quarta-feira, 15 de junho de 2011

SETOR PRIVADO TEM R$ 25 BI PARA INVESTIR EM PORTOS, MAS BUROCRACIA TRAVA PROJETOS

Empresas do setor produtivo estão com R$ 25 bilhões no bolso para investir na construção de portos privados para escoamento de carga própria, mas não conseguem aplicar o dinheiro devido a dificuldades enfrentadas no entendimento com o setor público para liberação de áreas de instalação. O balanço é da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), que representa as companhias do setor.
Em entrevista ao Valor, o diretor-técnico da associação, Luiz Fernando Resano, disse que atualmente há pelo menos 30 projetos de terminais privados paralisados em alguma instância do governo, sem previsão para resposta. "O governo demora até dois anos para dar aval a um projeto, o que não inclui a questão de licenciamento ambiental. Há uma burocracia generalizada, que tem impedido o crescimento do setor."
Em 2010, foram movimentadas 834 milhões de toneladas de carga nos portos brasileiros. Desse total, segundo a ABTP, mais de 70% passaram pelos 109 portos privados em operação no país. A previsão é que, até 2015, mais de 1 bilhão de toneladas trafeguem pelos portos do país. "Já estamos operando no limite, e se não for feito nada para destravar o setor, simplesmente não conseguiremos atender o mercado", disse Resano.
O governo tem outra visão sobre o assunto. Segundo Antonio Mauricio Ferreira Netto, diretor de Revitalização e Modernização Portuária da Secretaria Especial de Portos (SEP), a União tem procurado liberar a construção de portos privados para companhias que, de fato, estejam interessadas em apoiar a logística de sua própria produção. Ocorre que, atualmente, muitas empresas que estão sob essa condição têm utilizado seus terminais para prestar serviços de carga a terceiros.
A situação tem gerado reclamações já que criam competição desigual no setor. Os portos concedidos à iniciativa privada possuem uma série de processos burocráticos e um preço de serviço mais elevado que aquele oferecido pelos terminais privados.
A insatisfação com o desempenho dos portos também contamina o setor de turismo. De acordo com André Pousada, vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar), a limitação dos portos para receber cruzeiros mexeu com o resultado do setor no ano passado. "Na última década, registramos crescimento médio no setor de 22% ao ano, mas na temporada do ano passado não avançamos nem 2%. O setor chegou ao limite."
Segundo a Abremar, há mais de 40 portos cadastrados para receber navios com turistas, mas não chegam a 20 aqueles que têm infraestrutura de receber essas embarcações. "Além disso, o Brasil tem o custo de cruzeiro entre os mais caros do mundo. Na média, somos 400% mais caros que os demais destinos", disse Pousada, durante audiência da Comissão de Viação e Transportes, na Câmara dos Deputados.
Para Ferreira Netto, da SEP, o governo está empenhado na ampliação e reestruturação de alguns portos considerados prioritários para o turismo, inclusive com vistas à Copa de 2014. Ele afirmou que, até o fim deste ano, serão licitadas as obras dos portos de Santos, Salvador, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza e Natal. O governo trabalha com a meta de entregar as obras até dezembro de 2013. Apesar de negar atraso, a Secretaria Especial dos Portos sabe que o prazo é curto.

(Fonte : Jornal Valor Econômico / imagem divulgação)

PARCERIA ESTRANGEIRA É INEVITÁVEL EM AEROPORTOS

Grandes construtoras brasileiras travam uma corrida para fechar parcerias com operadoras internacionais, de olho na privatização dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília. De acordo com fontes ouvidas pelo ‘Estado’, Galvão Engenharia, Andrade Gutierrez, Odebrecht, Carioca Engenharia e Camargo Corrêa negociam com empresas estrangeiras especializadas na administração de aeroportos.
O movimento é visto como inevitável por especialistas no setor, por causa da falta de experiência das empreiteiras em operações aeroportuárias. "Nossas construtoras têm excelente engenharia de grandes obras e levam muita competitividade para um projeto. Porém, em operação aeroportuária não são especialistas", diz o professor da UFF Marco Aurélio Cabral.
Apesar de já operar aeroportos como o de Quito, com a americana ADC&HAS, a Andrade Gutierrez firmou parceria com a alemã Fraport para uma possível participação nos leilões. A empresa de Houston, por sua vez, chegou a conversar com a Odebrecht, mas, segundo uma fonte, as negociações não avançaram. Procurada, a construtora não quis comentar.
Ao lado da Galvão Engenharia estaria a Munich Airport, que opera o Aeroporto de Munique, na Alemanha, disse um consultor que não quis se identificar. A informação foi confirmada por um executivo de empresa concorrente. Já a Carioca Engenharia fechou parceria com a Aéroports de Paris, que opera os Aeroportos Charles-de-Gaulle e Orly, na capital francesa.
Sócia da suíça Flughafen Zürich AG na joint venture A-Port, formada em 2008, a Camargo Corrêa diz que, enquanto não houver maiores definições sobre o leilão, não se manifestará. Fontes, no entanto, confirmam o interesse na privatização
Embora ainda não haja informações sobre negociações entre a OAS e companhias estrangeiras, a empresa deve participar do leilão por meio da Invepar, empresa na qual é sócia dos fundos de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, da Petrobrás e da Caixa Econômica Federal.

