segunda-feira, 6 de junho de 2011

RENTABILIDADE DE IMÓVEL DISPARA NO PAÍS


O aquecimento da economia e a inflação do mercado imobiliário tornaram o investimento em imóveis, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a melhor alternativa em termos de rentabilidade no ano passado.
No Rio, o ganho médio desses investimentos ficou em torno dos 50% em 2010, segundo o Secovi-Rio (Sindicato da Habitação).
Superou de longe até aplicações como o ouro, que teve rentabilidade de 32%. O dado leva em conta os valores de venda e também de aluguel.
O mesmo aconteceu em São Paulo, onde o valor dos lançamentos disparou até 71% no ano passado - caso dos apartamentos de luxo de um dormitório. Na média, os preços saltaram 34,4% na capital paulista.
Somados os ganhos que um investidor tem com aluguel, que subiu 13,44% na cidade, a rentabilidade do investimento imobiliário alcançou 47,84% em 2010.
No Rio, a rentabilidade em regiões da cidade, considerando o preço de venda e de locação, chega a 90%.

PACIFICADOS

É o caso de um apartamento de um quarto no centro da cidade, local onde os imóveis tiveram, em 2010, valorização média de 70%.
Boa parte dos imóveis com maior rentabilidade está em áreas próximas a comunidades que receberam UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), como Tijuca, Copacabana e Vila Isabel. Nessas regiões, a rentabilidade média superou os 50%.
"Investir em imóveis sempre foi um bom negócio, mas está cada vez melhor. E cada vez mais investidores chegam. Não só pessoas físicas, mas empresas e estrangeiros também estão apostando", afirma a vice-presidente financeira do Secovi-RJ, Maria Teresa Mendonça Dias.
O advogado Fábio Martins, 53, entrou no mercado imobiliário há três anos e pretende investir mais.
"Está valendo a pena investir no Rio. O mercado está aquecido, e a tendência é a coisa se intensificar ainda mais", afirma.

DESAQUECIMENTO

Mas, para Luiz Paulo Pompeia, da Embraesp, o preço dos imóveis chegou perto do teto nessas cidades, desacelerando o ritmo de valorização e estreitando as possibilidades de ganho.
"Estamos vivenciando o início disso. Quando chegar ao final do ano, verá que foi em abril, maio, que começou esse arrefecimento."
Além de as melhores oportunidades terem passado, vale lembrar que a "imobilização" de capital é um processo caro, implica alta concentração de recursos e impõe gastos com manutenção.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo)

VIAGEM UNIRÁ CURSO DE IDIOMA, CULINÁRIA E PROVAS DE VINHO


A Experimento Intercâmbio Cultural lançou o Gourmet Study Tour, programa que une curso de francês, aulas de culinária e degustações de queijos e vinhos da região de Bordeaux. O roteiro será realizado durante uma viagem a quatro cidades da França, entre os dias 3 e 20 de setembro.
Mais informações: www.experimento.org.br e tel. 0/xx/11/3707-7122.

(Fonte : Jornal Folha de S.Paulo)

BUTIQUE DE VIAGEM REQUINTADA



Que tal passear de Ferrari na Toscana? Ou tomar café da manhã na Tiffany, em Nova York? Novo programa de viagens do LIDE propõe experiências exclusivas a milionários

