segunda-feira, 2 de maio de 2011

REDE SLAVIERO HOTÉIS INAUGURA NOVA UNIDADE EM SP


O novo empreendimento, com inauguração prevista para 1º de julho de 2011, será de categoria econômica e estará localizado em frente ao aeroporto de Congonhas.
Já presente no Bairro Jardins, a Rede Slaviero Hotéis anuncia agora a chegada da sua segunda unidade na cidade de São Paulo. Localizado em frente ao Aeroporto de Congonhas, o Slaviero Slim Congonhas será de categoria econômica.
O novo hotel terá 180 apartamentos e um centro de convenções para até 400 pessoas. Oferecerá wireless gratuito, restaurante, café da manhã incluso na diária, room service 24 horas, estacionamento amplo e coberto e traslado gratuito Aeroporto-Hotel-Aeroporto.
Eraldo Santanna, diretor de expansão da Rede Slaviero Hotéis, destaca a importância desta nova unidade na maior cidade do país. “Esta nova unidade reforça a presença da Rede Slaviero Hotéis na cidade de São Paulo, sendo este um dos principais objetivos do plano de expansão da Rede, que é levar sua marca aos principais centros econômicos e financeiros do país. Estamos em um local privilegiado da cidade, com ótima demanda para o conceito de hospedagem econômica, além de obter maior visibilidade para a consolidação da marca”.
O Slaviero Slim Congonhas tem inauguração prevista para 1º de julho deste ano.

(Fonte : MetaAnálise)

RESTAURANTES SERÃO PONTOS DE INFORMAÇÃO TURÍSTICA



O presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, afirmou que os 180 mil profissionais de restaurantes participantes do programa Bem Receber do Ministério de Turismo servirão mais que uma boa refeição aos turistas que desembarcarão no Brasil para a Copa do Mundo de 2014. “Nosso objetivo é formar uma linha de frente para prestar informação turística de boa qualidade aos nossos visitantes”, afirmou ele, que participou ontem, em Brasília, do lançamento nacional do Brasil Sabor.
"Existem poucos postos de informações turísticas nas cidades e o turista muitas vezes fica perdido quando começa a explorar o destino. Nós vamos ajudá-lo, passando informações de pontos turísticos, atrações, entre outras", disse Solmucci.

SABOR BRASIL

O festival gastronômico, que está reunindo cerca de 1,5 mil estabelecimentos em todo País, já é considerado o maior do gênero no planeta e começou oficialmente dia 28/4, seguindo até 29 de maio. A iniciativa faz parte do programa Roteiros do Brasil do Ministério do Turismo, que como objetivo valorizar a gastronomia brasileira, e tem o Sebrae Nacional como parceiro.
Durante o festival, os estabelecimentos participantes oferecem, a preços diferenciados, um prato específico, uma receita nova, para o evento, que mais bem represente a gastronomia local, respeitando a especialidade da casa. A expectativa da Abrasel, de acordo com Solmucci, é que o Sabor Brasil motive a venda de um milhão de pratos em todo País. Somente em Brasília são 87 restaurantes participantes e a expectativa é a venda de 40 mil pratos.
A festa de lançamento foi na Faculdade IESB e reuniu mais de mil pessoas, entre convidados e consumidores. Alguns dos restaurantes participantes apresentaram, em formato de degustação, os pratos que servirão durante o festival. “O fruto do Sabor Brasil da evolução da nossa gastronomia. Há alguns anos atrás, todo mundo oferecia steak au poivre. Hoje, temos restaurantes reconhecidos entre os dez melhores do mundo. O festival é um incentivo a criatividade dos chefs e uma motivação para o brasileiro conhecer sua gastronomia”, afirmou.

(Fonte : Panrotas / foto divulgação)

