quinta-feira, 2 de setembro de 2010

ABAV 2010 ABRE INSCRIÇÕES


Associados terão limite de inscritos para acesso gratuito e os demais contarão com desconto em credenciamento realizado até 1º de outubro

As inscrições para o 38º Congresso Brasileiro de Agências de Viagens - ABAV 2010 e Feira das Américas começaramm na ultima quarta-feira (1º). O formulário de inscrição esta disponível no site www.feiradasamericas.com.br e as credenciais serão retiradas diretamente no local do evento, de 20 a 22 de outubro, no Riocentro, Rio de Janeiro.
Para preencher a ficha de inscrição, o participante deverá clicar na área demarcada para credenciamento on-line e selecionar a sua identificação (associado, afiliado, não associado, estudante, visitante internacional ou imprensa). O sistema informará automaticamente o valor a ser pago ou se há isenção da taxa. Em seguida, será solicitado um e-mail e senha e deverão ser respondidos os campos do cadastro. Após finalizar o processo, o participante receberá um e-mail de confirmação com seu código de inscrição. Com ele, poderá dirigir-se às centrais de autoatendimento, localizadas na entrada do Pavilhão 1 do Riocentro, para retirada da credencial.

Associados ABAV: 10 inscrições gratuitas por agência

Agências de viagens associadas têm direito a 10 inscrições gratuitas para o evento. Aos demais serão oferecidos descontos, desde que o credenciamento seja realizado até o dia 1º de outubro. Nesse período, não associados e agências internacionais pagam R$ 137, estudantes R$ 74 e sócios afiliados R$ 95. Após a data, a inscrição passa a custar R$ 168 para não associados e agências internacionais, R$ 84 para estudantes e R$ 116 para sócio afiliado.

Este ano, por conta da reestruturação do Congresso, não haverá inscrição prévia para as sessões plenárias e seminários. Dentro do novo modelo, denominado "Rodadas de Oportunidades", serão ministrados de oito a 10 cursos, simultaneamente, durante dois dias do evento (21 e 22 de outubro) e a participação dos profissionais ficará sujeita à lotação das salas. Os seminários acontecerão das 10h às 12h, antes da realização das sessões plenárias, que seguem das 12h às 14h.

Saiba como se credenciar

Associados e Afiliados ABAV: inscrição feita pelo site, bastando informar o código de associado (formado pela sigla do Estado mais quatro dígitos) para identificação e obtenção de inscrição. Caso haja alguma irregularidade em seu cadastro, procure sua ABAV Estadual para regularização.

Agentes de Viagens Internacionais: inscrição feita pelo site. Visitantes internacionais devem procurar a associação dos agentes de viagens de seu país para obter um código de identificação e promoção (válida para associações internacionais parceiras da ABAV).

Não Associados: inscrição feita pelo site, por qualquer profissional do turismo. O credenciamento é confirmado mediante ao pagamento da inscrição.

Jornalistas: o credenciamento é gratuito. Jornalistas que participaram da Edição 2009 do congresso receberão, por e-mail, um credenciamento facilitado para apenas confirmar ou modificar os seus dados. Os demais interessados em realizar a cobertura do evento, precisam acessar o site, na área reservada à Imprensa, e seguir as instruções. As solicitações novas serão avaliadas pela assessoria de imprensa da ABAV e, sendo aprovadas, as credenciais poderão ser retiradas durante o evento, mediante apresentação de documentação do veículo (crachá funcional).

Estudantes: podem visitar a feira em grupos ou individualmente. Inscrições individuais poderão ser feitas pelo site, informando o código da carteira de identificação de estudante. O mesmo documento deverá ser apresentado para entrada na feira, obrigatoriamente. A visita de grupos (mínimo de 15 pessoas) deverá ser monitorada por um coordenador do curso.

Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 2129-6303 begin_of_the_skype_highlighting (11) 2129-6303 end_of_the_skype_highlighting ou pelo e-mail credenciamento@feiradasamericas.com.br.