Incertezas

Mesmo com as associações em curso, ainda é difícil garantir os grupos candidatos aos leilões dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília, avalia o consultor José Wilson Massa. Para ele, o cenário só ficará claro após o leilão do projeto do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, previsto para o mês que vem. "São Gonçalo do Amarante será o grande termômetro do processo de concessão, um indicador de quanto o mercado realmente está interessado."
Segundo uma fonte, as companhias interessadas avaliam como arriscado o negócio nesse aeroporto. "As mais conhecidas falam que é um negócio que apresenta muitos riscos", disse, sem citar o nome das empresas. Segundo essa fonte, A-Port e Andrade Gutierrez estariam quase fora do leilão, ao passo que "a Odebrecht nunca esteve dentro". Estariam interessadas as operadoras internacionais Asur (México), ADC&HAS (EUA), e a Munich Airport, em parceria com Galvão Engenharia.
Detentora de cinco das sete rodovias federais leiloadas em 2007, a espanhola OHL disse, em nota, que "avalia a oportunidade", sem dar mais detalhes. Companhias aéreas também podem acabar compondo os grupos que disputarão o leilão. TAM e Gol têm posições semelhantes: apesar de não se mostrarem muito interessadas, dizem que, se necessário, entram na concorrência para garantir a qualidade da gestão dos aeroportos.
Especialistas advertem, porém, que as regras para a participação das aéreas devem ser definidas com rigor para evitar conflitos de interesse, uma vez que essas empresas seriam ao mesmo tempo clientes e sócias da operação aeroportuária. Procurada, a Secretaria de Aviação Civil (SAC) não respondeu até o fechamento da edição.

(Fonte : Jornal O Estado de S. Paulo)

LEILÃO DE CONCESSÕES DE AEROPORTOS DEVE OCORRER ATÉ DEZEMBRO

Os leilões das concessões à iniciativa privada dos aeroportos internacionais de Guarulhos (SP), Viracopos, em Campinas, e de Brasília deverão ocorrer até o fim do ano. A informação é do secretário de Política Regulatória da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Rogério Coimbra. "A data ainda será marcada, mas a previsão é que ocorra até o final do ano, em dezembro”, disse, após seminário promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
De acordo com a SAC, criada recentemente pela Presidência da República, as concessões serão feitas por meio de sociedades de propósito específico (SPEs), constituídas por empresas privadas que se encarregarão da gestão desses aeroportos e pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que terá participação até 49% em cada aeroporto.
A empresa privada ficará responsável pelas novas construções e pela gestão e a Infraero, como acionista, participará apenas das decisões da companhia. A metodologia e os critérios do edital de concessão serão elaborados por empresas especializadas, e deverão ficar prontos até dezembro.

(Fonte : DCI)

PROJETOS DE TRENS REGIONAIS SAEM EM DOIS MESES

Daqui dois meses, o governo federal deve colocar em audiência pública os primeiros dois projetos de trens regionais de passageiros em estudo pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os trechos ligam os municípios de Londrina e Maringá, no Paraná, e Bento Gonçalves e Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e estão atualmente em fase final de estudo de viabilidade.
Segundo o diretor do Departamento de Relações Institucionais do Ministério dos Transportes, Afonso Carneiro Filho, os investimentos deverão ser realizados via concessão à iniciativa privada. "Precisamos também ter articulação das prefeituras para viabilizar os projetos", diz o diretor, que participou ontem de evento sobre logística e transporte realizados pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
No caso do trecho gaúcho, a ferrovia reaproveitará uma malha já existente e que hoje está desativada. No Paraná, a linha será construída em paralelo a outra utilizada para transporte de cargas.
Segundo Bernardo Figueiredo, diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), outro trecho que deve ser viabilizado em breve é o da ferrovia entre as cidades de Brasília e Luziânia (GO). "Existe uma demanda forte nessa região, e já existe uma ferrovia desativada no trecho. O empreendimento depende de um investimento marginal, e pretendemos fazer dele um projeto-piloto para as demais linhas", diz ele.
Os trechos fazem parte de um pacote de 14 ferrovias em estudo em todo o país, que demandarão um investimento de R$ 5 bilhões. A intenção é ter todos os estudos prontos até o final de 2012, segundo Carneiro Filho. As 14 ferrovias, com 1.865 quilômetros de trilhos, atenderão 112 municípios e uma demanda de 70 milhões de passageiros por ano. O Brasil tem hoje 10.930 quilômetros de malha de ferrovia regional de passageiros, concentradas nas regiões Sul e Sudeste. Os trens regionais de passageiros são serviços que cobrem trechos de até 200 quilômetros e passam por ao menos uma cidade acima de 100 mil habitantes.

