quinta-feira, 19 de agosto de 2010

COMISSÃO APROVA FREE SHOPS NAS ÁREAS DE FRONTEIRA


A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional aprovou nesta quarta-feira o PL 6316/09, do deputado Marco Maia (PT-RS), que autoriza a instalação de lojas francas (free shops) em rodovias federais localizadas nas faixas de fronteira do território nacional.
O relator, deputado Damião Feliciano (PDT-PB), defendeu a aprovação da proposta. A medida, diz ele, “deverá incentivar o turismo rodoviário na região, contribuir para o incremento do comércio entre o Brasil com as nações vizinhas, bem como incentivar a criação de empregos diretos e indiretos”.
Feliciano apresentou substitutivo apenas para incorporar os dispositivos ao Decreto-Lei 1.455/76, que trata do tema. A legislação atual prevê a existência de free shops apenas em determinadas áreas de portos e aeroportos.

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo será analisado ainda pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(Fonte : Ag. Câmara de Notícias)

ASSOCIAÇÃO DE PARQUES (ADIBRA) TEM NOVO INTEGRANTE


A Associação das Empresas de Parques de Diversões do Brasil (Adibra) anunciou a conquista de um novo associado: o Danny’s Park. Há 28 anos no mercado, o empreendimento possui unidades em São Luís, Imperatriz (MA) e Natal.
O presidente da Adibra, Francisco Donatiello, comenta a nova parceria: “Ficar a par do que acontece no cenário brasileiro do entretenimento é muito sadio tanto para os empreendedores, para que possam oferecer o que há de novo para seus clientes, quanto para os consumidores, que sempre terão a oportunidade de desfrutar de bons brinquedos e conhecer as novidades”.

(Fonte : Panrotas)

MODELO DE CLASSIFICAÇÃO DE HOTÉIS QUE COMEÇA EM OUTUBRO TERÁ FISCALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO


O novo modelo de classificação hoteleira deve começar a ser implantado já em outubro. Esta é a estimativa do Ministério do Turismo. Segundo Ricardo Moesch, diretor do Departamento de Estruturação e Ordenamento Turístico do Ministério do Turismo. Segundo ele o custo será de um salário mínimo anual para o estabelecimento e haverá um sistema de monitoramento para saber se o mesmo atende as exigências da matriz estabelecida.
"Caso haja reclamações por parte do hóspede o estabelecimento poderá sofrer punições que vão até a perda da classificação obtida", alertou Moesch. Durante palestra na programação do Conotel, o dirigente apresentou a matriz e confirmou que até outubro a mesma estará sendo disponibilizada no site do Mtur e em manuais de orientação.
"Os hotéis serão classificados de uma a cinco estrelas, a exemplo dos hotéis fazenda e das pousadas, enquanto os resorts serão 4 ou 5 estrelas, os estabelecimentos cama e café, de 1 a 4 estrelas, os flats de 3 a 5 estrelas, a exemplo do hotel histórico.
O dirigente destacou também o lançamento do Selo de Qualidade no Turismo e confirmou que o modelo deve ser baseado no adotado em alguns países como Chile.

(Fonte : Mercado & Eventos / Folha do Turismo)

ABIH INSTALA NOS AEROPORTOS PAINÉIS COM O DISQUE HOTÉIS PARA INFORMAÇÕES E RESERVAS


A partir de agora os passageiros que desembarcarem nos principais aeroportos do país passarão a contar com mais um serviço de informações sobre onde se hospedar. O projeto Disque Hotéis firmado pela ABIH com a empresa Multitoky permite que se possa utilizar um painel com um telefone acoplado onde se pode falar diretamente com a recepção de um pool com dois mil hotéis em todo o país.
Segundo João Carlos Passos, diretor da Multitoky, os dois primeiros aeroportos que já receberam o painel digital são o Santos Dumont e o Galeão. O serviço é gratuito e teve um custo orçado em R$1,1 milhão. Até o final do ano os aeroportos de Guarulhos, Viracopos, Congonhas, Porto Alegre, Florianópolis e Salvador também irão oferecer o serviço.
Um modelo do painel está em exposição no Conotel. "O passageiro digita o estado, a cidade ou o nome do hotel e imediatamente é informado do número do telefone. Ele utiliza o aparelho acoplado ao hotel e tem contato direto com o estabelecimento podendo fazer sua reserva ou mesmo saber o preço da diária", explica João Carlos.
A ideia é instalar painéis digitais nos principais aeroportos e já foi firmado um contrato com a Infraero. Além dos hotéis, o projeto prevê também o fornecimento numa segunda etapa de informações sobre o Disque Turismo e atrativos dos destinos turísticos cadastrados.

