quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

CVC EVENTOS APRESENTA-SE AOS CVBS DE VÁRIAS PARTES DO BRASIL


No segundo dia do Workshop CVC, a CVC Eventos, que iniciou seus trabalhos em julho de 2009, realizou uma apresentação para os Convention & Visitors Bureaus de diversas partes do País. Participaram da amostra o responsável pela CVC Eventos, Vitor Bauab; presidente da Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureau, João Luiz Moreira; presidentes de federações estaduais, dirigentes do CVBs e consultores do IMD/CBCVB.
“Era inadmissível que a CVC, como uma das maiores operadoras de turismo do mundo, não tivesse uma área específica para eventos”, salientou Bauab, que conduziu a apresentação. Apesar de trabalhar com eventos, Bauab afirma que a CVC não será concorrente das empresas que já estão no mercado. “O que acontecerá é uma troca de business. Não chegaremos ao cliente final para a realização de eventos, mas seremos parceiros, com apoio desde o transporte até tradução simultânea, se necessário.” Estas realizações se darão pelos contatos que a CVC Eventos tem com empresas que trabalham nessas áreas.
A CVC Eventos iniciou suas operações, segundo Bauab, “no automático”, sem muita divulgação. “No começo, o mercado não entendeu o nosso propósito e trabalhamos durante um ano para montar uma estrutura qualificada. Hoje, temos um expertise de distribuição para realização de shows, feiras, congressos, workshops e diversos outros eventos.

(Fonte & Foto : Brasilturis Jornal)

FBCVB QUER PLANO DE CRISE PARA CATÁSTROFES


Um dos temas da reunião da Federação Brasileira de Convention & Visitors Bureaux (FBVCB), que acontece durante o 17º Workshop & Trade Show CVC, é a elaboração de um plano de comunicação para crises como a que aconteceu na região serrana do Rio de Janeiro. Para o presidente da entidade, João Luiz Moreira, os destinos ficam muito prejudicados com a imagem negativa na mídia.
"Queremos criar um gabinete de crise e um plano de ação para que a comunicação nos ajude a não perder tantos turistas", disse. "Nós, da iniciativa privada, temos que assumir esta responsabilidade", completou.
Seguno Moreira, os próximos passos são formar um grupo de trabalho para elaboração deste plano, que terá entre oito e dez pessoas, e depois a definição de um cronograma. "Vamos pleitear também junto ao Ministério do Turismo um fundo emergencial com recursos para essas situações", finalizou.

(Fonte : Mercado & Eventos)

