quinta-feira, 26 de maio de 2011

MUDAR IMAGEM DO PAÍS NO EXTERIOR É ESSENCIAL PARA COIBIR TURISMO SEXUAL



Deputados e representantes do governo ressaltaram nesta quarta-feira, no Seminário sobre Políticas Públicas de Combate à Exploração Sexual Infantil e ao Turismo Sexual, que mudar a imagem do Brasil no exterior é primordial para combater o turismo sexual no País. O evento foi promovido pelas comissões de Turismo e Desporto; e de Direitos Humanos e Minorias.
O assessor da Presidência do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Walter Luiz, informou que nos últimos sete anos o órgão abandonou a promoção do turismo no Brasil no mundo por meio da exploração da imagem da mulher. A coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Leila Paiva, também destacou a necessidade de coibir, internacionalmente, as propagandas de turismo sexual no Brasil. “Dessa forma, não haverá mais a demanda por esse tipo de turismo”, disse. “Temos de mostrar, em âmbito internacional, que o Brasil não se cala diante dessa realidade; que a população brasileira não aceita essa realidade e a denuncia”, acrescentou. Segundo ela, mais de 150 mil denúncias de exploração sexual já foram feitas por meio do Disque Denúncia Nacional – Disque 100, serviço de recebimento, encaminhamento e monitoramento de queixas de violência contra crianças e adolescentes.
Para o presidente da Comissão de Turismo e Desporto, deputado Jonas Donizette (PSB-SP), a exploração da imagem da mulher brasileira no passado foi um erro. Ele considera o turismo sexual uma degradação para o País: “Muitas pessoas ainda associam vir para o Brasil com esse intuito e isso é muito ruim”. Segundo ele, o combate ao problema será uma das prioridades da comissão para os próximos anos.
Vice-presidente do colegiado, o deputado Romário (PSB-RJ), também declarou estar comprometido com a causa e estimulou a denúncia do crime. “Turismo não é isso; turismo é diversão e alegria”, sustentou. O parlamentar ressaltou que o assunto vai ser explorado nas visitas realizadas pela comissão às cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. “Estamos atentos ao problema.”

NATURALIZAÇÃO DO PROBLEMA ALIMENTA A IMPUNIDADE

A coordenadora da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente, deputada Erika Kokay (PT-DF), afirmou que o problema envolve diferentes formas de dominação: do adulto em relação à criança; do homem em relação à mulher; do mais poderoso com o menos poderoso. “Se é uma questão cultural, não é natural e poderá ser desconstruída”, argumentou. Conforme ela, a naturalização do problema alimenta a impunidade – Kokay informou que vários casos já denunciados não foram punidos.
Já a deputada Liliam Sá (PR-RJ), uma das autoras do requerimento para a realização do seminário, mencionou que, no Rio de Janeiro, crianças vendiam o corpo a R$ 1,99. “As crianças e os adolescentes não se prostituem; são prostituídos”, destacou. “A exploração sexual é uma das piores formas de trabalho infantil”, completou. De acordo com ela, muitas meninas desaparecidas de 7 a 12 anos estão sendo exploradas.
A presidente da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Oreni Campêlo Braga, também afirmou que o problema envolve o tráfico de crianças e adolescentes. Ela lembrou que tem crescido o número de jovens do sexo masculino vítimas de exploração no seu estado. Desde 2005, a empresa realiza campanha de sensibilização contra a exploração sexual infantojuvenil. Nacionalmente, o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual da Criança e do Adolescente é celebrado em 18 de maio.

