quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

CENTRO-OESTE TUR ACONTECE EM ABRIL COM 450 EXPOSITORES


A Promove Eventos Especiais realiza, em 9 de abril, o 18º Centro-Oeste Tur - Salão de Negócios Turísticos, que acontece no Centro de Convenções de Goiânia. O evento terá 450 expositores e aguarda a presença de 1,2 mil agentes de viagens de Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Triângulo Mineiro.
Nesta edição, a expectativa é que sejam gerados cerca de R$ 16 milhões em negócios a médio e longo prazos, ou seja, um incremento de 16% em relação a 2009.Maria Silvia de Moraes, uma das organizadoras do evento, aponta que, além da regionalização, outra tendência dos eventos de turismo é a concentração dos negócios em um menor período. "Hoje as pessoas tem pouco tempo e por isso as ofertas devem estar reunidas, permitindo a realização de contatos e negócios rapidamente para que todos ganhem tempo", analisa ela.
Os interessados podem obter mais informações sobre valores e inscrições pelos contatos : 62 3215-8200 / http://www.promoveeventosgo.com.br/


(Fonte : Hôtelier News / 18-02-10)

DEBATE DA NOVA CLASSIFICAÇÃO HOTELEIRA COMEÇA DIA 24


O Ministério do Turismo, em parceria com o Inmetro e a Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM), promove entre 24 e 26 de fevereiro, no Hotel Everest, em Porto Alegre (RS), o primeiro encontro para discutir a nova classificação hoteleira brasileira.
A nova classificação será discutida em uma série de oito encontros nas cinco regiões do País, entre fevereiro e maio, com o objetivo de estabelecer as matrizes da hotelaria nacional. Nesses encontros serão estabelecidos critérios para oito tipos de empreendimentos: resorts, pousadas, hotéis urbanos, flats, hotéis fazenda, hotéis de floresta, hotéis históricos e os chamados cama e café. "O mercado necessita de uma padronização e um referencial para os meios de hospedagem, como demonstraram os processos de candidatura do País para a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016", resumiu o diretor do Departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico do Mtur, Ricardo Martini Moesch.
Atualmente, existem cerca de 28 mil unidades hoteleiras no Brasil. No entanto, apenas seis mil deste total estão cadastradas no ministério, por meio do Cadastur.

(Fonte : Panrotas / 18-02-10)

CÂMARA ANALISA CAPITAL ESTRANGEIRO NA AVIAÇÃO

Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), já designou comissão especial da Casa para analisar o projeto de lei do Senado (PLS 184/04) que eleva de 20% para 49% a participação de capital estrangeiro nas empresas aéreas brasileiras.
Há expectativa de que a matéria, aprovada pelo Senado em novembro de 2009, seja votada pela Câmara, onde vai tramitar com outras propostas semelhantes. É esperado que a mudança abra uma nova temporada de investimentos na aviação nacional.
Este era um dos projetos que estavam na pauta de prioridades para o governo aprovar em 2009. No Ministério da Defesa, em julho do ano passado, o Conselho Nacional de Aviação Civil aprovou texto de projeto de lei com o mesmo teor. Mas o governo preferiu apoiar o projeto já em andamento.
Na avaliação do ministro da Defesa, Nelson Jobim, o aumento do percentual de participação estrangeira no capital das companhias poderá "dar um fôlego, mais musculatura" às empresas nacionais. "Abre inclusive a possibilidade de ter mais empresas. Há muita gente interessada no Brasil, e empresas regionais também serão beneficiadas."
"Isso vai dar um gás muito forte, vai capitalizar as empresas e vai aumentar a competitividade", afirmou ao DCI o ministro do Turismo, Luiz Eduardo Barretto. "Isso já tem acontecido no mercado brasileiro, que reduziu de 95% par 85% a participação das duas principais companhias."