PROCOPA DO BNDES JÁ TÊM R$ 415 MILHÕES DE PROJETOS CONTRATADOS E EM ANÁLISE


O programa ProCopa Turismo, que completou um ano de operação, já conta com uma carteira de projetos contratados e em análise no montante de R$ 415 milhões. O programa foi lançado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no dia 2 de fevereiro do ano passado com objetivo de apoiar a ampliação e modernização do parque hoteleiro nacional. Ele está aberto a projetos de todo o país.
O gerente do Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo do banco, Marcus Vinicius Macedo Alves, afirmou que o programa é considerado internamente um divisor de águas. “Até o ProCopa ser lançado, a demanda por financiamento a hotel, tanto reforma quanto hotel novo, aqui no BNDES, estava bem fraca, mesmo com a perspectiva das Olimpíadas e da Copa. Depois do lançamento do programa, a quantidade de empresários, tanto brasileiros como estrangeiros, que têm vindo aqui conversar conosco é muito grande. A perspectiva é muito boa em relação ao programa e aos investimentos em hotelaria no Brasil nos próximos anos”, disse.
Os pedidos de financiamentos, segundo Alves, devem ser encaminhados ao BNDES até dezembro de 2012, mas, se houver necessidade, o banco poderá prorrogar a vigência do programa. A dotação orçamentária para o ProCopa Turismo é R$ 1 bilhão. A expectativa do banco é que esses recursos sejam totalmente investidos até a Copa de 2014. “É quase certo para a gente que esse R$ 1 bilhão vai ser todo demandado”.
As empresas que apresentam certificações de eficiência energética e de sustentabilidade ambiental dos empreendimentos podem usufruir de condições financeiras mais favoráveis. O gerente do BNDES ressaltou a consciência do setor hoteleiro sobre a importância do meio ambiente para os projetos, tanto do ponto de vista operacional como de imagem. “Porque quando você faz um hotel novo ou reforma um hotel com essas preocupações, o custo de operação do hotel diminui significativamente. Então, é um investimento que se paga, vai melhorar a imagem do hotel e, além disso, ele vai ter condições vantajosas tanto na parte de juros quanto de prazos”.
Com as certificações de eficiência energética e de sustentabilidade ambiental, o prazo de pagamento do empréstimo para construção de um hotel novo, por exemplo, passa de dez anos para até 18 anos. “Ele [empresário] ganha oito anos a mais para quitar o empreendimento. Dezoito anos aqui no BNDES é um prazo normalmente dado para projetos de infraestrutura. É uma motivação muito grande para o empresário buscar a certificação”. Em relação às taxas de juros, o projeto pode ter a taxa diminuída em até 1,8% ao ano se a empresa conseguir a certificação sustentável. “Também é muito significativo”, disse.
Do total de projetos em carteira, 64% se referem à construção de novos hotéis e o restante à reforma de unidades já existentes. As regiões Sul e Sudeste concentram a maior parte dos pedidos (54,5%). Marcus Vinicius Alves afirmou, contudo, que a tendência é de diluição dos pedidos de financiamento entre as demais regiões. “O Rio de Janeiro, principalmente, tem uma visibilidade maior devido às Olimpíadas. Mas, a gente tem recebido consultas de todo o Brasil”, afirmou.

(Fonte : Jornal de Turismo, com informações da Ag. Brasil)

PROJETO DE QUALIFICAÇÃO É FOCO DE REUNIÃO DO IBH


O principal tema da reunião do instituto Brasileiro de Hospitalidade (IBH), realizada ontem 23/02 durante o 17º Workshop & Trade Show CVC, foi o projeto de qualificação para os pequenos meios de hospedagem. O programa é fruto de uma parceria entre o IBH, a ABIH Nacional e o Sebrae. O objetivo é qualificar os trabalhadores e gestores dos meios hospedagem que contam com até 50 apartamentos.
O programa tem como foco principal as 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 e está sendo apresentado por meio de seminários para os hoteleiros destas cidades. Até o momento já foram realizados seis eventos e o próximo será em São Paulo no dia 1º de março. Com isso, a ABIH espera também conseguir mais associados, uma vez que a entidade e os seus benefícios também são apresentados para os participantes

(Fonte : Mercado & Eventos)

PERNAMBUCO QUER DESENVOLVER TURISMO DE SAÚDE


Pernambuco quer se firmar como destino para o turismo de saúde. O consultor internacional Ruben Toral foi contratado para realizar um diagnóstico identificando o potencial da cidade e avaliar qual tratamento médico será interessante focar.
“Pernambuco é o segundo pólo médico do Brasil em tamanho e reconhecimento. A ideia é trazer pacientes de fora do Brasil. O trabalho de consultoria será feito no primeiro semestre deste ano e no segundo promoveremos um evento para anunciar atuação”, revela o secretário de Turismo de Pernambuco, Alberto Feitosa.

(Fonte : Panrotas)

IBEROSTAR (BA) INVESTE R$ 1 MI EM PARQUE AQUÁTICO INFANTIL


O Iberostar Praia do Forte, na Bahia, receberá investimento de R$ 1 milhão para a construção de um parque aquático infantil, que deverá ser finalizado para as férias de julho.
“É uma tendência da rede investir nos nossos futuros compradores”, revela o diretor comercial e de Marketing Brasil da rede, Orlando Giglio, destacando que até o final de 2011 o empreendimento passará a oferecer internet wi fi nas acomodações.
O site do grupo Iberostar foi renovado e a profissional Fernanda Ribeiro foi contratada para oferecer suporte da empresa na internet. “Uma das ações desenvolvidas este ano será investir na web tanto para vendas quanto para contato e reforço da marca, atuando também nas mídias sociais”, finaliza Giglio.