(Fonte : Ag. Câmara de Notícias, com publicação no J. Correio do Brasil / imagem divulgação)

PRESIDENTE DE GRUPO DOS EUA COBRA ESFORÇO DO BRASIL PARA VISTO

Roger Dow, presidente da U.S. Travel Association of America, Luiz de Moura Jr., vice-presidente da mesma associação que reúne toda a indústria do turismo nos EUA, e William Talbert 3º, presidente do Greater Miami Convention and Visitors Bureau, defendem a inclusão do Brasil no programa Visa Waiver.
Durante o 43º Pow Wow - evento que reuniu entre os dias 21 e 25 de maio em San Francisco, Califórnia, cerca de 5.000 profissionais do setor de turismo -, os três falaram com exclusividade à Folha.
Dow é o mais reticente, acha que a questão dos viajantes que vão aos EUA e não voltam é real e que precisa ser discutida com transparência.
Se a inclusão realmente acontecer, brasileiros seriam dispensados de visto para entrar nos EUA e vice-versa.
Segundo todos eles, o governo federal norte-americano estaria considerando seriamente a questão. Como a necessidade de visto é baseada em reciprocidade, a medida deve aumentar bilateralmente o trânsito de turistas entre os dois países.

Leia a seguir trechos das entrevistas, em formato de depoimentos:

ROGER DOW, PRESIDENTE DA U.S. TRAVEL ASSOCIATION OF AMERICA

"Muitas coisas devem acontecer para que o Brasil entre no programa Visa Waiver [que isentaria os brasileiros da necessidade de visto para entrar nos EUA]. Uma delas é o governo brasileiro estar realmente envolvido na questão, idem os brasileiros.
Recentemente a Coreia do Sul, a Grécia e os países do Leste Europeu, como a Polônia, foram dispensados de visto para entrar nos EUA e vice-versa. Os debates que resultaram nisso demoraram dois ou três anos.
Ficar mais tempo do que o permitido nos EUA é outro assunto. Há gente na política norte-americana com medo disso. Mas precisamos dialogar, ver se o Brasil está dentro dos critérios.
Vocês agora têm uma enorme classe média e muita gente viajando pelo mundo. A U.S. Travel Association é uma entidade privada, mas está querendo que isso aconteça, forçando o diálogo.
Os dois lados devem conversar, com transparência.
Acho que o número de turistas brasileiros nos EUA pode crescer muito, talvez dobrar (1,2 milhão de brasileiros foram aos EUA em 2010). E vice-versa, mais norte-americanos irão para o Brasil.
O turismo é um grande exportador. Se é que o governo quer dobrar as exportações em cinco anos, como Obama declarou, o turismo é uma saída.
E não vamos precisar construir fábricas para receber mais turistas. Aliás, os hotéis, os parques temáticos e tudo o mais já estão construídos, e temos também Harry Potter!"

WILLIAM TALBERT 3º, PRESIDENTE DO ÓRGÃO TURÍSTICO AMERICANO GREATER MIAMI CONVENTION AND VISITORS BUREAU

"Acredito que a administração Obama está realmente interessada em rever a obrigatoriedade dos vistos para brasileiros.
Isso seria bom para ambos os países. Estou convencido disso. No ano passado, 500 mil brasileiros foram a Miami e gastaram cerca de US$ 1,1 bilhão, gerando empregos na nossa comunidade. Emprego! Emprego! Emprego! É por isso que sou tão otimista com essa questão da mudança de uma política para os vistos.
Brasileiros querem norte-americanos na Copa do Mundo e na Olimpíada também. Aposto que em um ano o Brasil pode entrar para o programa Visa Waiver.
Nunca antes um governo dos EUA disse "estamos trabalhando nesse assunto", mas Obama disse. Brasil e Chile deveriam ser dispensados de visto; e, graças à reciprocidade, norte-americanos iriam para esses países em maior número.
Quanto mais falarmos disso, mais cedo isso pode acontecer, no interesse desses países e dos EUA.
O Brasil é uma economia que cresce aceleradamente, vocês são a quinta maior economia do mundo, têm petróleo, etanol e minério. Não são em absoluto uma "república de banana". E são o terceiro fabricante de aviões do mundo todo!
Porque só países do Leste Europeu entraram no programa Visa Waiver? Por que não o Brasil? Você pode publicar isso: acho que em um ano a política dos vistos muda.
As pessoas precisam entender que há vantagens para todos.