AEROPORTOS - UMA POLÍTICA MAIÚSCULA


Dois anacrônicos dogmas ideológicos do Partido dos Trabalhadores (PT) foram derrotados nos últimos dias: a presidente Dilma Rousseff decidiu privatizar aeroportos e o Banco Central restabeleceu a taxa Selic como principal instrumento de controle da inflação.
No caso dos aeroportos, a realidade nocauteou o preconceito: o Estado não tem dinheiro nem a Infraero tem competência para tocar as obras. Essa estatal passou oito anos do governo Lula desperdiçando dinheiro público com desvios e roubalheira, e o pouco que sobrou para os aeroportos foi usado em maquiagens grosseiras que não ampliaram a capacidade de operação nem melhoraram a qualidade dos serviços.
Já a direção do Banco Central, com a nova postura de aliada do ministro da Fazenda, Guido Mantega, incorreu em erro estratégico de gestão macroeconômica, ao jogar para escanteio a política de juros e priorizar as "medidas macroprudenciais" de restrição ao crédito, esperando efeito sobre a queda do consumo. Nem arranhou. A demanda continua forte, porque o comércio ampliou o número de prestações para fazer caber seus valores no orçamento das famílias.
Obrigado a recuar e reconhecer que a clássica arma de manejar juros funciona com mais eficácia para conter a inflação, o Banco Central promete agora um longo período de aumentos da taxa Selic.
Esses deslocamentos confusos da política monetária transmitem dubiedade, insegurança, indecisão e são prato cheio para o mercado financeiro especular, prejudicando o percurso da inflação. Situação própria de um governo que quer fazer omelete sem quebrar ovos, reduzir a demanda sem abalar a geração de empregos.
Como reagirá agora o quixotesco Guido Mantega? Vai brigar com o Banco Central, como fazia na época de Henrique Meirelles? Ou aplaudir a elevação da Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom)? A ver.
Aeroportos. É uma tarefa fácil e rápida constatar a incompetência da Infraero. Nos oito anos de governo Lula, ela se especializou em fraudar com dinheiro público e degradar a qualidade dos serviços em aeroportos. A CPI do Apagão Aéreo apurou práticas de superfaturamento com desvios de R$ 254 milhões em obras no aeroporto de Guarulhos (SP); R$ 52 milhões em Macapá (AP); R$ 41 milhões no terminal Santos-Dumont (RJ); mais R$ 28,4 milhões em Salvador (BA); e R$ 12 milhões em Congonhas (SP). O Tribunal de Contas da União (TCU) constatou irregularidades em contratos que somaram R$ 3 bilhões. Foram oito anos de gestão do PT na Infraero, muito dinheiro desperdiçado e nenhum diretor punido ou responsabilizado judicialmente.
A Infraero não serve mais e a presidente Dilma Rousseff sabe disso. Em reuniões internas, ela tem criticado duramente as últimas gestões desastradas da empresa e repetido não temer greves de funcionários contra a privatização. Depois de oito anos em que a empresa foi comandada por políticos, Dilma escolheu agora um técnico para dirigir a Infraero. Funcionário de carreira e ex-diretor de Liquidação do Banco Central, Gustavo Vale entrou prometendo abrir o capital, demitir 1,2 mil de um total de 11 mil funcionários e fazer dela uma estatal eficiente. Conseguirá? Há quem não acredite. Os governadores do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e de Minas Gerais, Antonio Anastasia, por exemplo, querem a Infraero bem longe da gestão dos aeroportos em seus Estados.
Ainda é desconhecido o que fará a Infraero nos cinco aeroportos que serão privatizados (Guarulhos e Viracopos, em São Paulo; Confins, em Minas; Galeão, no Rio; e o de Brasília). O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, diz que a ideia é o consórcio privado que realizar as obras dividir com ela a administração de grandes terminais.
Dificilmente empresas com experiência em dirigir aeroportos na Alemanha, Espanha e França e candidatas às licitações terão interesse em partilhar a gestão com uma estatal com o histórico da Infraero. Apenas imaginar a confusão criada pelo duplo comando e métodos de ação tão diferentes faria empresas de grande porte e experiência no negócio desistirem antes da licitação. Muito menos elas aceitarão ter seu capital investido remunerado com aluguéis de lojas nos terminais.
O maior atrativo para quem está nesse negócio não é explorar lojas, mas as receitas pagas por empresas aéreas pela permanência de aeronaves em solo e cobradas dos passageiros nas taxas de embarque.
Por enquanto, falar sobre o modelo de gestão dos terminais que se tornarem privados é especular. O BNDES trabalha na definição de regras para os editais de licitação e a presidente Dilma dará a palavra final. Ao governo interessa tocar as obras com dinheiro privado, pressa, eficiência e qualidade de resultados.
E, para atrair empresas privadas capacitadas a atender a tais requisitos, o governo terá de aprender com experiências de outros países e avançar para um modelo vantajoso para as empresas, para o governo e para os usuários de aeroportos.
O presidente da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês), o italiano Giovanni Bisignani, defende a privatização por meio de concessões, mas com um órgão regulador forte e independente para evitar a prática de monopólios e que onere muito o usuário.
Uma alternativa seria conceder a gestão aos consórcios privados em troca de indenização financeira ao Estado, em sistema de outorga, e o cumprimento de certas exigências, como metas de investimentos futuros na melhoria dos serviços, enquanto durar o prazo de concessão. Como ocorreu e ocorre no setor de telecomunicações.
À Infraero caberia fiscalizar a operação das empresas privadas e reforçar a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na concepção de regras de regulação, atuando como um braço da Anac em cada aeroporto. Aqueles funcionários operacionais indispensáveis para fazer funcionar os terminais poderiam, por exigência do edital, ser transferidos para as empresas que vencerem as licitações.
O governo precisa pensar não em remendos para a Copa de 2014, mas numa política maiúscula, com regras duradouras que façam do investimento uma constante, não um episódio de urgência. O apagão aéreo é uma ameaça que cresce continuamente. Nos últimos três anos o número de passageiros que circulam em aeroportos brasileiros cresceu nada menos do que 60%, e em 2011 serão 180 milhões/ano. Quantos serão no pico da Copa?