(Fonte : Ascom ABAV)

REAL GIRA US$ 28 BI POR DIA EM CONTRATOS DE CÂMBIO NO MUNDO


O mercado de câmbio no Brasil mais que dobrou de 2007 a 2010, passando de US$ 5,8 bilhões para US$ 14,2 bilhões por dia, na média, revela o Banco Internacional de Compensação (BIS), espécie de banco dos bancos centrais. O volume no país representa 0,3% do mercado mundial de moedas. É várias vezes maior do que o mercado da Argentina, que gira US$ 1,6 bilhão por dia, mas menor que o do México, com US$ 17 bilhões, e da China com US$ 19,8 bilhões.
O BIS mostra também a fatia do giro dos contratos de câmbio envolvendo o real em todo o mundo alcançou US$ 28 bilhões por dia, em abril, quase dobrando de 0,4% para 0,7% das transações globais (como duas moedas são envolvidas em cada transação, a soma das percentagens é de 200% ao invés de 100%). Em comparação, os negócios com o yuan chinês representam 0,1% do total mundial, enquanto o peso mexicano tem fatia de 1,3%.
As transações envolvendo o par real/dólar americano atingem agora US$ 26 bilhões por dia, comparado a apenas US$ 5 bilhões no relatório de 2007 do BIS. Isso se explica também pelo fato de o banco pela primeira vez ter incluído dados dos outros países sobre as transações com a moeda brasileira, e não apenas os números fornecidos pelo Banco do Brasil.
Em junho, o banco dos bancos centrais destacou que o real se tornara a segunda moeda mais utilizada nos derivativos no mundo, só superada pelo dólar americano, mesmo se o volume no mercado à vista representar menos de 1% do total global.
O relatório mostra também que o giro dos derivativos com taxas de juros no Brasil chega a US$ 7,5 bilhões por dia (0,3% do total global) comparado a apenas US$ 100 milhões em 2007. Globalmente, essas transações cresceram 24%, totalizando US$ 2,1 trilhões em abril.
Para o especialista de câmbio Sidney Nehme, da NGO Corretora de Câmbio, em São Paulo, a atração do real se explica por duas razões. Primeiro, "é uma moeda extraordinária para ser especulada, porque o país tem um grau de risco muito baixo e taxas de juros muito elevadas, estimulando essas operações". E, segundo, nota que o mercado de câmbio tem limitação legal e só pode operar à vista, e as outras operações acabam sendo desviadas para o mercado de derivativos. "Não temos um mercado livre, o monopólio é dos bancos, que por sua vez têm posição vendida de uns US$ 12 bilhões hoje."
O mercado global de moedas já movimenta US$ 4 trilhões por dia, 20% a mais do que em 2007 e quase três vezes o tamanho do PIB do Brasil, diz o BIS. Para o BIS, o maior giro do mercado de moedas globalmente está associado a mais transações por parte de "outras instituições financeiras", categoria na qual o BIS junta hedge funds, fundos de pensão, companhias de seguros e bancos centrais.
A instituição destaca que o mercado de câmbio está cada vez mais global. Ainda mais, como notam certos analistas, porque muitas empresas continuam apostando no setor para tentar reduzir suas exposições ao risco, apesar dos desastres dos derivativos cambiais em países como o Brasil.
A parte das transações em dólar dos EUA continuou a declinar desde abril de 2001, quando o BIS começou a pesquisar o mercado de câmbio. Passou de 90% do total mundial em 2007 para 85% agora, enquanto o euro e o iene japonês ganharam 2% cada um. A fatia de moedas de 23 países emergentes cresceu para 14% comparado a 12,3% em 2007. As altas mais significativas envolvem a lira da Turquia, o won da Coreia do Sul, o real brasileiro e o dólar de Cingapura.

(Fonte : Jornal Valor Econômico)