Que alto executivo nunca viajou para Londres, Paris, Nova York, Milão ou Florença? Provavelmente quase todo diretor ou presidente de empresa esteve num desses destinos a trabalho. Mas, provavelmente, talvez não tenham tido a oportunidade de conhecer a Toscana, na Itália, a bordo de uma Ferrari, ou de tomar café da manhã na matriz da joalheria americana Tiffany, em Nova York, com direito a uma apresentação fechada de joias, ao lado da esposa e, ainda, poder discutir ou fechar um grande negócio com um parceiro em potencial.
É esse gênero de experiência que o novo programa de viagens LIDE Exclusive Travel, idealizado pelo empresário paulista João Doria Jr., em parceria com a agência de turismo B360 Travel, quer proporcionar. “Muitos dos empresários nos pediam esse tipo de viagem, com algo de diferente e único”, diz Doria Jr., criador do LIDE, Grupo de Líderes Empresariais e especialista em organizar encontros entre personalidades e empresários do mundo inteiro. “Quando conheci a B360 Travel, percebi que tinha a aliada certa, pois precisava de uma agência-butique que estivesse preocupada com os mínimos detalhes.”
A princípio, o novo programa de viagens vai oferecer roteiros só para as cinco cidades citadas no início, sendo que o primeiro grupo seguirá para Paris, no feria do de 7 de setembro, Dia da Independência. “A ideia é sempre fazer nos feriados, como os eventos do LIDE”, diz Doria Jr., que fez questão de selecionar todas as atividades dos quatro roteiros. “Escolhi destinos preferidos pelas pessoas, acrescentando a possibilidade de desfrutar do que há de mais luxuoso nas cidades”, afirma.
Ele explica que, apesar de cada viagem ter uma agenda fechada de atividades, cerca de 60% do tempo será livre e preenchido pelo casal, de acordo com suas preferências e necessidades. Para isso, haverá sempre um motorista à disposição. Para garantir a qualidade dos serviços exclusivos, o programa só atenderá, por viagem, cinco casais, que podem ser formados por membros do LIDE ou não. “A nossa intenção é aproximar os empresários, parceiros nessas viagens, de maneira a juntar, literalmente, o útil de se fechar um negócio com o agradável de se estar num local e numa situação prazerosa”, afirma Doria Jr.
Para estreitar as relações entre os participantes de cada roteiro, é agendado um jantar, ainda no Brasil. Também, para cada grupo, haverá um “tour manager”, que funcionará como um concierge exclusivo. “Ele será o facilitador da viagem e terá um profundo conhecimento do destino”, diz Doria Jr. O empresário, inclusive, avisa que será o anfitrião de um dos quatro grupos já pré-programados, mas não especifica qual, para não sugestionar a escolha.
Todos os detalhes das viagens também são submetidos ao crivo de Chris Bicalho, CEO da B360 Travel. “O cliente terá, com certeza, uma percepção diferente do lugar depois de viajar com o nosso programa”, diz Cris. “Mesmo que ele já conheça a cidade.” O nível de exigência, tanto da CEO da agênciaquanto de Doria Jr., é grande. Para fazer parte do roteiro, o hotel, por exemplo, precisa ter uma gramatura específica de sabonete para o banho e deve lavar e passar o pijama do hóspede todos os dias, para que ele o vista limpinho, macio e perfumado no fim da noite.
A escolha dos restaurantes foi feita por Doria Jr., que diz já ter provado o menu de todos os escolhidos dos quatro roteiros e também já ter se hospedado em todos os hotéis selecionados. “Conseguimos vagas em restaurantes, como Il Luogo di Aimo e Nadia, de Milão, que têm uma fila de reservas de quatro meses”, diz o idealizador do programa. Segundo ele, a fama do lugar se fez pela comida e pelo fato de o cliente ser servido pelos proprietários, o casal que dá o nome ao restaurante. “Definitivamente, este tipo de viagem foi desenhado para milionários que exigem o melhor, mas querem pagar como ricos, já que os pacotes custam a partir de US$ 16 mil por pessoa”, afirma Doria Jr.

(Fonte : Revista Isto É Dinheiro)

DOCE LUXO


Expansão do mercado de luxo no Brasil alavanca venda de produtos gourmet e coloca o País na rota da gastronomia mundial

O crescimento vigoroso da economia brasileira tem um novo protagonista: o mercado de luxo. O País, que ficou à margem das nações desenvolvidas durante décadas, se tornou o novo queridinho das empresas que atuam com o que há de melhor.
No ano passado, a América Latina apresentou um crescimento de 12% no setor de luxo. Porém, o grande destaque ficou para o mercado brasileiro, que chegou a crescer 24%. Os especialistas garantem que o Brasil é visto como um mercado especial e promissor.
O setor faturou US$ 8,9 bilhões em 2010, o equivalente a cerca de R$ 15,7 bilhões. Para 2011, a projeção é de que as vendas de produtos e serviços de luxo cheguem a US$ 11,9 bilhões por aqui, o que representaria uma expansão de 33% comparada a 2010.
Para o presidente da MCF Consultoria, Carlos Ferreirinha, a gastronomia nacional é uma das áreas das que mais se destacam. “A alta gastronomia supera as expectativas e cresce a ritmo vigoroso em toda a América Latina. Em 2010, algumas empresas apresentaram surpreendentes taxas de crescimento de 35%”, afirma.
Robert Harrison, diretor de vendas internacionais da suíça Barry Callebaut, maior fabricante de chocolates do mundo, concorda. A empresa trouxe mais de cem chocolatiers de várias nacionalidades para conhecer fazendas de cacau em Ilhéus, na Bahia, e a produção de chocolate brasileira. É a primeira vez que o encontro bienal acontece fora da Europa.
“Visitar um país produtor de cacau era um desejo antigo dos chocolatiers. Para a maioria, foi a primeira vez que viram um cacau in natura”, afirmou Harrison.
Durante três dias, a produção brasileira de cacau foi apresentada aos chefs e consultores técnicos em palestras e visitas às plantações e também à fábrica da Barry Callebaut em Ilhéus – do cultivo até o beneficiamento do cacau em produtos semi-acabados na fábrica local.
O mercado de chocolate gourmet cresce acima da media do setor. Na última Páscoa, o reajuste médio dos ovos de chocolate foi de 7,5%, enquanto que o aumento nas linhas Premium chegou a 20%. Essa é a lógica do segmento: volumes baixos, margens altas.
Para o encerramento do encontro, os chefs Flavio Federico e Rodrigo Oliveira, conhecidos por trabalharem preferencialmente com produtos brasileiros, demonstram receitas exclusivas que misturavam frutas, cachaça e especiarias 100% nacionais ao chocolate. Sementes de Umbuarana e de Cumuaru, além de rapadura e frutas como Araticum, Cambuci e Butiá compuseram alguns dos doces.