OPINIÃO PÚBLICA NOS EUA

Acho que as pessoas nos EUA não pensam muito nisso, mas o setor de turismo pensa. Estou nesse negócio há 31 anos.
O que há de errado na inclusão do Brasil no programa Visa Waiver? A resposta é: vamos negociar.
E mesmo os vistos poderiam já ser feitos por videoconferência; essa necessidade de o turista viajar dentro do Brasil para conseguir um visto num dos quatro consulados me deixa chateado.
Norte-americanos passam pelo mesmo, vamos falar no assunto, torná-lo popular. Assim, durante os grandes eventos que o Brasil logo irá organizar, Copa do Mundo e Olimpíadas, essa questão já pode estar superada."

LUIZ DE MOURA JR., VICE-PRESIDENTE DA U.S. TRAVEL ASSOCIATION OF AMERICA

"Sou totalmente a favor da dispensa de vistos para brasileiros que visitam os EUA - e vice-versa. Entendo que, hoje, o desgaste que existe para se obter um visto é enorme, pois só existem quatro consulados no Brasil, muitas pessoas que vivem em outras cidades precisam viajar dentro do país, gastar dinheiro e tempo, e isso inibe viagens.
Do lado americano acontece o mesmo. Nós temos dados de que os norte-americanos visitam mais a Argentina, país vizinho, do que o Brasil, pois os norte-americanos não precisam mais de visto para ir para lá.
E olha que coisa curiosa: a Argentina entrou no programa Visa Waver [que dispensa o visto para viajar aos EUA] em 1991, mas, em face da crise econômica, saiu em 2002. Ela saiu do programa, mas não retaliou, mantendo os EUA no "Visa Waiver" deles.
Resultado: 800 mil viajantes norte-americanos vão anualmente, a turismo, para a Argentina; já o Brasil recebe cerca de 650 mil viajantes norte-americanos ao ano, a maioria a negócios, quando quem paga o visto é a empresa.
Quando a Argentina voltou a precisar do visto, o número de argentinos que se destinam aos EUA, numa média de dez anos, caiu de 500 mil pessoas para 150 mil pessoas/ano.
Acho que, com a dispensa dos vistos, o Brasil receberá ainda mais americanos. O Brasil mandou, em 2010, 1,2 milhão de turistas aos EUA; já os argentinos somaram 330 mil viajantes.
Se haverá um deficit nessa conta, depois de uma virtual dispensa de visto entre o Brasil e o EUA, eu não sei, mas acho que cabe ao governo brasileiro e aos órgãos oficiais e entidades adequadas cuidar da promoção do país no exterior.

TERRORISMO X IMIGRAÇÃO

Não acho que a liberação de vistos não tem a ver com segurança na América Latina. A "questão latina" era muito mais uma questão de imigração, de a pessoa ir aos EUA e não voltar.
Mas isso mudou, até por uma questão de conjuntura econômica. Com o real forte, não faz mais sentido o sujeito ir para os EUA para fazer um "pé-de-cash", isso mudou. O crescimento do Brasil é grande, há desemprego nos EUA etc.
Obama comentou que pode rever a questão do visto durante sua visita em março ao Brasil e ao Chile. Obviamente, os dois governos, o brasileiro e o norte-americano, precisam abordar essa questão. A taxa de rejeição de visto - medidor importante -, caiu de 6% para 3%, para vistos solicitados por brasileiros."

(Fonte : Jornal Folha de S.Paulo / imagem divulgação)

BRASIL ENVIOU 1,2 MILHÃO DE TURISTAS AOS EUA EM 2010



De acordo com um relatório divulgado pelo Office of Travel and Tourism Industries (tinet.ita.doc.gov), órgão do Departamento de Comércio dos EUA relacionado à indústria turística, o número de visitantes brasileiros que foram ao país em 2010 foi de 1,2 milhão, contra 893 mil em 2009.
No total de gastos com turismo no país, o visitante brasileiro desembolsou US$ 5.918 no ano passado, contra US$ 4.565 em 2009.
Um dado que chama a atenção é o crescimento do uso do computador como meio para planejar a viagem, que pulou de 33%, em 2009, para 36%, em 2010, um aumento de 2,9 pontos percentuais.
No que tange o motivo principal da viagem, o turismo de negócios sofreu queda de 4,3 pontos percentuais na comparação com 2009, indo de 18% para 14%. Já o turismo de lazer registrou um salto de 4,6 pontos percentuais no período, indo de 59%, em 2009, para 64%, em 2010.
Ainda de acordo com o relatório, os brasileiros foram mais a lugares históricos no ano passado, 52%, contra 42% em 2009. O total dos que visitaram museus e galerias de arte cresceu 8,1 pontos percentuais, enquanto os visitantes de parques temáticos foram de 50%, em 2009, para 55% no ano passado.
A cidade de Nova York abocanhou 49,4% do mercado brasileiro no país em 2010, contra 37,9% em 2009. Já ao se considerar Estados, o de Nova York foi responsável por 49,3% da visitação de brasileiros em 2010, contra 38,2% em 2009.