(Fonte : Mercado & Eventos / Folha do Turismo)

COSAN PREPARA NOVO NEGÓCIO DE ALIMENTOS PARA 2011


A Cosan Alimentos, divisão da Cosan S.A. que controla as marcas de açúcar União e Da Barra, vai deixar de ser apenas uma divisão. Também vai deixar de ser focada apenas em açúcar. Até o começo do ano que vem, a Cosan Alimentos se tornará uma empresa independente da Cosan e, a partir do primeiro semestre de 2011, irá atuar em outras categorias do setor de alimentos. No longo prazo, considera-se até a possibilidade de abrir o capital.
"Até o meio do ano que vem, pretendemos estar atuando fortemente em pelo menos mais uma categoria além do açúcar", diz Colin Butterfield, presidente da Cosan Alimentos, que já está sendo organizada para funcionar como uma companhia independente da empresa-mãe.
Ele não revela em quais categorias a nova empresa irá atuar. Mas dá pistas. "A meta é entrar em, pelo menos, uma categoria por ano", diz. O foco é investir em alimentos, mas em categorias que o nível de formalidade seja alto, em produtos não-refrigerados e que tenham prazos de validade longos. Também é necessário ser um mercados com grande escala. Dentro dessas características, segundo Butterfield, a empresa analisa entrar no negócio de café, de biscoitos, massas (pastifício), conservas e até atomatados.
"Provavelmente, a primeira nova categoria poderá será a de café", diz o executivo. A Nova América, empresa dona da marca União, comprada pela Cosan em março do ano passado, já atuou no mercado dessa commodity, com o Café União, vendido para a Sara Lee em 2000. Na época, segundo Butterfield, a multinacional americana acertou com a Nova América a exploração do direito de uso da marca União por dez anos. Esse prazo venceu há alguns meses, o que dá liberdade para a Cosan Alimentos usar o nome em um futuro lançamento na área de cafés .
A entrada em novas categorias de produto é fundamental para a Cosan Alimentos, segundo Melchiades Donizeti Terciotti, diretor comercial de mercado interno da futura empresa. "É a única maneira de a companhia atingir boas taxas de crescimento. O mercado de açúcar é maduro, não há muito para onde crescer, a não ser diversificando os produtos", diz ele. No ano passado, a Cosan Alimentos faturou, segundo fontes do mercado, cerca de R$ 1,5 bilhão.
Um ponto a favor que a Cosan já tem para explorar novos setores é a distribuição. "O açúcar União e o Da Barra chegam à maioria dos pontos de venda de alimentos de todo Brasil. Com novas categorias dentro do mesmo universo, conseguiremos otimizar essa distribuição", diz Butterfield.
A empresa também está aumentando a linha de açúcares União. Lançou em maio passado o açúcar demerara (com maior teor de melaço em sua composição ) e a versão orgânica, cuja matéria-prima (cana-de-açúcar) vem de áreas com 100% de manejo biológico, sem uso de defensivos. Em outubro, quando a marca completa 100 anos, chega às prateleiras o União Diet, de sucralose (adoçante derivado do açúcar que pode ser consumido por diabéticos). "Esperávamos levar seis meses para atingir um certo faturamento com esses lançamentos. Mas já conquistamos essa meta logo nos primeiros dois meses", diz Terciotti.
A marca União tem 31% das vendas no varejo e ganhará em seu centésimo aniversário, em outubro, uma campanha comemorativa com anúncios em mídia impressa, TV e ações de ponto de venda no valor de R$ 20 milhões.
"A União é uma marca que poderá ser estendida para outras categorias que combinem com açúcar. Mas também estamos analisando a criação de uma terceira marca ou até a aquisição de outra já existente", afirma Butterfield. A entrada em novos setores, segundo ele, poderá ser feita tanto de maneira orgânica como por meio da compra de outras companhias.
A marca Da Barra, usada tanto em açúcar como em outros produtos (achocolatado, mistura para bolo, refresco em pó e amido de milho), permanecerá como uma "marca de combate", como diz Butterfield. "A Da Barra, assim como outras que temos, como Dulce, Neve e Doçula, continuarão sendo as marcas com as quais trabalhamos mais com o apelo de preço."
A Cosan Alimentos tem cinco fábricas de açúcar que estão passando por um processo de melhoria tecnológica e de capacidade por meio de um investimento de R$ 15 milhões.
Para financiar toda essa expansão, a Cosan Alimentos considera - no longo prazo - abrir capital. "A Cosan tem no seu DNA a característica de agregar valor para seus acionistas. A Cosan Alimentos vai herdar isso", afirma Butterfield.

