo, cerca de 60% das viagens para a região também já foram comercializadas. Do total dos pacotes da operadora, porém, ainda há 65% disponível. Na Agaxtur, restam 40% das viagens.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo)

BID LANÇA PROGRAMA DE TURISMO COM GOVERNO DO RIO DE JANEIRO



Foi lançado o Programa de Desenvolvimento Turístico do Rio de Janeiro, uma parceira entre o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o governo do estado fluminense.
O programa prevê o desenvolvimento de modelos de turismo inclusivo, incentivando a geração de empregos no setor e o microempreendedorismo da população local. As ações focarão em duas áreas turísticas do Rio: o litoral e a região serrana.
No litoral fluminense, o objetivo será reforçar a oferta de atrações culturais da região metropolitana, valorizar a natureza local e potencializar o turismo náutico. Já na região serrana, o programa pretende ampliar o turismo no interior do estado e promover o ecoturismo, o turismo rural e de aventura.
Para isso, o BID investirá US$ 112 milhões no programa e o governo do estado contribuirá com US$ 75 milhões.
O governador do Rio, Sérgio Cabral, declarou que "esse incentivo será fundamental para impulsionar o setor". Já o presidente do BID, Luis Alberto Moreno, comentou sobre a importância das ações de turismo no Rio: "Estamos reforçando hoje o desenvolvimento do turismo sustentável de um dos destinos turísticos mais importantes do Brasil e da América Latina, o que ajudará a enfrentar parte dos desafios da Copa 2014 e das Olimpíadas de 2016".
O Rio de Janeiro é uma das principais portas de entrada de turistas internacionais no Brasil, atraindo cerca de 30% dos visitantes do país. A expectativa para os próximos anos é de aumento do turismo devido aos eventos esportivos.
A Secretaria de Estado de Turismo espera que sejam atraídos cerca de 79 mil turistas durante a Copa de 2014, gerando mais de US$ 7 bilhões. Durante as Olimpíadas de 2016, a expectativa é de que o Rio de Janeiro receba 196 mil visitantes, que deixarão na cidade US$ 17 bilhões.

(Fonte : Folha online / imagem divulgação)

RIO PODE DESCARTAR HOSPEDAGEM EM NAVIOS NA OLIMPÍADA, DIZ PAES



O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), afirmou na manhã desta terça-feira que se os investimentos em hotéis continuarem avançando na cidade, "pode ser que a cidade possa abrir mãos dos navios".
O uso de navios de cruzeiros é uma possibilidade considerada pela prefeitura para dar conta de acomodar os turistas durante os Jogos Olímpicos de 2016.
A declaração do prefeito foi feita durante um seminário sobre as perspectivas da rede hoteleira do Rio, realizado no Palácio da Cidade, em Botafogo (zona sul).
No seminário, os expositores do setor hoteleiro se mostraram otimistas e apontaram que, até 2013, há chances de o Rio ter 33,4 mil quartos de hotel. O número superaria a meta estabelecida pelo COI (Comitê Olímpico Internacional), de 27 mil quartos até 2016.

(Fonte: Folha online)

PROAGÊNCIA ENTREGA ESTUDO INÉDITO SOBRE A VISÃO GERAL DA COMPETITIVIDADE DO SETOR DE AGENCIAMENTO DE VIAGENS



Através da pesquisa Matriz de Competitividade realizada com gestores das agências de viagens, o Proagência II, uma parceria da ABAV com o SEBRAE, com o apoio técnico da Fundação Getulio Vargas, apresenta a Análise Geral da Competitividade do Setor de Agenciamento de Viagens Brasileiro, um estudo inédito sobre a visão geral da competitividade do mercado.
“Seu objetivo primordial foi gerar um diagnóstico completo da competitividade das agências de todo o Brasil e que será fundamental às Abavs e SEBRAEs na geração de ações de capacitação e aprimoramento profissional mais direcionadas às necessidades específicas de cada mercado”, explicou o diretor do Iccabav/Proagência, Antonio Azevedo.
A pesquisa foi aplicada por meio de um questionário online disponível nos portais da ABAV (http://www.abav.com.br/ ) e SEBRAE (http://www.sebrae.com.br/ ) no período de 01 de maio a 03 de junho e obteve um total de 967 empresas respondentes. Os dados a seguir resumem as principais informações das características da amostra, relativos ao tipo de empresas que participaram da pesquisa, ao tempo em que as agências de viagens já estão em operação e à quantidade de funcionários que empregam.
Os resultados da pesquisa apontaram para um cenário de amadurecimento da competitividade das agências de viagens nacionais, o que demonstra que essas empresas estão aproveitando as oportunidades que se apresentam para a atividade no país.
As empresas do setor também já perceberam que necessitam se desenvolver e aumentar sua competitividade para poderem contribuir de maneira definitiva para solidificar o desenvolvimento do turismo no Brasil, com foco no médio e no longo prazo.
“Este é um trabalho inovador, do SEBRAE e da Abav para os agentes de viagens. Sendo a missão do SEBRAE contribuir para o aumento da competitividade dos micro e pequenos negócios, o resultado deste trabalho vai colaborar para que os empreendedores possam estar cada vez mais preparados para a comercialização dos produtos e serviços, especialmente para a Copa do Mundo de 2014, que acontecerá em nosso País”, comenta a gestora do PROAGÊNCIA no SEBRAE Nacional, Valéria Barros.
A pesquisa também apontou para a importância de se trabalhar o desenvolvimento interno da empresa, por meio da qualificação de seus funcionários, da valorização do processo de aprendizagem organizacional, ou seja, da transferência de conhecimento entre as pessoas que trabalham na agência de viagem.
O desenvolvimento de plano de marketing integrado ainda é uma prática pouco utilizada entre as empresas do setor, que realizam atividades de Promoção e Vendas mas ainda de forma esporádica. A presença da empresa em feiras e eventos de turismo, por exemplo, é geralmente feita pela participação dos funcionários como visitantes, somente um número reduzido de empresas já participam como expositoras.
Os resultados encontrados para a dimensão de Produtos e Serviços demonstrou que as agências de viagens, em sua maioria, já oferecem aos seus clientes assistência telefônica 24h, seja por meio de siga-me, celular do agente ou por call center. Esse é um dado positivo que aponta para a preocupação dos empresários em proporcionar segurança no serviço e produto turístico oferecido.
Em relação à dimensão de Administração Financeira, percebe-se que as empresas buscam aprimorar suas práticas de gestão financeira, porém, são poucas que já realizam orçamento empresarial com base anual.
O uso da Tecnologia da Informação já é bem difundido entre as agências de viagens, contudo, essa dimensão ainda não é vista como catalisadora de futuros negócios e identificação de oportunidades. Por exemplo, as empresas, na grande maioria, já possuem uma página institucional na internet, mas poucas são as que oferecem a possibilidade e e-commerce.
Para conferir a análise completa, o documento estará disponível nos Portais da ABAV e do SEBRAE.

(Fonte : Ascom ABAV)