(Fonte : Jornal Folha de S.Paulo / imagem divulgação)

ESTÁDIOS DA COPA DE 2014 IMPULSIONAM RECEITAS DA MILLS


Apesar das críticas às construtoras devido ao ritmo de construção e reforma dos estádios para a Copa do Mundo de 2014, a fornecedora de equipamentos e serviços de engenharia Mills já recebe receitas provenientes das obras nas arenas esportivas. Somado a outros projetos de infraestrutura relacionados ao evento, principalmente no setor de transportes, o Mundial é a principal oportunidade da empresa nos últimos anos. "A Copa é um ótimo negócio", resume o presidente Ramon Vazquez.
Só nos cinco estádios onde presta serviços às empreiteiras, a Mills espera faturar até R$ 100 milhões. "Temos uma participação expressiva nessas arenas, porque são obras que usam muito concreto e exigem um serviço de forma e escoramento de peças muito delicado", diz. São eles: Estádio Nacional (Brasília), Arena Pantanal (Cuiabá), Arena Amazônia (Manaus), Arena Fonte Nova (Salvador) e Maracanã (Rio de Janeiro). "Temos interesse em prestar nossos serviços nos outros sete estádios também", diz.
Os eventuais atrasos no cronograma não assustam a empresa. "Estamos falando de grandes construtoras, que têm a experiência adequada para conduzir essas obras. A empresa não corre riscos por isso", garante Vazquez.
Não é só das arenas, no entanto, que a empresa que faturou no primeiro trimestre R$ 145 milhões e espera maior receita, e sim de outras obras de infraestrutura relacionadas à Copa - já que a maior parte do total de investimentos, segundo Vazquez, será feito fora dos estádios, principalmente em serviços de transporte. "Vamos nos beneficiar com as obras para o monotrilho em São Paulo, a linha 5 do metrô paulistano e a construção das vias na cidade para o BRT (sigla para Bus Rapid Transit, ônibus que circulam em via exclusiva e são uma alternativa mais barata ao metrô, em geral)", exemplifica.
Antecipando-se aos negócios gerados principalmente pelo evento, além de outras obras de infraestrutura - como serviços industriais na usina Angra 3 e no terminal portuário da CSN, ambos no Estado do Rio de Janeiro -, a Mills programou um cronograma de investimentos de R$ 1,1 bilhão entre 2010 e 2012. No próximo ano, a maior parte da quantia, aproximadamente R$ 400 milhões, será aplicada principalmente na aquisição de equipamentos. Entre eles, três unidades do que é considerada a maior plataforma aérea do mundo, a da fabricante JLG, usada para levar funcionários a alturas elevadas. Além disso, também foram compradas outras duas unidades da maior plataforma aérea telescópica do mundo - da mesma marca, que atinge 48 metros.
Mas não é só em compra de equipamentos que se baseia a política de expansão da empresa. Em fevereiro, R$ 90 milhões foram usados para comprar 25% de participação da principal concorrente, a Rohr, que no último ano teve receita operacional líquida de R$ 180 milhões e lucro líquido de R$ 20 milhões.
Na Assembleia Geral de acionistas da Rohr, a Mills elegeu um dos três representantes do conselho fiscal. "Estamos abertos a fazer novas aquisições, desde que gere valor e participação que façam sentido a nossos acionistas. Continuamos estudando outras empresas", revela, embora não divulgue detalhes. A alta carga de investimentos no triênio foi impulsionada pelo IPO da Mills, em abril do ano passado, que a capitalizou em R$ 411 milhões.