COPA
Na opinião do ministro, o aumento do capital estrangeiro é oportuno e necessário em razão do recorde verificado, em 2009, nos embarques domésticos, que atingiu a marca histórica de 56 milhões. E ajudará o País a receber turistas na Copa de 2014.
Ao mesmo tempo, de acordo com Barretto, o projeto vai assegurar mais recursos para a oferta de novos voos para o exterior. Ele disse que somente agora o Brasil conseguiu recuperar os voos internacionais que existiam antes de a Varig ter entrado em recuperação judicial, em junho de 2006.
Outro atrativo para os investidores estrangeiros é a política de liberação dos preços das passagens aéreas. "A Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] fez um grande trabalho, e hoje está liberado o preço das passagens. Não há mais proteção às empresas nacionais: o mercado é livre", disse.
No Senado, a matéria foi aprovada em caráter terminativo (sem necessidade de ir ao plenário) na Comissão de Constituição e Justiça. O texto é de autoria do ex-senador e atual governador interino do Distrito Federal, Paulo Octavio (DEM), que substituiu no cargo o governador José Roberto Arruda (sem partido), há uma sema - na preso na superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Na proposta original, Octávio argumenta que o aumento de capital estrangeiro na aviação brasileira pode baratear a venda de passagens e fomentar o turismo.
Em seu parecer, o relator da matéria, senador Francisco Dornelles (PP-RJ), citou que o setor passou por crises nas últimas décadas, mas não fez referência ao fechamento de Vasp e Transbrasil e à compra da Varig pela Gol.
"Estamos contribuindo para estimular o ingresso de investimentos estrangeiros em um setor que tem padecido com diversas crises desde a década passada, na maioria das vezes em decorrência da descapitalização das empresas aéreas", justificou.
Uma das propostas semelhantes em tramitação na Câmara é o Projeto de Lei 2.452/07, proposto pela então CPI da Crise Aérea. O relator do projeto, deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), considera que a legislação precisa ser revisada para que o País esteja preparado para a Copa de 2014.
Na comissão especial que analisa este projeto, o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) requereu a realização de seminário com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), órgão do governo federal, sobre seu programa de investimentos na aviação brasileira.

(Fonte : D C I / 18-02-10)

ABROLHOS E RIO DOCE SÃO RECONHECIDOS NO EXTERIOR

Brasil tem 11 locais reconhecidos como áreas úmidas para a manutenção da diversidade de espécies e bem-estar dos homens

O Parque Nacional Marinho de Abrolhos, na Bahia, foi reconhecido internacionalmente como importante zona úmida ao receber o título de Sítio Ramsar no início deste mês. E, na próxima semana será a vez do Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais. Há atualmente cerca de 1.880 Sítios Ramsar pelo mundo, divididos em 159 países. Com os dois novos títulos, o Brasil agora possui 11 locais reconhecidos.
Desde 1993, o País é signatário da Convenção de Ramsar, estabelecida em 1971 com o objetivo de conservar áreas utilizadas por aves migratórias aquáticas. Depois, o tratado se tornou mais abrangente e passou a reconhecer também a importância das áreas úmidas para a manutenção da diversidade de espécies e bem-estar dos homens.
Quem ratifica a convenção, além de ganhar a atenção internacional, pode ter acesso a benefícios como cooperação técnica e apoio financeiro por meio de pequenos fundos. "Abrolhos tem os maiores recifes de coral e a maior biodiversidade do Atlântico Sul. Também é local de reprodução da baleia jubarte", afirma Guilherme Dutra, diretor do programa marinho da Conservação Internacional (CI), apontando os quesitos que tornaram o parque apto a receber o título.
Já o Parque Estadual do Rio Doce possui cerca de 40 lagos e fauna rica: a região ainda é habitada pelas onças-pintadas e conta com uma população grande de antas e de macacos-prego, por exemplo.

