quinta-feira, 19 de maio de 2011

TAM ESTUDA PARTICIPAÇÃO EM PRIVATIZAÇÃO DOS AEROPORTOS



O vice-presidente comercial e de Alianças da Tam, Paulo Castello Branco, revelou que a Tam está estudando a possibilidade de participar da licitação do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte – um dos primeiros modelos de concessão à iniciativa privada de um aeroporto brasileiro, com edital já lançado.
“Nós estamos estudando nesta semana o edital. Vamos analisar o investimento para ver se, dentro de uma demanda de passageiros, se faz sentido esse investimento”, revelou Branco ao final da audiência pública que discutiu ontem (quarta-feira, dia 18) a situação das companhias aéreas, na Câmara dos Deputados, em Brasília.
Segundo ele, a empresa ainda não tem um posicionamento definido quanto à participação na gestão aeroportuária, mas não descarta a possibilidade. A Tam, segundo o executivo, tem acompanhado as movimentações do governo que tem sinalizado ao mercado que dará “um choque de gestão na Infraero”, mas ainda falta a definição do modelo que será utilizado.
De acordo com a Anac, no caso de privatização dos aeroportos, as companhias aéreas não poderão ter mais que 10% de capital, justamente para evitar a concentração de slots de uma determinada companhia que eventualmente tenha a gestão do aeroporto. “Nós temos interesse em examinar essa situação. Mas precisamos saber qual será o modelo para saber se vamos investir ou não”, disse Branco.

BRASIL NÃO TEM LOW COST

Para ele, a concorrência entre os aeroportos beneficiaria o surgimento, no Brasil, de empresas verdadeiramente de low cost, que atuam no mercado vendendo tarifas mais baratas.
“Eu recebo na Tam de sete a dez presidentes de aeroportos no Exterior oferecendo o aeroporto. Se você tem concorrência, o aeroporto tem interesse em atrair nós, operadores de aviação, oferecendo tarifas mais baixas, criando melhores condições.”
As companhias brasileiras que praticam preços mais baixos, na avaliação do vice-presidente da Tam, não podem se caracterizar como low cost, como auto denominou o vice-presidente de Operações da Webjet, Júlio Perotti, durante a audiência.
“As tarifas estão cada vez mais próximas porque os custos das empresas são muito semelhantes. O que eu pago de gasolina no aeroporto de Congonhas é o mesmo que a Gol paga. O que eu pago de tarifas aeroportuárias no aeroporto de Brasília, a Webjet paga e a Azul também. As empresas não têm uma margem de manobra como se tem no Exterior. O que você tem empresas com tarifas mais baixas, apontando para um modelo low cost, mas cobrando por todos os serviços adicionais.”

(Fonte : Panrotas)

INFRAERO QUER GOL EM GALPÃO DE CUMBICA


A Infraero quer deslocar voos da Gol e de companhias aéreas de pequeno porte para dois novos galpões de carga que pretende converter em terminal de passageiros no aeroporto de Cumbica (Guarulhos, Grande SP).
Não foi feita uma determinação formal às empresas, mas a Folha apurou que esse é o desejo da Infraero, manifestado em reunião com as companhias aéreas no início da semana.
A TAM não foi considerada para não dificultar as conexões entre voos internacionais e domésticos.
A conversão dos galpões, que eram da Transbrasil e da Vasp, foi a fórmula encontrada pelo governo para ampliar a capacidade do maior aeroporto do país enquanto não é construído o terceiro terminal de passageiros.
Porém, sem a Gol, os galpões não teriam movimento suficiente para desafogar os dois terminais principais.
Procurada, a Gol disse que não foi consultada sobre o assunto.
Os galpões ocupam áreas de 10 mil m2 e 14 mil m2 e podem ser vistos da rodovia Ayrton Senna.
A transformação em terminal não será simples. Será preciso construir vias de acesso e área de estacionamento. Os passageiros terão de ser transportados de ônibus para os aviões.
Juntos, os galpões teriam capacidade para 5,5 milhões de passageiros/ano. É menos do que o necessário para acomodar a capacidade excedente do aeroporto hoje.
Cumbica tem capacidade para 20,5 milhões de passageiros/ano. Recebeu 26,8 milhões em 2010.
O cronograma para as obras dos dois galpões apresentado pela SAC (Secretaria de Aviação Civil) em reunião recente com a presidente Dilma Rousseff é apertado. A intenção é começar as obras em 1º de junho e terminá-las em 30 de novembro.
A contratação será emergencial, o que dispensa licitação. Cinco empresas serão convidadas e terão praticamente uma semana para apresentar propostas.
A Infraero constrói ainda um "puxadinho", para 1 milhão de passageiros, entre os dois terminais existentes e o local onde deve ser construído o terceiro terminal.

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo)

GOL CONTRATA CONSULTORIA PARA ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL E REDUZIR EMISSÕES



A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. anunciou que assinou um contrato com a GE Aviation PBN Services para consultoria visando economia de combustível e redução da emissão de gases. Pelo contrato, a GE auxiliará a GOL a obter autorização da ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil para operar procedimentos com RNP (Performance de Navegação Requerida), que visam reduzir o ruído, economizar combustível e, consequentemente, a emissão de gases poluentes na atmosfera. A RNP permite, também, a otimização do espaço aéreo por meio de trajetórias mais precisas, sem depender de sinais terrestres de rádio-navegação. A exatidão e confiabilidade da RNP ajudam, também, os controladores de tráfego aéreo a diminuir os atrasos dos voos e aliviar os congestionamentos.