(Fonte : Panrotas)

CÂMARA APROVA MP QUE FACILITA REALIZAÇÃO DAS OLIMPÍADAS DE 2016


O Plenário aprovou nesta quarta-feira, em votação simbólica, a Medida Provisória 503/10, que ratifica o protocolo de criação da Autoridade Pública Olímpica (APO), destinada a coordenar as ações governamentais para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, na cidade do Rio de Janeiro. A MP, aprovada com o texto do relator Daniel Almeida (PCdoB-BA), perde a vigência em 1º de março e ainda precisa ser analisada pelo Senado.
A votação foi possível graças a um acordo de lideranças conduzido pelo presidente Marco Maia. Os líderes decidiram transferir para a MP 510/10 a análise de um regime de licitação específico destinado a acelerar as obras necessárias à realização das Olimpíadas e de outros eventos esportivos.
As novas regras estavam em uma emenda do deputado licenciado Magela (PT-DF) e serviriam também para obras e serviços relacionados aos Jogos Mundiais Militares de 2011 (Rio 2011) e à infraestrutura dos aeroportos para a Copa do Mundo de 2014.
A APO terá sede na cidade do Rio de Janeiro e funcionará até 31 de dezembro de 2018. Essa data poderá ser prorrogada por dois anos pelo Conselho Público Olímpico, a instância máxima de decisão da APO, composta por representantes dos chefes dos executivos federal, estadual e municipal.
Pessoal
O novo protocolo de criação da APO enviado pelo Executivo substitui o que constava originalmente da MP e diminui, de 484 para 181, o número de cargos em comissão criados para a estrutura do órgão. As remunerações continuam nos mesmos valores, de R$ 1 mil a R$ 22 mil.
A seleção de pessoal poderá ser temporária e feita somente com processos simplificados, com contratos de duração de até três anos, prorrogáveis até o ano de encerramento das atividades da APO. O órgão também poderá requisitar servidores até o máximo de 20% do total de contratados.
No início de cada ano, a diretoria-executiva da APO divulgará, na internet, os nomes dos ocupantes dos cargos e funções criados para o órgão.
Quem não exercer cargo em comissão receberá valores fixados para atribuições semelhantes no Executivo federal, ou o valor de mercado, se não houver referência na administração pública. O presidente da APO será indicado e nomeado pela presidente da República, com aprovação do Senado, e o seu mandato será de quatro anos, permitida a recondução.

Contratação integrada

Uma das regras a ser discutida na MP 510/10 permite o uso da chamada contratação integrada se houver justificativa técnica e econômica. Nesse modelo, o vencedor realiza todas as etapas de um empreendimento, desde o projeto executivo até a execução de testes finais, passando pelo fornecimento de bens e realização de obras e serviços previstos no edital.
A MP 510/10 será relatada pelo deputado Hugo Leal (PSC-RJ) e perderá a vigência em 7 de abril. Ela exige das empresas reunidas em consórcio solidariedade no pagamento dos tributos federais relacionados ao empreendimento.

Projetos com risco

O Conselho Público Olímpico deverá se reunir a cada seis meses e suas decisões precisarão ser unânimes. Além de aprovar a proposta de orçamento da APO, uma de suas principais atribuições será decidir se um dos consorciados assumirá a responsabilidade por projetos com elevado risco de não serem entregues a tempo por outro governo.
Dessa forma, obras a cargo do município, por exemplo, poderão ser tocadas pela União para que o cronograma não sofra atrasos irrecuperáveis que prejudiquem os Jogos.
Antes dessa decisão, porém, caberá à direção executiva da APO indicar quais obras estão com esse risco e indicar soluções.
Caso a União assuma determinada obra, poderá reter parcelas da transferência constitucional de impostos se o estado ou a prefeitura do Rio não pagar pela obra que era de sua responsabilidade. Isso também poderá ser feito se algum consorciado não quitar as despesas de funcionamento da APO previstas no contrato de rateio.

(Fonte : Ag Câmara de Notícias)