(Fonte : Jornal Valor Econômico / imagem divulgação)

TCU QUER MAIS QUEDA NA TARIFA DO TREM-BALA

O TCU (Tribunal de Contas da União) está preparando uma proposta para mudar o edital do trem-bala e obrigar o vencedor do leilão a usar no mínimo 10% das receitas extraordinárias (propaganda, hotéis, restaurantes etc.) para a redução da tarifa-teto.
A ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), responsável pela concessão do trecho do trem que vai ligar Campinas-SP-RJ, é contra. O leilão está previsto para 11 de julho, e vence quem oferecer a menor tarifa-teto, limitada a R$ 199,73 (preço de 2008).
Depois de analisar e aprovar com pedidos de mudanças os estudos do governo para o trem-bala, o TCU começou a analisar o edital do leilão, para verificar o cumprimento da legislação.
Na análise encerrada dos estudos, o relator do processo, ministro Augusto Nardes, já havia determinado que o governo teria de cumprir a resolução 2.552/2008 da ANTT, que obriga as concessões a usar 10% da receita líquida via ganhos extraordinários para reduzir a tarifa. A determinação não está no edital do trem-bala.
Por exemplo, se uma concessionária de rodovias tem receita de R$ 100 com publicidade, R$ 10 devem ser usados não para o lucro da empresa, mas para descontar no aumento no preço do pedágio. O mesmo teria que se dar para a tarifa-teto do trem-bala, referente ao horário de pico entre SP-RJ.
A ANTT entende que as receitas extraordinárias estarão contabilizadas no faturamento total da empresa e que, como a tarifa-teto determina o vencedor do leilão, essa receita já está automaticamente vinculada à tarifa.
O caso deve ir ao plenário até o fim do mês. Os nove ministros do órgão podem aceitar ou não.
Por enquanto, o governo não trabalha com a hipótese de adiar o leilão novamente.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo)

COMEÇA HOJE A 19º. FENADOCE


A Feira Nacional do Doce- Fenadoce é um evento anual realizado para promover a cultura doceira da cidade de Pelotas – RS para todo o Brasil e exterior. Os famosos doces pelotenses, herança da colonização portuguesa, alemã e italiana, são responsáveis pelo desenvolvimento do setor doceiro que exporta as iguarias para diversas cidades do Brasil.
A Fenadoce nasceu em 1986, criada pelo Poder Público juntamente a outras entidades. A Câmara de Dirigentes Lojistas de Pelotas - CDL assumiu o evento em 1995 e, desde então, a feira só cresceu.
As primeiras edições, bienais, aconteciam sempre em um local diferente da cidade. A partir de 2000, tornou-se anual e ganhou endereço certo: o Centro de Eventos Fenadoce, próximo ao principal trevo de entrada do município.
Hoje, a Fenadoce torna-se o centro das discussões de toda a população durante o período em que ocorre. Também atrai visitantes de fora, de outras partes do Brasil e do Mercosul. Convidados ilustres da área da política e do entretenimento sempre comparecem.
Para as doceiras, é a oportunidade de vender e divulgar os deliciosos doces pelotenses. Para os expositores, é a chance de entrar em contato com mais de 300 mil pessoas. Para os visitantes, a Fenadoce oferece um mundo de magia com diversas atrações culturais, gastronômicas e comerciais. Os 19 dias de feira são uma excelente oportunidade para se divertir, fazer negócios e conhecer nossos doces e nossa história.

