quarta-feira, 18 de agosto de 2010

SORVETE BRASIL É NOVA OPÇÃO DE FRANQUIA


A sorveteria carioca anunciou que vai começar a venda de franquias para expandir sua marca. As empresárias Ana Fernandes e Rosana Lamothe acreditam que o setor deve crescer ainda mais no país. De acordo com dados da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvete (ABIS), entre 2002 e 2009, o consumo do produto aumentou 39,5%.
A empresa surgiu nos anos 80 e atualmente tem quatro unidades: três no Rio de Janeiro (Urca, Ipanema e Barra) e uma em Itaipava, região serrana. O sudeste deve receber as primeiras franquias da rede. As empresárias esperam fechar 2011 com cinco franquias em São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.
Os mais de 60 sabores de sorvetes, feitos de forma artesanal, são produzidos na fábrica da rede, que terá a capacidade ampliada em 30% para suprir a demanda das novas unidades.
Dois modelos de franquia serão comercializados. A loja, com 30 m², exige investimento inicial de 150 mil reais; o quiosque, com 9 m², custa a partir de 45 mil reais. O prazo de retorno estimado é entre 24 e 36 meses.

(Fonte : Portal EXAME / Foto Divulgação)

AMÉRICA LATINA VIVE ‘BOOM’ ECONÔMICO


Favorecido pela melhora nas condições da economia latino-americana, que está em uma fase de "boom" do ciclo econômico pela primeira vez desde julho de 2007, o Índice de Clima Econômico (ICE) da América Latina subiu de 5,6 para 6,0 pontos entre abril e julho de 2010. A conclusão consta da Sondagem Econômica da América Latina, feita em parceria pelo Institute for Economic Research at the University of Munich, ou Instituto IFO, e a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
A sondagem é trimestral, e suas respostas são usadas para elaborar o ICE, que é calculado com base em uma escala de 0 a 9 pontos . Segundo as instituições, houve uma melhora na avaliação dos analistas quanto à situação atual da economia latino-americana, no período. Porém, mesmo com o avanço do ICE, a sondagem mostra que estão menos otimistas as expectativas dos especialistas quanto aos rumos futuros da economia na América Latina para os próximos meses. Isso é perceptível nos resultados dos dois sub-indicadores que formam o ICE. De acordo com as entidades, o Índice da Situação Atual (ISA) subiu de 4,7 para 5,8 pontos, entre abril e julho; e o Índice de Expectativas (IE) recuou de 6,4 para 6,2 pontos no período.
Mesmo com a melhora, as instituições informam que a situação da economia latino-americano sugere "cautela". As organizações avaliam que os especialistas consultados não pareciam estar seguros da solidez da recuperação da economia latino-americana. A piora na avaliação das expectativas na economia dos 11 países analisados para a sondagem não foi uma novidade: a sondagem começou a apresentar sinais de uma trajetória declinante para as perspectivas econômicas na região a partir de outubro de 2009.

BRASIL CONTINUA EM 2º LUGAR EM RANKING DE CLIMA ECONÔMICO

O Brasil continuou a mostrar em julho o segundo melhor clima econômico entre os países da América Latina, perdendo apenas para o Peru, que ocupa a primeira posição. Segundo a pesquisa, o Índice de Clima Econômico (ICE) do Brasil subiu de 7 pontos para 7,4 pontos de abril para julho, dentro de uma escala de 0 a 9 pontos. O indicador é calculado com base nas respostas obtidas na sondagem.
De acordo com as organizações, de abril a julho, melhorou a avaliação da situação atual econômica brasileira entre os analistas de mercado financeiro consultados. Entretanto, o humor dos especialistas quanto aos rumos futuros da economia no País esfriou no período, e tornou-se menos otimista.
Entre os 11 países pesquisados para a sondagem, seis apresentaram em julho ICE acima da média do indicador na região latino-americana, que foi de 6,0 pontos no mês. Além do Brasil, é o caso de Peru (7,5 pontos); Uruguai (7,1 pontos); Chile (6,8 pontos); Paraguai (6,2 pontos); e Colômbia (6,1 pontos). Os outros países ainda mostram clima econômico abaixo da média. É o caso da Argentina (5,1 pontos); Colômbia México (4,9 pontos); Bolívia (4,8 pontos); Equador (4,3 pontos); e Venezuela (2,6 pontos).
A sondagem ouviu 149 especialistas em 17 países, durante o mês de julho.