Por Suely Caldas

(Fonte : Jornal O Estado de S. Paulo)

CONGRESSO QUER PASSAGEM AÉREA MAIS BARATA



Prestes a votar novas regras para o setor aéreo brasileiro, a Câmara dos Deputados analisa um projeto que promete melhorar a vida de quem precisa pegar avião no país. O jeito encontrado pelos parlamentares? Aumentar a participação de dinheiro estrangeiro nas empresas aéreas nacionais.
Com o apoio do governo, a mudança deve ajudar as companhias a se reestruturarem, o que pode derrubar o preço das passagens. O que o projeto não responde é como os aeroportos vão melhorar sua infraestrutura para receber mais gente.
Um estudo do Ipea (Instituto de Políticas Econômicas Aplicadas) divulgado no último dia 14 aponta que, dos 20 maiores aeroportos brasileiros, 17 operam hoje acima da capacidade. De acordo com o instituto, com o aumento da demanda pelo transporte aéreo, mesmo com todos os investimentos de ampliação dos terminais previstos para a Copa de 2014, dez dos 13 aeroportos que serão ampliados já estarão novamente acima da capacidade quando o Brasil sediar os jogos.
A presidente Dilma Rousseff, porém, deu sinais na última semana de qual será a solução do governo para evitar um novo caos aéreo no país: as concessões dos aeroportos para empresas privadas. Segundo anunciou governo, os aeroportos de Guarulhos (SP) e de Brasília serão os primeiros. Os editais de concessão dos dois aeroportos serão lançados agora em maio, e mais concessões veem por aí.
Já o projeto que promete novos tempos para a aviação nacional saiu da comissão especial formada na Câmara em junho do ano passado, que mudou 47 dos 324 artigos do Código Brasileiro de Aeronáutica, dando mais direitos ao consumidor.
O atual Código diz que o passageiro precisa enfrentar um atraso de pelo menos quatro horas para embarcar em outro voo ou receber o reembolso. Já o novo texto diz que, depois de duas horas de espera, o passageiro terá direito a refeições, cartões telefônicos e acesso à internet.
A partir da terceira hora de espera, o passageiro poderá fazer uma destas escolhas: embarcar em outro voo no mesmo dia ou escolher entre as datas disponíveis, passar oficialmente a passagem para terceiros, ou receber o reembolso do valor pago.
Mas a principal mudança é mesmo o aumento de até 49% de capital estrangeiro nas ações das empresas brasileiras, contra o atual limite, de 20%. O consenso em torno do projeto é tanto que governo e oposição nem brigaram dessa vez. O então vice-presidente da comissão, o tucano Bruno Araújo (PE), falou das mudanças ao R7.
Par ele, “esse oxigênio vai dar sobrevida aos serviços, ganhando o consumidor”. Ele aproveitou para negar que o aumento da participação internacional vá tirar o controle das empresas brasileiras sobre o setor.
- O controle continua sendo nacional por ser estratégico, concessão pública. Não se perde o controle de gerenciamento, mas aumenta os recursos para ajudar capitalizar em um setor em crise internacional desde o ataque terrorista nos Estados Unidos em 11 de setembro [de 2001].
Na época, o então relator do caso, o hoje ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), disse que a mudança daria tanta competitividade às empresas que a consequência natural seria a queda nos preços dos bilhetes aéreos.
Na semana passada, o governo mandou o ministro do Turismo, Pedro Novais, defender a proposta ao dizer que “o número de voos está crescendo devagar”.
- Com essa medida, pretendemos que eles [os vôos] cresçam. Pretendemos acelerar para que elas [as companhias brasileiras] se desenvolvam.