EM LISBOA, UM JARDIM DE SURPRESAS, COM CERTEZA


Algumas pessoas se assustam logo na entrada. Um gato preto sobre o muro, em posição de ataque, é o primeiro animal que se vê. É preciso chegar mais perto para perceber que ele está imóvel e só aí se dão conta de que ele também faz parte das travessuras de Rafael Bordalo Pinheiro, um dos artistas portugueses mais importantes do século XIX, cuja obra renasce com força numa exposição montada no jardim do Museu da Cidade, em Lisboa.
O Jardim Bordalo Pinheiro, como foi batizado, traz um verdadeiro zoológico de cerâmicas que surpreende o visitante com suas cores e proporções exageradas. Além de gatos sobre muros, há gafanhotos com mais de um metro altura subindo em plantas, cobras serpenteando em arbustos, caracóis que sobem pelas paredes, macacos pendurados em árvores, sapos cuspindo jatos d ' água, lagostas voadoras e mais uma imensa fauna fantástica que nos transporta ao mundo idealizado por esse artista cuja obra se mantém atual por mais de um século.
Com a intenção de criar uma "indústria artística nacional", como ele mesmo vaticinou, em 1884 Rafael Bordalo Pinheiro fundou a Fábrica de Faianças de Caldas da Rainha, na cidade de Caldas da Rainha, a 100 quilômetros da capital. Funcionou sob sua direção até 1905, ano de sua morte. Dali saíram as peças que ganharam espaço em museus de todo o mundo e, principalmente, no cenário artístico lusitano, do qual Bordalo é figura eminente.
Com a morte do artista, a fábrica passou pela mão de herdeiros, foi comprada e vendida por empresários, passou por várias crises financeiras, mas se manteve em funcionamento, reproduzindo as peças a partir dos moldes deixados pelo artista. Hoje, está sob a tutela do grupo Visabeira, que divide com o governo português a missão de mantê-la em atividade.
A nova versão do Jardim de Bordalo foi inaugurada no fim de 2009 e não tem data para sair de sua nova casa, o Museu da Cidade. A ideia de recuperá-lo nasceu da parceria entre a jornalista portuguesa Catarina Portas e a designer Joana Vasconcelos, que visitaram a Fábrica de Caldas da Rainha e se encantaram com a existência de centenas de moldes ainda em condições de uso. "Mais de um século se passou e começamos a recuperar teimosamente esses moldes de animais, quebra-cabeças de tantas peças que faziam surgir obras gigantes que pouca gente tinha visto expostas", conta Catarina Portas. "Foi aí que surgiu a pergunta: e se reuníssemos todos esses bichos numa bela 'garden party', num jardim que seria uma verdadeira festa? Foi o que fizemos", completa a jornalista.
Além de seu gigantismo, o Jardim Bordalo Pinheiro chama a atenção do visitante por suas cores. As cobras são pintadas em tons de verde cintilante, os gafanhotos são de um amarelo intenso, os caranguejos são furta-cor, as lagostas são de um vermelho forte e as conchas, verdes limão. Em uma fonte, os peixes são cinzas e parecem flutuar, fincados ao fundo da água por hastes de metal. Em outra, menor, são abelhas gigantes que sobrevoam a água como se fosse mel, ou como se matassem a sede no liquido inquieto que parece lhes dar vida própria. Tudo nos convida a sentar e observar, deixar de lado a rotina dos passeios rápidos, atentar para minúcias, entrar no delírio do artista.
Os que desejam se aprofundar na história de Lisboa e na obra de Bordalo têm mais duas opções bem próximas dali: o Museu da Cidade, que é na verdade onde está instalado o jardim, e o Museu Bordalo Pinheiro, do outro lado da rua, dedicado exclusivamente à obra do artista.