(Fonte : Ag. Estado de Notícias)

MINISTRO DO TURISMO DEFENDE AMPLIAÇÃO DO CAPITAL ESTRANGEIRO EM COMPANHIAS AÉREAS


O ministro do Turismo, Luiz Barretto, defendeu ontem (17) a ampliação da participação do capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras. Pela legislação atual, investidores estrangeiros podem deter até 20% do capital das companhias aéreas. Um projeto de lei que tramita no Congresso Nacional propõe o aumento desse percentual para 49%.
De acordo com Barretto, a proposta é importante para fortalecer as companhias brasileiras e para aumentar a competição entre elas. “Quanto mais companhias fortes, quanto mais competição, quanto mais oferta, melhor para o consumidor. Esse aumento de capital vai significar o reforço não só de algumas companhias. Isso cria mais alternativas para o turista, para o cliente”.
Barretto acredita que o projeto de lei será aprovado ainda este ano.

(Fonte : Ag. Brasil de Notícias / Foto Divulgação)

NA COPA NO BRASIL, SEMPRE CABE MAIS UM


A cesta de patrocinadores da Copa do Mundo de 2014 deve engordar ainda mais. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está aberta a receber novos parceiros anunciantes em setores da economia em que ainda não há empresas patrocinadoras, apurou o Valor. Cada segmento tem um patrocinador. A Fifa também planeja fechar mais um ou dois contratos, no máximo. No total, 18 das 20 companhias que já tinham acordos com Fifa e CBF renovaram a parceria por, pelo menos, mais quatro anos.
Entre essas 20 empresas, apenas TAM e Extra, com acordos com a CBF, ainda não renovaram o contrato. Ontem, a Procter & Gamble, com a marca Gillette, anunciou a extensão do seu contrato com a confederação.
Há dois principais destaques até o momento: a operadora Oi e o Itaú Unibanco. No caso da operadora, a empresa fará parte de um seleto grupo de marcas que se tornaram Fifa Global Partner, ou seja, anunciantes mundiais do evento. Pela cota, a operadora vai desembolsar US$ 130 milhões no decorrer de quatro anos. Já o Itaú merece destaque pelo acordo recém-finalizado com a Fifa. O banco fechou uma parceria com a Visa e com isso, ele também fará parte do grupo dos anunciantes globais da federação mundial. O valor da operação não foi anunciado.
Há diferentes blocos de patrocinadores na Copa do Mundo. No menor grupo (e o mais exclusivo), existem as companhias que são "Global Partner" da Fifa. São elas Adidas, Coca-Cola, Emirates (empresa aérea), Hyundai, Sony e Visa. Num nível intermediário - também ligadas à Fifa, mas com menos diretos de exposição no evento - estão Seara, McDonald's, Budweiser (Ab InBev), Castrol, Continental e Oi.
Além desses, há os patrocinadores oficiais da CBF. No Brasil, essas negociações a serem fechadas com a confederação devem continuar, apurou o Valor com agências de propaganda. Duas agências ligadas a empresas de aço e minério e de eletroeletrônicos no Brasil foram informadas pelos seus clientes que as companhias podem se tornar patrocinadoras da CBF, apurou o Valor.
Se as negociações com marcas interessadas evoluírem, a Copa no Brasil pode bater recorde de volume arrecadado e companhias envolvidas na história do torneio. No evento de 2006, quatro empresas apenas (Nike, Ambev, Vivo e Varig) tinham acordos com a CBF. No mundial deste ano, o número passou para 11 - uma alta de 366%.