(Fonte : Jornal Valor Econômico)

PONTA GROSSA (PR) QUER SER UMA DAS SUBSEDES DA COPA



O deputado federal Sandro Alex (PPS-PR) solicitou nesta semana, em audiência com o ministro do Turismo, Pedro Novais, a inclusão do município de Ponta Grossa (PR) como uma das subsedes da Copa do Mundo e hospedar alguma seleção das que participarão do campeonato em 2014.
“Nossa cidade está a uma hora de carro de Curitiba e tem condições de atender muito bem uma seleção estrangeira”, disse o parlamentar.
Ele solicitou também a inclusão do município nos programas de qualificação profissional do Ministério do Turismo como o Bem Receber Copa e Olá Turista.

(Fonte : Panrotas / imagem divulgação)

FOZ É PRÉ-SELECIONADA PARA TREINAMENTO DA RIO 2016



Foz do Iguaçu está entre as cidades que poderão receber delegações estrangeiras nos períodos de treinamento e aclimatação para a Olimpíada 2016, que será disputada na capital carioca. A cidade venceu a primeira fase do Processo para Cadastramento e Seleção de Locais de Treinamento Pré-Jogos, sendo escolhidos o canal de canoagem e o Complexo Esportivo do Ginásio Costa Cavalcanti.
A notícia foi dada pelo secretário Municipal de Esportes e Lazer, Márcio Ferreira, e pelo diretor técnico da secretaria, Heraldo Soares Jr., que nesta semana participaram de um seminário no Rio de Janeiro, chancelado pelo Comitê Olímpico Brasileiro. O evento contou com a participação do Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral; do Presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman; do Presidente do Comitê Paraolímpico das Américas, Andrew Parsons; além de autoridades e representantes do Rio 2016 e das instalações pré-selecionadas.
O processo, dividido em fases, terminará em janeiro de 2012 e o posterior lançamento do Guia de Locais de Treinamento Pré-Jogos Rio 2016, durante os Jogos Olímpicos Londres 2012 – a ser distribuído para todos os Comitês Olímpicos e Paraolímpicos Nacionais.
“Nossa vocação turística, o apoio do trade turístico e da Itaipu Binacional, aliada a estrutura esportiva, fizeram com que Foz do Iguaçu conquistasse a primeira fase. Temos um caminho ainda a percorrer, mas acredito que conseguiremos alcançar nosso objetivo que é chegar em Janeiro de 2012 com o termo de compromisso assinado”, finaliza Márcio Ferreira.

(Fonte : Panrotas /imagem M. Tuna)

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL APROVA INVESTIMENTOS EM AEROPORTOS REGIONAIS


A Secretaria de Aviação Civil aprovou a primeira fase do Plano de Investimentos do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa) de 2011. Essa primeira fase, segundo portaria publicada no Diário Oficial da União de hoje, contempla apenas aeroportos de menor porte, que atendem à aviação regional.
Segundo a portaria, a União disponibilizará até R$ 102,3 milhões para obras nos aeroportos de Marechal Thaumaturgo (AC), Barreiras (BA), Vitória da Conquista (BA), Iguatu (CE), Linhares (ES), Anápolis (GO), Bacabal (MA), Campo Grande (MS), Dourados (MS), Breves (PA), Fernando de Noronha (PE), Cabo Frio (RJ), Ji-Paraná (RO), Caxias do Sul (RS), Vacaria (RS), Passo Fundo (RS), Rio Grande (RS) e Santo Ângelo (RS).
Esses recursos estão previstos no programa de desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária. Para o repasse dos valores disponíveis para cada obra, será necessário um termo de convênio que irá detalhar os compromissos dos Estados, que deverão dar uma contrapartida financeira. Essa contrapartida será de 15% no caso dos empreendimentos estarem localizados nas áreas prioritárias definidas no âmbito da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), nas áreas da Sudene, Sudam e Sudeco. Para os demais casos, a contrapartida será de 30%.

(Fonte : Jornal O Estado de S. Paulo)