O primeiro é indispensável a quem visita a cidade, principalmente por possuir um acervo que recupera todo o percurso evolutivo da cidade, desde a sua pré-história até o século XIX. Além de ferramentas primitivas, algumas datadas de 200 mil anos a.C., traz peças que nos remetem, por exemplo, à sua época Romana, quando a cidade era chamada de Olisipo e era um grande entreposto comercial sob o governo de Júlio César. Há também muitos detalhes da reconstrução de Lisboa depois do terremoto de 1755, que destruiu toda a cidade e a fez renascer com o traçado que possui hoje. Os projetos arquitetônicos desenvolvidos e encomendados pelo Marquês de Pombal, responsável por reconstruí-la, também estão expostos ali. Outro destaque é uma maquete construída na década de 1950 pelo artista Ticiano Violante, que reproduz a cidade nos mínimos detalhes, tal como era antes do terremoto. Hoje, a maquete faz parte de um projeto do museu chamado LISBOA 3D, que transformou o cenário produzido por Ticiano em imagens em três dimensões, disponíveis numa tela de computador ao lado da maquete. É possível ver detalhes precisos dos edifícios que faziam parte da capital portuguesa antes do cataclismo.
Os que desejarem visitar o Museu Bordalo Pinheiro só precisam atravessar a avenida.
Fundado em 1916, o museu tem origem em uma importante coleção reunida pelo poeta Cruz Magalhães (1864-1928), amigo do artista. Embora seja um local pequeno, um antigo casarão na avenida Campo Grande, nos ajuda a entender (com muito humor e sagacidade) o contexto político de um país que passava da monarquia à república de forma conturbada. Nascido em 1846, Bordalo também se dedicou à pintura, à charge e ao jornalismo, sempre reconhecido por seu humor ácido e ferino, que abalou as estruturas da conservadora sociedade portuguesa do fim do século XIX.
Um bom exemplo dessa provocação social está nas gravuras de animais que Bordalo usou para metaforizar os descalabros da política: um papagaio representa a retórica parlamentar, um grande cão magro com cara de mau representa as finanças e uma porca gorda simboliza a própria política.
Outra peça que impressiona é a Escarradeira Usurária. Numa época em que escarrar era usual, Bordalo fez desse ato uma crítica social ferrenha aos que não desperdiçam nada. Seu escarrador é um homem com óculos de intelectual, pinta de aristocrata e com a boca aberta, sorrindo para receber o escarro.
O artista também foi o criador do Zé Povinho, uma espécie de Jeca Tatu lobatiano, um matuto que representa o povo português em suas agruras políticas e sociais. É tratado sempre com descaso por políticos e pela aristocracia e se transformou em um símbolo popular.
Mas claro, o museu não reúne apenas peças de crítica social, nem tampouco a arte de Bordalo Pinheiro limita-se a isso. Ele também nos brinda com momentos de delicadeza e sensibilidade, traduzidos principalmente por suas obras de argila. É o caso dos pratos natureza-morta, dos vasos de cerâmica em forma de cesto de vime, das canecas recheadas com sapos e outras maluquices que encantam o visitante.
Mais uma vez, é preciso estar atento às surpresas preparadas pelo artista. Logo você vai perceber que um gato preto colocado na entrada do jardim não é sinal de mau agouro, mas de arte da melhor qualidade, dessas que atravessam o tempo sem perder a cor e a grandeza.