(Fonte : Jornal Valor Econômico)

LATAM DEVE TER APENAS UM PROGRAMA DE FIDELIDADE


Os programas de fidelidade da TAM e da LAN não passarão por mudanças no curto prazo por conta da fusão entre as companhias aéreas, que resultou na Latam. Pelo menos até o negócio ser aprovado entre os acionistas das duas empresas e pelos órgãos reguladores, nada muda. Mas com o tempo o plano das novas parceiras é unir os dois programas e passar a oferecer uma única opção aos passageiros.
A LAN oferece aos cerca de 4 milhões de usuários o LANPass e faz parte do programa internacional de fidelidade Oneworld. Já a TAM tem o Programa Fidelidade, com 7,2 milhões de clientes, e integra a Star Alliance. A TAM S.A. tem 73% da Multiplus, gestora do programa de fidelidade do grupo. Segundo a empresa brasileira, após o fim da transação a Latam avaliará as melhores opções de aliança para o grupo.
Os passageiros vão continuar a juntar pontos nos respectivos programas, mesmo aqueles que são donos de contas nas duas companhias aéreas. As empresas, no entanto, admitem que vão trabalhar para criar um programa único para os passageiros da Latam.

Longo prazo

“Não há nenhuma mudança no programa de fidelidade e a Multiplus segue pertencendo à TAM S.A. e como companhia aberta”, afirmou Líbano Barroso, presidente da TAM. Ainda assim, Barroso disse que a união das empresas representa para a Multiplus uma oportunidade de expandir-se a todos os países onde a chilena opera.
“A TAM já tem cartões em parceria com o Itaú na América Latina e pontos de atendimento para programas de fidelidade em outros países da América do Sul. Ainda não temos números, mas sem dúvida é uma oportunidade para a Multiplus, que nasceu para ser um grande programa de milhagem na América Latina.”
Segundo Barroso, após a criação da Latam, prevista para ocorrer em até nove meses, os clientes das companhias terão mais possibilidades de voos, com menos tempo de conexão. “Também vão ter mais destinos na Europa, do lado do Pacífico, e estamos analisando outras possibilidades de voos, como para a África”, destacou o presidente da TAM.
Como o negócio com a LAN se deu na esfera da TAM S.A., todas as suas subsidiárias entraram na transação. O mesmo vale para o centro de manutenção, reparos e revisões (MRO, na sigla em inglês), para a TAM Cargo, a TAM Mercorsur, a TAM Viagens e a Pantanal Linhas Aéreas. Só fica de fora do acerto com a LAN a TAM Aviação Executiva, controlada apenas pela família Amaro.
O presidente da TAM S.A., Marco Antonio Bologna, disse ontem na teleconferência com analistas que a Latam terá a mais ampla malha de cargas na América Latina e será a número um em transporte regular de passageiros na região, sendo a segunda em rotas aos Estados Unidos e Canadá. “Seremos a primeira latino-americana com fôlego para competir no mercado global e a terceira maior aérea do mundo em valor de mercado (US$ 10,6 bilhões), sendo a maior com capital 100% privado”, destacou.

(Fonte : Ag. Estado de Notícias)

ALCKMIN QUER CONSTRUIR TREM LIGANDO AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS AO CENTRO DE SÃO PAULO


O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que pretende construir um ramal ferroviário ligando o Aeroporto Internacional de Guarulhos ao centro de São Paulo. O Expresso Aeroporto, segundo Alckmin, permitiria que passageiros de companhias aéreas embarcassem na Estação da Luz prontos para pegar o avião em Cumbica.
O candidato disse que o projeto do trem não é novo e que o edital para a construção da linha, inclusive, está pronto. Segundo Alckmin, a concorrência só não foi aberta em função da viabilidade do projeto depender da construção de um novo terminal de embarque e desembarque no aeroporto de Guarulhos. De acordo com ele, a obra no aeroporto deveria ser contratada pelo governo federal.
"Só depois de contratada a construção do terceiro terminal [do aeroporto de Guarulhos] é que teremos o cálculo do fluxo de passageiros que viabilizará o setor privado a investir na linha”, disse após participar de um debate com outros dois candidatos ao governo promovido pelo jornal Folha de S.Paulo e o portal UOL.
Alckmin explicou ainda que seu projeto prevê que o trem seja construído em uma parceria público-privada. Empresas investiriam na construção da linha e teriam o direito explorá-la por 30 anos.
Ele defendeu também a redução de impostos para alguns setores da economia paulista. Disse que, caso eleito, irá estudar as cadeias produtivas do estado mais prejudicadas pela carga tributária e desonerá-las para aumentar sua competitividade. “Aquelas que precisarem de uma redução para serem mais eficientes, nós vamos reduzir”, afirmou.