Serviço

19º. FENADOCE
De 15 de junho a 03 de julho de 2011
Local : Centro de Eventos de Pelotas (RS)
Ingresso por pessoa : R$ 5,00
Horario de funcionamento : Seg. a Quinta : 14h as 23h e Sexta a Domingo : 10h as 23h
Maiores informações : http://www.fenadoce.com.br/

ABRAT GLS INAUGURA SUA NOVA SEDE NO PRÉDIO DA CNTUR COM COQUETEL PARA CONVIDADOS


Em meio às comemorações do mês do orgulho GLBTT da cidade de São Paulo, a Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes (ABRAT GLS), inaugura sua nova sede no edifício da Confederação Nacional do Turismo (CNTur) em São Paulo.
O convite para a mudança partiu da própria CNTur, que encarregou a ABRAT GLS de sua recém criada Diretoria de Turismo GLS.
A proximidade física entre as entidades irá proporcionar maior dinamismo ao setor, que movimenta cerca de US$100 bilhões ao ano e será essencial para o desenvolvimento de projetos em parceria entre as entidades.
Almir Nascimento, presidente da Associação, aponta que “o turista GLS viaja cinco vezes mais, quando comparado ao turista heterossexual”. De olho neste mercado ascendente, diversas empresas têm buscado conquistar esta fatia significativa de mercado e “a ABRAT GLS oferece capacitação e prepara seus associados para lidar e atender às demandas deste público exigente”, afirma Almir.
A ABRAT GLS ocupou por mais de dois anos o Casarão Brasil, localizado na Rua Frei Caneca n°1057. Lá foi instalada a primeira central de informações ao turista GLS, em parceria com a Prefeitura de São Paulo e a SPTURIS.
A mudança de endereço também irá contribuir para a revitalização do centro velho de São Paulo, o que alegra muito os membros da ABRAT GLS, que agradecem ao Casarão Brasil pelos anos de convívio, seus parceiros - que estarão presentes nesta nova jornada - SPTuris, São Paulo Convention & Visitors Bureau, Secretaria de Estado da Cultura – Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias, Secretaria Municipal de Participação e Parceria do município de São Paulo e à CNTur pelo desafiante convite.

SOBRE ABRAT GLS

A ABRAT GLS é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 28 de junho de 2004, dia do Orgulho GLBTT com a missão incentivar o comércio, turismo e lazer destinado ao público gay, lésbico, bissexual, travesti, transgênero e simpatizante, em todo o território nacional.
Aos associados e terceiros interessados, a ABRAT GLS atua na organização de eventos, que objetivam a conscientização e capacitação dos setores ligados ao comércio, turismo e lazer para atender às demandas do público GLBTT, atualizando e disseminando as preferências e anseios desta parcela significativa da sociedade.
Além disso, contribui financeira e logisticamente com a organização de delegações de jornalistas e profissionais do turismo GLS estrangeiros que visitam o Brasil. É responsável pela organização do evento de turismo GLS mais importante do Brasil, o “Fórum Internacional de Turismo GLS” e organiza outros eventos de igual importância por todo o país.
A Associação também desenvolve, em caráter “pro bono”, planejamentos estratégicos, treinamentos e consultorias para órgãos oficiais de turismo.
A Associação admite como associadas pessoas jurídicas que exerçam atividades relacionadas aos objetivos da ABRAT GLS, idôneas e com boa reputação, que deverão ser aceitas pelo Conselho de Ética da entidade, conforme determina seu estatuto.

SOBRE A CNTUR

A CNTur – Confederação Nacional do Turismo, nasceu consciente do potencial turístico brasileiro como produto, no qual estão incluídos as belezas naturais , o clima, o patrimônio histórico, o folclore, o artesanato e a cultura, além das características de cordialidade e hospitalidade de nosso povo. E, por isso mesmo conhece a importância de se investir em infraestrutura de serviços e qualificação de mão-de-obra especializada.
Coordena, ordena e estabelece políticas nacionais, representando cada área de atividade junto aos poderes políticos, econômicos e institucionais, com vistas à defesa e ao desenvolvimento ordenado do e sustentável do conjunto ou de cada área representada.

Serviço

Local: Confederação Nacional do Turismo
Endereço: Largo do Arouche, 290 - 1°andar - República
Data: 20 de junho
Horário: 19h
Duração: 90 minutos
Capacidade: 100 pessoas
Telefone: (11) 3101-4155

Credenciamento para imprensa

Os veículos interessados em cobrir a inauguração da nova sede da ABRAT GLS deverão enviar os dados dos profissionais que estarão presentes até o dia 17 de junho, sexta-feira para o e-mail tony@varalcomunicacao.com.br  , com os seguintes dados:
Veículo de comunicação:
Nome dos profissionais:
RG:
OBS: serão permitidos dois profissionais por veículo de comunicação.
Informações para imprensa : Varal Comunicação
Tony Marcondes + 11 55 8495.7141

(Fonte : Portal Athosgls)