SERVIÇO

As peças de Bordalo Pinheiro estão à venda em lojas especializadas em decoração e antiquários de Lisboa. A loja A Vida Portuguesa é um boa opção. Fica na rua Anchieta, 11, no Bairro do Chiado, bem próximo ao famoso café A Brasileira. Tel.: 00 351 213 465 073 00 351 213 465 073 . Mais informações www.avidaportuguesa.com

Museu da Cidade ( www.museudacidade.pt ), av. Campo Grande, 245. Tel.: 00 351 217 513 200 00 351 217 513 200 .

O Jardim Bordalo Pinheiro fica aberto no mesmo horário do museu: de terça a domingo, das 10h às 13h e das 14h às 18h. A entrada no jardim é grátis, mas para o museu paga-se € 2,76.

Museu Bordalo Pinheiro ( www.museubordalopinheiro.pt ), av. Campo Grande, 382. Tel.: 00 351 218 170 667 00 351 218 170 667 . Aberto de terça a domingo, das 10h às 18h. A entrada custa € 2.

(Fonte : Jornal Valor Econômico)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

WET’N WILD ABRE A TEMPORADA 2010/2011 E LANÇA O MEGA WATER PLAY


Nesse ultimo sábado (28) fui conferir o lançamento das novidades para a Temporada 2010 / 2011 do Parque Aquático Wet’n Wild.
O Parque localiza-se as margens da Rodovia dos Bandeirantes, km 72, em Itupeva (SP) e, segundo o presidente do Wet’n, Alain Baldacci, e sua equipe, foram quase quatro meses de preparação, aprimorando o que há de melhor em diversão e lazer para pessoas de todas as idades.
Na ocasião houve o ato solene de assinatura de contrato do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), com a participação do novo presidente da Embratur, Mario Moyses – na ocasião representando o Ministro do Turismo, Luiz Barreto, do representante da Caixa Economica Federal, do Prefeito de Itupeva, Ocimar Poli, acionistas e executivos da Serra Azul Water Park S.A e integrantes do Conselho de Administração do Wet’n Wild, do presidente da SP Turis, Tasso Gadzanis e do presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio.
O Fungetur é um fundo direcionado ao turismo, que visa a concessão de crédito para a implantação, melhorias, conservação e manutenção de empreendimentos turísticos. E a Caixa liberou o PRIMEIRO FINANCIAMENTO PARA PARQUES TEMÁTICOS por meio do Fungetur, e isso pode ser considerado um marco no segmento.
O Parque esta sendo o primeiro empreendimento do setor a ser beneficiado pelo fundo, que financiará R$ 6,8 dos R$ 8,5 milhões que serão empregados nas três etapas de implantação da nova atração Mega Water Play, na implantação da área aquática aquecida e na construção de uma área para atendimento de eventos corporativos. A implantação da nova atração visa aumentar a capacidade e atratividade do parque, proporcionando maior tempo de permanência dos visitantes e a implantação da área aquecida possibilitará o funcionamento do parque no inverno.
O Mega Water Play é uma das maiores atrações do complexo, com 14 metros de altura e mais de 1,2 mil metros quadrados, movimentando 20 mil litros de água por minuto e que permite a interação de até 400 pessoas (crianças e adultos) ao mesmo tempo.
O sorridente e atencioso presidente do Wet’n, Alain Baldacci, frisa que a expectativa é de 18% de crescimento no faturamento com nova temporada, quando o complexo também espera aumentar o número de visitantes, chegando a 460 mil, 16% em relação a 2009.
Segundo Mellyssa Nassar, Executiva de Marketing do Parque, as novidades da Temporada 2010/2011 não param por aí. Entre as inovações realizadas estão novo e-commerce, programa de treinamento empresarial, projeto educacional, eventos e investimento em mídia.
Prestes a completar 12 anos de funcionamento, o complexo conta com a nova atração, resultado de investimentos de R$ 2 milhões, e também marca a primeira ação de naming rights do empreendimento. O nome Mega Water Play faz referência ao sorvete Mega da Nestlé, parceira do parque há alguns anos, e a escolha do nome faz parte da estratégia da empresa do setor alimentício em fortalecer a marca do produto entre os visitantes do parque.
Além da Nestlé, o parque aquático mantém parceria com outras empresas de peso e reforça sua rede, unindo-se ao Banco Itaú para beneficiar os clientes da Itaucard, que podem comprar ingressos com 50% de desconto.
Vale a pena conferir todas as novidades e inovações do Wet’n Wild onde os visitantes poderão planejar sua ida ao complexo com muito mais comodidade: o sistema de compra online foi reformulado para beneficiar ainda mais o seu público. Ao adquirir um ingresso pela internet, o cliente imprime na hora um bilhete com código de barras, a fim de facilitar sua entrada no parque, evitando que tenha que se dirigir às bilheterias do parque para efetuar a troca do cupom pelo ingresso físico.
Outra facilidade é a inovação no e-commerce que, a partir de agora, oferece uma série de serviços, como agendamento prévio de aluguel de bóias, armários e toalhas, além da venda dos produtos comercializados pelo parque. Desta forma, ao chegar, o visitante já retira os itens anteriormente solicitados, sem enfrentar filas.
Ou seja, MUITO MAIS TEMPO PARA SE DIVERTIR !!!

(Texto e foto Marcia Tuna)