INFRAESTRUTURA

Mas se mais gente pegar avião, como os aeroportos, já em crise, vão dar conta da demanda? Araújo diz que o aumento de capital estrangeiro não vai “criar novas pistas para pouso”, mas vai servir para “pressionara o governo” a investir.
Já para o presidente da Andep (Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo), Cláudio Candiota, os aeroportos não terão a infraestrutura necessária pra suportar o aumento de passageiros porque os órgãos públicos que administram a aviação civil – a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e a Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária) – estão “loteadas por militantes políticos, que não entendem nada de aviação”.
- Podem colocar quantas empresas quiserem, mas, se na gestão tiver uma tonelada de políticos, não haverá fiscalização adequada.
Quem também se preocupa com a administração do setor é a Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), que aponta o crescimento dos acidentes aéreos no país desde que a Anac foi criada, em março de 2006: foram 58 em 2005, 66 no ano seguinte, 78 em 2007, 102 em 2008 e um recuo um ano depois: 79 acidentes.
Para Candiota, mais importante que abrir o capital das empresas nacionais é colocar técnicos para mandar nos órgãos públicos.
- Com pessoas que entendem o que estão falando, haverá planejamento e, provavelmente, em 10 anos, a demanda por mais vôos será atendida.

OTIMISMO ?

- Não. Eu percebo a boa intenção da presidente [Dilma Rousseff], mas a fome de cargo é maior.

(Fonte : R7 Notícias / foto divulgação)

CAMARGO CORRÊA JÁ DISCUTE POSSÍVEIS SÓCIOS PARA AEROPORTOS


Interessada em administrar aeroportos que serão concedidos pelo governo, a construtora Camargo Corrêa já vem conversando com possíveis sócios, e admite estabelecer parcerias distintas de acordo com cada licitação.
"A demanda é alta, não dá para fazer tudo sozinho. Podemos ter parceiros diferentes, de acordo com cada aeroporto', afirmou o presidente do conselho de administração do grupo, Vitor Hallack, durante a versão para a América Latina do Fórum Econômico Mundial, no Rio.
O executivo ressaltou que a empresa quer se posicionar no setor. A Camargo Corrêa, por meio da subsidiária A-Port, já administra nove aeroportos em outros países.
"Já vínhamos conversando, de modo informal, com diversas empresas. Mas a partir de agora, os movimentos terão que ser mais objetivos", afirmou, se referindo ao anúncio de que serão concedidos aeroportos para a iniciativa privada.
A Camargo Corrêa já gerencia o estacionamento do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Isso, no entanto, não será determinante para definir quais licitações a companhia vai disputar.

(Fonte : Folha Online)

O AEROPORTO DE BRASÍLIA GANHOU ÔNIBUS EXECUTIVOS PARA O SETOR HOTELEIRO



O Aeroporto Internacional de Brasília/Presidente Juscelino Kubitschek ganhou na sexta-feira uma nova linha de ônibus executivos ligando o aeroporto ao Setor Hoteleiro da capital federal. Os quatro ônibus do itinerário são equipados com ar-condicionado, TV a bordo e possuem rampas e assentos exclusivos como itens de acessibilidade para deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida.
A nova linha funcionará todos os dias, inclusive nos finais de semana e feriados, e fará o itinerário Aeroporto/Esplanada dos Ministérios/Rodoviária do Plano Piloto/Setores Hoteleiros Norte e Sul, com viagens realizadas a cada 20-30 minutos. O ponto de embarque e desembarque de passageiros fica no piso térreo do Terminal de Passageiros 1 do Aeroporto de Brasília.

(Fonte : Business Travel Magazine / foto divulgação)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

NORTON LENHART ASSUME CADEIRA NO CONSELHO EMPRESARIAL DE TURISMO DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO



No último dia 20, Norton Luiz Lenhart, assumiu cadeira no Conselho Empresarial de Turismo Pró-Rio da Associação Comercial do Rio de Janeiro.
A entidade é uma das antigas e tradicionais do país e do estado.
Sávio Neves Filho, presidente do Conselho, da Associação Brasileira de Operadores de Trens Turístico e do Trem do Corcovado, convidou Lenhart para participar do Conselho e, na solenidade da posse, afirmou que o estado do Rio de Janeiro reconhece o trabalho de Lenhart em prol do desenvolvimento do turismo brasileiro e internacional. E frisou a imensa contribuição do empresário gaúcho no planejamento do turismo no estado para o enfrentamento dos grandes desafios dos próximos cinco anos com a realização da final da Copa do Mundo de Futebol, em 2014 e das Olimpíadas, em 2016.