(Fonte : Business Travel Magazine / imagem divulgação)

PANTANAL COMEÇA A OPERAR UM VOO DIÁRIO ENTRE SÃO PAULO E CAMPO GRANDE



A Pantanal Linhas Aéreas inicia, em 1º de junho, voo diário de ida e volta ligando o aeroporto de São Paulo/Guarulhos a Campo Grande, novo destino da companhia. Com essa nova rota, a companhia passará a atender um total de 20 destinos, em 13 Estados brasileiros. Na mesma data, a Pantanal iniciará uma segunda frequência entre São Paulo e Cuiabá (Mato Grosso), partindo de Guarulhos, fortalecendo a ligação aérea entre as capitais paulista e matogrossense, que atualmente já é operada com voos a partir do aeroporto de Congonhas. Os novos voos serão operados por aeronaves Airbus A319, com capacidade para 144 passageiros. Mais informações: http://www.voepantanal.com.br/

(Fonte : Business Travel Magazine)

UMA AMOSTRA DO MELHOR DA SANTA TERRINHA



Quatorze grupos, compostos de cinco degustadores mais um presidente de mesa, reuniram-se na última sexta-feira para definir os melhores vinhos presentes no Concurso Nacional de Vinhos de Portugal 2011, seguindo o modelo descrito na coluna da semana passada. Nessa derradeira fase foram reavaliados todos os rótulos que haviam alcançado medalha de ouro nos primeiros três dias de prova - nota acima de 89 pontos -, com o objetivo de definir os "prestige", galardão máximo concedido aos vinhos que obtiveram ao menos 94 pontos dos jurados.
Cabe destacar que cada amostra passa pelo crivo de duas mesas separadas, correspondendo este patamar mínimo à média aritmética dos dois grupos. Entraram na disputa 67 vinhos, dali saindo 16 "prestige", lista publicada ao lado em primeira mão com exclusividade para o Valor.
Alguns desses produtores estão presentes no mercado brasileiro, permitindo ao leitor ir buscá-los, ressalvando que a safra premiada pode não estar ainda comercializada no Brasil. Caso isso ocorra está indicada a disponível. Vinícolas ainda sem distribuidor por aqui são ótimas opções para importadoras buscando enriquecer seu portfólio.
A despeito da organização do concurso limitar em 25% do total o número de rótulos fortificados (também conhecidos como generosos) premiados, a categoria continua se destacando, tendo abocanhado nove dos 16 "prestige", entre eles o primeiro prêmio. Não é surpresa: além de ser uma especialidade portuguesa, a categoria enseja vinhos sedutores e que impressionam, tendendo, assim, a alcançar pontuações mais elevadas que brancos e tintos.
No que diz respeito a medalhas de ouro, a presença de fortificados foi bem menor, apenas três. As regiões que mais se destacaram foram, pela ordem Alentejo, com 14 prêmios e Douro 12, relativamente distantes das demais: Tejo e Vinhos Verdes, cinco cada, Dão, Lisboa e Península de Setúbal, três cada, e Bairrada com duas.
O CNV tem como objetivo dar um panorama dos vinhos portugueses, não havendo, por parte dos produtores, interesse em colocar à prova seus ícones, rótulos consagrados que não necessitam mais de prêmios para demonstrar qualidade. Aliás, teriam mais a perder do que a ganhar. Ainda que alguns tenham concorrido e não tenham ganho medalha - é pouco provável que isso tenha acontecido, dada a forma com que o concurso é conduzido - isso fica no anonimato, já que todas as garrafas são identificadas apenas por um número e a relação completa não é divulgada. O fato é que obter uma menção numa prova séria e especifica como esta é um reconhecido atestado de qualidade que pode servir como diferencial na acirrada concorrência hoje existente em todos os mercados.

(Fonte : Jornal Valor Econômico / imagem divulgação)

TINTO E BRANCO



As exportações brasileiras de vinho cresceram 144% no primeiro trimestre deste ano. Foram vendidos US$ 544,5 mil, ante US$ 223 mil em igual período de 2010. O número de destinos aumentou de 10 para 16 países neste ano, segundo dados do Ibravin e da Apex.

(Fonte : Col. Mercado Aberto / imagem divulgação)

MINISTÉRIO DA CULTURA LANÇA COMPLETO GUIA SOBRE 3 MIL MUSEUS BRASILEIROS


Para marcar o Dia Internacional de Museus, o Ministério da Cultura lançou ontem, no Rio de Janeiro, um guia que reúne informações variadas sobre mais de 3 mil museus espalhados pelo território nacional. Fazem parte da publicação dados como endereço das instituições, tipo de acervo, acessibilidade, ano de criação, horário de funcionamento e infraestrutura disponível. De acordo com a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, a compilação dos dados, desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), pode estimular o brasileiro a conhecer melhor a memória do país.
A coordenadora-geral de Sistemas de Informação Museu do Ibram, Rose Miranda, explicou que o guia foi criado com base no banco de dados do Cadastro Nacional de Museus, criado pelo instituto em 2006. “Esse é o maior e mais completo guia desse tipo. O máximo que os anteriores conseguiam reunir eram 800 instituições. Agora, ultrapassamos a marca dos 3 mil [museus]”, afirmou. Entre os museus listados, há os tradicionais, como o Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro - que reúne um acervo de quase 280 mil itens que contam fatos importantes da história do país - e outros menos conhecidos pela população que, muitas vezes, trazem temas até pitorescos, como o Museu da Cachaça, em Miguel Pereira (RJ); do Computador, em Maringá (PR); e dos Brinquedos, em Belo Horizonte.
A museóloga explicou que, inicialmente, foram impressos 6 mil exemplares. Parte deles será distribuída em diversas instituições relacionadas à cultura no país. Outra parte será vendida em livrarias comerciais. Ainda segundo a coordenadora do Ibram, o conteúdo será disponibilizado gratuitamente para download e consulta no site www.museus.gov.br .

(Fonte : Business Travel Magazine)