SANTANDER FINANCIA AVIÕES PARA AZUL


O Santander e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fecharam uma operação inédita de financiamento à compra de seis aeronaves Embraer 195, de 118 assentos, para a Azul Linhas Aéreas Brasileiras. Segundo o superintendente executivo do Santander, Maurício Cesar Farias, o banco é o proprietário dos aviões e investiu entre 15% e 20% de capital próprio na aquisição. O restante da dívida foi financiado pelo BNDES com garantias da SBCE (Sociedade Brasileira de Crédito à Exportação). "Além de ser a primeira vez que um banco privado participa do financiamento de uma aeronave brasileira junto com o BNDES, essa operação também é inovadora porque envolve uma estrutura internacional de alavancagem fiscal, apoiada pelo governo espanhol", explica o chefe do departamento de comércio exterior do BNDES, Márcio Migon.
O prazo para amortização da dívida, segundo o executivo do BNDES, é de 12 anos e as taxas de juros estão adequadas aos acordos internacionais dos quais o Brasil faz parte. O Santander, segundo Farias, compra o avião e faz um leasing operacional para a companhia aérea por um prazo de 12 anos. Os empréstimos para adiantamento de aeronaves custam à Gol, por exemplo, de 1,99% a 2,68% ao ano, segundo informações do balanço da companhia. Na TAM, giram em torno do pagamento mensal da Libor mais 0,6% ao ano.
Com essa operação, explica o superintendente da área de investimentos do Santander, Luiz Eduardo Rangel de Paula, o governo espanhol cria incentivo para investimento em bens de capital do porte de uma aeronave, concedendo a possibilidade de depreciação acelerada contábil dos ativos. "Nos primeiros cinco anos de utilização da aeronave, o governo espanhol arrecada menos impostos, mas ao mesmo tempo é beneficiado com o diferimento fiscal, durante os 12 anos da operação", explica.
O valor total da operação é estimado em US$ 250 milhões, dos quais US$ 187 milhões foram financiados pelo BNDES. "Nos sistemas de operações de financiamento tradicionais do mercado nós temos que desembolsar entre 15% a 20% do nosso caixa na compra dos aviões, mas por meio dessa operação casada entre o Santander e o BNDES conseguimos financiar 100% do valor do contrato", comenta o vice-presidente financeiro da Azul, John Rodgerson.
O leasing operacional nesse caso, segundo o executivo da Azul, prevê o pagamento de um aluguel semestral e não mensal como geralmente acontece. "O prazo maior dá mais fôlego para a empresa investir no crescimento da sua frota e para estar mais focada no seu 'core business'", comenta. A operação de leasing feita com o Santander, segundo Rodgerson, envolveu uma negociação de quase um ano e meio, além de idas e vindas dos executivos entre Brasil e Espanha.
Com mais dinheiro em caixa, a Azul aproveita para investir em setores estratégicos com o de treinamento de pilotos. "Na próxima semana receberemos o segundo simulador dos jatos da família 190/195, um investimento de US$ 13 milhões, que atende às nossas necessidades de crescimento da frota." A Azul, segundo o diretor de negócios e assuntos corporativos, Gerald Lee, é a única companhia brasileira que dispõe de um simulador para os E-Jets da Embraer. "O nosso atual simulador trabalha 20 horas por dia atendendo não só a Azul, mas também os pilotos de Trip, Força Aérea Brasileira (FAB) e Air Mozambique."
Com mais caixa para comprar novas aeronaves, a Azul também vislumbra a aquisição de um total de 100 jatos Embraer nos próximos anos. O contrato original da Azul com a Embraer previa a compra de um total de 76 jatos da família 190/195, com 36 pedidos firmes, 20 opções de compra e 20 direitos de compra. O valor do negócio, pelo preço de tabela, é de US$ 1,4 bilhão, podendo atingir US$ 3 bilhões caso todas as opções e direitos de compra sejam confirmados pela Azul. O preço de tabela do jato 190 é de US$ 40 milhões e do 195, US$ 42,2 milhões. Com o pedido adicional de mais cinco aeronaves feitos à Embraer e outras cinco aeronaves adquiridas de terceiros, a frota de jatos da Azul sobe para 86.

(Fonte : Jornal Valor Econômico)