(Fonte : Jornal Valor Econômico)

NOVOS VOOS DIÁRIOS DA TAM LIGANDO GRU A POA E A FOR COMEÇAM DIA 22


A TAM Linhas Aéreas inicia no dia 22 de agosto a operação de dois novos voos diários ligando São Paulo/Guarulhos (GRU) a Porto Alegre (POA) e a Fortaleza (FOR). A ampliação das frequências, que serão operadas com aeronaves A320, vai reforçar a oferta de assentos e as opções de horários para os passageiros que viajam de e para essas cidades, atendendo ao crescimento da demanda nesses mercados.
O voo JJ 3288 partirá do aeroporto de Porto Alegre às 11h42 e pousará em Guarulhos às 13h15. No sentido inverso, o voo JJ 3289 sairá de São Paulo às 09h10 e aterrissará na capital gaúcha às 10h57. A companhia também inicia a operação do voo JJ 3390, que partirá de Guarulhos às 14h10 e chegará a Fortaleza às 17h25. O percurso inverso será feito pelo JJ 3391, que tem saída de Fortaleza programada para as 19h30 e pouso em São Paulo previsto para as 23h00.

(Fonte : Business Travel Magazine)

CADE APROVA COMPRA DA PANTANAL


Ao aprovar, ontem, a compra da Pantanal pela TAM, o Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade) deu uma sinalização favorável à união desta última companhia com a LAN.
No julgamento do caso da Pantanal, os conselheiros relataram que várias companhias concorrentes da TAM fizeram reclamações e se opuseram ao negócio. Mas, ao fim, o Cade aprovou a aquisição, após verificar que existe um ambiente competitivo no setor aéreo brasileiro. Ou seja, o órgão antitruste verificou que há companhias com maior poder de mercado do que outras, mas considerou também que o setor vive um ambiente concorrencial.
"Não é uma aquisição convencional", disse o conselheiro Ricardo Ruiz, referindo-se à compra da Pantanal. "Não foi um movimento ativo da TAM, mas sim, uma oportunidade de mercado para a qual foi agendado um leilão e somente a TAM se cadastrou", completou.
Ruiz citou manifestações das empresas concorrentes da TAM sobre os impactos da compra da Pantanal. A Azul mostrou-se temerária quantos aos impactos da operação. A empresa pediu que os "slots" (horários de pouso e decolagem) da Pantanal no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, fossem devolvidos à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para serem redistribuídos à concorrência. A Gol argumentou que os impactos dependem da destinação que a TAM dará aos "slots" da Pantanal. E a Ocean Air reclamou da concentração de mercado entre TAM e Gol.
"Cabe ressaltar que novas empresas estão entrando em Congonhas", afirmou o conselheiro. Segundo ele, com a nova regra de realocação, empresas como Web Jet e Azul não serão preteridas pelas companhias que já detêm "slots" naquele aeroporto. Os demais conselheiros seguiram o voto de Ruiz e, com isso, a compra da Pantanal foi aprovada por unanimidade.
O advogado Tito Andrade, do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice, que atua para a TAM, disse que as rotas que eram usadas pela Pantanal não eram operadas pela TAM. Ele argumenta que os consumidores foram beneficiados pelo negócio já que poderão comprar um único bilhete em viagens que combinam rotas das duas. "Hoje, o passageiro pode comprar uma passagem de Bauru para Pequim", exemplificou Andrade.
O negócio com a TAM permitiu que a Pantanal passasse de 6 destinos para 15.

(Fonte : Jornal Valor Econômico)