(Fonte : Revista Isto É Dinheiro)

BRASIL INVESTE NA TECNOLOGIA PARA PESCAR MAIS ATUM



País tem 13% da água doce do mundo, mas é só o 21º produtor

Empresas investem na pesca oceânica e na aquicultura, mas sofrem com falta de pesquisa e mão de obra

A imagem destoa no porto de Natal: 140 toneladas de atum são retiradas de um freezer gigante, abaixo do convés. Congelados a 60 graus negativos, em alto mar, os peixes foram capturados entre 200 e 400 metros abaixo da superfície.
O instrumento da pesca é o espinhel -fio de nylon com 150 quilômetros de extensão, onde são presos 3.000 anzóis. Após lançados, são controlados por computador.
A embarcação é japonesa, mas foi arrendada pela brasileira Atântico Tuna. Além deste, outros nove barcos similares estão sendo operados pela empresa nacional.
Em três meses de atividade, os dez barcos da Atlântico Tuna pescaram 350 toneladas da espécie albacora-branca, mais do que as 200 toneladas capturadas em todo o ano de 2009 pelo Brasil.
"Queremos ser protagonistas na pesca oceânica e assumir o papel do Brasil no Atlântico", diz Gabriel Calzavara, presidente da empresa.
Em um ano, a empresa quer pescar 8 mil toneladas de albacoras -hoje, o volume nacional é de 4,7 mil toneladas.
No porto, o contraste entre a embarcação recém-chegada e os velhos barcos nacionais -a frota pesqueira do país tem entre 35 e 40 anos- simboliza o período de transição do setor no país.
"A pesca industrial entra em uma nova fase com a introdução de tecnologia de águas profundas. Hoje, no Brasil, a pesca está restrita a 100 metros de profundidade", diz Alberto Cortez, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
"Sem sombra de dúvida, é na pesca oceânica que temos mais condições de aumentar a produção. Mas está bem claro que precisamos de tecnologia e mão de obra qualificada", diz Eloy de Sousa Araújo, secretário do Ministério da Pesca e Aquicultura.
O modelo de parceria com uma empresa estrangeira é um dos caminhos para incorporar tecnologia à atividade.
No caso da Atlântico Tuna, os barcos japoneses poderão ser comprados após dois anos de arrendamento. Na área de pesquisa, a aposta é a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), bem sucedida no agronegócio. Após a criação do Ministério da Pesca, há dois anos, a estatal está sendo convocada a participar mais do setor.

CORRENDO ATRÁS

Os gargalos em pesquisa e pessoal mostram o atraso do Brasil na pesca. Apesar de possuir 13% da água doce do planeta e uma costa de 8.500 quilômetros de extensão, o país tem papel de coadjuvante. Produz cerca de 1,2 milhão de toneladas, o equivalente a 2% da produção chinesa.
Falta de políticas públicas direcionadas ao setor e a abundância de outros tipos de proteína animal no país são apontados como razões para o atraso.
Mas o cenário muda aos poucos. Nos últimos quatro anos, a aquicultura, principal aposta do governo para o setor, cresceu 60%.

EMPRESA ADOTA MODELO "SADIA" NA AQUICULTURA

A produção aquícola no país deve crescer 52% até 2015, para 1,5 milhão de toneladas. A estimativa conservadora é do Ministério da Pesca e Aquicultura.
A FAO (braço das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) vê potencial de produção de 20 milhões de toneladas para o Brasil em dez anos.
Apesar de o governo tratar a criação de peixes também como meio de inclusão social, para atingir esse porte a aquicultura precisará de escala, assim como ocorreu em outros setores do agronegócio.
Esse é o modelo adotado pela Nativ Indústria de Pescados Amazônicos, empresa que tem entre seus sócios membros das famílias Furlan e Fontana (fundadores da Sadia).
A Nativ cultiva peixes em Sorriso (MT), e possui uma indústria de processamento com capacidade de abate de três toneladas de pescados por dia.
O modelo de negócios é verticalizado, e a empresa também conta com produtores integrados, a exemplo da indústria de aves. Em 2010, faturou R$ 20 milhões, aumento de 150% em relação a 2009. Neste ano, o faturamento deve ficar em R$ 50 milhões, segundo Pedro Furlan, presidente da Nativ.
"O pescado é a proteína animal mais consumida no mundo e os frutos do mar são a quarta commodity mais exportada. O potencial é enorme", diz.