(Fonte : Ag. Brasil de Notícias / Foto Divulgação)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

ABAV 2010 ¬– FEIRA DAS AMÉRICAS: DADA A LARGADA PARA O MAIOR EVENTO DE TURISMO DO CONTINENTE AMERICANO


Algumas novidades no 38º Congresso Brasileiro de Agências de Viagens – ABAV 2010 e Feira das Américas, que será realizado de 20 a 22 de outubro, no Riocentro, Rio de Janeiro, apontam para algumas mudanças estruturais em curso do evento, considerado o maior do continente americano no setor de turismo. Apesar do temário ainda não estar definido, uma reformulação no formato dos seminários promete dar mais conteúdo e dinamismo à parte técnica do Congresso, com aumento no número de seminários e extensão dos horários. Já a Feira – que pelo segundo ano está sendo comercializada pela Reed Exibition e Alcântara Machado – está com 90% de sua área comercializada e terá ainda mais participações de delegações internacionais.
Este ano os seminários acontecerão simultaneamente, ocupando10 salas do Riocentro, das 10h às 12h, antes da realização das sessões plenárias, que seguem das 12h às 14h. A Feira será aberta às 13h. No ano passado, a parte científica do evento terminava às 12h. A reestruturação tem um objetivo maior, segundo o presidente da ABAV, Carlos Alberto Amorim Ferreira, de agregar mais conhecimento técnico ao agente.
“A ABAV, ao longo dos últimos anos, vem mudando, se antecipando aos novos desenhos do mercado, que logicamente trouxeram novos desafios para o agente de viagens. Nosso maior evento tem acompanhado esse processo e, já há algum tempo, estamos dando maior peso à parte científica, que acaba ficando limitada aos horários da exposição”, explica o dirigente.

Internacionalização em curso

Em 2009, quando a ABAV decidiu por terceirizar a comercialização da Feira, o objetivo era dar força ao projeto de internacionalização do evento. Hoje, um ano depois de terceirizado, as vendas realizadas pela Reed demonstram que a opção foi acertada. Há mais de dois meses do início da Feira das Américas – ABAV 2010, as negociações dos espaços já apontam para um aumento significativo da participação de delegações estrangeiras. O número de países que já confirmaram presença já chega a 36, mas até o dia do evento deverá atingir quase 60.
Entre os novos países estão a Áustria, os Emirados Árabes (Dubai), a Croácia, a Polônia, a Rússia, a Tunísia, a Uganda e a Dinamarca. “O acesso aos mercados externos melhorou com a entrada da Reed, mas esse resultado também reflete o interesse internacional no Brasil, no Rio, tendo em vista que seremos sede da Copa de 2014 e das Olimpíadas”, lembra Ferreira.
O Pavilhão 3 – Américas, do Riocentro, deverá concentrar as principais novidades. Entre elas, a inserção de um espaço para a realização de rodadas de negócio para o Turismo Receptivo. O Turismo Corporativo também terá um espaço específico nestaárea. “A ABAV 2010 irá espelhar o que temos apregoado: a necessidade de unirtodos os segmentos do mercado para ganhar em representatividade e forçapolítica. O evento funcionará como um grande guarda-chuva”, ressalta opresidente.
Este ano, a Feira das Américas deverá reunir mais de 700 empresas e 22 mil agentes de viagens do Brasil e de outros países. Cerca de 6%serão de novos expositores que estarão no evento pela primeira vez. “A Feira crescerá um pouco em área vendida, mas o foco é crescer em qualidade. A procura este ano está maior que no ano passado, principalmente do mercado internacional”, afirmou Ferreira.

38 º Congresso Brasileiro de Agências de Turismo e Feira das Américas – ABAV 2010
20 a 22 de outubro
Riocentro – Rio de Janeiro/RJ


(Fonte : Capta Comunicação & Promoções)