(Fonte : Jornal O Estado de São Paulo / 17-02-10)

DISPUTA TRAVA LICITAÇÃO DE RODOVIAS HÁ 15 MESES

Na lista das mais perigosas e movimentadas do Brasil, as BRs 040, 381 e 116, em Minas Gerais, aguardam há mais de três anos para serem licitadas, apesar de estarem entre as prioridades do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Depois de duas remarcações, o governo acredita que poderá leiloar os três trechos, de 2.066 quilômetros, até 10 de abril, pelo último balanço do PAC. Para isso, porém, terá de conseguir a liberação dos estudos de viabilidade que estão há mais de 15 meses sob análise do Tribunal de Contas da União (TCU).
O grande problema é que, depois de muitas idas e vindas, o processo entrou numa fase crítica, com divergências entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável pelos estudos, e os ministros do tribunal. O impasse surgiu após a exigência, do TCU, de que o órgão regulador terá de detalhar a estimativa de investimentos, de R$ 8,2 bilhões, que as empresas vencedoras do leilão terão de fazer durante os 25 anos de concessão.
O tribunal argumenta que o material entregue pela ANTT contém impropriedades e fundamentação insuficiente das estimativas de investimentos. "É essencial que a agência envie uma adequada justificativa dos valores para que o tribunal faça a validação dos estudos de viabilidade técnica e econômica para, assim, haver a licitação. Até o momento não recebemos nada", observou o TCU, destacando que esse é um item que pesa no valor do pedágio.
A exigência deixou a agência reguladora inconformada. Na opinião do diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, o que o Tribunal quer é a elaboração de projeto básico, que não é feito pela agência, mas apenas pelo vencedor da concessão. "Não seguimos a lei de licitação. Seguimos a lei de concessão, que não pede esse tipo de detalhamento. Não vou fazer nenhum projeto básico." Segundo ele, a metodologia para esse processo é a mesma das concessões anteriores. "Além disso, estou usando os quantitativos que o próprio TCU indicou. Isso é uma atitude postergadora."

(Fonte : Portal Exame, com informações da Ag. Estado / 18-02-10)

REDE PLAZA DE HOTÉIS INVESTE EM TECNOLOGIA PARA A COPA

São Paulo - A Rede Plaza de Hotéis Resorts & Spas resolveu investir em tecnologia alemã para as esquadrias e janelas do Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre (RS). A fabricante de esquadrias de PVC Weiku, de Pomerode (SC), foi escolhida para mudar todas as esquadrias e janelas do estabelecimento, já com vistas aos preparativos para a Copa do Mundo de 2014. Originária da Alemanha, a empresa conta com duas grandes fábricas de esquadrias de PVC, em Weissenfels e Frankfurt. No Brasil, a empresa está associada ao grupo alemão Kessel, um dos maiores fabricantes de sistemas construtivos na área de saneamento e drenagem da Alemanha.

(Fonte : D C I / 18-02-10)

GRUPO LUSO VOLTA PARA AS PRATELEIRAS

Criada em 1999, a Companhia das Quintas reúne no seu portfólio várias quintas, é claro, em importantes regiões vinícolas portuguesas. Talvez a mais conhecida por aqui seja a Quinta de Pancas, dona de bons goles elaborados com uvas francesas, como a cabernet.
Os vinhos da Companhia estão sendo relançados pela sua nova importadora, Interfood. Já aportaram exemplares de outras propriedades, de cepas típicas lusas, que vale a pena conferir.
Menção aqui para tintos de duas casas do nordeste do país, vizinhas ao rio Douro. Um é o Quinta do Cardo Seleção do Enólogo 2005, de uvas touriga nacional e tinta roriz, frutado, com toques florais, bom corpo e acidez (88/100, R$ 75,86). Outro, o Quinta da Fronteira 2006 (touriga nacional e franca, tinta roriz), rico em frutas vermelhas e toques de incenso e especiaria, macio (88/100, R$ 60,67).
Na ala branca, brilham os arinto da Quinta da Romeira, em Bucelas, no sul. O Morgado de Santa Catherina 2007 agrada pelo sabor intenso que une manga madura e torrefação num paladar denso e untuoso, que pede um bacalhau (90/100, R$ 105,41). Bom e mais barato, o Prova Regia 2008, que mostra papaia, frutas cítricas e tons minerais num sabor longo, vivaz (88/100, R$ 43,14, na Interfood, tel 0/ xx/11/2602-7261).

(Fonte : Jornal Folha de S. Paulo / Ed. Ilustrada / 18-02-10)