GOVERNO INCENTIVA CRIAÇÃO EM RESERVATÓRIOS DE HIDRELÉTRICAS

O governo quer aproveitar as águas de reservatórios de hidrelétricas para desenvolver a aquicultura brasileira.
"A água é propriedade da União. A usina tem autorização para produzir energia. Vamos dar concessões para criação de peixes", disse à Folha a ministra da Pesca e Aquicultura, Ideli Salvatti.
Além de dar aos recursos da União mais uma finalidade, a vantagem de construir parques aquícolas em áreas de hidrelétricas é a agilidade no licenciamento ambiental.
Segundo a ministra, os estudos científicos sobre os reservatórios, que podem demorar até dois anos para ficar prontos, são iguais para as duas atividades. Trabalhos já desenvolvidos para a instalação das usinas, portanto, poderiam ser aproveitados para a aquicultura.
Em um evento marcado para o final de julho, Ideli tentará convencer os concessionários das usinas a compartilhar com o ministério seus estudos sobre os reservatórios. "Mais do que uma economia em dinheiro, seria uma economia de tempo", afirmou. A ação está sendo coordenada com o Ministério de Minas e Energia.
Para a concessão dos reservatórios para os criadores de peixes, não é necessária autorização das usinas, e sim outorga da ANA (Agência Nacional das Águas).
Até agora, foram entregues títulos de concessões para aquicultores em três reservatórios: Castanhão (CE), Tucuruí (PA) e Itaipu (PR). Até o final deste ano, mais três parques devem estar em funcionamento em Ilha Solteira (entre SP e MS), Três Marias (MG) e Furnas (MG).
"Há mais 35 reservatórios que podem receber criações de peixes já no ano que vem. Se eu conseguir essa negociação com o setor elétrico, esse número pode subir para 100", afirma.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo / imagem divulgação)

AEROPORTO DE CURITIBA É ELEITO MELHOR DO ANO PELO PRÊMIO AVIÃO REVUE


O Aeroporto Internacional de Curitiba (PR) foi eleito o Aeroporto do Ano pelo Prêmio Avião Revue de 2011, entregue nesta quinta-feira (02/6), em São Paulo. Os aeroportos internacionais de Recife (PE) e do Galeão (RJ) foram os outros dois finalistas na categoria. Ao todo, 15 aeroportos brasileiros concorreram ao troféu.
Os vencedores do prêmio, promovido pela revista especializada Avião Revue, foram escolhidos por duas comissões, com dez jurados cada, formadas por profissionais e jornalistas especializados, e pelo voto de mais de seis mil leitores da publicação, pela internet.

(Fonte : Mercado & Eventos)

HOTÉIS DE NOVA YORK TERÃO DISPOSITIVOS "ANTIESTUPRO"

Ao menos dois hotéis de Nova York que registraram casos de abuso sexual contra camareiras prometeram adquirir "botões de pânico" para prevenir novos casos.
O "botão de pânico" é um aparelho eletrônico que, ao ser acionado pela camareira, emite um sinal eletrônico para uma central, sem a necessidade de uso de fios.
A ideia é que as camareiras consigam pedir socorro para outros funcionários do hotel caso sejam vítimas de agressão sexual por parte de hóspedes nos quartos.
Um dos estabelecimentos que prometeu adotar a novidade é o Sofitel, palco do suposto ataque do ex-diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, 62, a uma camareira de 32 anos no dia 14 de maio.
O outro é o hotel The Pierre, que registrou caso parecido envolvendo o banqueiro egípcio Mahmoud Abdel Salam Omar, no domingo.
Além do "botão de pânico" o The Pierre estuda oferecer treinamento às suas funcionárias sobre como prevenir ataques do gênero.
O Conselho de Hotéis e Motéis de Nova York afirmou que deve negociar para que 150 hotéis da cidade adotem o dispositivo em 2012.
Segundo o comissário de polícia de Nova York, Raymond Kelly, uma das maiores dificuldades das investigações desses casos é que as vítimas demoram para entrar em contato com as autoridades -dificultando a busca de provas- ou nem mesmo procuram a polícia.
No caso do hotel The Pierre, a camareira de 44 anos que foi atacada contou imediatamente ao seu superior sobre a agressão. Porém, ele só comunicou a polícia um dia depois.
Omar foi formalmente acusado do crime de abuso sexual pela Justiça de Nova York, que estabeleceu uma fiança de US$ 25 mil.

(Fonte : Jornal Folha de S.Paulo)