CHOCOLATE COM SOTAQUE MINEIRO


Em meio a um pasto seco, na região montanhosa de Extrema, no sul de Minas Gerais, o relógio marca duas da tarde e centenas de pessoas sorridentes saem da nova fábrica da Kopenhagen carregando um imenso saco de chocolates, ao final do primeiro turno de produção. Pouco antes, elas haviam almoçado em um moderno refeitório, na mesma unidade, onde doces Nhá Benta e bombons Brasil Cacau eram servidos à vontade para sobremesa. Tanta alegria não era só pelo presente dado aos funcionários que não faltaram durante o mês, ou pela ação do chocolate na taxa de serotonina do cérebro. Pelo menos 700 dos 850 funcionários são contratações recentes para a nova fábrica, inaugurada oficialmente hoje.
O investimento de R$ 100 milhões mistura alta tecnologia e processos artesanais. "A previsão há um ano era investir R$ 70 milhões. Mas o mercado cresceu tanto que expandimos o projeto inicial da fábrica", diz Renata Vichi, vice-presidente executiva do Grupo CRM, dono das marcas Kopenhagen, Brasil Cacau e Dan Top. Metade do investimento foi feito com capital próprio. O restante, com financiamento do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais.
A companhia fechou em abril a fábrica de Barueri, na região metropolitana de São Paulo, onde ocupava uma área de 8 mil metros quadrados, com capacidade de produção de 1,8 mil toneladas ao ano de chocolate e 600 empregados. Destes, somente 100 aceitaram sair de São Paulo.
Na cidade mineira (a 107 quilômetros da capital paulista), a área construída chega a 31 mil metros quadrados em um terreno de 217 mil metros quadrados, doado pela prefeitura local. A fábrica já está produzindo o equivalente a 3,5 mil toneladas anuais, que podem chegar a 10 mil, sem considerar possíveis ampliações. A produção foi iniciada, de forma parcial, em outubro e passou a absorver toda a linha de Barueri há quatro meses.
"Não tinha mais como continuar em Barueri. Lá as ruas são estreitas e a cidade está inchada. Para chegar até a fábrica, uma carreta de 27 metros de comprimento tinha que passar por cima da calçada", diz o vice-presidente financeiro e de tecnologia do grupo, Fernando Vichi, ex-executivo da Ambev e marido de Renata.
De fato, para os planos de crescimento do CRM decolarem, a produção precisava mesmo de espaço. O grupo faturou no ano passado R$ 154 milhões. Em 2010, a meta é chegar a R$ 205 milhões - um salto de 33%. A marca Kopenhagen, cujo faturamento até o final do ano deve chegar a R$ 186 milhões, deve crescer 20% com a inauguração de 15 lojas (hoje são 269, sendo 265 franqueadas).
A empresa também inaugurou outro formato de loja, o Gourmet Station - uma espécie de restaurante, com chocolates, doces e salgados. Com quatro unidades entre Brasília, Campinas e Rio de Janeiro, outras duas serão abertas até dezembro (em São Paulo e Brasília).
A grande aposta, entretanto, são as marcas mais populares do grupo, a Brasil Cacau e a Dan Top. A Brasil Cacau foi criada no ano passado e tem agora 84 lojas franqueadas inauguradas. O plano é chegar a 500 até 2012. Desse total, 180 deverão ser inauguradas até o final do ano. Para chegar às cinco centenas de pontos comerciais, Renata não descarta a possibilidade de fazer aquisições de outras redes. "Estamos de olho no mercado", afirma ela. A maior concorrente da marca é a Cacau Show, que tem cerca de 800 franquias.
A linha Dan Top, por sua vez, faz parte do grupo desde 2007, quando o CRM comprou a pequena empresa dona da marca. Hoje os produtos são distribuídos em 10 mil pontos de venda, grande parte deles no estado de São Paulo. "Estamos trabalhando para expandir essa distribuição para o resto do país", diz Fernando Vichi.
Todas as três linhas - Kopenhagen, Brasil Cacau e Dan Top - são produzidas em Extrema. A diferença entre uma e outra está na "conchagem" do chocolate - a etapa de mistura da massa de cacau, da manteiga e do liquor de cacau. O chocolate Kopenhagen fica 72 duas horas nesse processo. O da Brasil Cacau, 20 horas e o da Dan Top, oito. O preço, claro, também muda. "O produto mais caro da Brasil Cacau custa R$ 39. Na Kopenhagen, temos bombons que são vendidos por mais de R$ 200 o quilo", diz Renata Vichi. Já a caixinha de Dan Top com seis unidades sai por R$ 4,80.

(Fonte : Jornal Valor Econômico)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

MÁRIO MOYSÉS ASSUME OFICIALMENTE PRESIDÊNCIA DA EMBRATUR


Foi oficializada a troca de cargos na Embratur. Mário Moysés assume a presidência da entidade em substituição à Jeanine Pires.
Mário Moysés garantiu que a prioridade em sua gestão é dar continuidade ao trabalho realizado por Jeanine Pires. "A mudança de cargo não implica numa alteração dos programas que estão em andamento. Pelo contrário a ideia é manter as ações que estão sendo implementadas e o fato de eu já acompanhar este trabalho de perto também contribui para facilitar este processo", adiantou.
Nos próximos dias, Moysés e Jeanine trabalharão em conjunto no processo de transição.
Jeanine, que ocupava o cargo desde 2006, passará a integrar a Autoridade Pública Olímpica (APO), vinculada ao Ministério do Esporte. A APO vai coordenar as ações governamentais com vistas aos Jogos Olímpicos de 2016.
Em relação à mudança, Luiz Barretto afirmou se tratar de um processo normal e que os programas criados na gestão anterior não irão sofrer intervenções.

(Fonte e foto : Mercado & Eventos / Folha do Turismo)